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O Centro Espírita e sua Organização
Vanda Simões
Considerações
O Centro Espírita, sendo o veículo através do qual o Espírito de Verdade leva a mensagem consoladora às criaturas, deve ser visto e cuidado com todo o zelo, por parte daqueles que tomam para si essa nobre tarefa. Enganam-se os que pensam que basta abrir as portas, ter uma reunião pública e uma sessão prática para cumprir com seu objetivo. Este núcleo de claridade espiritual carece de uma organização básica, um direcionamento seguro e a condução sensata por parte de pessoas que tenham em seus corações, além da boa vontade, o devotamento, a abnegação e o amor ao próximo.
O Centro Espírita, por menor que seja, necessita seguir uma linha organizacional mínima. No mundo de hoje, com tantas exigências no campo da qualidade, nenhuma organização humana pode se sustentar sem se fundamentar em normas de funcionamento. Isso é básico para o entendimento. Seria pueril de nossa parte achar que o Espiritismo pode mudar o mundo, sendo veiculado de forma desordenada e sem um espírito de gerenciamento sério. Neste estudo, discutiremos acerca desses aspectos, entendendo que é a única forma de manter a casa espírita com condições de enfrentar o tempo de dificuldades em que mergulhou a humanidade.
A Estrutura do Centro Espírita
a) Documentação legal:
É muito importante que seja providenciada a legalização da instituição. Estamos em uma sociedade com leis estabelecidas e devemos atendê-las. Deve-se constituir uma Diretoria, idealizar um Estatuto de funcionamento da casa e registrar em cartório. É a forma segura de enfrentar problemas legais, caso eles surjam. Pode-se improvisar instalações físicas pela dificuldade material existente em toda parte, mas funcionar à margem da lei, sem registro, já é começar as coisas de forma problemática.
b) Diretoria:
Este grupo de pessoas tomará para si a responsabilidade de conduzir a casa espírita de forma disciplinada e harmônica . Para tanto, é necessário que haja entre eles a homogeneidade de pensamentos e a sinceridade de propósitos. Sobre o dirigente da casa repousará a maior responsabilidade, pois ele será o maestro dessa equipe, coordenando e cuidando de todo o trabalho da casa. Alguns acham que essa forma de administrar é centralizadora e que o melhor seria não ter um gerente, mas vários. Pensamos que seria muito difícil estabelecer uma ordem em uma casa sem alguém na direção dela ou com muitos querendo conduzi-la ao mesmo tempo. Certamente essa figura não administrará a casa a seu "bel prazer". Administrará com uma equipe de pessoas que, distribuídas dentro das necessidades, viabilizará o funcionamento dos trabalhos. Terá deveres a cumprir dentro do que estabelece o estatuto. Entretanto é dele a responsabilidade da casa espírita, como um todo.
c) Quadro de associados:
A sociedade espírita deve se constituir em um grupo homogêneo de pessoas que lutam pelo mesmo ideal. Essas pessoas, reunidas, formam um feixe de varas, conforme diz Allan Kardec em O Livro dos Médiuns, item 331: "Uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a soma de todas as dos seus membros, formando uma espécie de feixe de varas. Ora, esse feixe será tanto mais forte quanto mais homogêneo". O corpo de associados é composto por pessoas que se associam ao centro espírita, devidamente conscientes da responsabilidade que assumiram e são eles que viabilizam o andamento e crescimento do trabalho da casa, como núcleo de estudo, aprendizado e assistência. Mais tarde nos deteremos neste assunto.
d) Colaboradores:
São simpatizantes da causa espírita, freqüentadores do centro ou não, mas que sentem o desejo de ajudar financeiramente os trabalhos ali existentes.
Trabalhadores x Freqüentadores
Outro aspecto a ser considerado na organização da casa espírita é, sem dúvida, a formação do quadro de associados que sustentará os trabalhos da casa, em todos os sentidos. Há que ter distinção clara entre trabalhadores e freqüentadores. Trataremos desta questão a seguir.
a) Admissão de trabalhadores:
Este assunto é visto ainda com muita reserva por parte dos que acham que qualquer pessoa pode ser considerada trabalhador de uma casa espírita, sem levar em conta o preparo da criatura para tão grave compromisso.
Ao nosso ver, assumir tarefa em casa espírita é uma das maiores responsabilidades que o ser pode atribuir-se, levando-se em consideração os objetivos do Espiritismo na vida do homem. Só a boa vontade não é suficiente, como querem alguns. Há que se ter muita cautela com isso, se não quisermos comprometer o futuro da casa. O indivíduo terá que ter uma condição mínima de entendimento sobre a tarefa a que se propõe. É assim em toda organização humana.
Existem alguns métodos que podem ser aplicados com muito proveito, como o ESDE, idealizado pela FEB, por exemplo. Em nossa casa aplicamos o Curso Básico de Espiritismo para Iniciantes, idealizado pelo Grupo Espírita Bezerra de Menezes, de São José do Rio Preto, SP, e utilizado com sucesso por muitas casas de todo o país. Periodicamente, oferecemos o curso àqueles que já estão frequentando a casa nas reuniões públicas e que queiram conhecer um pouco mais a Doutrina.
O curso tem dois objetivos: oferecer conhecimentos básicos sobre o Espiritismo e descobrir possíveis trabalhadores para a causa espírita. Evidentemente não se pretende preparar ninguém em oito aulas (cerca de 3 meses), mas esse convívio proporciona um maior contato com as pessoas, e maior possibilidade de se conhecer a natureza de cada um. Há pessoas que não têm maturidade para assumir responsabilidades em lugar algum, muito menos em um centro espírita.
Ao término do curso já se pode ter uma idéia de quem tem condições para fazer parte do quadro de trabalhadores. Se for do interesse da pessoa, ela poderá fazer uma experiência por um período mínimo de 6 meses. Se não se adequar, poderá ficar apenas como frequentador da casa e auxiliar em algumas tarefas, como voluntário.
b) Trabalhadores:
São aquelas pessoas que abraçam o ideal de forma compromissada. Fazem parte do quadro de associados da casa e são responsáveis pelo funcionamento pleno das atividades. Contribuem financeiramente com as despesas, através de taxa mensal, cujo valor é determinado por ele. Aos trabalhadores da casa é dado um tratamento diferenciado, pois são essas pessoas que levarão à frente o ideal kardequiano. Obviamente terão que ter mais preparo. Uma vez admitidas como trabalhadores, serão endereçadas a grupos de estudos, onde darão continuidade aos estudos iniciados. Terão direitos a reclamar e deveres a cumprir e se comprometem de forma séria a servir na seara do Cristo. Neste ponto, também há discordâncias por parte daqueles que entendem se ter muito rigor com quem quer servir. Essa mentalidade vem do fato de que o centro espírita pode ser feito à imagem e semelhança do dirigente e não da Doutrina. É o empirismo quem manda em suas atividades, e por isso, tudo pode ser feito por todo mundo. O resultado desse equívoco está patente na situação heterogênea das práticas existentes nos centros espíritas de todo o Brasil. Sem organização, não há produtividade. O centro existe, mas não produz. Fala, mas não edifica. Informa, mas não reforma o ser. Portanto, é hora de se ter uma outra postura frente a essa realidade e buscar uma nova forma de estruturar os recursos humanos de nossas casas, pois sabe-se que os Espíritos superiores necessitam dos encarnados de boa vontade e preparo para realizar a obra do Senhor.
c) Freqüentadores:
- São as pessoas que freqüentam a casa por um período, beneficiam-se com sua influência salutar, têm enorme desejo de ajudar, mas não se dispõem a assumir nenhuma tarefa que exija de si esforço em modificar-se. Não tem um compromisso maior com a casa, nem com a Doutrina.
Normas de Conduta
Ao ser convidado a participar dos trabalhos da casa de forma efetiva, a pessoa tomará conhecimento das normas de conduta da sociedade. São normas que foram elaboradas com o único objetivo de facilitar a convivência harmônica dentro da casa e estabelecer uma disciplina que consideramos fundamental para o sucesso dos trabalhos. Daremos, no final do texto, o modelo que apresentamos aos recém-chegados, quando adentram as fileiras dos que querem servir a causa do Cristo.
O que diz Allan Kardec
Finalmente, inserimos aqui a opinião do mestre Allan Kardec sobre o assunto, pois ele deixou a seus seguidores todos esses cuidados a serem tomados quando da constituição das sociedades espíritas, justamente porque entendeu muito cedo que os inimigos do Espiritismo são os próprios espíritas, chamados por ele de "espíritas imperfeitos" que, sem compreender bem a natureza divina dessa Doutrina, faz dela um manual de crendices e inserções as mais estapafúrdias, prejudicando sua divulgação dentro da razão e do bom senso que são suas marcas absolutas.
a) Sobre os espíritas imperfeitos:
"Em algumas pessoas, os laços materiais são ainda muito fortes, para que o espírito se desprenda das coisas terrenas. O nevoeiro que as envolve impede-lhes a visão do infinito. Eis por que não conseguem romper facilmente com seus gostos e os seus hábitos, não compreendendo que possa haver nada melhor do que aquilo que possuem. A crença nos Espíritos é para elas um simples fato, que modifica pouco ou nada as suas tendências. Numa palavra, não vêem mais do que um raio de luz, insuficiente para orientá-las e dar-lhes uma inspiração profunda, capaz de modificar-lhes as tendências. Apegam-se mais aos fenômenos do que a moral, que lhes parece banal e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente as iniciem em novos mistérios, sem indagarem se se tornaram dignas de penetrar os segredos do Criador. São, afinal, os espíritas imperfeitos, alguns dos quais estacionam no caminho ou se distanciam do seus irmãos de crença, porque recuam ante a obrigação de se esforçarem, ou porque preferem a companhia dos que participam das suas fraquezas ou das suas prevenções. Não obstante, a simples aceitação da doutrina, em princípio é um primeiro passo, que lhes facilitará o segundo, numa outra existência" - (Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII, item 4).
b) Sobre compromissos indissolúveis:
"...os próprios compromissos que ligam os membros de uma sociedade criam obstáculos para isso (o afastamento de elementos perturbadores). Eis porque é conveniente evitar as formas de compromissos indissolúveis: os homens de bem sempre se ligam de maneira conveniente; os mal intencionados sempre o fazem de maneira excessiva" - (O Livro dos Médiuns - item 337).
c) Sobre os indivíduos-problema:
"Além das pessoas notoriamente malévolas que se infiltram nas reuniões, há as que, por temperamento, levam perturbação onde comparecem. Dessa maneira, nunca será demasiado o cuidado na admissão de novos elementos. Os mais prejudiciais, nesse caso, não são os ignorantes da matéria, nem mesmo os descrentes. A convicção só se adquire através da experiência e há pessoas que de boa fé querem se esclarecer. Aqueles contra os quais particularmente se devem acautelar são as pessoas dotadas de idéias preconcebidas, os incrédulos sistemáticos que duvidam de tudo, mesmo da evidência, os orgulhosos que pretendem ter o privilégio da verdade e procuram impor sempre a sua opinião olhando com desdém os que não pensam como eles. Não vos enganeis com o seu pretenso desejo de esclarecimento" - (O Livro dos Médiuns - item 338).
d) Sobre os inimigos encarnados:
"Os mais perigosos não são os que o atacam abertamente, mas os que agem nas sombras, os que o acariciam com uma das mãos e o apunhalam com a outra. Esses seres malfazejos se infiltram por toda a parte onde possam fazer mal. Sabendo que a união é uma força, tratam de destruí-la, semeando a discórdia. Quem poderá então dizer que os que provoquem perturbação nas reuniões não sejam agentes provocadores, interessados na desordem? Seguramente não são verdadeiros nem bons espíritas, pois não podem fazer o bem e sim muito mal. Compreende-se que tenham muito mais facilidades de se infiltrar nas reuniões numerosas do que nos pequenos grupos em que todos se conhecem. Graças a manobras escusas, que passam despercebidas, semeiam a dúvida, a desconfiança e a inimizade. Sob a aparência do interesse pela causa criticam tudo, formam grupinhos que logo rompem a harmonia do conjunto. (...) Essa situação, prejudicial a todas as sociedades, o é ainda mais às sociedades espíritas, pois se não levar a uma ruptura, provocará preocupações incompatíveis com o recolhimento exigido pelos trabalhos" - (O Livro dos Médiuns - item 336).
e) Sobre os inimigos desencarnados:
"As sociedades, pequenas ou grandes e todas as reuniões, seja qual for a sua importância, têm ainda de lutar contra outra dificuldade. Os fatores de perturbação não se encontram somente entre os seus membros, mas também no mundo invisível. Assim como há Espíritos protetores para as instituições, as cidades e os povos, os Espíritos malfeitores também se ligam aos grupos e aos indivíduos. Ligam-se primeiro aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando transformá-los em seus instrumentos, e pouco a pouco vão envolvendo a todos, porque sua alegria maligna é tanto maior quanto maior o número dos que tenham subjugado. Todas as vezes, pois, que num grupo uma pessoa tenha caído na armadilha é necessário dizer que se tem um inimigo no campo, um lobo no redil e que se deve ter cautela porque o mais provável é que aumente as suas tentativas. Se não se desencorajar esse elemento por uma resistência enérgica, a obsessão se torna um mal contagioso que se manifestará entre os médiuns pela perturbação da mediunidade e entre os demais pela hostilidade recíproca, a perversão do senso moral e a destruição da harmonia. Como o mais poderoso antídoto desse veneno é a caridade, é ela que eles procuram abafar. Não se deve, pois, esperar que o mal se torne incurável para lhe aplicar o remédio. Nem mesmo se deve esperar os primeiros sintomas, pois é sobretudo necessário preveni-lo. Para isso, há dois meios eficazes: a prece feita de coração e o estudo atento dos menores sintomas que revelem a presença de Espíritos mistificadores" - (O Livro dos Médiuns, - item 340).
"Pode-se estabelecer que todo aquele que numa reunião provoca desordem ou desunião, ostensivamente ou por meios escusos, é um agente provocador ou pelo menos um mau espírita de que se deve desembaraçar o quanto antes" - (O Livro dos Médiuns - item 337).
f) Sobre recursos materiais: "Quando se trata de uma obra coletiva, onde cada um deve trazer seu contingente de ação, como seria a de um Caixa Geral, por exemplo, convém fazer entrarem essas considerações em linha de conta, porque a eficácia do concurso que se pode esperar está na razão da categoria a que pertencem os adeptos. É bem evidente que não se pode contar muito com os que não levam a sério o lado moral da Doutrina e, ainda menos, com os que não ousam mostrar-se" (Revista Espírita, 1866).
"...Um ponto essencial na economia de toda administração previdente é que sua existência não repousa sobre produtos eventuais que podem faltar, mas sobre recursos fixos, regulares, de maneira que sua marcha, aconteça o que acontecer, não possa ser entravada." E ainda: " Assentar despesas permanentes e regulares em recursos eventuais seria uma falta de previdência, que um dia se poderia lamentar." - (Revista Espírita, 1868).
Modelo de Normas de conduta
SOCIEDADE DE ESTUDOS ESPÍRITAS ALLAN KARDEC – São Luís, MA.
Caro (a) irmão(ã),
A Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec, tem o prazer de recebê-lo(a) como novo membro e apresenta suas normas, que foram idealizadas com o objetivo de disciplinar as atividades da casa, facilitando seu funcionamento. Estas normas de conduta interna foram baseadas nos trabalhos e advertências do Codificador, quando nos diz que "não basta que os membros da sociedade sejam partidários do Espiritismo em geral; é necessário que concordem com sua maneira de ver. A homogeneidade de princípios é condição sem a qual uma sociedade qualquer não poderia Ter vitalidade. É pois, necessário conhecer a opinião dos candidatos, a fim de que não sejam introduzidos elementos de discussões ociosas, que acarretam perda de tempo e poderiam degenerar em dissenções". E ainda: "Antes de mais nada, objetiva ela prosseguir seus trabalhos com calma e recolhimento...É evidente que cada um é perfeitamente livre para discutir os pontos controvertidos e emitir sua opinião pessoal. Outra coisa, porém, é dar conselhos ou chegar com idéias sistemáticas e preconcebidas em oposição às bases fundamentais" - (Allan Kardec - Revista Espírita, pág. 396 - 1859).
NORMAS INTERNAS
01 - Ao nos tornarmos membros do grupo, assumimos o compromisso de ajudar a causa em todos os sentidos. Os associados colaboram financeiramente com o fundo de serviços do Centro. A sua doação mensal é de sua livre escolha. Você receberá explicações de como é feito e das finalidades deste caixa.
02 - Se ainda faz uso de cigarro ou bebida alcoólica, procure esforçar-se para deixar esses hábitos, considerados pela ciência e pela ética, nocivos à saúde do corpo e da alma. O trabalhador da seara do Cristo, deve exemplificar o que aprende.
03 - Os setores de atividades internas são dirigidos por pessoas responsáveis por eles. Procure ouvir as orientações desse companheiros. Procure informar-se antes de emitir opiniões ou conceitos sobre assuntos que não são de seu pleno conhecimento. Lembre-se: você está ingressando na sociedade, para aprender Espiritismo e servir seu próximo.
04 - Procuremos nos vestir de forma simples e sóbria. A educação determina que devemos usar trajes apropriados ao ambiente onde estamos. Da mesma forma, estejamos vigilantes quanto à nossa conduta socialmente. Não esqueça que lá fora, você continua sendo um espírita ligado a esta casa.
05 - O desenvolvimento intelectual e moral, varia de uma pessoa para outra. Estude, trabalhe e viva dentro de suas possibilidades. Vá devagar com os estudos e as mudanças que pretende fazer em sua vida moral. A evolução não dá saltos. Estamos juntos para aprender e vivenciar o Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita.
06 - Cumpra com as funções que lhe forem determinadas e aguarde o momento certo, quando será convidado a participar de outras. Lembre-se: Se cuidar bem das pequenas coisas, estará se habilitando para assumir as grandes. Sua responsabilidade não é maior nem menor diante da tarefa na seara do Cristo. É simplesmente "responsabilidade".
07 - Se em qualquer período de sua estada entre nós, começar a sentir coisas estranhas, tais como: alterações emocionais acentuadas, perturbações no sono, etc, comunique à direção do Centro. Todos somos passíveis de problemas e podemos necessitar de auxílio mais direto em qualquer momento de nossa caminhada terrena.
08 - Para nós, a vida familiar é de importância vital. Se tem problemas nessa área, procure ajustar-se através do trabalho e da orientação recebida dos dirigentes da casa. Lembre-se: estamos entre amigos e entre irmãos. Seu trabalho com o Cristo depende de sua paz pessoal.
09 - Se você não estiver bem, a administração, se achar necessário, poderá suspendê-lo de suas atividades temporariamente. Não tome isso como coisa pessoal; você será informado e orientado. Tudo aqui é feito visando o bom funcionamento do Centro e o bem-estar de seus membros.
10 - Quando estiver em conversação nas dependências da sociedade, procure comentar aspectos dignificantes da vida. Não se exceda no processo de críticas. Estenda esse comportamento à sua vida cotidiana.
Não se esqueça: O exemplo pessoal é força moral. Viver a lição que ensinamos é a chave para conseguirmos sucesso frente ao trabalho com o Mestre.
SEJAM BEM-VINDOS!
(Versão 03.98)