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MensagemEnviado: Sex, 31/Jul/2015 16:57 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Veja o resumo do meu trabalho sobre os livros do papa Bento XVI:
“A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo Bento XVI:
Bento XVI.
(“Maria é um novo início; o seu filho não provém de um homem, mas é uma nova criação: foi concebido por obra do Espírito Santo”. Pág. 16 (1)). O papa defendendo a tese da concepção de Maria de Nazaré pelo Espírito Santo está sim dando um apoio à enganação, que foi contada e defendida a ferro e fogo pelos cegos da fé desde os primeiros séculos da Era Cristã.
Veja como o papa o Bento XVI tenta provar e defender uma enganação! (“A Palavra criadora de Deus, sozinha, realiza algo de novo. Jesus, nascido de Maria, é plenamente homem e plenamente Deus, sem confusão e sem divisão, como especificará o Credo de Calcedônia no ano de 451”. Pág. 49 (1)).
(“Do conjunto da figura de Jesus Cristo descia uma luz sobre esse evento e, vice-versa, a partir do evento compreendia-se ainda mais profundamente a lógica de Deus”. Pág. 50 (1)). O Bento XVI fala em lógica de Deus! Deus é plenamente bom e perfeito. Deus respeita a liberdade de todos. Deus é onisciente e humilde. Deus sempre quis, quer e quererá o bem de todos... Deus ama a todos. Deus É e nunca iria agir como julgou o Sumo Pontífice.
(“A Tora do Messias”. Pág. 99 (2)). É realmente decepcionante ler estas páginas do Bento XVI, onde fica claro para mim a ignorância dele sobre DEUS, Jesus e sobre como Deus dirige todo o processo evolutivo da criação. O Bento XVI está sim dando total apoio aos grandes erros cometidos pelos líderes do cristianismo nascente, que impuseram dogmas e que não reconheceram os próprios erros, quando jogaram toda a culpa em Adão e no demônio. Aprendi a viver conforme a Doutrina Católica e só me libertei a partir de Janeiro de 1980 e consegui entender a Verdade nos anos de 1980 até 1984 (inclusive) e passei a querer explicar a Verdade libertadora para todos.
(“De fato, Adão quer, seguindo a palavra da serpente, ser ele mesmo Deus e nunca mais precisar de Deus”. Pág. 129 (2)). Sumo Pontífice, cada “ser” tem que ser ele mesmo. O Ser Humano é sim ele mesmo, pois cada um é aquilo que É. Deus não quer servos, mas amigos. Deus não quer ser adorado, pois isso é próprio de “seres” ou Espíritos vaidosos, orgulhosos e tirânicos.
(“mãe não é nenhum título divino, não é nenhuma alocução para Deus”. Pág. 131 (2)). Por que a imagem do “Pai” é adequada para exprimir a alteridade entre Criador e a criatura? Por que a imagem da “Mãe” não serve? Tudo pode ser compreendido por causa da visão e explicação imperfeitas e bitoladas do Bento XVI, pois ele aceita o “Pai” só porque Jesus passou a chamar Deus de Pai e Jesus foi condenado à morte por isso, pois era uma blasfêmia para os líderes do Sinédrio Judeu (Mt 26,62 a 66).
(“e, portanto, trazido para a sua verdade escondida”. Pág. 221 (2)). O Sumo Pontífice pensa ou julga que fala da Verdade lúcida e clara? O papa está sim perdido no labirinto da fé, da cruz e do mistério criado pelos teólogos cristãos dos primeiros séculos da era Cristã ou Comum, como dizem os judeus.
(“A cristologia indireta da parábola anterior transforma-se numa clara e totalmente aberta afirmação cristológica”. Pág. 225 (2)). Como faz falta ao Bento XVI a Teologia da Verdade (TV); a Teologia da Libertação (TL) e a Doutrina Espírita (DE) ou a Espiritologia, pois ele pensa que conhece a Verdade, mas está ainda perdido no labirinto criado pelos teólogos dos primeiros séculos da Era Cristã.
(“Assim, para lá do ato da encarnação e que é o seu objetivo final e a sua última realização está: a oblação de Jesus na morte e o mistério da cruz”. Pág. 233 (2)). Bento XVI! Liberta-se da cruz e da morte como mistério! Entenda a Verdade que liberta (Jo 8,32)!
(“O homem vive da verdade e do fato de ser amado, de ser amado pela verdade”. Pág. 240 (2)). De que verdade é essa que está falando o papa Bento XVI? A verdade da cruz? A verdade do sangue derramado? A verdade da Vida em abundância? A verdade plena (João 16,13).
Após ler este capítulo 8 (“As Grandes Imagens do Evangelho de S. João”. Pág. 193 a 246 (2)) tenho que reafirmar: “Como faz falta ao Sumo Pontífice, o papa Bento XVI, o discernimento e entendimento da Verdade via TV; TL; DE e Doutrina Rosareana (DR)”. Em Agosto de 1982, durante a celebração da missa dominical ouvi uma “voz” falando comigo, que me revelou a minha identidade cósmica; é lógico que compreendi que se tratava de uma vida passada do meu espírito. Aqui estou para conduzir a quem quiser à verdade plena (João 16,13). Mas, oh Deus, como é difícil falar sobre a Verdade para quem está cegado pela fé e pelo mistério, que nada explica, mas a ignorância de quem ainda não conhece a Verdade se satisfaz por meio da fé.
(“que é o crucificado”... “esse seguimento da cruz de um modo radicalmente antropológico”. Pág. 247 (2)). Bento XVI, Sua Santidade precisa ser libertado da cruz! Cruz é sofrimento e não Vida em abundância. (Jo 10,10).
(“Em Jesus tinha-se tornado sensível para os discípulos, de diferentes modos, a presença do próprio Deus vivo”. Pág. 258 (2)). Falta ao Sumo Pontífice, o Bento XVI, o conhecimento e a libertação via TV; TL; DE e DR. Ele não consegue encontrar a saída do labirinto criado pelos seguidores de Jesus após a ascensão de Jesus até hoje. O caminho para a compreensão da verdade plena (Jo 16,13) foi revelado e está sendo divulgado. O Deus vivo realmente sintonizou com Jesus para revelar verdades para o aperfeiçoamento e a evolução de todos.
Já observei há muito tempo que o monte (os montes) era o lugar preferido por Jesus e por outros personagens bíblicos para rezar! Por que no monte? Para estar num monte tem que subir e depois terá que descer, pois no monte não se vive. O local da Vida é na planície. Sai do monte, Bento XVI, e venha humildemente para a Vida e ensina a Verdade, que liberta (João 8,32). O papa citou a palavra monte por 20 vezes na página 263 e 2 na página 264 (2).
(Continua).

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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MensagemEnviado: Sex, 31/Jul/2015 17:01 
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Veja o resumo do meu trabalho sobre os livros do papa Bento XVI:
“A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo Bento XVI:
Bento XVI.
Como se sentiria o Sumo Pontífice se ele lesse as minhas quatro cartas, que escrevi para o padre e teólogo João Batista Libânio (2)? E as três cartas escritas para o bispo Dom Aldo de Cillo Pagotto (2)?
Neste capítulo: “O lava-pés” (Pág. 59 (3)) o Sumo Pontífice ficou sim bem distante da Verdade!
(“O homem encontra a “vida eterna” por meio do “conhecimento””. Pág. 85 (3)). Discordo. Só por meio de estudos e do conhecimento, a vida eterna não pode ser conhecida. Existem muitos cientistas com muito conhecimento e muito estudo, que são ateus, então negam a vida futura.
(“Ao “não” de Adão, Ele responde com uma nova solicitude pelo homem. Ao “não” de Babel, Ele responde inaugurando, com a eleição de Abraão”. Pág. 116 (3)). Sofisma do Sumo Pontífice! Em Adão não houve um “não” e nem houve um “não” em Babel. Não foi Deus que expulsou Adão e Eva do Paraíso e nem foi Deus que agiu do acontecimento da Torre de Babel. O problema é que o papa não se liberta da visão de que a Bíblia é a “Palavra de Deus” e não tem como ir ao encontro da Verdade (João 16,13).
Teologia da cruz! Cruz! Liberta-te da cruz, Bento XVI! . (“teologia da cruz”. Pág. 118 (3)).
(“Em 1 Tm 2,6, fala-se de Jesus como o único mediador entre Deus e os homens, “que se deu em resgate por todos”. O significado salvífico universal da morte de Jesus aparece expresso aqui com clareza cristalina”. Pág. 129 (3)). Para o papa isso é cristalino, mas para mim, foi fruto da não compreensão de Paulo da missão salvífica de Jesus, que está baseada nos ensinamentos e em sua vivência, e, não na morte na cruz! As epístolas de Paulo foram as que iniciaram a criação do labirinto mental e teológico em torno da missão salvífica de Jesus, de Deus e da Verdade!
Cruz e cruz! Nesta página 154 (3) o Sumo Pontífice cita 5 vezes a palavra “cruz”, como se a cruz fosse algo necessário para redimir o gênero humano de um “erro ou pecado”, que não existiu! Para aqueles que creem ainda na “desobediência de Eva e depois de Adão” eu apenas faço essas perguntas: Deus que é plenamente bom, perfeito e sábio, só perdoou o gênero humano porque o sangue de Jesus foi derramado na cruz? Jesus pagou o resgate da redenção para quem? A vontade de Deus era que Jesus morresse na cruz, após ser traído, julgado injustamente e flagelado? Sangue não lava sangue, então aprendemos tudo de uma forma não correta e o papa vem querer defender e aprovar os erros do passado. Isso, para mim, é o cúmulo da ignorância sobre Deus dos teólogos cristãos! (O papa é o chefe dos teólogos).
A Igreja ainda está longe de se desvendar da cegueira da fé e de se libertar do dogmatismo construído ao longo de 20 séculos. No item 7.3 (Jesus diante de Pilatos – Pág. 168 a 183 (3)) o Sumo Pontífice escreveu 57 vezes a palavra “Verdade”, mas sempre preso ao labirinto criado em torno da Bíblia, da Verdade, de Jesus e de Deus. Ele não citou aqui nenhuma vez João 8,32 e 16,13.
(“Porventura não somos cegos, precisamente considerando-nos sábios? A ignorância reduz a culpa, deixa aberta a estrada para a conversão” (outras perguntas). Pág. 190 (3)). Ponha a carapuça, Bento XVI! Entenda o que está acontecendo o mais rápido possível! Eu estou aqui mendigando migalhas de auxílio há 33 anos e nenhum membro da hierarquia da Igreja ainda aceitou a me ouvir e ajudar! A Verdade vai esclarecer toda a ignorância daqueles, que se julgam senhores do conhecimento e da própria Verdade.
(“Sempre de novo se diz: porventura não é cruel um Deus que exige uma expiação infinita? Não e trata de uma ideia indigna de Deus? Não teremos porventura, para defender a pureza da imagem de Deus, de renunciar à ideia de expiação?” Pág. 209 (3)). Nesse parágrafo o Bento XVI fez perguntas que mexem com o crente e o faz pensar de uma forma diferente do mistério da fé. Agora o Sumo Pontífice continua a análise conforme o entendimento daqueles que não entenderam nada sobre a missão salvífica de Jesus. Ele transforma toda a crueldade realizada contra o homem Jesus como se tudo fosse um infinito ato de AMOR.
(“Cruz e mistério da expiação”. Pág. 216 (3)). Como faz falta ao Sumo Pontífice o autoconhecimento por meio da TV; TL; DE e DR. Comecei a buscar de verdade a Verdade, após não ser compreendido e nem receber auxílio de dois sacerdotes, que eram e são muito importantes para mim. A partir de Agosto de 1982 fiquei sabendo quem realmente sou por meio de uma revelação dentro da Igreja de santa Teresa. Após essa revelação pude compreender muito bem o que está em João 1,18; 3,11 e 13; 8,32; 16,13 e 21,19 a 23. Eu Sou Aquele Que Sou! Essa verdade irá ser revelada para todos e só o Pai sabe a hora certa. No dia em que isso realmente acontecer irá ser possível discernir, compreender e divulgar a Verdade, que liberta (Jo 8,32) e Plena (Jo 16,13).
(“Para mim, a celebração do Dia do Senhor, que desde o início caracteriza a comunidade cristã, é uma das provas mais fortes de que em tal dia sucedeu algo de extraordinário: a descoberta do sepulcro vazio e o encontro com o Senhor ressuscitado”. Pág. 232 (3)). Concordo plenamente com a conclusão do Bento XVI. Realmente só um acontecimento extraordinário poderia ser a base para mudar o culto do sábado para o domingo.
Após ter ligo a trilogia do Bento XVI sobre Jesus, ficou claríssimo para mim que o sumo pontífice e líder máximo da Igreja Católica Apostólica Romana, que é a minha egrégora de nascimento ou a minha atual linha reencarnatória, está ainda tão distante da verdade, que liberta (João 8,32) e da verdade plena (Jo 16,13)! Ele não se libertou da cegueira da fé e continua perdido no imenso labirinto teológico, que começou a ser criado pelos seguidores de Jesus desde o primeiro século da Era Cristã. O sumo Pontífice necessita da TL (Teologia da Libertação), da TV (Teologia da Verdade) e da Espiritologia para poder começar a compreender a Verdade e poder ensiná-la para todos.

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MensagemEnviado: Sáb, 24/Out/2015 11:16 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 21/04/2014, que está nesse endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... a-1.826284

Publicado no dia 22/04/2014. No dia em que a toda a humanidade tiver realmente consciência da verdade da reencarnação ou das vidas sucessivas dos espíritos em corpos de carne, então todos irão ter a certeza que irão colher no futuro o que estiver semeando no presente. Finalmente os seres humanos irão saber deixar a água limpa para quem estiver vindo no futuro, que serão eles mesmos.

Publicado no dia 22/04/2014. Eis o início da carta que escrevi para o papa João Paulo II: Belo Horizonte, 02 de Setembro de 1989. Caro mestre e guia das ovelhas de Cristo, sua Santidade, Papa João Paulo II. Muita paz e muita liberdade é o que desejo à sua Santidade e a todos os filhos e filhas de Deus. Muita paz em nome de Jesus e que a VERDADE seja realmente compreendida, divulgada e vivida, pois só assim será possível haver liberdade e perfeição... O Céu, já aqui na terra. Caro mestre e amigo em Cristo, Papa João Paulo II, aqui venho para expor o que aconteceu e acontece comigo, desde 05/01/1980, pouco antes de sua visita ao nosso Brasil. Sobre o trabalho, que fiz, com o título: “Você Sabe Quem é Você?...E se Autoconhece?”, posso explicar o seguinte: “A chave para compreender todos os assuntos apresentados e perguntas feitas está na aceitação de que não só o “Espírito Santo” comunica conosco e que não temos uma vida só num corpo de carne e sim milhares de vidas”. Eu, desde o dia 05/01/1980, passei a aceitar a reencarnação ou a teoria das vidas sucessivas, o que veio explicar para mim todas as minhas dúvidas, todos os acontecimentos da minha vida e da vida de todos...

Publicado no dia 23/04/2014. Aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980 e logo a seguir tive o meu nascimento do alto (João 3,3 e 7). Com a aceitação das vidas sucessivas tornou-se possível para que a Espiritualidade iniciasse as revelações para mim sobre a minha identidade cósmica, que é também o autoconhecimento.

Publicado no dia 23/04/2014. Trechos que enviei num trabalho para diversas personalidades da hierarquia da Igreja: Como explicar as passagens bíblicas antagônicas, como de um lado: “Não Matarás” (Ex 20,13 e Dt 5,17). Nestes dois trechos o “Não Matarás” não identifica o que ou a quem... Então deve ser tudo o que se pode matar... Tudo o que tem vida. “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5,44). “Este é o meu mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Isto vos mando: amai-vos uns aos outros” (Jo 15,12 e 17). E outros trechos na mesma linha ou orientação. E do outro lado: A 10ª praga contra os egípcios: a morte dos primogênitos (Ex 12,29). Deus falando em matar e destruir (Ex 32,9 e 10). Vide Josué 1 a 12, onde está escrito que Deus manda matar e destruir. Juízes 14,19; 16,28 a 30: Matando em nome de Deus. Números 21,1 a 3: Deus ajudando a matar. E muitos outros trechos bíblicos onde a matança é louvada, como no livro de Judite, principalmente cap. 13,22, e até abençoada como atos de heroísmo, de honra e como se fossem do “bem”, aprovados por Deus. Com relação a estes trechos antagônicos pode-se efetuar as seguintes perguntas: 1ª) Por que veio a morte e a vingança em nome de Deus? Vingança do próprio Deus: 10ª praga? 2ª) Será que Deus arrependeu-se da 10ª praga e deu o mandamento “Não Matar”? E por que Deus voltou a permitir e até mandou matar? 3ª) Por que Jesus, além de condenar a vingança e o ódio, mandou perdoar setenta e sete vezes e a amar até aos inimigos? 4ª) Será que Jesus considerou que os trechos do segundo grupo estavam errados, julgando assim que Deus-Pai orientou errado? 5ª) Se existe “Lei”, até quem promulgou a lei deve obedecê-la? Todas essas perguntas são explicadas por meio da reencarnação e do conhecimento da Verdade.

Publicado no dia 23/04/2014. Mais perguntas, que só podem ser respondidas e explicadas por meio da aceitação e do conhecimento da reencarnação e que foram enviadas para diversas personalidades da hierarquia da Igreja: Será que Deus muda a sua orientação para confundir aos homens? Neste caso Deus não seria honesto, perfeito, sincero e bom. Para este tópico também encontrei uma explicação lógica, que passa ao crivo de uma fé raciocinada e Deus torna-se mais “Pai” ainda e mais perfeito ainda, se isso fosse possível de se dizer. Se Deus pode estar em toda parte por que a necessidade de ir adorá-Lo só na Igreja? E, se não for é pecado, conforme um dos mandamentos da Igreja. Por que não poder adorá-Lo em todo lugar, em casa ou no trabalho? Será que Deus também necessita de casa para morar? E é só lá que Ele quer ser adorado? Por que quase todos pensam que a sua religião é a única verdadeira e é só por ela é que se salva, as outras são obras do mal? Por que as desigualdades sociais: ricos e pobres, altos e baixos QI? Por que a dor, o sofrimento, as doenças, os nascimentos com problemas crônicos? Será que também Deus possui os seus “protegidos”, os seus afilhados até pelo nascimento? Será necessário “pistolão” para ter a proteção de Deus, pois do contrário seremos desgraçados e perseguidos pelo demônio? Será que Deus tem um “povo escolhido” ou mesmo pessoas “escolhidas” e só estas podem falar em nome de Deus? Por que Deus criou os anjos para gozarem no céu (não incluo aqui os anjos revoltados) e os homens, que para conquistarem o céu têm que sofrerem na terra? Por que Deus já criou aqueles como habitantes ou moradores do céu e estes para alcançarem o céu terão que passar por terríveis experiências e provas sofredoras na terra? E se os “homens” entregarem a vida pela “fé”, os mártires, aí eles serão canonizados como SANTOS, conquistando assim o céu! Será que Deus tem sede de sangue, pois para que a humanidade reconquistasse o direito da salvação, Jesus teve que morrer pregado numa cruz? Que Deus é esse que mais parece um tirano cruel na terra ou mesmo um chefe de estado, que só apaga a sua ira, ódio ou desejo de vingança com a morte e ainda do próprio filho?

Walter oliveira. Publicado no dia 24/04/2014. Só um maluco completo pode querer e esperar reencarnação nesse mundo de violência e aloprados...

Publicado no dia 24/04/2014. Walter Oliveira. O que é melhor reencarnar aqui do jeito que está ou ser condenado ao Inferno Eterno. A minha maior alegria quando entreguei as armas em defesa da vida única e aceite a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980 foi ter a certeza de que não existiam as famigeradas penas eternas!

Publicado no dia 24/04/2014. Mais textos que enviei para diversas personalidades da hierarquia da Igreja, cujas explicações e respostas estão sim na aceitação e entendimento da reencarnação: Todos os homens e mulheres são criados por Deus e, portanto, iguais perante Deus. Por que então a Igreja defende a igualdade entre os direitos dos homens e mulheres, mas a Igreja mesma, por intermédio de sua hierarquia eclesiástica, não permite o mesmo tratamento para a mulher dentro de sua comunidade? Não existem mulheres padres, bispos, cardeais e nem papas. Será que para a própria Igreja pode ser empregado aquele ensinamento de Jesus: “Fazei o que eles dizem, mas não fazei o que eles fazem”? Como foi e é possível conceber a ideia do Inferno Eterno; isto é: a condenação para a eternidade por causa de uma vida de no máximo “100” anos em crimes? O castigo será muito maior do que a culpa, pois um século do nosso tempo é menos do que um “segundo da eternidade”. Também é considerar a Deus, o Perfeito, o Bom , o Justo, o Sábio, o Amor como um tirano e até mau, pois não poderá perdoar para a eternidade. Se realmente o papa, falando “ex-cátedra”, é infalível e o Espírito Santo fala por ele, então todos os papas foram infalíveis. Como explicar as posições e atitudes como as dos papas do período de 1200 até 1900? E sobre este período eu nada quero dizer, porque é o período em que a Igreja Católica Apostólica Romana foi dominada pelas trevas. Como também as atitudes de aprovação pelos papas das guerras das cruzadas, já que Jesus nos mandou amar e a rezar pelos nossos inimigos e perdoou seus algozes, quando estava sendo pregado na cruz. Como justificar e mesmo defender o assunto tratado no Evangelho Segundo Mateus 1,18 a 25 com as orientações do próprio Jesus de Nazaré, em Mateus 5,28; 19,3 a 14; Marcos 10,1 a 12 e Lucas 16,18? Será que Jesus não sabia o que os teólogos dizem saber?

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MensagemEnviado: Sex, 08/Jan/2016 14:42 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
A Religião, conforme acontece, tem que terminar sim por causa da crença de pessoas fanatizadas pela fé, que cega a todos, como está claro na segunda postagem a seguir...
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 30/06/2014, que está nesse endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... s-1.874371

Publicado no dia 30/06/2014.
Chaves. Você citou Isaías 45,7 e aqui vou repetir o versículo conforme está na Bíblia de Jerusalém: “Eu formo a luz e crio as trevas, asseguro o bem-estar e crio a desgraça: sim eu, Iahweh, faço tudo isto” (Is 45,7). Repeti todo o versículo para mostrar que existem traduções diferentes, mas em todas elas fica claro o mesmo sentido e, após o encerramento do ano de 1979, eu comecei a ficar livre dos ensinamentos doutrinários e dogmáticos, que recebi durante os meus 9 anos (1957 a 1966), que vivi como seminarista franciscano. Posso agora dizer que me libertei dos mesmos, pois comecei a conhecer e compreender a Verdade, que liberta (João 8,32). Também digo hoje que o versículo de Isaías 45,7 não diz a verdade sobre Deus, que é plenamente perfeito (Mt 5,48) e bom (Mt 19,17) e nunca iria criar o mal ou a desgraça. Podemos ver em toda a Bíblia um verdadeiro aperfeiçoamento da visão sobre Deus dos seres humanos. E esse aperfeiçoamento continuou existindo com a história da humanidade, veja que na atualidade já temos uma visão da perfeição divina bem mais lúcida e clara. Veja um texto de uma carta que escrevi para um teólogo em 13/09/1992: Vou expor agora uma de minhas teses, que é: “DEUS NÃO PERDOA NUNCA”... Deus não perdoa nunca porque Ele é sábio, perfeito, bom, justo e compreensivo. Tudo em Deus tem que ser o melhor possível, pois senão um outro seria melhor do que Ele em algum atributo e aí Deus teria que melhorar em alguma coisa. Deus não perdoa nunca porque para que houvesse necessidade do perdão por parte de Deus, é porque antes Ele teria se sentido ofendido, e se Deus se ofendesse Ele não seria Deus, pois Deus é amor, paciência, compreensão, sabedoria e humildade em plenitude. Quem é sábio, perfeito, bom, justo e compreensivo nunca se sente ofendido. Então, como Deus é perfeito em tudo Ele nunca se sentiu ofendido, nunca foi ofendido, por isso Ele não tem nada para perdoar. Só tem que perdoar aquele que se sente ofendido e quem se sente ofendido não é ainda perfeito. Se entre os homens mais sábios e mais justos já existem aqueles que não se ofendem de maneira nenhuma e esta é a meta a ser atingida por todo ser humano: A PERFEIÇÃO. Como podemos negar esta capacidade para Deus? Como puderam ensinar que Deus sentiu-se ofendido pelo ser humano e ainda foi necessária a morte de Jesus na cruz para redimir o gênero humano? Para mim é o mesmo que defender que Deus não é perfeito. Gostaria de ouvir a sua opinião sobre esta tese e como você a correlacionaria com a prece de Jesus no “Getsêmani”, relatada em Mateus 26,39 (Bíblia de Jerusalém): “Meu Pai, se é possível, que passe de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas como tu queres”. E também: “Meu Pai, se não é possível que isto passe sem que eu o beba, seja feita atua vontade” (Mt 26,42). “Abba! Ó Pai! Tudo é possível para ti; afasta de mim este cálice; porém, não o que eu quero, mas o que tu queres” (Mc 14,36). “Pai, se queres, afasta de mim este cálice! Contudo, não a minha vontade, mas a tua seja feita” (Lc 22,42). Mateus e Marcos citam que o apóstolo João foi um dos três que estavam mais próximos de Jesus e João não fez referências a esta prece antes da prisão de Jesus (João 18,1 a 10). Por que e qual a razão da diferença? Para mim estas citações (orações) não são racionais e nem divinas ou humanas, pois Deus-Pai-Mãe que é amor em plenitude, bom, perfeito e justo não deve ter agido como muitos pensam e ensinam que Ele agiu. Vemos aqui uma atitude não muito digna de qualquer “ser humano” e que nenhum homem bom e justo a faria. Como então os teólogos e três evangelistas ensinaram e ensinam que Deus agiu como agiu com Jesus? Atribuir uma atitude desta a Deus mostra claramente que quem assim fez e faz não compreende nada mesmo da “perfeição, justiça, amor, sabedoria, compreensão, liberdade e humildade de Deus”.

Publicado no dia 09/07/2014.
Irineu Siqueira Neto. Você iniciou o seu comentário assim: “Então não é o Sangue de JESUS que nos salva? Vejamos o que diz a Bíblia”. E depois citou várias passagens bíblicas, principalmente de Paulo, que não compreendeu o porquê da morte de Jesus e julgou que Deus queria sacrifício de sangue para perdoar ao gênero humano. Veja que está escrito: “Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia é que eu quero em ao sacrifício” (Mt 9,13). O maior erro ou engano dos primeiros seguidores de Jesus foi sim o de esquecer os ensinamentos de Jesus em torno do AMOR vivido e convivido e ensinar a redenção por meio do sangue derramado na cruz. Eis os ensinamentos de Jesus com relação ao AMOR: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”. Ele respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento (Dt 6,5). Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18.). Desses dois mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”. (Mateus 22, 36 a 40). Jesus expandiu o mandamento do AMOR ao próximo até para os inimigos: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5, 44). Jesus ensinou: “Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais” (Jo 13,14 e 15). “Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto reconhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13,34 e 35). “Este é o meu mandame

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MensagemEnviado: Sáb, 09/Abr/2016 22:22 
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Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?"

15 – Páginas 188 e 192.
Aqui preciso escrever o seguinte: O autor mostra sim uma grande ignorância da própria Verdade, pois encontrou pela frente um “esperto” falso mestre, que nunca deve ter revelado para todos os membros do IIPC a verdadeira razão da separação entre ele e o Chico Xavier.
Falta para o autor o autoconhecimento, a TV, TL e DE. (21/06/2012). (“Megaproblema: Se a santidade é supostamente o amor incondicional à vida divina preconizada pelo Cristo, e o medo em suas múltiplas formas está à raiz desse ideal, inevitável contradição torna-se patente: amor e temor são incompatíveis. Ódio e egolatria escondem-se sob o manto dourado dos santos”. Pág. 188).
Na página 173, o autor se refere a posição do papa pio XII como um covarde. Ao Maximiliano Kolbe como um franciscano fanático com uma obsessão para combater à Maçonaria. A Edith Stein, uma monja carmelita, que só foi sacrificada por ser judia. Na página 184, o autor faz referência aos santos: Teresa d’Ávila, João Bosco e Maria Faustina Kowalska, em tons depreciativos, dando destaque ao acentuado parapsiquismo.
Na página 165, o autor faz referência a São Francisco de Assis com tamanha cobiça de equiparar-se a divindade, como Alter Christus (Outro Cristo). Será se para o autor Jesus é a Divindade? Para o autor Francisco cobiçava a modesta meta de superar o próprio “Deus” cristão.
Na página 173, ele também cita Pio de Pietrelcina com fama de santidade e sendo investigado pelo Vaticano por supostos desvios sexuais.
Será se o autor com todo conhecimento adquirido não conseguiu entender como compreender a Verdade, após conhecer o IIPC, e divulgar a Verdade? Ele foi uma presa fácil para um lobo vestido com pelas de ovelhas (um mago negro) e agindo como uma ave de rapina para “engolir” ou “comer” as “pombas” que caem nas garras (mãos) dele. (25/06/2012).
Ver o que já escrevi sobre o Waldo Vieira, pois ele mesmo não inventou nada, apenas criou neologismos para todos os termos já criados da Doutrina Espírita. (22/06/2012). (“Os precedentes capítulos sobre o processo da santidade enquanto orientação para a egolatria mascarada nos modelos divinizados, assim como a dependência cega dos devotos aos modelos heroicos da fé, conduzem, sob ótica da Consciencioterapia à consideração da síndrome da ectopia afetiva (SEA). Consciencioterapia é a especialidade da Conscienciologia “que estuda o tratamento, alívio ou remissão de distúrbios da consciência, executados através dos recursos e técnicas derivados da abordagem da consciência “inteira”, em suas patologias, parapatologias e paraprofilaxias” (Vieira, Valdo. 200 Teáticas da Conscienciologia, p. 68”. Pág. 190).
Discordo do autor em parte. (22/06/2012). (“A origem do celibato é tão antiga quanto a própria consciência religiosa”. Pág. 191).
Esse livro deve sim ser bem interessante! (“A esse resito, cf. o livro Cultivando a Mente de Amor, do monge budista vietnamita Thich Nhar Hank, no qual o autor narra a luta pessoal para reprimir, em nome dos ideais religiosos, a paixão sentida por uma noviça na juventude”. Pág. 191).
E por que isso aconteceu? Evolução (22/06/2012). (“O desafio da adesão mais radical à Paixão de Cristo migrou então ao novo contexto de vida monástica. Renunciando à agitada vida urbana, considerada antro de pecado e devassidão, levas de discípulos buscaram o autossacrifício por meio do isolamento nos desertos, dentro de um estilo de vida frugal, devotado à oração silenciosa, à mortificação do corpo e à afirmação da castidade, configurando o assim chamado “martírio branco”. Na ausência de um império exterior a ser combatido, muitos cristãos decidiram lutar contra si mesmos”. Pág. 192).

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MensagemEnviado: Seg, 27/Jun/2016 22:46 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
A Religião termina quando aparece teólogos sofistas como o Leonardo Boff, que dá total apoio a lobos vestidos com peles de ovelhas...

Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 08/04/2016, que está nesse endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... -1.1275230


Rosário Américo de Resende. Publicado no dia 12/04/2016. 10:03 PM Apr 12, 2016
Leonardo Boff. Paz plena...
O país que eu quero é um país livre da roubalheira dos políticos e da enganação de muitos líderes religiosos, que não produzem nada e querem viver nas mordomias dos dízimos e ofertas.
O país que eu quero é um país livre das mentiradas cometidas pelos políticos nos períodos das campanhas eleitorais... Mentiradas realizadas por eles e pelos seus marqueteiros.
O país que quero é um país que se baseia e fundamenta na Verdade em todos os aspectos... Existe no nosso país uma Comissão da Verdade, mas só a verdade contada a favor de quem faz a tal comissão, pois eles nunca fizeram nada de errado no passado: não assaltaram bancos, não cometeram atos terroristas, não raptaram representantes de país estrangeiros... E etc.
O país que eu quero é um país de união das classes e não de divisão de classes...
Paz plena... Rosário.
Responder - 5 - 0 - 10:03 PM Apr 12, 2016

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MensagemEnviado: Qua, 24/Ago/2016 11:59 
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Bom dia,
Sou espírita, amo o espiritismo e não o deixo em hipótese alguma.
Isso não me faz cego a eventuais falhas, contradições e erros doutrinários, seja nos escritos de Allan Kardec, seja em escritores posteriores.
Minha trajetória me fez entender que ninguém é dono da verdade, e que a realidade do mundo ainda é desconhecida, mesmo aos desencarnados.
Muito do que os espíritos nos ensinam é a opinião pessoal deles, as convicções deles. Não podemos dogmatizar nenhuma informação que venha deles.
Quanto ao livro do Marcelo da Luz, sem entrar no mérito, percebi que você não argumentou contra o conteúdo do livro, mas tão somente atacou o autor. O que prova que você não tem capacidade intelectual para refutar o que ele diz no livro. Então, não devia ter se aventurado em algo acima de sua capacidade.
Aos demais foristas, sugiro que leiam a obra, é enriquecedora. Mas fazendo a reserva de que o autor não é infalível, e que sua visão é, como a de todos nós, parcial.
As críticas que ele faz ao espiritismo procedem em parte.
Para finalizar, cito uma frase que achei muito interessante:
"O orgulho se preocupa com quem está certo. A humildade, com o que está certo."


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MensagemEnviado: Qui, 25/Ago/2016 11:00 
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Paz plena... Irmão Quintinomelo, um grande abraço.
Primeiro quero agradecer-lhe imensamente por essa sua postagem.
A Verdade realmente É, mesmo que muitos não a conheçam, mas a Verdade É.
Agora também cada um tem a sua verdade, pois todos nós temos a nossa única e específica caminhada cósmica. Eu tenho a minha e você tem a sua.
Concordo com você que os Espíritos desencarnado nos ensinam conforme o nível de conhecimento que eles já conquistaram, pois muitos Espíritos desencarnados fazem falsas revelações e não é nada fácil entender e discernir se uma revelação é verdadeira ou falsa.
Eu passei a chamar o processo para que cada um descubra a sua caminhada cósmica de autoconhecimento e eu passei a me compreender melhor a partir de 1980, quando aceitei a verdade da reencarnação e comecei a viver experiências mediúnicas, mas não conhecia nada sobre mediunidade, pois tinha apenas conhecimentos sobre misticismo e profetismo bíblico. Só conheci a Doutrina Espírita na prática e na teoria a partir do início de 1981. Também só comecei mesmo a me autoconhecer a partir de agosto de 1982.
Gostaria de lhe fazer muitas perguntas, mas de início foi ficar só com uma pergunta, que é:
O que você conhece sobre o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia?

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MensagemEnviado: Qui, 25/Ago/2016 14:41 
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Paz plena... Irmão Quintinomelo, um grande abraço.
Digo que gostei muito da sua postagem, pois é sim que vamos compreendendo e entendendo melhor a próprio Verdade.
Depois de 1990 eu escrevo em todos os livros que vou lendo e estudando, eu passei a conversar ou mesmo contradizer com os autores dos livros.
Sobre o livro 'Onde a Religião Termina?' do Marcelo da Luz, digo que ainda não digitei tudo o que escrevi no meu exemplar, que me foi doado por uma pessoa que participou de palestras grátis do IIPC aqui em Belo Horizonte, como eu mesmo já tinha participado.
Já postei aqui nesse tópico os meus escritos até a página 192 e ainda falta bastante comentários para serem divulgados...
Vou postar aqui agora os endereços das postagens dos comentários anteriores e gostaria de ver mais comentários seus a respeito do que já postei nos endereços seguintes:

Onde a Religião Termina? Waldo Vieira e o IIPC?
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=141386#p141386

Onde a R. Termina?. 1. (pág. 1 a 33). Religião e sua história. Líderes religiosos e os falsos
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=141964#p141964

O. a R. T.? 2. (pág. 34 a 47). Falsos deuses. Freud e Marx. Ser humano. Waldo e Kardec. Anjo Gabriel.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142018#p142018

O. a R. T.? 3. (pág. 49 a 63). Autoconhecimento e nascimento do alto. Venda do Céu. Exigir de Deus. Obrigar a Deus. Edir Macedo.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142105#p142105

O. a R. T.? 4. (pág. 64 a 77). Deus e o gol. Waldo Vieira. Hierarquias (ICAR). Religiões. Medo da Verdade. Autoconhecimento. Santíssima Trindade.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142119#p142119

O. a R. T.? 5. (pág. 78 a 92). Deus. Sacerdote e profissão. ICAR e Teologia. Linha do nascimento. Rosário = 20 mistérios. Neologismos. Hierarquias . Adoração.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142148#p142148

O. a R. T.? 6. (pág. 93 a 103). Neologismos. Waldo Vieira e Chico. Misticismo. Mediunidade. Fé.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142195#p142195

O. a R. T.? 7. (pág. 104 a 119). Trigo do catolicismo. Verdade. Neologismos. W. V. Animismo. Evolução. Misticismo. IURD.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142322#p142322

O. a R. T.? 8. (pág. 121a 127). W. V. Roma. Hierarquia. Revelações divinas.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142396#p142396

O. a R. T.? 9. (pág. 129a 143). Paulo e o Espírito de Jesus. Sacrifício. W. V. Neologismos. ICAR
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142502#p142502

O. a R. T.? 10. (pág. 147 a 153). Marcelo. Sexo. São João da Cruz reencarnado. W. V.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142556#p142556

O. a R. T.? 11. (pág. 155 a 168). Marcelo. W.V. Pescadores galileus. Neologismos. OPP. Erro dos teólogos da TL. São Francisco. Joana d’Arc. Sexo. São João da Cruz reencarnado. W. V.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142662#p142662

O. a R. T.? 12. (pág. 170 a 175). Marcelo. Mago Negro. IIPC. Pio IX. Che e Jesus.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142708#p142708

O. a R. T.? 13. (pág. 176 a 179). Medos. Plagio do IIPC. Medos gerais.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142773#p142773

O. a R. T.? 14. (pág. 180 a 186). Medos. Plagio do IIPC. Medos gerais.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=142840#p142840

O. a R. T.? 15. (pág. 188 a 192). Autor. Verdade. Waldo Vieira. Evolução.
viewtopic.php?f=12&t=6046&p=146366#p146366

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MensagemEnviado: Seg, 29/Ago/2016 18:14 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?"

16 – Páginas 193; 198 a 205.
(“Ademais, no século V, Agostinho de Hipona, vértice do pensamento cristão ao longo de quase toda Idade Média, estigmatizou o ato sexual como evidência da corrompida natureza humana, momento no qual a herança do pecado original seria transmitida a um novo vivente. Conquanto Agostinho tenha admitido a necessidade do sexo enquanto condição à sobrevivência da espécie, sua reflexão varreu completamente o prazer sexual da perspectiva cristã, originando a equação sexo / prazer / mulher = pecado”. Pág. 193). Marcelo da Luz: Por que Santo Agostinho de Hipona estigmatizou o sexo como pecado? Isso eu queria que você explicasse e não apenas agisse como agiu! Agostinho fez o que fez porque ele foi sim um devasso antes de conhecer o cristianismo. Ele não assumiu os próprios erros e considerou tudo como culpa do sexo pelo sexo. (22/06/2012).
(“Por meio deste comentário ao texto bíblico, este autor não tenciona fazer a apologia de supostos traços pró-feministas dentro do ministério de Jesus, nem tampouco advogar a renovação das estruturas eclesiais. Incontestavelmente, o conjunto dos evangelhos canônicos apresenta um Cristo em cuja vida está ausente a figura da mulher enquanto esposa. Ele deixou a própria família a fim de abraçar uma vida itinerante”. Pág. 198). Vejo que o autor está sempre buscando fazer críticas destrutivas e não construtivas. Fica aparecendo que ele aceita que tudo o que foi escrito foi realmente dito por Jesus. O autor com a sabedoria e conhecimento que tem não conseguiu entender que muitos escritos foram feitos, alterados e até ajeitados para endeusar a Jesus. (27/06/2012).
(“Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Aquele que tentar salvar a sua vida perdê-la-á. Aquele que a perder, por minha causa reencontrá-la-á. (Mt 10,37 a 39)”. Pág. 199). Eu já nem aceito que Jesus falou deste jeito, mas tudo foi feito por quem já pretendia endeusar a Jesus. (27/06/2012).
(“A dilucidação paulina da mensagem de Cristo, fixada em alguns escritos do Novo Testamento, é anterior à redação dos evangelhos canônicos e influenciou de forma determinante o pensamento cristão. Portanto, a vida de Cristo, não obstante a ausência de trechos evangélicos explícitos sobre o assunto, é inquestionavelmente inspiradora da condição antinatural da vivência do celibato”. Pág. 199). Antinatural da vivência do ser humano. Por que o autor nunca pensou, que o “Consciex” (Espírito) de Jesus foi o principal amparador (Mentor) de Paulo de Tarso (Atos 9,1 a 18)? (27/06/2012).
(“Surpreende o fato do contato direito com esse contexto problemático não ter sido suficiente para retirar o ex-beneditino dos trilhos das falácias eclesiásticas. Sipe permanece, qual boneco de ventríloquo, a parafrasear o Código de Direito Canônico, no qual se lê: ‘O conselho evangélico da castidade assumido pelo Reino dos Céus, que é sinal do mundo futuro e fonte de uma fecundidade mais abundante e de um coração indiviso, leva consigo a obrigação de observar a perfeita continência no celibato’”. Pág. 200). Eu faço a mesma análise com referência ao autor, mas de modo inverso, pois não podemos quebrar ou sujar o “prato” no qual nos alimentamos (Ver pág. 123). Veja e analise bem sobre o que fez e faz o seu mestre! (27/06/2012).
(“Na contramão dos debates teológicos, à luz da experiência pessoal, este autor vem aqui afirmar a antinaturalidade do celibato. A prática celibatária é antifisiológica, pois a satisfação do desejo sexual é função tão vital ao organismo humano quanto os atos básicos de comer, beber e dormir”. Pág. 201). Discordo do autor. Sexo é bem diferente dos atos básicos de comer, beber e dormir, enquanto estes atos são praticados dentro de um conceito individual, já o ato sexual é realizado com um outro “Ser Humano”, mas do sexo oposto para ser perfeito, pois o sexo é para o “prazer” e para a reprodução. Quem busca o “sexo” só pelo “sexo” ou pelo prazer e não como um complemento do AMOR conjugal com fidelidade e responsabilidade, já está errado em termos evolutivos. (27/06/2012).
(“O conflito latente me pessoas submetidas à autocastração vem frequentemente à tona quando estas têm de relacionar-se com o sexo oposto em contextos de trabalhos ou assistência. Os religiosos dotados de maior autocontrole veem seu conflito aumentar ainda mais ao depararem-se com seus próprios desejos. Situações a exemplo do atendimento de mulheres sexualmente atraentes para aconselhamento ou confissão podem tornar-se motivos de grande tensão aos celibatários heterossexuais. O nível de atenção dispensado a uma mulher atraente é geralmente maior, e a permanência da imagem dela na fantasia do padre é duradoura”. Pág. 202). A boca fala do que está cheio o coração. Agora começo a entender o problema do autor e porque o mesmo foi facilmente enganado pelo Waldo Vieira. (27/6/2012).
(“Este autor vivenciou a experiência de não ter ouvido sequer uma palavra sobre sexualidade humana ao longo dos seus dez anos de formação eclesiástica”. Pág. 202). No meu caso já foi diferente, pois ouvi várias palestras sobre sexualidade e lembro-me de algumas serem dadas por médicos, quando estava no último ano do Clássico (1964) o frei André me emprestou um livro sobre sexualidade humana, mas me pediu para não passar o livro para outros seminaristas. (29/06/2012).
(“A Igreja envia homens absolutamente ignorantes na teoria e na prática da vivência sexual à orientação dos fiéis casados, reproduzindo a trágica situação de cegos guiando outros cegos”. Pág. 203). Aqui concordo plenamente com o autor. É por isso que defendo o fim do celibato para os padres. (29/06/2012).
(“Constrangedor era lidar como o elevado grau de repressão sexual inculcada na mente dos devotos esposados. Eram numerosos os penitentes atormentados pela culpa de terem pecado contra a castidade na intimidade conjugal... Nessa visão, o prazer advindo da união sexual só é justificado se orientado à geração da prole. Por esse motivo, os métodos contraceptivos artificiais e os atos sexuais intencionalmente voltados ao prazer e impeditivos à fertilização são considerados pecaminosos. Todos os pecados de ordem sexual são considerados graves, isso é, possível de condenação eterna”. Pág. 203). Aqui também concordo com o autor, pois à doutrina sobre sexualidade da ICAR terá que ser mudada e melhorada, mas sempre exigindo a “fidelidade plena entre os cônjuges”: plena quer dizer: antes, durante e depois do ato sexual, isso sim leva a pureza dos seres humanos. (29/06/2012).
(“A resposta dada por este autor aos casais em conflito culposo era geralmente a dispensa da necessidade de prestarem contas ao sacerdote celibatário dos atos sexuais feitos entre quatro paredes”. Pág. 204). OK. Concordo. Os casais têm total liberdade entre eles quando estão entre quatro paredes, desde que um respeite e ame o outro.
(“Outro fato indicador da hipocrisia da instituição celibatária é o grande número de religiosos e sacerdotes em situação de bifrontismo, a assim chamada “vida dupla”. Clérigos bifrontes cumprem suas funções litúrgicas durante o dia e à noite vão buscar o prazer ao qual prometeram renunciar. Este autor conheceu e conviveu com muitos religiosos cuja vida secreta causaria inveja aos playboys de alta sociedade. É possível encontrar muitos funcionários do sagrado em prostíbulos, boates, alcovas... bastaria seguir-lhes os passos. Alguns chegam mesmo a levar concubinas aos conventos ou casas paroquiais”. Pág. 204). Este termo “bifrontismo”, eu não o conhecia! Será se é também um neologismo da Conscienciologia? Os casos de bifrontismo existem sim, mas aqui o bicho realmente pega. Cada caso deve ser muito bem analisado, pois o “joio” e o “trigo” estão misturados em todos os lugares. (29/06/2012).
(“Contudo, nem mesmo estes últimos deixam de pensenizar obsessivamente sobre sexo. Um fato é comum a todos os sinceros praticantes desse processo antinatural: guardarão sequela e alimentarão processos compensatórios”. Pág. 205). A boca fala daquilo que o coração está cheio. (29/06/2012).

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MensagemEnviado: Sáb, 17/Set/2016 22:13 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?"

17 – Páginas 206; 211; 212; 214 a 217; 219; 220; 223; 224; 226.
(“Este autor, quando ainda seminarista, ouviu o seguinte conselho de um diretor de formação: “Quando vires uma mulher formosa, na rua, capaz de estimular-te os sentidos, rapidamente baixa tua cabeça e invoca a mãe de Deus, rezando a Ave-Maria””. Pág. 206). Eu já ouvi essa frase: “Não olha para nenhuma moça, pois o demônio esconde atrás delas para tirar a vocação de vocês”. É necessário que a mudança aconteça, mas de uma forma construtiva e não destrutiva, como faz o autor deste livro. (29/06/2012).
(“Megaproblema: Poderá alguém privado da experiência do convívio básico e natural com uma única outra pessoa – consorte ou duplista evolutivo – aspirar à vivência do universalismo e da megafraternidade?”. Pág. 211). A dupla evolutiva gera filhos ou só fica agindo em prol do prazer sexual com a desculpa da evolução? Muitos princípios devem ser reformados sim, mas dentro de bases construtivas e não destrutivas, como são as ensinadas pelo I. I. P. C.
Cada caso deve ser muito bem analisado e o grande vencedor foi o Chico Xavier e o Waldo Vieira partiu atrás das coisas de César. O futuro irá revelar quem foi o grande vitorioso e o “mago negro faliu de novo”, pois ele tinha ao lado dele um grande mestre, mas não soube ouvi-lo! (29/06/2012).
(“O objetivo dos argumentos seguintes é evidenciar a esquizofrenia da hierarquia católica, formada na sua maioria por homossexuais camuflados, muitos dos quais assumem contraditoriamente o discurso público condenatório da homossexualidade enquanto condição antinatural”. Pág. 212). Esquizofrenia: quem escreve esta palavra, para mim, como escreveu o autor é sim um ignorante daquilo que está falando. (01/07/2012).
(““A igreja não pode admitir ao seminário e às Ordens Sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente arraigadas ou apoiam a chamada cultura gay (...). De modo algum se hão de transcurar as consequências negativas que podem derivar da Ordenação de pessoas com tendência homossexual profundamente radicada”. Essa medida desvela a trágica situação de esquizofrenia institucional, abrindo ainda maiores feridas”. Pág. 214). Esquizofrenia: ver página 212.
(“Embora poucos pesquisadores ousem arriscar números – a exemplo do psicólogo e ex-padre Richard Sipe, mencionado no capitulo anterior, para quem os homossexuais constituiriam 30% do clero católico – a experiência deste autor ao longo de duas décadas na condição de frade e sacerdote franciscano, em três diferentes países (Brasil, Itália e Estados Unidos), aponta à constatação de serem os homossexuais maioria nas dioceses e conventos católicos. Nos países da União Europeia, onde o número de padres decresce sempre mais, pequeno número é heterossexual”. Pág. 215). Aqui fico sem entender bem o autor, pois vivi 9 anos como seminarista franciscano e não fiquei sabendo de nenhum caso de homossexualidade e o autor fala em “elevado número” de indivíduos homossexuais em suas fileiras” (entre os clérigos). Será se houve tanta mudança assim? Ou o problema é outro, pois semelhante atrai semelhante? (02/07/2012).
(“Esses “vocacionados” não estão fugindo da insegurança material, mas necessitam encontrar um lugar seguro a fim de imprimir nobre sentido aos conflitos pessoais, quase sempre relacionados à sexualidade. Esses homens encontrarão na vida religiosa católica a oportunidade de “sacralizar” sua ínsita condição homossexual. A instituição os protegerá dos preconceitos ainda vigentes na sociedade, tornando-os indivíduos respeitados porque revestidos do poder sacramental”. Pág.215). A minha compreensão é bem diferente da do autor, pois o sacerdócio, para ele, está atrás das “coisas de César” e, para mim, está em busca das “coisas do Céu”. Eis aqui a explicação do autor ter sido uma “presa fácil” do mago negro Waldo Vieira, mas ele nem sonha sobre essa realidade. O Waldo Vieira já enganou a muita gente por ter feito um plágio quase perfeito de todos os termos usados na Doutrina Espírita, pois ele criou termos novos para todos os termos espíritas e como, quase ninguém que vai para o IIPC conhece a Doutrina Espírita, tudo ficou parecendo como obra criada pelo W. V. (04/7/12).
(“Esse autor teve a experiência de pertencer, durante a maior parte de sua carreira religiosa, a uma instituição paulatinamente transformada em refúgio de pessoas homossexuais inseguras de viver sua condição abertamente na sociedade”... “Os religiosos cuja função em seus institutos é recrutar e selecionar candidatos conhecem, na prática, este fato: a maioria dos “vocacionados” são indivíduos portadores de profundas fissuras de personalidade, entre elas o autoconflito quanto à sexualidade”... “Não se problematiza na presente discussão a homossexualidade do indivíduo, mas o seu mascaramento sob a batina”... “Torna-se alguém em permanente conflito íntimo, atormentado pela autoculpa e sentimento de menos valia”. Pág. 216). Então tudo está mudando! (04/07/2012).
(“A vida religiosa e o sacerdócio católico são instituições atraentes às pessoas em crise quanto à autoidentidade sexual ou aos homossexuais inseguros de assumirem as consequências de sua opção sexual diante da sociedade. A figura prototípica do padre é, em si mesma, o retrato da “desvirilização” do indivíduo”. Pág. 217). Discordo do autor! A minha experiência foi bem diferente da do autor! (04/07/2012).
(“Predominam as escolhas guiadas pela lei do “tirar vantagem em tudo” e as opções sexuais dos clérigos jogam papel decisivo em muitas dessas escolhas”. Pág. 219). Marcelo da Luz, você está tirando vantagens agora do I. I. P. C. Como este livro foi escrito, composto e está sendo divulgado? (04/07/2012).
(“Este autor conheceu frades espoliadores dos recursos de suas paróquias e conventos – dinheiro proveniente do dízimo e doações dos fiéis e benfeitores – gastando-os em viagens, diversões e caros objetos eletrônicos. Alguns frades, ao deixarem seus cargos de liderança, retiravam todo o dinheiro das contas bancárias de suas paróquias e casas religiosas”. Pág. 220). Eu vivi 9 anos no meio dos franciscanos e não vi nada disto. Deve ter mudado tudo ou vivemos em ambientes bem diferentes! (04/07/2012).
(“Megaproblema: O clero católico vive em permanente estado de esquizofrenia anticosmética: condena, na sociedade, a prática aberta dos prazeres vividos nos recônditos dos conventos”. Pág. 220). Tive experiências de vida conventual bem diferente da do autor. (04/07/2012).
(“A fim de garantir o silêncio dos garotos, Edson lhes dizia ser necessário manter tudo em segredo entre eles e “Deus””. Pág. 223). Que absurdo desse padre Edson... E ainda usa o nome de Deus como parceiro para atos não lícitos. (05/07/2012).
(“Algumas páginas mostram os solilóquios do sacerdote, doentias expressões de autojustificação da violência cometida contra crianças pobre e órfãs: Só agir sexualmente quando tenho certeza absoluta de que o garoto guarde segredo (...) Me preparo para a caça... olho para os lados... com tranquilidade, porque tenho os garotos que eu quero sem problema de carências, pois sou o jovem mais seguro do mundo (...) Eu por isso sou seguro e tenho calma... não me afobo não, eu sou o galã – e o garotinho, depois de aplicada a lei corretamente, estará caindo direitinho na minha... seremos felizes para sempre...”. Trecho de um diário do padre Tarcísio Tadeu Sprícigo, 48 anos. Pág. 223).Este texto é próprio de um desequilibrado mental; isto é: um Espírito com graves problemas de vidas passadas e continua se complicando. (05/07/2012).
(“Todo este material servia de base ao livro de contos eróticos em cuja elaboração o sacerdote investia o tempo livre”. Pág. 224). Isso só vem confirmar para mim a necessidade premente e urgente de “reformas” e “mudanças” em todos os níveis e locais: Estamos na “Era da Regeneração”. (05/07/2012).
(“Daí o escândalo experimentado pelas pessoas ainda necessitadas de algum tipo de fé, expresso na pergunta: Como a vida clerical pode de fato ser religiosa – ou ao menos saudável e decente – se possivelmente constitui a matriz de estilos de vida tão desajustados?”. Pág. 224). Discordo da pergunta do autor, pois nem todos estão desajustados! (05/07/2012).
(“Do ponto de vista do sexólogo, a atividade sexual não funciona como base dos relacionamentos amorosos, mas é tão somente um fim em si mesma. Segundo o médico estadunidense Patrick Carnes, o viciado em molestar crianças é – à diferença do masturbador compulsivo – dependente do comportamento sexual de risco, não porque este comportamento seja sexual, mas porque é perigoso”. Pág. 226). Patrick Carnes - A regra áurea continua: “A boca (ou a pena) fala do que está cheio o coração”. A primeira função do sexo é sim a reprodução e a segunda é o prazer e amor entre os cônjuges com pleno respeito e total fidelidade. Todo ato sexual realizado sem compromisso e fidelidade é sim prejudicial ao processo evolutivo de quem o pratica. (06/07/2012).

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Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?"

18 – Páginas 230; 232; 234 a 240.
(“Tal pressuposição constitui erro evolutivo crasso por não considerar aas variáveis multidimensionais e multiexistenciais envolvidas”. Pág. 230). Aqui só posso repetir: cuidado! (Ver pág. 226). Concordo que a hierarquia da Igreja nunca poderia ter encoberto atitudes não corretas de seus membros. (11/07/2012).
Pág. 232 - Após ler esse capítulo 11 da Seção III fico pensando sobre tudo o que foi escrito e vivido pelo Marcelo da Luz.
O que está realente acontecendo? O autor faz uma crítica destrutiva sobre a ICAR e jogou muita pedra no prato em que comeu.
Será se autor conhece bem o novo mestre dele? Será se sabe quem é o Waldo Vieira e qual foi a razão da separação entre o W. V. e o Chico Xavier? (11/07/2012).
(“Tipologia dos Conflitos Religiosos”. Pág. 234). Para poder compreender melhor a razão e a lógica dos conflitos religiosos ou possíveis vínculos entre religião e violência, eu explico por meio do “fanatismo das torcidas organizadas de futebol”. Na realidade tudo depende do nível evolutivo do “SER” ou do “Espírito” reencarnado. Como semelhante atrai semelhantes, então quando o “SER HUMANO” já é mais evoluído e só deseja a PAZ entre todos, ele atrai para sintonizar com ele Espíritos pacíficos e bondosos. O inverso também é verdadeiro. E por falta do conhecimento da Doutrina Espírita muitos pensam que os “Espíritos desencarnados”, que estão sintonizados com eles, sejam um só “Espírito Santo”, que é a terceira pessoa da Trindade. (12/07/2012).
(“Este autor admite, quando ainda religioso profissional, ignorância acerca das implicações históricas dos violento episódios relacionados ao cristianismo – as Cruzadas e a Inquisição, por exemplo”. Pág. 235). Fico abismado de ler essas explicações do autor, pois também estudei em seminário! Aprendi tudo isso lá e nunca aceitei as “guerras violentas de fundo religioso ou do fanatismo religioso”. (12/07/2012).
(“Fatos históricos particularmente embaraçadores ou incômodos são omitidos nos cursos teológicos e nos ambientes sacros, permanecendo à margem da crítica”. Pág. 235). Discordo. Será se o ensino mudou muito para pior ou é bem diferente de um grupo religioso para o outro?
(“No entanto, o devastador rastro de violência deixado pelas religiões ao longo dos tempos é real e incontestável, desafiando a consciência à investigação do porquê as mesmas mãos, ao abençoar, também ferem”. Pág. 236). Marcelo, você nunca entendeu que as “Religiões” são na realidade a “expressão” da vontade dos líderes religiosos e até dos “desejos” de pessoas fanáticas e ignorantes da Verdade nua e crua, mas os líderes religiosos disseram que a vontade deles era sim a vontade de Deus e enganaram a muitos no passado e ainda estão enganando no presente. (12/07/2012).
(“Portanto, a construção de uma definição preliminar de violência inclui ao menos estes dois elementos: emoção e intenção. Quanto à sua aplicação, a violência pode ser realizada tanto impulsivamente quanto de modo deliberado e calculado”. Pág. 237). E o que o autor está fazendo com este livro com críticas só destrutivas? Será se ele nunca pensou que pode sim já ter realizado muita violência religiosa em vidas passadas e que ele na atualidade está condenando? (12/07/2012).
(“01 Autoviolência”. Pág. 237 e 238). Marcelo, neste 1º item você comentou sobre muitos casos que necessitam de mudanças e reformas e eu concordo. Por que você caiu fora do grupo ao invés de ajudar nas reformas? Fazer críticas destrutivas é muito fácil, mas o difícil é fazer as críticas construtivas e trabalhar nas reformas. (12/07/2012).
(“Uma vez admitido o processo, o membro do grupo religioso perde sua autonomia e passa a viver segundo padrões sociológicos anacrônicos, quais sejam, obediência cega aos seus superiores, vestes especiais (há religiosos vestidos segundo os costumes da Idade Média), adoção do vocabulário e ideário da instituição enquanto única chave válida de compreensão do mundo, entre outros”. Pág. 239). Voto de obediência, mas quando alguém deseja fazer reformas ele só consegue quando adquire os cargos superiores e se sai do grupo isso nunca irá acontecer! (13/07/2012).
(“02. Violência psicológica. Ainda dentro da Igreja Católica, o movimento Opus Dei tem sido responsável até mesmo pela regressão de algumas pessoas ao estado de demência, tamanho o grau de lavagem cerebral ao qual foram submetidas (cf. capítulo 2)”. Pág. 239). Marcelo da Luz, eu tenho pena de você e principalmente quando descobrir o grau de lavagem cerebral que recebeu do Waldo Vieira, um mago negro reencarnado na terra. Este poderia ter melhorado muito se tivesse seguido as orientações do Chico Xavier, mas desejou as coisas de César e a libertinagem ou a irresponsabilidade sexual por meio da dupla evolutiva (Pág. 211). (13/07/2012).
(“03. Violência verbal: consiste no uso da palavra escrita ou falada a fim de humilhar, insultar, ofender, diminuir, ameaçar, coagir, enganar, manipular ou agredir alguém”. Pág. 239). Quer maior violência verbal, que foi implantada pelos sistemas marxistas ateus! Então o problema não é só de fundo religioso, mas do SER HUMANO.
(“04. Violência cultural: a imposição substitutiva de valores, crenças, símbolos, ideias, conceitos e costumes a indivíduos ou grupos de indivíduos. A lavagem cerebral, a imposição dos catecismos e as missões religiosas incluem-se nesta categoria. Exemplo emblemático ocorreu no dia 12 de outubro de 1995, quando o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Sérgio Von Helde, em cadeia nacional de TV, insultou e chutou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida – um dos símbolos maiores da religiosidade católica do Brasil”. Págs. 239 e 240). Algo semelhante fez o padre Oscar Gonzalez Quevedo, quando chutou “símbolos da umbanda” pela TV (Não me lembro do dia, mas vi pelo TV). O mesmo fazem alguns ateus com os símbolos religiosos. (13/07/2012).
(“as violentas manifestações de cristãos radicais contra as clínicas abortivas nos Estados Unidos”. Pág. 240). Marcelo da Luz, você é a favor do aborto?
(“Violência social”. Pág. 240). É aqui que realmente entra a síntese da “Soma perfeita e Divisão perfeitas”, que é a solução para todos os problemas da humanidade. Paz plena. (13/07/2012).

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Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?", do Marcelo da Luz.

19 – Páginas 243 a 249; 252 a 254; 257; 258; 263 e 264.
(“Na presente análise da vinculação entre religião e violência, o significado desta última compreende todos os tipos de agressão e virulência, elencados acima. Abrange, em especial – mas não exclusivamente – a erupção da violência organizada, isto é, as atrocidades apoiadas ou causadas por grupos e tradições religiosas, cujos interesses políticos e doutrinários levaram aos extremos a perseguição sistemática aos seus párias, a prática da tortura, a disseminação da “guerra santa” e a consumação do extermínio de inteiras populações”. Pág. 243). Vide o livro bíblico de Josué (Js 1 a 12), quando foram exterminados muitos povos na Palestina, como se tudo fosse realizado por ordem de Deus... Esse livro prova e comprova que a Bíblia não é a Palavra de Deus. (13/07/2012).
(“É possível incluir nesta categoria os mecanismos repressivos criados pela religião de Estado para garantir a obediência compulsória aos seus dogmas, a instalação da teocracia e a punição dos dissidentes”. Pág. 244). Religião de Estado: A própria ICAR foi criada no século IV com este objetivo e por causa da esperteza do Imperador Constantino! (13/07/2012).
(“Microconflitos religiosos”. Pág. 244). Falta do conhecimento, do autoconhecimento e da Verdade para implantar na Terra a Paz Plena.
(“O alto número de episódios violentos ao redor do Globo – especialmente aqueles em nível macro e, mas recentemente, os atentados terroristas assumidos pelos movimentos radicais islâmicos –, leva muitos acadêmicos e debatedores a considerarem a religião uma das fontes primárias da violência contemporânea”. Pág. 244). Discordo destes debatedores, pois na realidade tudo está correlacionado com o nível de evolução de cada “Espírito” e da evolução em geral de todos no conhecimento e no autoconhecimento. (13/07/2012).
(“Assim, complexo de variáveis envolvidas nas inter-relações entre religião e política nos leva novamente ás questões iniciais sobre a origem da violência religiosa: é a religião apenas vítima manipulável dos interesses políticos de terceiros, os quais são os responsáveis últimos pelas articulações que levam aos conflitos? Ou é a religião a própria causa da violência, o gatilho propulsor da intolerância e da impiedade?”. Pág. 245). A “causa básica” está nos “SERES HUMANOS”, que tomam as decisões, pois todos são Espíritos em evolução. Pode-se dizer que a religião é uma pessoa jurídica, que nada sente e que foi criada e é controlada pelas pessoas físicas. Quem age e sente são as pessoas físicas. (13/07/2012).
(“O primeiro fator é o problema dos livros sagrados das religiões, nos múltiplos trechos justificatórios de todo tio de violência”. Pág. 246). OK. Cito aqui apenas Josué 1 a 12.
(“Quando postas sob a luz da História, as tradições religiosas apresentam traço comum em seu desenvolvimento: todas buscaram, em algum momento, aliança com os poderes estatais, a fim de assegurar a supremacia de seus dogmas e estender o domínio e a riqueza de seus sacerdotes”. Pág. 246). O problema não são as religiões, mas os líderes religiosos, que são pessoas físicas. Veja o esquema montado pelo líder do local onde você se encontra! (13/7/2012).
(“Megaproblema: Os conflitos religiosos e seu imenso rastro de destruição e morte atestam o fracasso dos projetos salvacionista das religiões do Planeta”. Pág. 247). Discordo do autor: mesmo com todos os problemas apresentados pelo autor, digo que as “religiões” cumpriram e ainda cumprem o papel de humanizar os Seres Humanos. É preciso entender bem para se livrar dos aproveitadores, que usam das religiões para enganarem e explorar os outros. (13/07/2012).
(“Ambivalência da palavra sagrada”. Pág. 248). Como DEUS é bom, sábio, onisciente, humilde e dirige tudo com onipotência, perfeição e bondade, então entendi e compreendi que todos os “chamados livros sagrados” não são sagrados em função das “violências” contidas em suas páginas. A Bíblia não é a Palavra de Deus. (14/07/2012).
OK. (“Os textos sagrados – oráculos, escrituras e profecias – nos quais as três grandes religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo) fundamentam suas origens e conteúdo programático, estão indissoluvelmente ligados a episódios ilustrativos de intolerância, crueldade e fanatismo, sob alegação de expressa revelação da vontade divina”. Pág. 248). Isso foi sim fruto da ignorância existente no passado.
OK. (“A maioria dos seguidores dessas religiões conhece seus livros sagrados indiretamente, pela explanação de intermediários – mestres, autoridades, gurus, ou catequistas.” Pág. 248).
(“A violência nos livros da Bíblia judaica é abundante. Esse texto sagrado está entre os épicos mais sangrentos da literatura universal. Um dos títulos mais recorrentes do deus de Israel ao longo do Tanakk é o belicoso epíteto “Deus dos Exércitos”: Portanto, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos, o Poderoso de Israel: Ah! Tomarei satisfações aos meus adversários e vingar-me-ei dos meus inimigos (Livro de Isaías, 1:24).” Pág. 249). Ver páginas 243 e 248. Falta de conhecimento da Espiritologia.
(“Segunda a autora, mesmo algumas concessões violentas são medidas divinas que objetivam a redução da violência maior, ou a limitação das pulsões desenfreadas e predatórias dos seres humanos”. Pág. 252 e 253). A burrice dos falsos teólogos. Ver pág. 248. No caso aqui trata-se da teóloga brasileira Maria Clara Bingemer, organizadora do livro “Violência e Religião” (2001).
(“Segundo este raciocínio, a meta final da revelação divina seria, passo a passo, chegar ao ápice da não-violência: o amor e o perdão. A autora vai além, ao dizer: “(...) Deus cria sua criatura com amor e liberdade. Por isso, respeita os caminhos e as opções que essa liberdade vai tomando. Não interfere ou força o ser humano a fazer o que não pode e compreender o que ainda não tem capacidade para assimilar”.” Pág. 253). Discordo em parte da teóloga, que para mim, nada tem de teóloga, ela necessita sim de estudar primeiro a Espiritologia. (14/7/12).
(“A preocupação dos teólogos cristãos, quando tentam enfrentar a espinhosa questão da violência bíblica, é encontrar resposta à pergunta: como os episódios sangrentos da Lei Antiga podem coadunar-se com o “Deus de amor” da “Nova Lei”?” Pág. 253). E por tudo isso que digo com toda certeza e coragem: “A Bíblia não é a Palavra de Deus, mas por meio da Bíblia aprendemos muitos sobre a evolução e aperfeiçoamento dos Espíritos”. (14/07/2012).
(“Os cristãos consideram também a Bíblia judaica (Antigo Testamento) ao modo de revelação divina. Antigo e Novo Testamento foram, juntos, a Bíblia – o texto sagrado cristianismo. À semelhança dos judeus, todos os cristãos assumem os numerosos trechos violentos do Antigo Testamento enquanto palavra revelada de Deus”. Pág. 254). Este foi o pior erro dos cristãos, na minha atual forma de pensar e entender. (14/07/2012).
(“Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio” (Jo 2,16). Pág. 257). Os textos de Mateus 21,12 a 17; Marcos 11,15 a 19 e Lucas 19,45 e 46 são piores ainda: “Minha casa será chamada casa de oração. Vós, porém, fazeis dela um covil de ladrões” (Mt 21,13; Mc 11,17 e Lc 19,46).
(“Ilustrativa passagem é a narrativa da pena capital infligida ao casal Ananias e Safira simplesmente porque estes não doaram integralmente o dinheiro da venda de um terreno aos apóstolos”. Pág. 257). Discordo, pois o castigo foi porque mentiram: “Não foi a homens que mentiste, mas a Deus” (Atos 5,4). Agora digo também que Deus mesmo nunca iria matar ninguém por falar mentira, isso foi próprio de Espíritos, que queriam ser obedecidos com todo rigor.
(“Violência no Alcorão islâmico”. Pág. 258). Mais violências, matanças e guerras em nome de Deus. Os seres humanos precisam estudar a Espiritologia para começar a compreender melhor a Teologia.
(“O Aiatolá Khomeini, em discurso proferido durante as comemorações pelo aniversário de Muhammad, em dezembro de 1984, declarou: “A guerra é uma bênção para o mundo e para todas as nações. É Deus que incita os homens a lutar e a matar. O Corão diz: ‘Lute até que toda corrupção e toda rebelião tenham cessado’. As guerras que o Profeta liderou contra os infiéis foram uma bênção para toda a humanidade”. Pág. 263). A visão e compreensão de Deus tanto do profeta como do Khomeini foram completamente erradas.
(“Durante as mesmas celebrações, no ano de 1981, Khomeini assim se dirigiu às multidões, fazendo apologia da necessidade de executar sumariamente os criminosos e opositores de seu regime”. Pág. 264). Que absurdo e ainda dito em nome de Deus! Discordo radicalmente do que disse o Khomeini. No passado dos séculos ainda dá para compreender, mas no final do século XX não dá para entender mais. (14/07/2012).

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20 – Páginas 265; 266; 268 a 270; 276; 284; 288.
(“O profundo conhecimento destes líderes radicais acerca de sua própria tradição religiosa permite-nos chegar à conclusão de ser a violência no Alcorão não apenas uma questão adstrita a contextos culturais do passado, mas uma perene fonte de inspiração e encorajamento às expressões de intolerância e absolutismo”. Pág. 265). Marcelo da Luz; é preciso dar uma explicação construtiva e não ficar só nas críticas destrutivas! (14/07/2012).
(“Este fato deveria ser suficiente para levar o leitor religioso a, de um lado, pôr em dúvida a superioridade ética das revelações recebidas e, de outro, questionar o caráter antropomórfico dos discursos divinos, isto é, perguntar-se o quanto as características atribuídas aos deuses são, no final de tudo, a projeção externa dos próprios interesses humanos”. Pág. 265). E não só dos interesses humanos, mas também da vontade das e dos interesses das “Consciex” ou dos Espíritos de guerreiros, que não conquistaram os sentimentos mais elevados, pois semelhantes atraem semelhantes. (14/07/2012).
(“É possível encontrar algum sentido nas guerras Santas? A ambiguidade dos textos religiosos é um fato, e a História tem demonstrado o quanto as ambições de indivíduos e grupos políticos podem fazer o vento da inspiração divina soprar na direção das águas revoltas da rapina e da destruição”. Pág. 266). Explica isso, Marcelo da Luz! Isso só pode ser explicado com clareza por meio do ensino da Doutrina Espírita e parece que o Marcelo da Luz a desconhece por completo, pois tem como mestre o Waldo Vieira, que criou neologismos para todos os termos usados pela Doutrina Espírita, mas não revelou isso e por isso tudo fica aparecendo que foi uma descoberta realmente dele. (14/07/2012).
(“Exemplos da experiência. Este autor, durante o exercício do ministério cristão, deparou-se muitas vezes com o espinhoso desafio de explicitar os textos violentos da bíblia para multidões heterogêneas ou incultas, especialmente nas homilias dominicais”. Pág. 266). Isso só aconteceu e acontece porque todo o ensino em torno da Bíblia como sendo a Palavra de Deus está completamente errado. Só mesmo com um ótimo conhecimento dos ensinamentos da Doutrina Espírita é que se pode compreender e entender os ensinamentos bíblicos. (14/07/2012).
OK. (“Acentuar os trechos pacíficos desses livros não apagará a presença de outros tantos inspiradores de segregação, ódio e carnificina”. Pág. 268)., Só consegui entender tudo isso por meio do estudo da Espiritologia.
(“E – fato não menos significativo -, as próprias religiões armaram para si mesmas uma cilada hermenêutica; não é possível subtrair nenhum trecho dos livros sagrados, pois todas as suas palavras são consideradas, integralmente, ‘verdade’ revelada, “palavra de Deus”.” Pág. 268). Passei a chamar essa cilada hermenêutica de labirinto mental e teológico, que foi sendo criado pelos líderes religiosos durante séculos e milênios. E os cristãos fecharam as portas deste labirinto e jogaram as chaves fora por meio da criação do dogma da Santíssima Trindade - realmente três só podem ser um dentro dos estudos da matemática: um triângulo é uma figura de três lados e três ângulos, o triângulo equilátero ainda possui os três lados iguais como também são iguais os três ângulos; um conjunto de três elementos. Agora a Trindade teológica só pode mesmo ser aceita por meio do mistério em torno de Deus e mistério não explica nada. Ver página 248. (14/07/2012).
(“Megaproblema: Se os textos sagrados – base de fundamentação das maiores religiões – fomentam a violência, como poderão oferecer alicerces para a sustentação da paz no Planeta?” Pág. 269). Marcelo da luz. A solução está na compreensão clara, lúcida e simples da Verdade. Eu passei a chamar essa solução de Teologia da Verdade. A evolução do conhecimento individual e coletivo é a base para o entendimento, aperfeiçoamento e autoconhecimento de cada Espírito criado simples e ignorante. Cada um tem responsabilidade com tudo aquilo, que já fez no presente e no passado. Ame a tudo e a todos, que já passaram por esta terra, pois caso contrário poderá está hoje odiando e negando o seu próprio “SER INTERNO” e aí nunca irá ter paz interior. A solução para a harmonia total e integral de cada SER está sim no PERDÃO irrestrito para com todos e na vivência do AMOR pleno para com tudo e com todos. (14/07/2012).
(“A institucionalização do ódio aos dissidentes. Das inúmeras ocorrências históricas da violência religiosa passíveis de exame na presente seção, este autor optou pelo debate em torno da Inquisição... O presente estudo do movimento inquisitorial católico objetiva mostrar o quanto, muito além do registro historiográfico, a Inquisição constitui possível padrão consciencial a todos os defensores de verdades absolutas”. Pág. 270). Discordo em parte do autor! Verdades absolutas existem e o problema está em quem as defende! (14/07/2012).
(“Em 1260, o mesmo Inocêncio IV autorizou os dominicanos a absolverem-se mutuamente caso cometessem “excessos” na aplicação dos castigos aos acusados de heresia”. Pág. 276). Isso sim foi uma vil esperteza. Que baixaria!
(Em relação à vigilância sobre a questão da heresia, Francisco de La Peña, em sua revisão do Manual dos Inquisidores, enumera os erros contrários à doutrina católica passíveis de punição capital: De acordo com a Bula Cum quorundan hominum, do papa Paulo IV, datada de 1555, será considerado entregue ao braço secular – a partir da primeira queda, quem acreditar ou ensinar qualquer uma das heresias mencionadas na Bula, e cujo teor é o seguinte: a) Não acreditar na verdadeira divindade de Jesus Cristo; b) Negar que Cristo tenha sido concebido, materialmente, no ventre da bem-aventurada sempre Virgem Maria por obra do Espírito Santo, e defender que Ele tenha sido concebido pelo sêmen de José; c) Negar que Cristo tenha sofrido uma morte atroz na cruz para nos redimir do pecado e nos reconciliar com o Pai; d) Negar a maternidade divina da Virgem Maria ou que a mãe de Deus tenha sido sempre virgem: antes, durante e depois do parto”. Pág. 284). Hoje eu seria condenado em todos os itens de “a” até “d”, pois esses foram sim ensinamentos sofistas da Doutrina Católica. Foi-me ensinado que todos eram verdadeiros e só em janeiro de 1980 fui libertado dos ensinamentos dogmáticos e não corretos da Igreja. (14/07/2012).
(“Pernicioso legado da Inquisição”. Pág. 288). Quem quiser compreender melhor tudo o que aconteceu em torno da Inquisição precisa estudar muito para ter conhecimento, autoconhecimento e assim estará em condições de entender bem o processo evolutivo individual e coletivo dos Espíritos que estão evoluindo no Planeta Terra. Ficar apenas condenando o passado não vai resolver o problema no presente, mas é necessário entender o passado para mostrar novo caminho a ser trilhado no presente e assim construir um futuro melhor. (15/07/2012).
(“A história da Inquisição é prova cabal de que a Igreja não se mostrou capaz de transcender a moral da Idade Média. Antes, fundamentou e legitimou a violência desse período.” Pág. 288). A Igreja é uma pessoa jurídica, então é dirigida por pessoas físicas e são estas, que evoluem. Muitas vezes quem condena a Igreja na atualidade são sim os mesmos Espíritos, que quando encarnados no passado, cometeram os crimes que estão condenando na atualidade como se fossem de outros e não deles mesmos; quando desencarnarem vão descobrir que nada fizeram para corrigir os próprios erros do passado, mas simplesmente jogaram a culpa ensina da Igreja ou de outros.

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21 – Páginas 290 a 296.
(“Exemplo emblemático dessa postura é oferecido no prefácio à edição brasileira do Manual dos Inquisidores, assinado pelo teólogo e ex-sacerdote católico Leonardo Boff: “A inquisição contradiz o sentido da verdade religiosa, da verdade simplesmente e a natureza da religião”.” Pág. 290. “Megaproblema: A imposição do dogma – sustentáculo das religiões – necessariamente exige o patrulhamento ideológico. A inquisição é prova histórica irrefutável é indelével do quanto a consciência, cega pela fé, pode se transformar em instrumento de destruição e morte”. Pág. 291). Inquisição: É sim uma mancha perversa e negativa na história da ICAR. A ICAR é uma pessoa jurídica dirigida e administrada por pessoas físicas. Estas são as que evoluem e evoluindo, evoluem também todos os sistemas religiosos em torno da ICAR. Quem mais condena a “inquisição” na atualidade foi na realidade um “terrível inquisidor do passado”, pois todos os horrores praticados estão muito bem arquivados no “inconsciente profundo dele”. Estes (os horrores) cobram do mesmo os atos praticados no passado e para que o “consciente do ser” se justifique para o “inconsciente do mesmo”, ele joga a culpa na própria ICAR, como se ele não tivesse nenhuma culpa. Então pelo que li nesta capítula 14 digo que o Marcelo da Luz foi sim um terrível inquisidor do passado, que conscientemente foi buscar alívio nos trabalhos do enganador Waldo Vieira, que foi também um inquisidor mais implacável do que o Marcelo da Luz. Semelhantes se atraem. Concordo com o que o Boff escreveu (pág. 290) e discordo dos escritos do Marcelo da Luz, pois a Verdade Religiosa é libertadora, é pacífica e procura a Verdade de verdade. Agora digo também que a verdade ensinada por meio dos dogmas é sofista e não permite que a pessoa pense com liberdade e encontre a Verdade por causa de cegueira causada pela fé. (15/07/2012).
(“O Mito da Religião Pacífica”. Pág. 292). Este título é característico de quem não conhece a Verdade e nem tem autoconhecimento. Quem cria ou funda uma religião são as pessoas e muitas deles tiveram sim auxílio de Espíritos (ou consciexes) do mesmo nível evolutivo das pessoas, então temos que analisar as pessoas e não as religiões! (15/07/2012).
(“Divergências quanto à legítima interpretação das verdades de fé serão sempre motivos de contenda dentro da organização religiosa”. Pág. 292). Falar em verdade de fé mostra ignorância de quem fala. As contendas são entre pessoas e elas se tornam inconciliáveis quando as religiões são diferentes.
(“Dentro de seus respectivos contextos, a crença de ser na Terra o guardião da verdade divina é o denominador comum entre o papa medieval Urbano II, o feroz inquisidor Tomás de Torquemada, o fanático sectário Hung Hsiu-ch’uan (líder da Rebelião de Taiping, na China (1850-1871)), o implacável Aiatolá Khomeini e o terrorista Osama bom Laden”. Pág. 293). OK, pois tudo depende do nível evolutivo da “conscin” (da pessoa, que é um Espírito encarnado). (15/07/2012).
(“A apresentação de qualquer ideia sob a capa de verdade absoluta haverá de trazer à luz, inevitavelmente, manifestações de força, a fim de garantir supremacia. A eliminação a priori da possibilidade de discussão ou debate a respeito da racionalidade dos preceitos propostos já lhes confere caráter totalitário. Esta é a natureza das assim chamadas “verdades de fé”: seus propositores não admitem exame racional ou questionamento e tentam, portanto, persuadir pela coerção. O exercício argumentativo é preterido levianamente pela alegada verdade superior dos deuses, quaisquer sejam os nomes e idiossincrasias a eles atribuídos”. Pág. 293). Discordo do autor, pois existem sim verdades absolutas e A VERDADE ABSOLUTA, que podem ser defendidas sem força e poder. Estas são baseadas na MATEMÁTICA, que é uma Ciência Exata. O autor tem a experiência dos dogmas sofistas do passado, que foram sim impostos sob o poder e domínio do ferro e do fogo e depois defendidos sob o nome de verdade de fé. Depois que vivi o meu nascimento do alto (Jo 8,32) em janeiro de 1980 e recebi a revelação, em agosto de 1982, de que também desci do céu (Jo 3,13) e também de receber a revelação explicativa do dogma sobre a Santíssima Trindade, consegui ligar a Teologia com a MATEMÁTICA e assim fiquei em condições de explicar a verdade plena (Jo 16,13) sem impor força e coerção a ninguém. (15/07/2012).
(“Comunidades religiosas, em geral, alimentam poderoso ego coletivo, convencidas da ideia de ser, cada uma delas, o “povo escolhido”.” Pág. 293). Penso que o mais correto é falar em “inconsciente coletivo” do que “ego coletivo”, pois ego (=eu do latim) e “Eu” sempre se refere a um único “SER”. Já o inconsciente existe o individual e o coletivo. (16/07/2012).
(“Na tradição cristã, por exemplo, a Igreja Católica, contrária ao serviço militar durante os três primeiros séculos de sua história, tão logo adquiriu status de religião imperial, passou a considerar a campanha bélica – quando afinada com seus interesses – lícita e desejável. Foi Agostinho de Hipona quem desenvolveu, na obra Cidade de Deus, a espiritualidade cristã do belicismo, formulando os traços fundamentais da tradição da guerra justa”.Pág. 294). Não conheço esse livro, mas digo que esse foi um dos graves erros do Santo Agostinho, pois não existe guerra justa e outro erro dele foi a defesa do “pecado original”. Como faz falta ao autor a TV; TL e DE. (16/07/2012).
(“A religião, em sua base estrutural – a criação e defesa da verdade absoluta – é intrinsecamente violenta”. Pág. 295). Discordo do autor, pois o autor precisa entender e compreender o próprio processo evolutivo individual e coletivo. Ver pág. 293.
(“Apesar de todos os fatos e argumentos até agora apresentados, a percepção da violência causada pela religião é ignorada ou simplesmente inconcebível à vasta maioria dos religiosos do Planeta”. Pág. 295). Pelas religiões não, mas pelos “espíritos” (conscins e ou consciexes) em suas caminhadas evolutivas. Quem foi inquisidor no passado agora no presente condena a “inquisição” e a ICAR, pois não aceita que a culpa pode ter sido dele no passado, que está oculta dentro dele. Temos que amar a tudo e a todos, que já passaram por esta terra, pois caso não façamos isso podemos entrar num círculo vicioso e ‘odiarmos o nosso próprio SER INTERNO’, ou o nosso ‘Eu Cósmico’. Só poderá entender isso bem quem já conquistou o autoconhecimento. (17/07/2012).
(“Este autor repetiu-se ao longo de muitas vidas e viveu a maior parte da existência presente dentro de instituições religiosas. Não poderia estar agora encetando este diálogo caso não tivesse esgotado as possibilidades do caminho religioso. Contudo, o itinerário religioso do autor poderia ter se encerrado muito anteriormente, sem desnecessárias repetições ao longo de vidas sucessivas. Mesmo na presente existência, poderia ter realizado a recéxis mais cedo se tivesse encontrado, por exemplo, um livro semelhante a este, cuja finalidade é esclarecer quanto aos enganos evolutivos contidos na profissão religiosa, prevenindo outros de incorrerem no mesmo erro”. Pág. 296). Marcelo, para tudo existe a hora certa! Você é o único responsável por tudo o que lhe acontece. Cuidado com o futuro! Todos nós estamos aqui com uma certa e secreta missão, mas todos temos a obrigação de compreender as verdades e depois explicá-las sem abandonar o barco no qual reencarnamos. Cada um vem sim com a responsabilidade de ajudar a todos aqueles que pertencem a nossa linha reencarnatória e não foi em vão que você chegou ao sacerdócio, mas a decisão de abandonar a missão, que recebeu antes de reencarnar, foi sua e só sua. (17/07/2012).

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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