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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sex, 04/Out/2013 22:25 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Pastor Márcio Valadão do dia 20/08/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/p ... r-1.699804
Citação:
Publicado no dia 23/08/2013.
Escrever que “A missão para a qual Deus ungiu Saul era eliminar o inimigo, povo este que constantemente vinha contra o povo de Deus” é considerar Deus com todos os erros dos tiranos humanos, que agem por meio de vinganças e traições.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 20/Out/2013 21:40 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do João Batista Libânio do dia 06/10/2013, que está neste endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... o-1.724389

Citação:
Publicado no dia 08/10/9013.
Padre Libânio. É preciso não só ensinar a votar, mas ensinar as pessoas a serem éticas em todas as suas atitudes. Depois de assistir tudo o que fez o STF em torno do julgamento do mensalão e a decisão final de que todos os condenados ainda não serão presos, pois alguns “corruptos e bandidos” tiveram total apoio dos últimos ministros indicados pelo próprio grupo dos já condenados... Isso é vileza demais...Só Deus mesmo poderá consertar este mundo por meio de uma intervenção divina... E Deus está fazendo essa intervenção, mas nenhum teólogo a aceita no presente, mas irão aceitar no futuro.

Quem desejar ver o que acabei de postar deve ir a estes endereços:

Carta para o Papa João Paulo II, (02/09/1989):
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=83393#p83393

4ª carta o bispo Dom Célio (21/01/01):
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=103521#p103521

8ª carta para o frei Basílio – caso de 12/04/1984:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65991#p65991

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Dez/2013 23:26 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 22/11/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... e-1.746707
Citação:
Publicado no dia 23/11/2013.
O conhecimento sobre a Espiritualidade é sim muito importante para a vida de cada ser humano, mas não pode confundir a Espiritualidade com perfeição, bondade e sabedoria. Agora os teólogos precisam entender realmente a Deus, mas antes disso eles precisam conhecer bem sobre a Espiritologia, que é o estudo que nos ajudar a entender a forma de agir dos espíritos e cada grupo de espíritos possuem seus objetivos a serem alcançados, como também cada espírito pode sim ter seus próprios objetivos ou interesses, que muitas vezes é sobreposto ao desejo de uma coletividade. Falar sobre o “ponto Deus” no Ser Humano mostra sim uma falta de conhecimento real sobre Deus. O que está dentro de cada Ser Humano é um Espírito Cósmico reencarnado nele, que traz arquivado no inconsciente individual profundo os registros de sua caminha evolutiva cósmica e muitos confundem este Espírito como se fosse um Deus interno. Os teólogos, que realmente desejam entender e compreender a Verdade, que liberta (Jo 8,32), devem estudar a Espiritologia. Os espíritos podem sim intervir no mundo físico e por em prática aquilo que decidiram em grupo ou individualmente. Por meio da Espiritologia os teólogos irão começar entender, que no passado muitas pessoas foram facilmente enganadas por falsos deuses ou falsos Cristos (Mt 24,24). Estas pessoas desconheciam completamente a forma de agir do Espírito de Deus, que não faz acepção de pessoas e trata a todos da mesma forma (Mt 5, 45). Em função da ignorância coletiva, os líderes religiosos do passado pensavam que qualquer espírito amigo ou do mesmo grupo, que se aproximava deles, era sim o Espírito Santo de Deus, que foi ensinado no século IV, como sendo a Terceira Pessoa do Mistério da Santíssima Trindade. Estamos na Era da Verdade Plena, pois o Espírito da Verdade (Jo 16, 13) já está no seio da humanidade desde a primeira metade do século XX. A melhor forma de classificar os estudos teológicos seria de falar sobre “pensamento teológico deste ou daquele teólogo, ou até mesmo desta ou daquela corrente teológica” e nunca ficar colocando sobrenomes na Teologia. No livro “Lembranças da minha vida” do papa Bento XVI, consegui catalogar 27 sobrenomes para a Teologia. Cataloguei mais 25 sobrenomes para a Teologia no livro “Teologia e Ciências da Religião”, sendo apenas 6 repetidos; este livro foi elaborado por muitos autores de grandes conhecimentos em vários ramos científicos (relacionei 46 nomes de ciências), mas de Teologia mesmo nada foi ensinado, pois Deus continuou oculto no mistério da fé para todos os autores, inclusive para aqueles que se intitulam de “doutores em Teologia”. Nos livros sobre Jesus de Nazaré do Papa Bento XVI (Joseph Ratzinger): “Infância de Jesus”; “Jesus de Nazaré, Primeira Parte: Do batismo à Transfiguração” e “Jesus de Nazaré: Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição” cataloquei mais 40 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 7 deles repetidos. Nestes livros são encontrados 79 sobrenomes para a Teologia. Isso tudo mostra o labirinto que foi criado pelos seguidores de Jesus desde a morte de Jesus na Cruz em torno da Verdade, de Jesus, da Espiritualidade e de Deus. Encontrar e mostrar a saída deste labirinto em 20 séculos de cristianismo só foi possível com a ajuda do próprio Espírito de Deus.

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sex, 24/Jan/2014 22:33 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do João Batista Libânio do dia 20/10/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... s-1.733884
Citação:
Publicado no dia 20/10/9013.
Padre Libânio. A primeira ilusão, que as crianças sofrem, é com relação à doutrinação infantil, que é feita pelas religiões. A doutrina do pecado original é sim uma grande enganação! Como os teólogos cristãos ousaram ensinar que todos os seres humanos nascem com o pecado original por causa da desobediência do primeiro casal humano: Adão e Eva? Deus, que é tem um amor pleno para com todos, perfeito (Mt 5,48), bom (Mt 19,17; Mc 10,18 e Lc 18,19) nunca iria condenar os seres humanos antes mesmo do nascimento deles! Deus não condena a ninguém! Quando qualquer criança faz perguntas sobre Deus para os padres, a resposta é sempre com relação à bondade plena de Deus, mas ensinam doutrinas que apresentam o pecado original, penas eternas, a necessidade da confissão para entrar de novo na graça de Deus, se não for à missa aos domingos e festas de guarda é pecado, mas este pecado só acontece se tiver algum padre por perto! Interessante tudo isso, não é? Veja que está escrito: “Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, porém não acolheis o nosso testemunho” (João 3,11).
Citação:
Publicado no dia 22/10/9013.
Padre Libânio. Lembro-me muito bem quando no ano de 1979 eu perguntei a um sacerdote como uma mãe poderia ter alegria máxima no céu se algum filho dela não foi para o céu? Ele não teve resposta. Também perguntei ao mesmo sacerdote por que todos os seres humanos nascem com o tal pecado original, sendo que a justiça humana não condena os filhos por causa de erros dos pais? Ele também não teve resposta! A Igreja deve sim ensinar a verdade às crianças e não ficar engabelando-as com ensinamentos fictícios e cheios de ilusões. Está escrito: “Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras” (João 16,13).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qui, 06/Mar/2014 21:37 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Cada pessoa precisa sim buscar o entendimento para ter discernimento e se libertar dos ensinamentos dogmáticos de cada grupo religioso.
Todo aquele que desejar estudar a Teologia, primeiro deve sim estudar a Espiritologia, pois muitos espíritos já agiram usurpando o nome de Deus e por falta de conhecimento do profeta escolhido, este pensava sim que era o próprio Deus e agia conforme as ordens do "espírito".
Veja no e.mail que estou aqui divulgando o que expus sobre dois profetas, que acreditaram piamente que estavam sendo orientados pelo próprio Espírito de Deus e complicaram tanto a evolução da vida aqui no Planeta Terra. Quantas pessoas já não foram massacradas, queimadas vivas (inquisição da ICAR) e quantos povos dizimados e tudo em nome de Deus (Veja Josué 1 a 12)?
Citação:
Paz plena... (Belo Horizonte, 06/03/2014).
Nestor, um grande abraço.
Este e.mail é em MP, pois não quero entrar nesse assunto com pessoas do "espiritismo-br", pois eu já fui expulso do tal GAE.
É lógico que existem muitas informações truncadas sobre a Bíblia e primeira delas é que a Bíblia é a Palavra de Deus.
Ninguém nunca apresentou os originais da Bíblia e nunca irá apresentar, pois os mesmos nunca existiram. Os livros da Bíblia ("biblia" é o plural de livros em grego e o singular é "biblion") foram sendo escritos por diversas pessoas e cada autor bíblico fez suas observações, acréscimos e até alterações para agradar a alguma pessoa importante ou tirar proveito da situação.
Mas também não se pode esquecer que a ESPIRITUALIDADE está por trás de tudo o que foi feito e está sendo feito. E o líder de todos os espíritos é sim o ESPÍRITO de DEUS (João 4,24).
Desde Janeiro de 1980, quando aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980, entendi que a Verdade Maior foi escondida de todos e com muita razão, pois até muitos "espíritos" tentam enganar aos seres humanos para continuarem dando as cartas. Entre estes espíritos estão sim muitos falsos deuses, que sempre agiram como tiranos no Plano Espiritual. Aqui vou citar apenas os dois destes "espíritos", que agiram como mentores do profeta Moisés e do profeta Maomé.
Jesus, quando reencarnou entre nós, veio com o objetivo de mostrar a Verdade para todos, mas entendeu que ainda não era possível falar sobre a Verdade (Veja João 16,12 a 15) e por isso ele tomou como base da missão dele o trabalho em prol do PERDÃO e do AMOR.
Jesus primeiro afastou o "falso deus", que foi mentor do Moisés, pois ele foi o tentador de Jesus (Já escrevi isso em duas cartas: a 2ª para o padre João Batista Libânio e a 9ª para o meu irmão frei Basílio, caso ainda não tenha essas cartas é só falar que lhas enviarei). Como Jesus não estava atrás de um "reino terreno", então o enganador não conseguiu enrolar a Jesus.
Mas, por causa do trabalho dele em prol do PERDÃO e do AMOR, o "falso deus", que depois foi o mentor do Maomé fez de tudo para que Jesus fosse sim condenado a morrer na cruz.
Agora Jesus confiava plenamente em Deus: no Deus verdadeiro, que é bom e perfeito. E assim Jesus conseguiu a vitória pela ressurreição e depois ascensão. E poucos séculos depois, os seguidores de Jesus o transformaram em "Deus". E assim os "impérios espirituais dos falsos deuses" recebeu um "bom Espírito", que foi considerado como "deus" pelos seguidores deles, começou a ser destruído.
Nesta altura dos acontecimentos um "terrível falso deus" decidiu montar um esquema para tentar destruir todo o trabalho de Jesus e aproximou-se do profeta Maomé e implantou na terra um sistema tirânico dentro de uma falsa teocracia. Veja que em 100 após a morte do profeta Maomé, os muçulmanos já dominavam quase todo o mundo civilizado: o Maomé morreu em 632 e em 732 as tropas dos muçulmanos foram derrotadas na Batalha de Poitier pelo Exército Franco comando pelo Carlos Martel. Com essa derrota dos mouros ou muçulmanos o plano do "falso deus Alá" caiu por terra, pois o objetivo único dele era sim destruir todo o trabalho de Jesus no plano físico.
Só no final do 2º milênio cristão foi que chegou a época do entendimento e descobrimento verdadeira da Verdade Maior. Este trabalho em prol da Verdade teve o início com o trabalho do Allan Kardec, que desvendou o enigma da ESPIRITUALIDADE.
E agora estamos sim na fase de divulgação das verdades, mas existem tantas informações falsas e truncadas, que complicam o trabalho em torno da Verdade Maior.
Até revelações falsos são feitas por espíritos e essas são sim de difíceis comprovações ou de desmascará-las. Comecei a descobrir essas falsidades no ano de 1984, quando não fui mais aceito no Centro Oriente porque o orientador que conversou comigo queria me impor a deixar o Catolicismo, mas como expliquei algumas coisas para ele, então não fui mais aceito lá no Centro Espírita Oriente.
Paz plena... Rosário.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sex, 04/Abr/2014 17:58 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Veja o que escrevi no início da encíclica:"A alegria do Evangelho" do papa Francisco:
Citação:
"Quando vivi, ou melhor, quando comecei a viver a imensa alegria de encontrar o Reino de Deus dentro de mim eu não fui compreendido pelo meu orientador espiritual do seminário. Ele me falou no dia 11/01/1980 por telefone e pessoalmente: “Li tudo o que você escreveu e nada tem de novo. Você precisa é de psiquiatra e não de padre!”. Mas essa atitude mesquinha de um padre não abalou a minha alegria... E Deus veio em meu auxílio conscientemente para mim no dia 12/04/1984. (03/01/204). (“A Alegria do Evangelho”. Pág. 7)."
Enviei para cada cardeal brasileiro um e.mail semelhante a este:
Citação:
Paz plena... (Belo Horizonte, 21/03/2014). Cardeal Dom João Braz de Aviz, paz e bem.
Enquanto ia lendo e estudando a encíclica "A alegria do Evangelho", ia também fazendo as minhas observações e estou lhe enviando um resumo destes meus escritos.
Chegamos à Era da Verdade (João 8,32 e 16,13) e eu não posso ficar guardando em segredo tudo o que já fiquei sabendo por meio de revelações recebidas da Espiritualidade. Esse processo de revelações para comigo teve início em Janeiro de 1980, mas nenhum membro da hierarquia da Igreja me deu apoio nos primeiros dias e tive que caminhar sozinho em busca da Verdade, que liberta (João 8,32) e plena (João 16,13), mas com o auxílio do Espírito Santo de Deus.
A verdadeira libertação só virá por meio da Verdade.
Chegamos à época da realização das profecias sobre a Paz, que estão na Bíblia. Chegou o tempo da realização desta bem-aventurança: "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra" (Mt 5,4).
Sei que sua eminência é muito ocupada e não pode gastar tempo com minhas pretensões, por isso nem posso lhe pedir para ler tudo o que estou enviando, mas tenho que seguir a orientação do Espírito Santo de Deus e por isso estou lhe pedindo para fazer chegar ao conhecimento do papa Francisco o que estou lhe enviando. Cito aqui apenas 7 dos textos, que estão no trabalho anexado:
Pág. 7 – Item 2: E qual é a voz de Deus? Quando comecei a receber comunicação da Voz de Deus nenhum membro da hierarquia da ICAR me compreendeu e me ajudou de verdade (11/01/2014). (“não se ouve a voz de Deus”. Pág. 7 – 2).
Pág. 22 – Item 26: Quem fala em mistério é porque desconhece a Verdade: Estudar a Teologia da Libertação; Teologia da Verdade e a Espiritologia. (16/01/2014). (“A Igreja deve aprofundar a consciência de si mesma, meditar sobre o seu próprio mistério”. Pág. 22 - 26).
Pág. 35 – Item 49: Existe o “pão” para o corpo e deste realmente os pobres têm muita necessidade. Agora existe também o “pão” para o Espírito e deste todos têm muita e muita necessidade, principalmente os “ricos”, que se tornam pobres do pão do Espírito, pois este “pão para o Espírito” não é adquirido com dinheiro e nem pode ser roubado por meio de qualquer ato ilícito (roubo ou corrupção). O dinheiro muitas vezes prejudica a aquisição do “pão do Espírito”. Todos os verdadeiros sacerdotes são aqueles que ensinam como adquirir o “pão do Espírito” e trabalham para a harmonia entre ricos e pobres, sábios e ignorantes, pretos e brancos e assim tornar-se-á possível a construção do Céu aqui na Terra: eis aí a PAZ PLENA, que passei a divulgar desde 1986, pois falar sobre a Verdade era ainda impossível. Cuidado com a OPP da TL! (16/01/2014). (“enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mc 6,37)”. Pág. 35 - 49).
Pág. 70 – Item 112: A iniciativa vem sempre de Deus, mas Deus respeita também a nossa iniciativa, então sem a nossa iniciativa Deus não age. Quando os líderes religiosos forjam esquemas para que Deus aja e assim dificultam a ação de Deus, então Deus age por outros meios, outros caminhos e se revela a outros profetas! (17/01/2014). (“É sempre importante saber que a primeira palavra, a iniciativa verdadeira, a atividade verdadeira vem de Deus e só inserindo-nos nesta iniciativa divina, só implorando esta iniciativa divina, nos podemos tornar também – com Ele e n’Ele – evangelizadores”. Pág. 70 - 112).
Pág. 88 – Item 146: Ouvir a voz de Deus: Quando isso se torna realidade os membros da hierarquia ficam sobressaltados e não aceitam mesmo! (20/01/2014). (“A partir desse amor, uma pessoa pode deter-se todo o tempo que for necessário, com a atitude de um discípulo: “Fala, Senhor, o teu servo escuta” (1Sm 3,9)”. Pág. 88 - 146).
Pág. 104. Deus falou por intermédio de Jesus, mas Deus não escreveu nada e o que Jesus escreveu no chão não foi contado por ninguém. A Palavra de Deus não esta escrita em lugar nenhum. Muitos profetas e outros personagens bíblicos não tiveram a sintonia com o Espírito de Deus, mas com outros espíritos, que agiram como falsos deuses. Então cada profeta tem que ser muito bem analisado, pois “árvore boa” só dá bons frutos e frutos podres só vêm de “árvores más” (substitui a “árvore” por “pessoa” e tudo fica mais claro).
Jesus foi médium de Deus, mas Moisés não foi (Ver a 2ª carta para o padre João Batista Libânio e a 9ª para o frei Basílio). O mentor de Moisés foi o Espírito do patriarca Abraão e por isso o texto de Êxodo 3,7 e 8 está corretíssimo. Entenda quem possa entender e a Verdade tem que ser dita e divulgada (João 8,32 e 1613). Estudar a Espiritologia. Ver pág. 19. (21/01/2014).
Pág. 111 – Item 187: Se apenas existisse este texto, então estava ótimo e muito bem esclarecido. Mas este mesmo “espírito” orienta para “massacrar” outros povos (Êxodo 3,8-9: “Por isso desci a fim de libertá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e vasta, terra que mana leite e mel, o lugar dos cananeus, dos heteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus. Agora, o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo”); essa destruição está registrada no livro de Josué 1 a 12: todos os povos de 31 reinos foram passados ao fio da espada. E as pragas contra todo o povo egípcio? (Êxodo 7,8 a 12). Isso não foi divino! Não foi de Deus! (Ver pág. 104). Por que o Papa só citou o início do versículo de Êxodo 3,8 e não o versículo todo como citei acima? A Verdade assusta, dói e amedronta, mas tem que ser dita! (21/01/2014). (“Basta percorrer as Escrituras, para descobrir como o Pai bom quer ouvir o clamor dos pobres: (citou Êxodo 3,7-8.10)”. Pág. 111 - 187).
Também foi por orientação do Espírito Santo de Deus que enviei uma relação de 44 cartas minhas para os 8 cardeais brasileiros de 2001. Essas cartas foram escritas para diversas pessoas, sendo 30 dessas cartas escritas para membros da hierarquia da Igreja. Apenas a última das 44 cartas foi escrita com o objetivo de ser anexada à apostila com as 44 cartas, que é a 4ª carta escrita para o bispo Dom Célio de Oliveira Goulart. Essa apostila foi enviada nos dias 21 e 29 de Março de 2001.
Mesmo não recebendo nenhuma resposta sobre o que fiz, fiquei satisfeito e em paz com a minha consciência, pois cumpri o que me foi orientado pelo próprio Espírito Santo de Deus e não fui, como não estou sendo omisso. Aprendi que não se pode pecar por omissão.
Que o Espírito Santo de Deus nos ajude a ajudar a quem necessita de ajuda para conquistar a Verdade plena (João 16,13).
Além do resumo dos meus escritos na encíclica “A alegria do Evangelho”, estou lhe enviando também uma cópia da carta introdutória da apostila enviada aos 8 cardeais brasileiros em Março de 2001 e uma cópia da carta que escrevi em 02/09/1989 para o Papa João Paulo II.
Paz plena... Rosário.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8,32)
(Foi enviado para o Cardeal Dom João Braz de Aviz o resumo da encíclica para os cardeais).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qua, 11/Jun/2014 16:56 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 15/07/2013, que estão neste endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... o-1.680798
Citação:
Publicado no dia 17/07/2013.
Regih Silva. Eu aprendi nos meus 9 anos vividos como seminarista católico que a Trindade era uma grande verdade: um dogma indiscutível. No dia 05/01/1980 entreguei as minhas armas em defesa da vida única e aceitei a verdade da reencarnação. A partir deste dia comecei a viver intensamente a mediunidade e por isso, como não conhecia nada sobre a Doutrina Espírita, fui considerado como doente mental. No mês de Agosto de 1983 recebi da Espiritualidade a explicação do mistério da Santíssima Trindade e nesta explicação o “Deus Espírito Santo” é o conjunto de todos os espíritos criados, que estão desencarnados e não só a falange de Espíritos Superiores, como está no livro “Há Dois Mil Anos”.
Citação:
Regih Silva (Publicado no dia 22/07/2013).
Rosario, essa sua explicação de "Espirito Santo", não seria a ideia combatida pelo espiritismo de Panteísmo?
Citação:
Publicado no dia 24/07/2013.
Regih silva. O Panteísmo é quando se defende que tudo é Deus. Na explicação que recebi o Espírito de Deus é apenas o Deus Pai da Trindade Católica ou Cristã; o Deus Espírito Santo é o conjunto de todos os espíritos, que foram criados e que estão desencarnados e o Deus Filho é o conjunto de tudo o que foi criado e está no plano físico, desde o Reino Mineral até ao homem.

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Ter, 29/Jul/2014 00:02 
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54) Você sabe o que é Teologia? Resposta: “SIM”.
Teologia é uma palavra de origem grega e significa o estudo sobre Deus.
Como os conhecidos teólogos não sabem quem é Deus, então eles não são teólogos, mas estudiosos da história da Teologia e das Religiões. O Deus dos teólogos está sempre oculto no mistério da fé: “Eis o mistério da fé”. Essa frase é dita pelos sacerdotes logo após a consagração durante as celebrações de missas.
Veja a “apresentação” do meu trabalho sobre Teologia:
A Teologia nunca poderia ter recebido “sobrenomes”, pois isso só dificultou e dificulta a todo aquele que deseja encontrar e compreender de verdade a Verdade, que liberta (João 8,32). Agora ninguém pode negar que a Teologia, na história da humanidade, já recebeu muitos sobrenomes uns libertadores e outros bitoladores ou castradores da liberdade até de pensar.
No livro: “LEMBRANÇAS DA MINHA VIDA” do Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, consegui catalogar 27 sobrenomes para a Teologia, que são: Bíblica, Católica, Científica, do Concílio, Cristã, do Direito Canônico, Dogmática, Eclesial, Eclesiástica, Ecumênica, da Esperança, Fundamental, da História em Boaventura, Liberal, da Libertação, Medieval, dos Mistérios, Moral, do Novo Testamento, Ortodoxa, Pastoral, do Pensamento Alemão, Política, de Rudolf Bultmann, dos Santos Padres, Sistemática e Tradicional. Alguns nomes induzem a existência de muitos outros.
No livro: “Teologia e Ciências da Religião” cataloguei mais 25 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 6 deles repetidos: Dogmática, da Esperança, Fundamental, da Libertação, Política e Sistemática, os outros 19 são: Apofática, Contemporânea, Contextual, do Diálogo Interreligioso, Existencial, da Experiência, Feminista, Hermenêutica, da História, Local, Negra, Neuroteologia, de Práxis, Psicoteologia, Pública, Religiões, da Revelação, Século XXI e Transcendental.
Nos livros sobre Jesus de Nazaré do Papa bento XVI (Joseph Ratzinger): “Infância de Jesus”, “Jesus de Nazaré, Primeira Parte: Do batismo à Transfiguração” e “Jesus de Nazaré: Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição” cataloquei mais 40 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 7 deles repetidos: Católica, da Esperança, Liberal, Medieval, do Novo Testamento, Política, Sistemática, os outros 33 são: da Alegria, do Batismo, Católica Moderna, Cristã do Batismo, da Cruz, do Culto, da Eleição de Israel, da Encarnação, Eucarística, da Glória, Icônica, Joanina do Filho, Joanina da Paixão, de João, da Justificação, do Logos, de Melquisedec, Moderna, Oração Sacerdotal, Pascal, Paulina, de Paulo, dos Pobres, Política do Antigo Oriente, Protestante, Rabínica, Real do Antigo Oriente, da Revolução, Sacrifical, Sacrifício da Cruz, Século XIX, Última Ceia, Veterotestamentária do culto.
No livro: “Teologia da Libertação – Perspectivas” do Gustavo Gutiérrez cataloguei mais 67 sobrenomes para a Teologia, sendo 13 deles repetidos: Bíblica, Contemporânea, da Esperança, Fundamental, da História, da Libertação, Moderna, Moral, Negra, do Novo Testamento, Política, da Revolução, Sistemática; os outros 54 são: Agostiniana, da Aliança, do Antigo Testamento, da Atividade Missionária, Atual, Clássica, Conformista, da Criação, Cristã, do Desenvolvimento, Dialética, Escatológica, Escolástica, da Esperança Humana, Espiritual, Europeia, Existencialista, da Fé, Feminina, Francesa, do Futuro, Hispana, da Idade Média, da Igreja, da Igreja no Mundo, Índia, da Morte de Deus, do Mundo, Negra da África do Sul, Negra dos Estados Unidos, da Perseguição, Personalista, Privatizante, Progressista, Progressista Europeia, do Progresso Humano, Protestante Liberal, Protestante do Século XIX, do Próximo, da Realidade, das Realidades Terrestres, do Reino de Deus, da Renovação, da Ressurreição, da Salvação,da Secularização, dos Sinais do Tempo, Tomás de Aquino, Tomista, do Trabalho, Transcendentalista, Veterotestamentária, da Vida Religiosa, da Violência.
Nestes livros são encontrados 133 sobrenomes para a Teologia. Que labirinto não foi criado em torno da Teologia pelos teólogos, que na realidade não estudam a Teologia, mas a história da mesma.
A Teologia é o estudo sobre Deus e como Deus é Único (Uno. Dt 6,4), então a Teologia nunca poderia ter recebido sobrenomes.
Eis uma grande verdade, que foi dita pelo papa Bento XVI, pois a salvação é autorredentora e não heterorredentora. Veja no item 25 da Encíclica Spe Salvi sobre a Esperança Cristã (6c) o que escreveu o papa Bento XVI: “O homem não poderá jamais ser redimido simplesmente a partir de fora”. Ensinamento, com o qual concordo, pois é o que está em Deuteronômio 24,16: “Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais. Cada um será executado por seu próprio crime” e também Jeremias 31,30: “Mas cada um morrerá por sua própria falta. Todo homem que tenha comido uvas verdes terá seus dentes embotados”. A salvação é conquistada por meio da vivência perfeita do amor para com todos (Jo 13,34 e 35; 15,12 a 14 e 17) e da busca da Verdade (Jo 8,32 e 16,12 a 15) e do entendimento (Ap 13,18).
Cada teólogo está ligado ou subordinado a algum grupo religioso e cada grupo religioso pode ser independente ou pertencer a alguma Religião constituída, como a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). Dificilmente será encontrado um teólogo realmente livre e que se colocou a disposição para receber revelações da Espiritualidade e até do próprio Espírito de Deus.
Explicando melhor digo que os “sobrenomes dados à Teologia” deveriam ser entendidos como “o pensamento teológico deste ou daquele teólogo”, como também “deste ou daquele agrupamento de pessoas” e até também “desta ou daquela Religião”.
Até hoje o melhor sobrenome que encontrei para a Teologia foi o da Libertação e agora vou lançar mais um sobrenome: “Teologia da Verdade” (João 8,32 e 16,13), que para muitos teólogos defensores da “Teologia da Libertação” (TL) será uma absurda heresia, pois os defensores da Teologia da Libertação não poderiam ter colocado como base da TL a opção preferencial pelos pobres (OPP). A OPP deve ser sim um dos principais objetivos da Doutrina Social da ICAR, mas sempre com o objetivo de buscar uma harmoniosa e perfeita vivência e convivência entre pobres e ricos.
A Teologia da Verdade (TV) irá trabalhar em prol da grande harmonia entre todos os seres humanos, para que seja implantado no seio da humanidade o Reino de Deus, como Jesus nos ensinou a pedir na oração do Pai Nosso (Mt 6, 10).
Já trabalho em torno da Verdade desde Janeiro de 1980 e em função desta minha busca e trabalho, para o qual não conquistei ainda nenhum companheiro, pois a Verdade faz medo em quem ainda não a conquistou em plenitude (Jo 16,13), consegui fazer uma ponte entre Teologia e Matemática, que é uma Ciência Exata, fazendo assim uma união perfeita entre Religião e Ciência.
Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 29/04/2014

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Ter, 29/Jul/2014 10:00 
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Paz plena. Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Tenho planos de transformar o trabalho, que já fiz, com perguntas e respostas para comentar sobre Deus em um livro.
Já divulguei para várias pessoas o trabalho e aqui vou divulgar a introdução da apostila que divulguei. Gostaria de ouvir comentários a respeito pois quero deixar tudo o mais claro possível para quem quiser estudar sobre o assunto.
Eis a introdução da apostila:

DEUS: quem É?
O conhecimento sobre Deus sempre vai depender de revelações do plano espiritual e, principalmente, do próprio Espírito de Deus, pois Deus é um espírito (João 4,24). Só o próprio Deus sabe a hora certa para se revelar, pois no plano cósmico tudo está sob a direção de Deus, mas Deus respeita plenamente a liberdade de todos e até daqueles que não respeitam a liberdade dos outros e nem de Deus, como também negam a existência de Deus.
Entender o processo das revelações da Espiritualidade não é nada fácil, mas quando chega o momento apropriado para que a humanidade receba novas revelações da Verdade, então os Espíritos mais evoluídos começam a preparar o médium ou o profeta para que ele fique em condições de receber as revelações da Espiritualidade Superior, inclusive do Espírito Incriado e Santo de Deus.
Caso o profeta ou o médium não consiga as condições necessárias para receber a sintonia do Espírito de Deus, mesmo assim ele recebe muitas revelações e fica pensando ou julgando que as recebeu do próprio Deus. Nesse caso podem ser encaixados vários profetas bíblicos, pois quem não foi de plena paz, universalista e holístico não chegou nem a sintonizar com espíritos mais evoluídos, pois estes só revelam conhecimentos de cunho universalista.
O médium ou profeta tem que discernir as revelações, que recebe da Espiritualidade e por isso tem que adquirir um profundo conhecimento da Espiritologia, pois sempre existiram na história da humanidade os falsos profetas (Mt 24, 24; Mc 13,32 e 1Jo 4,1).
Todo aquele que recebe novas revelações dificilmente será compreendido por seus contemporâneos, mas todo profeta logo entende que irá trabalhar para o futuro e esse futuro pode ser perto e ou muitíssimo longe. O jovem José do Egito recebeu revelações direta ou indiretamente, que se cumpriram em sua própria vida, umas quase imediatamente, pois se realizaram 3 dias depois (Gn 40), outra imediatamente e para os próximos 14 anos (Gn 41) e seus próprios sonhos (Gn 37,2 a 11) levaram 21 e 22 anos para se tornar realidade. A paz já foi profetizada por Isaías há quase 29 séculos e ainda não se concretizou para toda a humanidade, mas irá se concretizar.
Aprendi a crer e pensar sobre Deus conforme a Doutrina Católica e assim vivi desde a minha infância até ao início do ano de 1980, quando já estava próximo de completar os meus 35 anos de vida. No início de 1980 comecei a entender que tinha aprendido muitas inverdades como se fossem verdades absolutas e indiscutíveis, mas a partir do dia 07/01/1980 comecei a receber novas revelações da Espiritualidade; entendi rapidamente que tinha aprendido muitas coisas não verdadeiras, como se fossem verdadeiras. De início não fui compreendido e nem auxiliado por ninguém e como eu também não fui preparado para viver o que estava vivendo, então tive sim algumas dificuldades de imediato e a primeira delas foi a necessidade de parar de lecionar na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Só consegui vencer as dificuldades, que foram surgindo, porque tinha a absoluta certeza de que estava em sintonia com Espíritos mais evoluídos e tinha certeza de que no futuro tudo iria ficar bem.
Em Agosto de 1982, durante a celebração da missa dominical, comecei a receber a revelação da minha identidade cósmica e isso me deu mais coragem para enfrentar todas as dificuldades, que já tinham surgido e outras, que foram aparecendo na minha caminhada de vida terrena. Essa revelação me deu ânimo para continuar a viver, pois comecei a entender que tinha algo a realizar na Terra nessa minha passagem por aqui. Em Agosto de 1983 recebi uma mensagem da Espiritualidade, que me explicou o mistério da Santíssima Trindade e só escrevi essa mensagem reveladora para um bispo católico no início do ano 2000. Após ter recebido essa mensagem comecei a conversar com muitas pessoas sobre Deus e também comecei a fazer perguntas, cujas respostas tinham que ser reduzidas a um SIM ou NÃO. Eu sempre busquei diferenças nas minhas formas de crer para com as dos meus interlocutores; após encontrar divergências, eu tentava expor a minha nova forma de crer até que os meus interlocutores concordassem comigo. A minha relação de perguntas já soma 79, sendo três, a 23ª; 24ª e 29ª com “a” e “b”, mas no início eram apenas 47 perguntas.
Eu passei a fazer a redução para o SIM e o NÃO em função do que está escrito no Novo Testamento: “Ouvistes também que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos para com o Senhor. Eu, porém, vos digo: não jureis em hipótese nenhuma; nem pelo Céu, porque é o trono de Deus, nem pela Terra, porque é o escabelo dos seus pés, nem por Jerusalém porque é a Cidade do Grande Rei, nem jures pela tua cabeça, porque tu não tens poder de tornar um só cabelo branco ou preto. Seja o vosso ‘sim’, sim, e o vosso ‘não’, não. O que passa disso vem do Maligno” (Mt 5,33 a 37). E também: “Especialmente, meus irmãos, não jureis nem pelo céu, nem pela terra, nem por outra coisa qualquer. Antes, seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não, a fim de não incorrerdes em julgamento” (Tg 5,12).
E uni o SIM e o NÃO com o nono (9º) princípio da minha atual forma de pensar, que é: “Cada ser humano, que é um espírito criado, cria para si ideias ou imagens sobre Deus e pensa que suas ideias ou suas imagens sobre Deus representam ou são o verdadeiro e próprio Espírito de Deus, que deu o início à Criação”. Por isso digo: “Saiba ouvir e entender aos outros, analise bem seus pontos de vista”.
E assim fui criando uma relação de perguntas para poder falar e explicar a minha forma de entender e compreender cada vez mais a Deus.
Rosário Américo de Resende. (Belo Horizonte, 25/05/2015).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Ter, 29/Jul/2014 10:35 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Fiz uma revisão das minhas respostas para comentar sobre Deus e até fiz uma apostila e aqui vou divulgar os índices das perguntas e respostas.
Pretendo fazer desta apostila um livro, então qualquer comentário a respeito do trabalho irá ser sempre útil para correção, acréscimo e etc para que o livro mais útil para quem tiver interesse sobre o assunto.
Desde já obrigado a todos.
Índice novo (Introdução até 36):
viewtopic.php?f=12&t=5114&p=142597#p142597
Índice novo (Índice até 36 - 37 a 73):
viewtopic.php?f=12&t=5114&p=142598#p142598

Divulgo aqui a pergunta de número 2:
2) Você sabe quem é Deus ou o que é Deus? Resposta: “SIM”.
Dos 16, que participaram da pesquisa, 11 responderam “SIM”.
Todas as outras perguntas a seguir foram feitas com o intuito de explicar a minha forma de pensar e entender a Deus, ou como Deus realmente é para mim.
Deus é o Espírito Incriado, que deu início a criação de tudo o que está no Plano Espiritual e no Plano Físico do Nada Absoluto. Deus é plenamente bom e perfeito em tudo, então Ele nada tem para se aperfeiçoar. Deus é onipotente, onisciente e pode estar em qualquer lugar, que desejar.
Deus para comunicar com qualquer um outro ser (espírito), que está encarnado em algum corpo físico ou não, assume uma forma específica de comunicação e essa pode até ser simplesmente pelo pensamento. Ele pode fazer intervenções no mundo corporal do jeito que for mais adequado para a comunicação em função da capacidade e do entendimento do ser encarnado e da necessidade da situação para um específico momento da evolução planetária ou cósmica.
Antes de iniciar a criação, cujo objetivo é o de que todos sejam plenamente felizes, sábios e puros, Deus planejou tudo, mas sempre respeitando plenamente a liberdade de todos, tanto no plano físico como no plano invisível, inclusive daqueles, que iriam agir contra o objetivo maior da criação, que é a felicidade e a liberdade de e para todos.
Deus permanece na direção de todo o processo evolutivo em todo o COSMO, mas sempre respeitando a liberdade de todos.
Deus não reservou para só Ele o poder criador, então todos os espíritos criados também poderão se transformar em criadores.
Os teólogos em geral não sabem quem é Deus, pois Deus para os teólogos está sempre envolvido com mistério e fé.
Veja uma resposta que recebi de um teólogo:
Belo Horizonte, 01 de Novembro de 1992.
Prezado Sr. Rosário A. Aproveito um intervalo nas minhas atividades paroquiais de fim de semana, passo a responder-lhe a carta de 13/09/1992.
Achei muito interessantes suas reflexões teológicas. Vejo como se interessa por este campo maravilhoso da reflexão sobre a fé. É difícil responder por escrito o que penso a respeito de suas colocações. Há muitas questões que envolvem a questão da redenção humana, do perdão de Deus, da ofensa a Deus etc.
Antes de tudo, vale uma célebre afirmação de Santo Tomás: “o que afirmamos de Deus é sempre mais equivocado que correto, pois sabemos mais o que Deus não é do que ele é”. Em termos filosóficos, nosso conhecimento de Deus é analógico. Tem uma dimensão de inadequação. Assim quando falamos que Deus se ofende aplicamos a Ele uma expressão humana. E você mostrou muito bem o lado frágil e errado da afirmação. Mas há também um lado verdadeiro. Deus se ofende pode significar uma maneira de exprimir que todo pecado tem uma dimensão de ruptura de nossa relação com Ele.
Nossa liberdade não acolhe a liberdade de Deus que nos oferece seu amor. Objetivamente é uma ofensa, não querer receber um presente. Assim quando você rejeita um presente, ofende o doador. E poderíamos ir analogicamente tratando dos outros pontos. Vai aí somente o ângulo de qualquer fala sobre Deus. Desejo-lhe muita dedicação à Bíblia. (assinado).
Divulgo aqui um texto da carta escrita para o bispo Dom Diogo Reesink em 25/12/1990:
‘Como exponho na carta, desde o dia 05/01/1980 passei a aceitar a reencarnação e passei a receber comunicações do Espírito Santo e de muitos outros espíritos e por isso fui taxado de “louco manso”. Como o Espírito Santo me pede para agir e por isso estou agindo, mesmo sem encontrar alguém, que me compreenda e auxilie naquilo que quer o “Espírito Santo”: “A construção do Reino de Deus ou dos Céus, que é de amor, paz, liberdade e servir, já aqui na Terra mesmo”.
A poesia, escrita na primeira página, foi intuída por “Deus-Pai-Mãe Criador” e ela foi escrita na primeira pessoa: “EU e não DEUS”, mas para divulgá-la tomei essa iniciativa, pois mesmo como escrevi será difícil para os outros compreenderem como compreendo e entendo a “DEUS” no atual momento...’

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qua, 20/Ago/2014 16:56 
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Paz plena.. Irmãos, um grande abraço.
Meus comentários escritos sobre o livro “Quem, Afinal, é Deus”, de Renold J. Blank. Livro adquirido no dia 15/05/1990.
1 – Escrito nas páginas 9; 11; 13; 18; 20; 23 a 25; 27 a 30; 32; 35 a 38; 45; 47; 48; 50 a 56.
Quem não procura saber quem ele realmente é... Não sabe o que é a Vida. (“Qual é o sentido da vida?” Pág. 9).
Deus é tudo e nada pode representar Deus, pois Deus não é o nada. Deus é para cada um, aquilo que cada um pensa e julga que Ele é. Deus respeita o nosso modo de ser e de pensar: por isso Ele é DEUS. (“A questão inicial: Deus existe realmente ou não existe?” Pág. 11).
Deus é a causa primeira de todas as coisas.
Para quem tem uma FÉ cega está certo o escrito abaixo, mas para quem tem uma fé raciocinada está errado este escrito. (“O ateísmo também é uma fé! E, neste sentido, você que acredita em Deus e você que não acredita nele, ambos se encontram basicamente na mesma situação”. Pág. 13).
Falsa ideia. O que o autor desconhece é que existem lógicas e raciocínios que muitas religiões não aceitam. (“pois Deus não pode ser conhecido através de reflexões lógicas e racionais”. Pág. 13).
Olhando deste jeito dificilmente chegará à verdade, que liberta. Eu consegui unir os estudos da Teologia com a matemática e entendi racionalmente a existência de Deus, e, assim passei a divulgar a existência de Deus. (“A fé, você percebeu, é muito mais do que ato racional, como operação matemática”. Pág. 13).
Evolução: a conquista do conhecimento, da verdade e da perfeição. (“O princípio Antropológico ou os caminhos da evolução”. Pág. 19)
Achei muito infantil estas descrições dos casos surpreendentes, que só são surpreendentes para quem não conhece a Verdade.
Aqui o universo é igual a Deus e Deus não é o universo. (“Quando olhamos o universo e constatamos aí quantos acasos colaboraram para o nosso bem, então parece que o universo, de certa maneira, sabia que nós vemos” (F. Dyson, químico- biólogo). Pág. 23).
Para quem nunca duvidou da existência de Deus, até aqui o autor parece até muito infantil. (“Seria tão absurdo aceitar que atrás de toda esta dinâmica surpreendente se encontra Deus?”. Pág. 24).
O que causa estas variações? (“Um Deus que ama tanto a liberdade, que até no jogo gigantesco da história cósmica ele deixa acontecer uma infinidade de variações livres do acaso e, apesar de tudo isto, mantém a sua finalidade”. Pág. 25).
Deus É... Deus existe! (“Deus realmente existe ou não?” Pág. 25).
Para mim, sempre teve, tem e terá, ou melhor, a partir de Janeiro de 1980 passei a ter uma certeza absoluta que Deus existe. (“Tem sentido acreditar em Deus!” Pág. 27).
É uma atitude de cada um. (“mas apesar de tudo isso, a última decisão fica comigo mesmo. Acreditar em Deus é opção de vida, mas é você quem deve optar: a decisão é sua”. Pág. 27).
É uma decisão individual mesmo. (“Mas, a decisão é sua!” Pág. 28).
Uma participação no Projeto de Deus, que respeita a nossa plena liberdade.
Deus, respeitando a nós e a nossa liberdade, dirige o Cosmo e a evolução de cada um de seus filhos e filhas, que são os responsáveis pela própria evolução. Deus se manifesta no abstrato, mas é preciso que o profeta esteja preparado para o momento exato e necessário para todo o processo evolutivo planetário e cósmico. (“Quem pretende descobri Deus deve abrir os olhos para ver, deve ouvir o que se ouve, deve tocar o que se pode tocar – pois Deus não se manifesta no abstrato, mas nos acontecimento concretos”. Pág. 30).
Deus é: a) Pai-Mãe-Irmão-Irmã. b) Amigo(a) – Companheiro(a). c) Dirige a evolução de todos. d) Deus pode ser tudo e nada pode representar a perfeição de Deus, o amor e a liberdade de Deus para com as suas criaturas. (“Quem é Deus para você? (Mencione em seguida as cinco características de Deus que você acha que atualmente são mas mais importantes para você). Deus É”. Pág. 32).
Ou fé cega. (“Esterilidade da fé”. Pág. 35).
Não foi este o erro, mas o erro veio de uma teologia imposta e dogmática. (“Encontramos nesta visão que se tem de Deus muitas influências da antiga filosofia greco-helenística. Naquele espaço cultural a doutrina cristã se formou”. Pág. 35).
Mas que não foi compreendido na teologia católica, que foi dominada pela fé cega e doutrina dogmática. (“os teólogos cristãos dos primeiros séculos tinham insistido muito no aspecto de um DEUS TANSCENDENTE, que já era conhecido na antiga filosofia neoplatônica”. Pág. 35/36).
Deus nunca odeia e nem se ofende, mas os líderes religiosos e os falsos deuses odeiam e se ofendem.
Quem construiu ou impôs os dogmas? O profeta (Amós 5,21-24) fala de um falso Deus. (“Quem aparece nestas palavras do profeta é um Deus bem diferente da figura do Deus dogmatizado”. Pág. 37).
Quem causou e causa esta falta de compreensão de Deus? (“O Deus verdadeiro não é assim como muitos piedosos imaginam!” Pág. 38).
E até de Jesus e na cruz. (“Consequentemente, alimenta-se uma mística religiosa e ritual do sofrimento reparador e do sacrifício, da qual resulta a imagem de um Deus zeloso, até violento e sanguinário que para aplacar a sua ira, ‘exige’ o sofrimento e a morte expiatória de sua criatura”. Pág. 45).
Por que condenar “ao infinito impassível da filosofia religiosa dos gregos em favor do Deus vivente das Escrituras (o Deus dos Exércitos), como também do Pai de Jesus Cristo, que exigiu a morte de Cristo na cruz? Autor procura a verdade e não explica a verdade. (“Essa imagem e essa espiritualidade correspondem mais ao Infinito impassível da filosofia religiosa dos gregos do que ao Deus vivente das Escrituras, que ao Pai de Jesus Cristo” Pág. 46).
O certo é estudar tudo e tirar a nossa conclusão e descobrir a verdade.
E por que não o nosso Deus ou o meu Deus? O Deus bíblico foi sim um ditador sanguinário! Jesus nos ensinou que Deus é perfeito e bom, pleno de amor para com todos, mas os seguidores de Jesus não compreenderam o Deus de Jesus e julgaram que o mesmo exigiu a morte de Jesus na cruz como sacrifício de resgate e redenção. (“Peço que superem os seus preconceitos e me acompanhem na descoberta do Deus bíblico, do Deus verdadeiro, que é o Deus de Jesus Cristo”. Pág. 50).
Julgo melhor explicar assim: “Eu estarei com você, caminhando junto pelo caminho escolhido por você”. (“Eu mostrarei o caminho”. Pág. 52).
Desceu de onde? (“Por isso desci para libertá-lo das mãos dos egípcios”. Pág. 54).
Disse bem o autor: “o nosso Deus...”, pois Deus é o pai de todos e tudo tem a sua razão de ser. Deus quer a evolução de todos e não só de “uns”. (“O nosso Deus tomou claramente posição que favorece os coitados, os fracos, os oprimidos”. Pág. 56).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qua, 20/Ago/2014 17:24 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Meus comentários escritos sobre o livro “Quem, Afinal, é Deus”, de Renold J. Blank. Livro adquirido no dia 15/05/1990.
2 – Escrito nas páginas 57 a 58; 60; 62; 66; 74; 77 a78; 80; 83; 89; 93 a 95; 97 a 99.
Como ensina os habitantes dos palácios de Roma e das dioceses. (“Este Deus, o Deus verdadeiro, se revela, não sendo um Deus ausente, residindo atrás de muros fechados em templos de ouro”. Pág. 57).
Busque a verdade, autor e não continue ensinando falsidades! (“Bem pelo contrário. Ele se encontra nos lugares onde os oprimidos estão, os rejeitados, os escravos. Certamente, ele muitas vezes não foi a templos, onde os senhores o veneram”. Pág. 57).
Essa visão de Deus é falsa, pois apresenta um Deus que ainda está dividido, pois não é de todos. (“O nosso Deus é um Deus que optou pelos fracos, pelos oprimidos, pelos pobres e marginalizados”. Pág. 57).
E para isto matou e perseguiu a outros, isto não é de Deus. (“Eu os tirarei de debaixo das cargas dos egípcios”. Pág. 57).
A opressão dogmática é a pior opressão... Pois tira até a liberdade de dizer o que pensa, ou mesmo, de pensar. (“Deus é contra a opressão”. Pág. 58).
Assim também está errado, pois onde fica a liberdade? (“O seu agir é soberano”. Pág. 60).
E o querer nosso, onde fica? (“Deixar-se incomodar por Deus. Ficar disponível para o que ele quer”. Pág. 62).
Mas o amor verdadeiro arranja também os meios de correção: cada um colhe aquilo que plantou.
E a inquisição da ICAR não fez o mesmo? (“Eles também se agarraram à imagem de um Deus que eles próprios tinham construído. Em nome desse Deus errado, mataram o enviado do Deus verdadeiro. Mataram o Messias, Jesus Cristo, porque não queriam aceitar a imagem de Deus que ele proclamou”. Pág. 66).
Ver página 83: eis uma visão toda distorcida de Deus. (“É a favor dos pobres que Deus toma partido”. Pág. 74).
Visão sofista de Deus! Quem se refere a Deus, mas só vê uma parte da humanidade tem sim uma visão míope de Deus, pois Deus não faz acepção de pessoas. Devemos buscá-lo no auxílio da evolução de todos: sejam pobres, posseiros, ignorantes, ricos, fazendeiros e sábios: TODOS. (“Devemos nos acostumar a buscar o nosso Deus debaixo das pontes, onde os mendigos se encontram; nas casas de prostituas e no barulho do parque de diversões. Devemos buscá-lo na festa barulhenta dos companheiros de trabalho e na luta pela instalação da rede de esgoto”. Pág. 76).
É preciso acabar com o pecado e não com o pecador. (“O pecado é concreto”. Pág. 78).
Todos estão incluídos. Quem exclui alguém ainda não compreender a perfeição de Deus. (“O que eu quero – diz Deus – é: Justiça, Amor e Verdade”. Pág. 78).
É preciso compreender bem esta frase e não usá-la para defender ideologias sofistas. (“Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reno de Deus” (Lc 6,20). Pág. 80).
Ver pág. 74, onde o autor faz sectarismo! (“TODOS, sejam pobres, sejam ricos, prostitutas, viciados, empresários, sacerdotes ou trabalhadores. TODOS SÃO CONVIDADOS. Na construção do Reino de Deus, Jesus rejeita qualquer sectarismo”. Pág. 83).
Isso também é sectarismo! (“Converter-se – Encontrar a Deus no próximo – Tomar o partido dos oprimidos”. Pág. 83).
Visão errada sobre Jesus e Deus. E já era santo, pois tudo o que Deus criou é santo! (“Esta distinção em “Santo” – “Profano” é superada desde que Deus se tornou homem em Jesus Cristo (tudo é santo!”). Pág. 89).
Deus tem um AMOR infinito para com todos. (“Deus ama. Deus ama o mundo e Deus ama o homem”. Pag. 93).
O “NOME” individualiza e identifica alguém... Um SER. (“Deus entra em interrelação íntima e pessoal conosco. Deus nos chama pelo nome. Deus estabelece aliança de vida conosco”. Pág. 94).
Aqui se encontra outra verdade ainda não aceita por muitos teólogos, até mesmo os da teologia da libertação: a “REENCARNAÇÃO”, pois o profeta já existia antes da fecundação no ventre da mãe dele. (“Antes mesmo de te formar no ventre de tua mãe, eu te conheci; antes que nascesses, eu te consagrei e te constitui profeta para as noções”. Pág. 94).
Deus é o “Pai” de todos e não só de “uns”: os que se julgam os privilegiados.
Se assim não fosse: Deus não seria Deus. (“Deus nos ama e Deus ama também o mundo”. Pág. 95).
Vemos também na Bíblia um “Deus” que matou os primogênitos egípcios, mandou afogar nas águas o exército egípcio, destruir os palestinos, matar os moradores de Jericó e arrasar os habitantes da Palestina. Existem coisas a serem explicadas por meio da Verdade. A Bíblia mostra o processo evolutivo dos seres humanos e também a evolução do conhecimento cada vez mais perfeito sobre Deus. (“Em oposição ao Deus de ira e de punição, em oposição ao Deus que exige a nossa obediência através de ameaças e de castigos, os relatos da Bíblia destacam cada vez mais outro Deus. O Deus que toca o nosso coração, porque é o Deus de amor e de infinita ternura”. Pág. 95).
Deus ama a todos e não só a “alguns”. (“Deus nos ama”. Pág. 97).
Esta ideia deturpa a perfeição de Deus. Como o autor ainda está longe de conhecer a Verdade sobre Deus. (“Caso você mesmo já tenha namorado, você mesmo será capaz de imaginar a dor ardente e inquietante que este Deus que ama deve sentir, quando ele é confrontado com as infidelidades daquele que ele ama, ou quando vê seu amor rejeitado”. Pág. 97).
Se Deus sofresse, Ele não seria Deus, pois a “PERFEIÇÃO” não comporta a “dor” dentro dela. (“Toda a história das Sagradas Escrituras está cheia de ocasiões em que Deus sofre por causa das infidelidades dos seus amados. Os amados de Deus somos nós”. Pág. 97).
Esta ideia também deturpa a “imagem perfeita de Deus”, pois Deus sabe ser Deus e respeita a nossa liberdade da rejeição dEle. (“Apesar de todas as infidelidades, DEUS PERMANECE FIEL. Mas não só isso: Ele corre atrás e pede que os infiéis voltem a ele”. Pág. 98).
Então, Ele, Deus, destruiu uma vez? Eis mais uma visão imperfeita sobre Deus que foi dita pelo profeta Oseias. (“Não executarei o ardor da minha ira, não tornarei a destruir Efraim, porque eu sou Deus e não homem” (Os 11,9). Pág. 98).
Deus não sente “agressões”, pois Deus não se ofende, pois se assim não fosse Ele não seria Deus.
Aqui se vê que houve uma “explosão de cólera, um curto ato de esconder... Isto não é perfeito e nem divino, então não é de Deus. (“Só por breve instante eu te abandonei, mas com imensa compaixão te reunirei. Por uma súbita explosão de cólera, por um curto momento escondi de ti a minha face; mas é com benevolência duradoura que de ti me compadeço... nunca mais minha clemência se afastará de ti, assim diz o Senhor; teu Deus, que te ama com tanta ternura” (Is 54,7.8.10). Pág. 99).
Deus não nos cobra deste jeito... Não nos trata assim... (““Tu que te prostituíste com inúmeros amantes?” - A experiência do Deus que perdoa os nossos pecados”. Pág. 99).
Deus não precisa perdoar já que nunca sentiu nenhuma ofensa... Só quem não é perfeito é que se ofende e tem que perdoar. (“O nosso Deus é Deus que perdoa os pecados”. Pág. 99).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qua, 20/Ago/2014 20:50 
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Meus comentários escritos sobre o livro “Quem, Afinal, é Deus”, de Renold J. Blank. Livro adquirido no dia 15/05/1990.
3 – Escrito nas páginas 100 a 112.
Deus não pode perdoar, ou melhor, não precisa perdoar já que nunca sentiu nenhuma ofensa e como poderá perdoar! Quem tem que perdoar é quem foi ofendido e só quem não é ainda perfeito é que se ofende e tem que perdoar. (“Deus perdoa os nossos pecados”. Pág. 100).
Quando a “ovelha perdida” deseja a busca do próprio Deus, ela encontrará o caminho perdido com ajuda do pastor.
Ideia um pouco confusa, pois o herdeiro só tem direito na herança com a morte dos pais, o pai se esqueceu do outro filho que estava sempre ao se lado. Por que só o Lucas citou essa parábola? Ele não ouviu as pregações de Jesus! ([b]“Pai que promove uma festa, quando o seu filho pródigo e ingrato volta de novo para a casa” (Lc 15,11-32).[/b] Pág. 101).
Deus ama a todos, mas quem comeu junto com cobradores de imposto e pecadores foi Jesus e Jesus não é Deus: a Verdade precisa ser explicada. (“Assim é Deus. Mas, até os dias de hoje, a pergunta indignada dos piedosos e a mesma: “Por que ele come junto com cobradores de imposto e pecadores?” “Por que ele come junto com mendigos, viciados, drogados, putas e assaltantes?””. Pág. 101).
Aqui sim, vemos uma boa representação de Deus que nunca condena; então quem condena? (“O Deus de misericórdia que nos conhece e não nos condena”. Pág. 102).
Falsa ideia sobre Deus. (“Ele nos ama de tal forma que até nos corteja, corre atrás de todos nós. Assim é Deus”. Pág. 102).
Dogma que dificulta a compreensão de Deus e não permite que o Espírito de Deus continue se revelando à humanidade: Jesus não é Deus, mas um filho de Deus como todos o são. (“Na pessoa de Jesus Cristo, Deus fica à mercê dos homens. Que mais ele poderia ter feito para mostrar a sua jovialidade, a sua simplicidade e o seu imenso amor junto a nós”. Pág. 102).
Deus está sempre pronto para nos ajudar, respeitando a nossa liberdade e a nossa livre escolha. O autor cita Êxodo 3,14, mas quem sintonizou com o profeta Moisés não foi o Espírito de Deus, mas o Espírito do Patriarca Abraão. (“Ele é o Deus que está aqui para nós” (Ex 3,14). Pág. 103).
Deus nunca julga, sempre ajuda e ama. (“Ele não julga depressa”. Pág. 104).
Existe então o FIM? Esse tal fim nunca vai existir, pois a criação teve início e nunca irá ter fim. (“Para que não se arranque o joio junto com o trigo, Deus espera com a sua paciência divina até o fim, até o tempo da colheita (Mt 13,24-30”). Pág. 104).
Deus não pode perdoar, já que nunca foi ofendido. (“Deus é Deus que perdoa os pecados”. Pág. 104).
Quero ver o autor responder a estas perguntas: Quem causa o sofrimento? Quem julga? Quem condena? Quem aplica a pena?
Certo... Certíssimo mesmo! (“O próprio Jesus nos apresentou Deus como um papai que cuida de seus filhos, que sabe o que eles precisam e que nunca os abandona”. Pág. 105).
Aqui se vê que Jesus não era Deus. (“Meus Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mc 15,34). Pág. 105).
Na página 107, pode-se ver que o autor ainda está longe de entender a perfeição de Deus e a obra perfeita criada por Deus. Pois para tudo existem respostas lógicas, raciocinadas, que explicam e justificam a perfeição plena de Deus: o Pai-Mãe-Criador, que nos ama, nos respeita, nos ajuda, nos auxilia... Faz-nos ser um outro para Deus.
Então procura uma explicação Renold J. Blank? Essa resposta existe sim, mas os teólogos cristãos ainda não a aceitam. (“Como podemos, afinal, acreditar em tal Deus, quando este mesmo Deus tolera os massacres e as guerras? Estas perguntas surgem e, apesar de todos os esforços dos teólogos e filósofos, não existe reposta lógica convincente”. Pág. 107).
Aqui temos um sofisma teológico e o autor o aceito como justificativa para a ignorância dele sobre Deus. (“A resposta ao sofrimento humano é o sofrimento divino”. Pág. 107).
Tudo na obra criada por Deus é lógico... É racional. Falar que Deus participa da dor, sofrendo também é uma prova da ignorância de quem fala sobre quem é Deus. (“Deus não eliminou a dor, mas ele participa da dor, sofrendo também. Nenhum ser humano que sofre está sozinho. Deus sofre com ele. Essa resposta, como falei, não é resposta racional. Racionalmente, não podemos, de maneira sincera, harmonizar a dor com o Deus que é Pai. A única coisa que podemos, é ficar na linha da experiência vivida, e aí encontramos o escândalo do Deus crucificado, sofrendo as torturas que a lei romana só permitia aos escravos. E este Deus grita na sua dor e não tem resposta nenhuma: meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Págs. 107 e 108).
Não. Mas também não explica nada pela lógica da PERFEIÇÃO. Razão = racional = lógico. (“Você percebe como esta ressurreição se torna, assim, a resposta a todas as nossas perguntas anteriores?” Pág. 108).
O que é a ressurreição? (“A dor e o sofrimento não são o fim. A morte não é o fim. Deus supera a morte pela ressurreição”. Pág. 109).
Se Deus sofresse, Ele não seria perfeito e então não seria Deus. (“Eu estou com você – diz Deus – também no sofrimento e na morte. Você pode gritar para mim que eu ouço e não abandonarei, porque estou sofrendo com você”. Pág. 109).
O que é a ressurreição? (“Deus se revela sendo Deus que ressuscita da morte”. Pág. 110).
Neste item 4.8 (“4.8 – Sofrimento e dor, e a experiência do Deus da vida que ressuscita os mortos”. Pag. 104 a 111), o senhor e autor Renold J. Blank ainda não compreendeu a beleza libertadora por meio da verdade e nem a perfeição de Deus. Pois Deus é perfeito, é amor, é alegria, é vida, é saúde. E onde entra aqui a dor, o sofrimento e a morte? Neste item 4.8 se vê um grande sofisma teológico e porque é aceito este sofisma, então tudo fica parecendo como sendo ilógico.
Não foi sempre assim. (“A verdade é que eles pensam que a Igreja não interessa mais, que ela já está superada, que ela sustentava os poderosos e assim por diante”. Pág. 112).
Sempre existe a razão, a lógica. (“Será que eles não possuem certa razão em rejeitar uma falsa Igreja? Disto surge a grande tarefa de descobrir a Igreja verdadeira”. Pág. 112).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Qua, 20/Ago/2014 21:04 
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Meus comentários escritos sobre o livro “Quem, Afinal, é Deus”, de Renold J. Blank. Livro adquirido no dia 15/05/1990.
4 – Escrito nas páginas 120; 122 a 124.
E todos são irmãos. (“É impossível amar Deus sem amor o irmão”. Pág. 120).
Coloco aqui as seguintes perguntas:
1 – Como explicar a eterna luta entre o mal e o bem?
2 – Por que os “agentes” do mal sempre levam a maior em relação aos “agentes” do bem na vida no mudo?
3 – Por que Jesus nos mandou pedir no Pai Nosso “Venha a nós o vosso Reino”?
4 – Por que usar um nome, o da Igreja, para mostrar a presença de Deus entre nós?
5 – Por que justificar o sofrimento humano com o sofrimento divino (pág. 107)?
6 – Quem causa o sofrimento?
7 – Quem julga e quem condena?
8 – Quem aplica a justiça?
9 – O que é a ressurreição?
10 – Por que existe a dor, a morte e o sofrimento?
11 – Por que foi necessário que Jesus morresse pregado numa cruz, após um falso e injusto julgamento?
Só aceito respostas lógicas para estas perguntas e quem não tiver uma resposta lógica, que convença a gente, então não se habilite e não venham com mitologias, falsas teologias e dogmas ilógicos. (Comentários escritos no ano de 1990).
Comprei e li esse livro no ano de 1990, durante um curso de “exegese bíblica”, que fiz com o padre Carvalho, pois queria melhorar o meu conhecimento e entendimento sobre a Bíblia. Escrevi uma carta para o padre Carvalho em 11/03/1989 e não consegui manter diálogos com o padre Carvalho. Vou anexar aqui um pequeno trecho desta carta:
Citação:
“No meu primeiro trabalho, de 07/06/1988, falei sucintamente sobre Criação e Evolução, Dualismo e Unitarismo, Consciente e Inconsciente. Pelas vidas sucessivas cada “filho de Deus”, que foi criado ignorante, vai conquistando lenta e constantemente o conhecimento e a normalidade, formando-se assim o seu “inconsciente, subconsciente ou mesmo superconsciente individual”, rumo à perfeição, meta dada a nós pelo Mestre Jesus: “Portanto, sêde perfeitos assim como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48).
O Senhor, Padre Carvalho, não procurou ouvir-me, apenas me pediu para ler 3 (três) livros do Padre Oscar Gonzalez Quevedo, que são: “A Face Oculta da Mente e As Forças Físicas da Mente (I e II)”. Já li o primeiro e estou iniciando o segundo, pelo que já li, cheguei a conclusão que o Senhor julgou que estou no caminho errado, pois, além da reencarnação, também aceito a comunicação entre nós (os vivos) e os espíritos desencarnados (os mortos, que são realmente os vivos), assuntos que o Padre Quevedo condena e não aceita mesmo.
Já conhecia o Padre Quevedo por trabalhos apresentados pela televisão contra o “espiritismo” na década de setenta. Vibrava com o trabalho do Padre Quevedo, pois era de acordo com as minhas idéias da época, rigidamente católicas, apostólicas e romanas, pelas quais era impossível a comunicação com os mortos ou os espíritos, como também era impossível a reencarnação.
Pelo livro: “A Face Oculta da Mente”, pode-se ver que o Padre Quevedo é um grande parapsicólogo, um severo e tirano teólogo da Igreja Católica Apostólica Romana. Ele partiu para a parapsicologia para explicar fenômenos inexplicáveis pelo catolicismo e que davam muita força aos adeptos do espiritismo. Entre os médiuns ou no espiritismo existem várias correntes ou linhas, como: kardecismo, umbandismo, quimbandismo, candomblé, voduísmo e por isso existem muita confusão e muito mal-entendido. Ele, o Padre Quevedo, diz que tudo é causado ou efeito do “inconsciente”, mas não explica o que é o “inconsciente”. Ele deixa enganar-se pelo inconsciente individual dele e julga-se o dono da Verdade”.
A relação das 11 perguntas escritas no final do livro, após ler o livro, foi sim o início do meu trabalho explicativo sobre Deus.
Fiquei muito decepcionado com o autor do livro e com o próprio padre Carvalho, pois ambos estavam muito bem trancafiados nos erros doutrinários surgidos na Doutrina Católica ou Cristã desde os primeiros séculos da Era Cristã, mas compreendi que o meu trabalho em prol da Verdade iria ser muito difícil.
Os pensadores cristãos construíram um complicado labirinto teológico em torno da Bíblia, de Jesus, da Vida e de Deus, que quase não permitiu o encontro e a compreensão da verdade, que liberta (Jo 8,32) e da verdade plena (Jo 16,13). Os teólogos cristãos tentaram padronizar as formas para que o próprio Espírito de Deus pudesse agir para ajudar a humanidade a encontrar o caminho da paz, como também a solução para todos os dramas vividos pelos seres humanos.
Quando chegou o momento certo, então Deus desceu para trabalhar em prol da união dos seres humanos em torno da paz, do amor e da verdade e não para separá-los (Gn 11,1 a 9). O verdadeiro Deus é de paz, amor e união. Nos últimos 20 anos do século XX, o Espírito de Deus preparou o Espírito da Verdade para conduzir todos à verdade plena (Jo 16,13) e assim por meio do amor, da união e da paz a humanidade irá construir na Terra o Reino de Deus (Mt 6,10).
Muitos procuraram e procuram compreender a Verdade, mas o primeiro passo a ser dado é sim o da destruição do labirinto teológico construído pelos teólogos cristãos durante 2 mil anos em torno da Bíblia, de Jesus, da Vida, da Verdade e de Deus.
Entenda quem possa ou puder entender! Rosário Américo de Resende. (20/08/2014).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 24/Ago/2014 11:39 
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Eis mais duas perguntas e as respostas para a minha relação:

74) Você sabe explicar as diferenças entre as coisas da terra e as coisas do céu? (Jo 3,12) Resposta: “SIM”.
Vou comentar algumas das diferenças entre as coisas da terra e as coisas do céu:
1ª) Tudo o que é material é coisa da terra e tudo o que é espiritual é coisa do céu, pois todos os espíritos desencarnados fazem parte da 3ª Pessoa do Mistério da Santíssima Trindade (Ver pergunta e resposta de número 34).
2ª) A busca do conhecimento pela Ciência, inclusive a Teologia, é coisa da terra e o processo de receber conhecimentos por revelações espirituais é coisa do céu.
3ª) A vida física é coisa da terra e o nascimento (encarnação) como a morte (desencarnação) são coisas do céu.
4ª) As coisas da terra podem ser corroídas pela traça e pelo caruncho (Mt 6,19) e as coisas do céu não podem.
5ª) As coisas da terra podem ser roubadas pelos ladrões (Mt 6,19), como também serem apropriadas pelos corruptos e as do céu não.
6ª) As doenças e dores são coisas da terra e a felicidade, o amor e a paz interior são coisas do céu.
7ª) Os sonhos e suas interpretações são coisas do céu e as consequências ou realizações dos mesmos são coisas da terra.

75) Você sabe explicar as igualdades entre as coisas da terra e as coisas do céu? (Jo 3,12). Resposta: “SIM”.
Como o céu não é um lugar específico na imensa criação cósmica, mas um “Estado de Espírito”, então a busca da verdade, da sabedoria, da perfeição, do autoconhecimento, a vivência do amor plenamente fiel e da justiça perfeita são objetivos de todos, então são coisas da terra e do céu ao mesmo tempo.

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