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 Título: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:21 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um abraço.
Abri esse tópico para divulgar o que aprendi sobre DEUS.
Deus é o Espírito Incriado e o primeiro Criador.
Deus é espírito (Jo 4,24) perfeito (Mt 5,48), bom (Mc 10, 18) e puro (Mt 5,8). Quem fala em mistério, referindo-se a Deus, é porque ainda não conhece a Verdade.
Mistério da Trindade: Quem começou a defender esse mistério foram pessoas com conhecimentos incipientes sobre de Deus e o mistério para eles foi aceito como algo definitivo e por isso o mistério permaneceu como mistério por muitos séculos. Mas, como toda ignorância chega ao fim, esse mistério também teve o seu fim.
Deus se revela sim, mas também existem as revelações de outros espíritos. O problema então fica na condição e na capacidade de diferenciar as revelações por aquele, que as recebe. As revelações de Deus acontecem, mas só quando chegam as horas certas e também que os profetas já estejam preparados.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:27 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Citação:
Mistério da Trindade: Quem começou a defender esse mistério foram pessoas com conhecimentos incipientes sobre de Deus e o mistério para eles foi aceito como algo definitivo e por isso o mistério permaneceu como mistério por muitos séculos. Mas, como toda ignorância chega ao fim, esse mistério também teve o seu fim.
Quem quiser entender a minha explicação sobre o Mistério da Santíssima Trindade, então leia o que já divulguei nesses endereços:
Dom Célio, 3ª carta (29/01/2000):
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136433#p136433
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136434#p136434
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136435#p136435
Dr. Carlos Magno Ramos (carta):
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136436#p136436
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136437#p136437

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


Editado pela última vez por Rosário em Qua, 23/Nov/2011 15:25, em um total de 2 vezes.

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:38 
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3ª carta escrita para o Dom Célio:
Belo Horizonte, 29 de Janeiro de 2000.
Dom Célio, caro amigo e companheiro cristão e franciscano, muita paz, luz e amor.
Agradeço a sua atenção para comigo, pois recebi a sua resposta em 04/01/2000.
Dom Célio, em sua carta de 22/09/1999. Você escreveu: “Com relação ao conteúdo das cartas que você mandou para o Frei Estanislau, Frei Patrício e Frei Basílio, de fato daria mesmo para falarmos muito. Mas em todas eu percebo seu espírito perscrutando as Escrituras”.
Comprei os dois dicionários que você me indicou em sua primeira carta e já estou utilizando-os para o aprimoramento dos meus conhecimentos.
Você acertou em parte, pois o que realmente procuro é deixar tudo o mais claro possível, até para aqueles que ainda possuem dificuldades para compreender a si mesmos e a Deus, que é a plenitude da perfeição em tudo. Quero deixar tudo o mais claro e conciso possível para que outros não venham interpretar o que quis dizer, pois assim complicarão tudo, já que dificilmente compreenderão tudo. Aprendi isso com as experiências e o que aconteceu com o nosso mestre Jesus, pois muito daquilo que se dizem que Jesus disse não é realmente cristão.
Realmente, após o dia 07/01/1980, como se fosse efeito de um toque de mágica, passei a ter capacidade para entender bem profunda e claramente sobre tudo. Mas não foi um toque de mágica e sim foi a presença de Deus, que se sintonizou comigo. Esta sintonia com Deus se tornou consciente e clara para mim no dia 12/04/1984. Só escrevi este assunto para o Frei Basílio, em 31/03/1995, depois dele ter escrito para mim, em 04/08/1993, assim: “Não vou argumentar nada com você para não profanar o grande segredo, a grande revelação”.
O meu principal objetivo com as minhas cartas teológicas, bíblicas e filosóficas é divulgar e explicar a VERDADE, que encontrei. Fico muito satisfeito e contente mesmo, quando alguém não aceita as minhas idéias ou teses, pois assim posso defendê-las com mais clareza e concisão, como também descobrir se houve algo ainda meio nebuloso e em que não ficou bem clara e lúcida a explicação. Estes foram os exemplos do Frei Estanislau (4 cartas), Frei Basílio (11 cartas) e Padre João Batista Libânio (4 cartas).
O Padre João B. L. me escreveu, respondendo à minha carta de 13/09/92, citando Santo Tomás: “O que afirmamos de Deus é sempre mais equivocado que correto, pois sabemos mais o que Deus não é do que Ele é”. Realmente isso é uma grande verdade. Nós temos que ter coragem para pensar no já pensado e só assim encontraremos a VERDADE ABSOLUTA. Temos que eliminar os princípios bitoladores da nossa liberdade de pensar e buscar a compreensão e explicação plena de tudo.
Quando pedi a opinião do Padre e teólogo João B. L. sobre a tese “Deus Não Perdoa Nunca” e sua correlação com a prece de Jesus no “Getsêmani”, o que queria era mesmo me aprofundar no assunto, mas ele apenas desejou-me “muita dedicação à Bíblia”. Queria ver como ele se sairia do labirinto que nos foi ensinado, pois a redenção do gênero humano não está no sacrifício da morte e morte de cruz, mas na experiência e vida com plenitude de amor, e nos ensinamentos deixados por Jesus.
Sobre a minha segunda carta, o Padre e teólogo João B. L. apenas escreveu: “A sua carta revela grande manuseio e conhecimento da Escritura”, e voltou a referir-se ao assunto da carta anterior. As outras duas ainda estão sem respostas, mas as minhas idéias foram apresentadas e divulgadas.
Nesta carta quero falar sobre a busca do conhecimento para nos autoconhecer, compreender e explicar a VERDADE ABSOLUTA, que é Deus-Pai-Mãe, o Espírito Incriado, que foi o primeiro Criador.
Considero-me como um gnóstico, dualista e monoteísta. Consegui correlacionar o estudo teológico com o matemático. Com uma profunda visão e racionalidade matemática, fica muito fácil expor conceitos e idéias sobre o que é verdade relativa e o que é a Verdade Absoluta.
Como gnóstico tenho como meta a busca da perfeição, pois o próprio mestre Jesus já nos ensinou: “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). Pela perfeição alcançamos a liberdade ou a condição de sermos livres: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Com liberdade e perfeição, conquistamos a pureza e aí estamos aptos para nos encontrar com Deus: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8).
Como dualista, sou adepto do dualismo; isto é: defendo a existência de duas espécies de realidade, como espírito e matéria, plano espiritual e material, universos paralelos, dia e noite, sempre idéias opostas, mas complementares e não eliminatórias. A existência de Deus-Pai-Mãe, o primeiro Criador e nós, os filhos, filhas de Deus, que fomos criados. Então Deus existe e eu existo, você existe, ele existe e eles existem; só que eu não sou parte ou partícula de Deus, ou mesmo uma centelha divina, mas filho criado por Deus.
Sou contra a crença de dois princípios eternamente conflitantes; como também nego o dualismo modificado, que sustenta que Deus é ambivalente, isto é: ao mesmo tempo benévolo e malévolo. Estas duas idéias são os sofismas do dualismo, defendidas por pseudos sábios.
Enquanto o ser humano estiver vivo, sou adepto do unitarismo, defendido pela Teologia da Libertação, pois somos um todo inseparável: carne, mente, alma ou espírito. Mas com a morte física do corpo, existe a separação do espírito e aqui se prova a existência do dualismo, que é a corrente filosófica contrária ao monismo.
Unindo as minhas idéias gnósticas e dualistas, sou um evolucionista, mas tento aprimorar as idéias evolucionistas de Darwin, que defendeu a seguinte fórmula: “Sobrevive o mais apto”, e as idéias evolutivas de Teilhard de Chardin, um grande teólogo defensor da evolução, que substituiu a fórmula de Darwin para: “Sobrevive o mais complexo”. Defendo a seguinte fórmula: “Sobrevive o mais sábio e o mais forte”. Digo assim, porque o sábio fraco é sugado e destruído por um outro, que pode ser menos sábio e mais forte; por outro lado o “mais sábio e mais forte”, mesmo não destruindo ou eliminando ninguém, sobrevive pela sua sabedoria e pelo respeito que impõe a todos os outros, já que ninguém tentará destruí-lo. As minhas idéias evolutivas e evolucionistas continuam sendo dualistas, pois não haverá a unidade perfeita com Deus, como defende o teólogo Teilhard de Chardin, mas existirão muitos perfeitos... (Dualismo na evolução, pois se existe o segundo, haverá o terceiro, o quarto, o quinto e assim indefinidamente, como está escrito em Mt 5,48). Pelas idéias evolutivas de Teilhard de Chardin, os espíritos ou almas irão submergir ou afogar-se em Deus; isto é: se acabarão, pois havendo a união plena entre um superior com um inferior, este desaparecerá, já que perderá a sua individualidade, como os pingos de chuva ou os rios de água doce no oceano de água salgada. (Continua).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:40 
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3ª carta escrita para o Dom Célio: (Continuação).
Como monoteísta, sou também teísta, antropomorfista, e nego o panteísmo, o politeísmo e o monismo. Acredito e sei que Deus pode manifestar-se a qualquer pessoa ou ser criado da forma que Ele desejar e for necessário para intervir na história e evolução da humanidade ou da criação.
Veja os exemplos em Gênesis 3,8; 18,1; 28,10 a 15; 37,5 a 11; 40,5 a 19; 41,1 a 32; Êxodo 3; I Samuel 3; 16,1 a 13; II Samuel 12,1 a 14; I Reis 19,9 a 18; Isaías 6,1 a 13; Jeremias 1,4 a 19; Daniel 5,5 e 25; 14,33 a 39; Mateus 3,17; 17,1 a 8; Atos 2,1 a 12; 9,3 a 19; 12,6 a 11.
Aceito que Deus pode estar em qualquer lugar, mas Ele não está em todo lugar, então o conceito ou idéia da onipresença para Deus é um pouco sofista, mas com isso não diminuo ou restrinjo a onisciência e onipotência de Deus. Se Deus estivesse presente em todo lugar ou em todo ser criado, Ele estaria também naqueles que roubam, matam, violentam, estrupam, caluniam, dão falso testemunho e aí Deus estaria concordando com tudo ou seria completamente nula ali a sua presença.
Como não consigo imaginar nenhuma nulidade para com Deus, então Ele não está presente nestes casos. Também, se Deus estivesse presente em todo lugar e ou em todos, não poderia haver discordância e até “guerras santas” em nome de Deus, isto seria uma grande contradição e muito irracional mesmo.
Como Deus respeita plenamente a liberdade de todos, Ele só se aproxima, quando o profeta ou o discípulo estiver preparado, e abrir as portas do coração. Neste caso se cumprirá o que está escrito: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30), e “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9b). Aqui existe ainda um grande e belo segredo, que ainda não posso revelar.
O “panteísmo” é um sofisma filosófico sobre Deus, já que defende que tudo é Deus. O “monismo” é uma outra forma de apresentar o erro do “panteísmo”, já que defende que a criação é Deus.
Nego também o “politeísmo”, que defende a existência de muitos “deuses”, mas existem muitos espíritos, e, em muitos casos, estes assumem a posição ou o lugar de Deus, por isso existem muita confusão e um caos mesmo de idéias e conceitos sobre Deus. Deus-Pai-Mãe, o primeiro Criador, não guardou só para si o segredo de ser criador, então aceito que qualquer ser criado, tem que evoluir, e poderá ser também um outro criador: o dualismo na criação. Cada um é o responsável por tudo aquilo que faz ou cria, e nós temos que ter capacidade para analisar, descobrir e entender se a criatura, com a qual nos estamos relacionando, veio de um criador bom ou não, ou mesmo se é Deus, uma criatura de Deus ou de um falso “deus”.
A grande confusão e o labirinto que surgiram para toda a humanidade é que cada ser humano criou para si uma imagem de Deus, e julga que esta sua imagem de Deus é o verdadeiro Deus, por isso temos vários conceitos e idéias sobre Deus completamente errados. Veja e analise bem esta frase: “O Deus de muitos cristãos é anticristão”. Aqui se encontra a razão de muitos conceitos e idéias, que reduzem Deus a mediocridade de muitos: um Deus que se arrepende, um Deus que se vinga, um Deus que tem ira, um Deus tirano e carrasco, um Deus que exigiu a morte do Filho para poder perdoar a humanidade condenada pela culpa de Adão e Eva, um Deus que julga e condena para a eternidade, um Deus que exige uma obediência cega, um Deus que causa medo e terror, um Deus responsável por muitos males e pragas. (Veja bem a carta que enviei para o Frei Patrício, que ainda continua sem resposta).
Em 24/08/1983, recebi a explicação do mistério da Santíssima Trindade, e vou expor aqui o que consegui escrever naquele dia, apesar da grande emoção sentida:
- “O Pai cria os seus filhos ignorantes. Tudo que o “Pai” criou, cria e criará é puro e santo. Pelas encarnações, que são experiências em corpos de carne, e pelo livre-arbítrio, eles, os filhos e filhas de Deus, evoluem, buscando a sabedoria e a perfeição. A meta das criaturas materializadas ou vivendo na matéria, desde o reino mineral até aos homens, representando o “Deus-Filho”, é serem espíritos puros ou anjos.
Os espíritos desencarnados ou almas, libertas dos corpos de carne ou da matéria bruta, representam o “Deus-Espírito-Santo”.
“Deus-Pai” é o Pai de todos os filhos e filhas encarnados, que vivem na matéria, e ou desencarnados, que estão livres da matéria bruta. Igual ao “Pai” ninguém poderá ser, pois o “Pai” não teve princípio e nem terá fim, mas nós fomos criados à sua imagem e semelhança.
No processo de evolução, que é a busca da sabedoria, os filhos e filhas de Deus passam por vidas sucessivas e estas podem ser sofredoras ou alegres, dependendo dos carmas a se pagarem: colhe-se aquilo que se semeia. Quando o processo de desenvolvimento estiver bem evoluído ou adiantado, não é mais necessária a encarnação em corpos de carne, e essa só ocorre em casos de missão e auxílio aos irmãos em evolução: “amor sublime para com todos, e fidelidade plena a Deus”.
O “Pai” dirige tudo, e só Ele sabe o que acontece com cada filho, mas Ele precisa da nossa aceitação e ação, para poder intervir na evolução da sua criação.
O juiz de tudo é: primeiro, o próprio filho, que saberá, se cumpriu bem ou não, a sua missão, pelo remorso ou pela paz interior; segundo, os outros, mas não podemos julgar nossos irmãos.
Os filhos, no plano espiritual, estabelecem as metas a serem cumpridas nas próximas vidas, ou aceitam as decisões e tarefas dos mais sábios, quando não podem ainda optar, pois são novos, ou possuem pesados carmas a serem pagos.”
Tem-se aqui a explicação do Mistério da Santíssima Trindade: “Um só Deus, em três pessoas distintas: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito-Santo”. Então a idéia de Deus aqui se refere ao “Todo”, como está claro na exposição anterior. Deus-Pai, o Espírito Incriado, não é o “Todo”, e nem está no “Todo”, mas é parte deste “Todo”. O que chamo de Deus é apenas o Pai.
Em todas as correntes filosóficas sobre Deus existem verdades e sofismas. O mistério foi a saída ou fuga dos estudiosos, teólogos ou não, pois não queriam se humilhar dizendo que não sabiam como explicar fatos e acontecimentos ainda inexplicáveis por causa da condição evolutiva do próprio Planeta Terra ou do gênero humano.
(Continua).

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:53 
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3ª carta escrita para o Dom Célio. O início está nesses endereços:
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136433#p136433
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136434#p136434
(Continuação).
Somando os meus conhecimentos teológicos, matemáticos e filosóficos, digo:
1) Deus-Pai é comparado com a figura da reta. Todo matemático sabe que uma reta não tem início e nem fim. Deus não teve início e não terá fim. Uma reta é construída por uma seqüência infinita de pontos na mesma linha e todas a retas são iguais. Por um mesmo ponto, pode passar um número indefinido de retas, com apenas um ponto em comum, e todas são realmente iguais, enchendo todo o espaço cósmico, que é também infinito.
2) Nós, que fomos criados, somos comparados com a figura da semi-reta. Todo matemático sabe que uma semi-reta tem início, e não tem fim. Nós também tivemos início, e não teremos fim. Nós não somos todos iguais, pois fomos criados em momentos diferentes, e o criador nem é sempre o mesmo.
3) O Mistério da Santíssima Trindade: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito-Santo, três pessoas distintas, mas um só Deus. Deus aqui é comparado com o maior conjunto possível, cosmicamente falando. Cada espírito, cada ser vivo, cada célula e cada átomo são elementos deste “imenso conjunto cósmico”, que pode ser dividido em milhares de subconjuntos. Cada ponto é um elemento deste imenso conjunto, que é o infinito espaço cósmico, que continua sendo espaço livre, pois tudo aqui é só idéias e conceitos abstratos, dentro de conceitos racionais e lógicos. Deus-Pai, a quem realmente chamo de Deus, é um elemento deste conjunto também. Jesus já nos ensinou: “Mas vem a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade, pois tais são os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade” (Jo 4,23 e 24).
4) Dividindo o grande conjunto cósmico em três (3) subconjuntos, temos:
a) Deus-Pai-Mãe-Criador, o Espírito Incriado e primeiro Criador, é um conjunto de um só elemento, já que ninguém é igual ao Pai.
b) Deus-Espírito-Santo é o conjunto de todos os espíritos criados, que estão libertos dos corpos de carne. Então cada espírito livre da matéria bruta é um elemento deste conjunto (subconjunto), que é o “Espírito-Santo”.
c) Deus-Filho é o conjunto de tudo aquilo que existe no reino da matéria, pois a matéria também foi criada, desde o átomo até a um planeta, desde o microscópico vírus até ao ser humano, que é o rei da criação. Então cada ser vivo é um elemento deste conjunto (subconjunto), que é o “Deus-Filho”.
5) Tudo na geometria, que é um ramo da matemática, inicia-se com o ponto. Ninguém explicou como surgiu o ponto. Uma esfera é um conjunto de pontos e o ponto que deu início a uma esfera é chamado de centro desta esfera. Cortando uma esfera ao meio temos a visão de um círculo. Toda linha que passa pelo centro do círculo e está contida no próprio círculo é chamada de diâmetro. A metade do diâmetro é o raio, que é um segmento de uma reta, que liga o centro da circunferência à circunferência. Partindo do centro da circunferência, e caminhando em sentidos opostos, temos dois (2) raios iguais e pertencentes ao mesmo segmento de uma reta, que é o diâmetro.
6) A equação da reta, que é: “uma curva de raio infinito”, prova a existência da reta, pois este raio não é raio, mas uma semi-reta, e com duas semi-retas em sentidos opostos, temos uma única reta. Mas existem os pensadores sofistas, que só confundem aos menos sábios, dizendo que não existe reta, pois conforme a própria equação, que diz que a reta é uma curva, dizem que não existe reta, e daí vem a confusão. Mas Jesus já nos ensinou também que: “Então, se alguém vos disser: “Olha o Cristo aqui!” ou “ali”, não creais. Pois hão de surgir falsos Cristos e falsos profetas, que apresentarão grandes sinais e prodígios, de modo a enganar, se possível fora, até mesmo os eleitos. Eis que eu vo-lo predisse” (Mt 24,23 a 25). Unindo todos os “raios infinitos” de um mesmo círculo, que não são raios, mas semi-retas, tem-se novamente o grande conjunto cósmico, pois aqui tudo está incluído.
Temos como responsabilidade a missão de executar bem tudo aquilo que nos foi confiado por Deus, já que Deus confiou e confia em nós plenamente.
Um grande abraço do amigo, irmão e companheiro nesta nossa caminhada rumo à perfeição.
Rosário Américo de Resende.

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Sáb, 07/Mai/2011 20:57 
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Belo Horizonte, 21 de Fevereiro de 2000.
Dr. Carlos Magno Ramos, muitas paz e luz em nome do nosso Mestre Jesus e de todos aqueles, que realmente buscam o autoconhecimento e a PAZ PLENA em seu interior.
Comprei e já li o seu livro: “Meus Mestres Invisíveis”, neste início de ano. Gostei imensamente dele e foi-me muito útil mesmo.
Como não existe acaso e nem coincidências, pois para tudo tem a hora certa, mas só o Pai (Deus-Pai-Mãe) sabe a hora certa, então sinto que houve um planejamento, no qual foi preparado as nossas descobertas mútuas e também houve um outro para esse nosso encontro. Precisamos descobrir a razão de tudo isso!
Deus-Pai-Mãe realmente dirige tudo, respeitando plenamente a liberdade de todos, até daqueles que agiram e agem contrariamente ao Projeto dEle.
Sempre quis conhecer, aprender e entender algo sobre o Urandir, mas a oportunidade custou a aparecer. Só no ano passado surgiu uma ocasião e participei de uma reunião de energização com o Urandir em junho de 1999. Continuei participando das reuniões de energização para entender melhor o processo como um todo. Já com vontade de parar, continuei até a reunião do dia 16/01/2000, que deve ter sido a última, quando comprei o seu livro. Vi e compreendi que, lá com o Urandir, não é o que quero e procuro.
Procurei o Urandir e encontrei o Dr. Carlos Magno Ramos. Como já houve a coincidência do nosso primeiro encontro, é meu desejo continuar esse nosso relacionamento. Espero que também seja o seu desejo, pois trabalhamos para os mesmos objetivos: a PAZ PLENA para todos e a divulgação da VERDADE, que realmente liberta (Jo 8,32).
Iniciei as minhas experiências e vivências mediúnicas ou paranormais em janeiro de 1980. Como a “energia” ou o “ser”, que aproxima de nós e nos envolve ou mesmo que entra em nós, é algo novo e muito forte mesmo, por isso ficamos inicialmente impotentes perante sua ação. Quase todos nos consideram desequilibrados, insanos ou mesmo loucos, no estágio inicial deste processo. O pior para nós é, quando estão entre “esses todos” os profissionais da mente, que colocam todos os nossos familiares contra nós. Fui levado a psiquiatras, que me consideraram como um “doente mental”, “estressado” ou desequilibrado e colocaram todos os meus familiares contra mim, já que disseram que eu estava doente, e, tudo o que fazia, era conseqüência do quadro da minha doença ou loucura.
Estou escrevendo e registrando tudo o que vivi e vivo, aprendi e aprendo com auxílio dos seres espirituais, que sintonizaram e sintonizam comigo, e, que são os “meus mestres invisíveis”.
Para sua melhor compreensão de tudo aquilo, que estou fazendo, vou enviar-lhe alguns dos trabalhos ou cartas, que já enviei para teólogos. Também tenho como objetivo: o encontro e a divulgação da VERDADE. Os trabalhos ou cartas, que estou enviando-lhe para seus estudos e sua melhor compreensão do meu caso, são:
- Auto-relato, contando algumas das minhas experiências e aprendizados com psiquiatras. Este trabalho foi publicado na revista: “Casos Clínicos em Psiquiatria”. A decisão de utilizar-se de um nome fictício (Paulo B. Linhares) foi do Dr. psiquiatra Maurício Viotti Daker.
- Carta para o Bispo Dom Célio Oliveira Goulart, escrita em 29/01/2000.
- Carta para o Julimar, um amigo de trabalho, escrita em 28/02/1999.
- A 2ª carta para o Leonardo Boff, escrita em 05/05/1997.
- Uma das cartas para o frei Basílio, escrita em 25/12/1995.
Temos que nos unir, somando os nossos conhecimentos e experiências, para que juntos possamos ensinar a humanidade a libertar-se dos princípios bitoladores da liberdade até de pensar. Assim vamos trabalhando na construção do Reino de Deus ou dos Céus, já aqui nessa vida ainda na terra ou num corpo de carne.
Como explico na carta de 29/01/2000, sou gnóstico, monoteísta, dualista e evolucionista. Nego as idéias agnósticas, ateístas, monistas, panteístas e politeístas, como também as do dualismo modificado.
Conforme os ensinamentos do catolicismo, protestantismo e dos pentecostais, Deus é um Deus Trino: “Um só Deus, em três pessoas distintas: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito-Santo”.
Essa incógnita complicou a cabeça ou a mente de muitos teólogos, que foram os responsáveis por muitos princípios sofistas e encontraram a solução ou saída pelo mistério, que ninguém consegue explicar. Denomino como “mistério”, o orgulho e a vaidade dos sábios, já que não tiveram a humildade de contar ou revelar que não sabiam nada como explicar este ou aquele assunto em estudo.
Chamo realmente de DEUS, apenas, o Espírito Incriado ou Deus-Pai-Mãe, que é o primeiro Criador. Deus iniciou a criação, mas Ele não é a criação. Deus não é o “Todo” e nem está no “Todo”, mas Ele é um elemento do “Todo” e, então, faz parte do “Todo”. Deus não guardou só para si a capacidade de ser “o único criador”, então existem muitos outros criadores.
Utilizando-se dos conhecimentos da matemática, pode-se dizer que toda contagem inicia-se com o número “um” ou com a primeira unidade, que está contido em todos os números seguintes, então faz parte da quantidade total existente e é um elemento dela. Também digo que, tudo na geometria, inicia-se pela figura do “ponto”. Qualquer outra figura geométrica é um conjunto de pontos e o primeiro ponto é um elemento dessa figura ou desse conjunto.
Como o ponto está contido em toda figura geométrica e a primeira unidade, ou o número 1, também está contida em todos os números seguintes, então surgiram as idéias sofistas do monismo, do panteísmo e até do politeísmo com relação a Deus.
Tudo são idéias subjetivas sobre a busca do conhecimento do infinito, do próprio ser humano e de Deus, que é um espírito puro entre muitos outros espíritos.
Comparo Deus com a “reta”, que não tem início e nem fim, e nós, que fomos criados simples e ignorantes, com a “semi-reta”, que tem início e não tem fim.
Quem comparou ou compara Deus com o ponto ou com a primeira unidade, perdeu-se ou se perde na própria liberdade de pensar, já que não consegue diferenciar mentalmente ele mesmo de Deus, que é a plenitude da perfeição. Esse se perdeu e se complicou no labirinto, formado dentro de sua própria mente, já que não consegue pensar infinitamente, e, tenta fazer de Deus, um protótipo humano e daqueles bem imperfeitos mesmos.
Outros ainda utilizam dos princípios da matemática, que é uma ciência exata, para ensinar e defender idéias sofistas sobre a busca do conhecimento e compreensão da perfeição.
(Continua).

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 Título: Re: DEUS
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Carta para o Dr. Carlos Magno Ramos:
O início está nesse endereço:
viewtopic.php?f=12&t=5819&p=136436#p136436
(Continução)
Exemplo: “Todo elemento que não estiver em harmonia em relação ao sistema e aos demais elementos do sistema será expurgado do sistema”.
Esse postulado realmente mostra uma verdade, que só é posta em prática onde existe a falta da sabedoria e do amor. Justifico o que exponho com os ensinamentos da Escritura Sagrada, que nos foram ensinados como se fossem do próprio mestre Jesus. Veja o que está escrito sobre a ovelha e a dracma perdidas (Mt 18,12 a 14 e Lc 15,8 a 10), e, que devemos deixar as 99 ovelhas, como as 9 dracmas e irmos à busca daquela que se perdeu. Como também está escrito que Jesus veio salvar o que estava perdido (Lc 19,10) e, que quem precisa de médico são os doentes (Mt 9,12). Em outra passagem Jesus disse que haverá mais alegria no céu com o arrependimento de um pecador do que com a vida justa de 99 justos, que não precisam de arrependimentos (Lc 15,7). São Paulo escreveu: “Se um membro sofre, todos os membros compartilham o seu sofrimento, se um membro é honrado, todos os membros compartilham a sua alegria” (1Cor 12,26).
Quem tem o coração pleno de amor e a mente plena de sabedoria não expulsa ou expurga ninguém. O que pode acontecer é que, quem deve e tem medo de ser cobrado, para não pagar, foge para outros lugares e ainda diz que foi expulso, tentando passar por vítima. Reconhecendo o próprio erro, e, voltando arrependido é recebido com muita alegria pelo credor ou credores, que, se já são mais evoluídos já o perdoaram. Assim o sistema ou o conjunto busca e encontra o equilíbrio perfeito, que beneficiará a todos os seus elementos.
O ensinamento da parábola do joio (Mt 13,24 a 30) não é cristão e nem vem de quem é pleno em amor e sabedoria, já que ensina a separação e até a destruição. Esse ensinamento é bem contrário aos outros, já citados nesta carta, e, no meu entendimento, não é de Jesus, mas de Mateus ou de um outro, que o expôs como se fosse de Jesus, para dar mais ênfase naquilo que julgou ser a Verdade.
Vários profetas, bíblicos ou não, tentaram separar o joio do trigo com as próprias mãos e, assim agindo, cometeram crimes hediondos. O pior ainda para a humanidade é que muitos aceitam e ensinam que tudo isso é divino, como se fosse aprovado por Deus ou ação do próprio Deus. Veja os exemplos de:
a) Moisés, que julgou como joio todos os seus inimigos, destruiu os egípcios, os amalecitas e outros inimigos; até aqueles israelitas, que tentaram ofuscar a sua tirania, ele destruiu a uns e mandou matar a outros.
b) Elias, que julgou como joio todos os seguidores e adoradores de Baal, venceu os 450 sacerdotes de Baal e ainda os degolou, após terem sido derrotados e humilhados publicamente.
c) Quase todos os juizes de Israel agiram da mesma forma.
d) O maior profeta das “Trevas”, já que veio alguns séculos após a vinda da LUZ, ensinou que: “quem morresse matando os infiéis ou impuros, conquistava o “céu””.
e) Envolvida nesse mesmo clima, a Hierarquia da Igreja Católica Apostólica Romana aprovou e justificou terríveis torturas e horripilantes crimes contra todos aqueles, que ousaram pensar diferente da orientação do “Papado em Roma”. Isso ocorreu por quase 8 séculos, durante o período trevoso da Inquisição.
Outra idéia, que mostra a confusão e o caos mental de muitos pensadores, é a frase que é dita assim: “As paralelas se encontram no infinito”. Analisando essa frase, digo: “Se há o encontro, então existe o infinito real e podemos alcançá-lo. Se são paralelas, duas ou mais retas, por definição, nunca se encontram, então não existe o infinito real, mas só existe o infinito em conceitos ou idéias e só pode entender isso aquele que tem compreensão da matemática pura, sabendo assim pensar infinitamente”.
O engano e o sofisma, que veio de mentes não muito lúcidas, está na própria frase, pois duas ou mais retas paralelas nunca se encontram e como as retas não têm princípio e nem fim, nunca poderia ter sido imaginada ou mesmo dita a frase: “As paralelas se encontram no infinito”. Idéias ou pensamentos, como esses, só vêm de mentes “pseudo-sábias”, que tudo fazem para impor suas vontades e por isso surgiram os “dogmas”.
Um grande abraço do amigo, irmão e companheiro... Rosário Américo de Resende

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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 10:58 
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Registrado em: Qui, 06/Nov/2008 15:32
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Citação:
Deus é o Espírito Incriado e o primeiro Criador. Deus é espírito (Jo 4,24) perfeito (Mt 5,48), bom (Mc 10, 18) e puro (Mt 5,8).
Para o meu ponto de vista aspergiano, Deus é o mecanismo incriado que existe ao acaso, que é perfeitamente funcional, harmônico e robusto. Para os neurotípicos (não-aspergianos) religiosos sociáveis, Deus é visto como uma entidade e com base numa moral, como forma de se manter esta ordem sociável, porém discordo desta forma de encarar a Deus, visto que tudo na natureza é mecânico, então há também de Deus ser.

Discordo da teologia dos "caninos". Fico mais com a ciência dos "felinos".


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 11:41 
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Paz plena... Enio, um grande e fraternal abraço.
Respeito imensamente os seus pontos de vistas, mas não aceito a teologia dos "caninos" e nem dos "felinos", pois sou um defensor e divulgador da Teologia da Libertação, que só irá ser compreendida via compreensão e entendimento da VERDADE.
O mecanicismo é um GRANDE ERRO de quem ainda não aceita a LIVRE ARBÍTRIO.
Temos que entender que existe a matéria, que é ENERGIA condensada, mas também existe o ESPÍRITO PURO, que está livre de todo tipo de MATÉRIA, incluindo a ENERGIA.
Também discordo de que tudo na natureza seja mecânico, pois nós, que somos espíritos encarnados, temos a LIBERDADE de agir ou de não agir e verdadeira LIBERDADE nada tem de mecânico.
Gostaria que você lesse o livro: "Mentrias sobre Jesus - Desafio para o diálogo religioso", que pode lhe ser muito útil.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 12:08 
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E se eu disser que o livre arbítrio é resultado de um mecanismo, para este poder existir em primeiro lugar?


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 12:42 
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Registrado em: Qui, 06/Nov/2008 15:32
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Pelo o que eu evidencio, toda a natureza ao nosso redor é mecânica. Se ela é mecânica, não duvido nada de o que deu origem a ela é também mecânico, funcional. Se Deus não é mecânico, não pode ser funcional, logo nada produziria e não existiríamos. Eu percebi uma coisa. A teologia é para os adestrados que tem aspiração por manter um tipo de ordem social. Teologia aqui me refiro às religiões em si. A teologia tem como foco a sociedade e só é competente para isso, para a moral.

Já a ciência é competente no sentido de entender a natureza que nos cerca, seja material ou espiritual. A ciência kardequiana deve ser atualizada. A teologia deve estar em função da ciência, pois que descobertas científicas podem nos permitir melhorar uma moral estabelecida. Acredito no livre arbítrio, mas para mim este é fruto de alguma coisa, e não a causa de tudo. E não existe livre arbítrio completo, pois até mesmo os espíritos mais evoluídos não se atreveriam agir de forma imprudente pela natureza deles.

Porque que os espíritos mais iluminados, mesmo sabendo que não devem agir de forma imprudente, não agem como nós, da mesma forma que agimos de forma imprudente mesmo sabendo que não deveríamos agir assim? Nós também temos conhecimento de moral, mas ainda preferimos estar com nossos instintos. Já um ser iluminado não, pois que o instinto dele é diferente do nosso, é de caráter mais altruísta, por isso age tal qual.

No fundo tudo é movido pelo instinto.

A diferença é que no ser iluminado seu instinto é de caráter altruísta, enquanto que o instinto dos espíritos menos adiantados é de caráter egoístico. Tudo questão de instinto. O livre arbítrio acredito nele, mais é relativo, nunca absoluto. Somos movidos por forças que movem nossas atitudes, por sentimentos. Agir contra o sentimento é estar sendo antinatural. Isso não é livre arbítrio, mas uma resistência intencionada.

O livre arbítrio seria na verdade apenas uma maior liberdade de comportamento, mas ainda dentro de nossas tendências instintivas. Deus em si seria como um instinto que rege tudo. Toda a natureza em função deste mecanismo ou instinto primário. Um instinto motor, vital.

Estou a um passo de criar uma biologia espiritual.


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 14:57 
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Registrado em: Sáb, 22/Nov/2008 15:53
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[b]E se eu disser que o livre arbítrio é resultado de um mecanismo, para este poder existir em primeiro lugar?


Pode dizer à vontade Enio, que nao vai nos convencer mesmo.

Rosario[/b], voce que parece ter entendido o Enio, poderia sucintamente nos explicar o que é esse deus mecanico, livre arbitrio mecanico, natureza mecanica, que ele vive falando aqui??

Rosario, so para lembrar, nao concordo, nem jamais concordarei com sua teoria dos criadores secundarios criados, pelo menos de maneira alguma na parte que da aos mesmos o poder de criar espiritos, que é uma prerrogativa exclusiva do Criador Incriado.

Para coisas materiais ate que aceito a ajuda desses co-criadores criados, mas para criar espiritos, isso jamais.

Outra coisa é a santisissma trindade, nem aceito a explicaçao da Icar e nem a sua.
Para mim a trindade simplesmente foi um arranjo para que pudessem fazer uma hierarquia do alto escalao, ja que ,diferentemente da DE, eles nao admitiriam Jesus sendo um simples espirito, so que muitissimo mais evoluido que nos, mas assim mesmo um espirito criado por Deus.

O interessante é que na icar e evangelicos somente os espiritos das trevas é que podem falar, os bons so falam em linguas,se é que isso e verdade, assim mesmo nem o medium entende o que ele esta falando.

Esqueceram da recomendaçao de Paulo em Corintios 12 quando diz " O meu espirito ora em linguas, mas eu nada entendo, e portanto em nada sou edificado.Por essa razao, alguem quando for falar em linguas, que tenha perto de si um interprete, para que toda a congregaçao seja edificada.

Paz plena !!!

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A questao nao é ver para Crer, a questao é Crer para entao ver!!!


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Dom, 08/Mai/2011 23:37 
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O Deus mecânico, natureza mecânica nada mais seria do que ver todo o espiritualismo sob uma ótica mecanicista, com base no entendimento da física, química e biologia. Para ser sincero estou criando uma espécie de biologia espiritual, em que trato biologicamente o espírito e Deus, como mecanismos e regidos por instinto. A evolução espiritual seria um mecanismo que teria uma função para o aperfeiçoamento do espírito, assim como nos alimentamos para crescermos saudáveis.

Mais uma coisa que preciso revelar é que eu tenho alguns traços de asperger, portanto a minha própria neurologia cerebral pode ser diferente da sua, assim como todo o meu entendimento sobre Deus. Numa pessoa normal Deus é resultado de um entendimento antropocêntrico e social, mas para mim é resultado de um entendimento científico, não teológico, pois que desprezo a teologia e não vejo grande utilidade dela a mim. Não há nada de mecânico e científico na teologia que me faça ter um entendimento apurado sobre as coisas.

Teologia para mim é para os que precisam viver adestrados sob as asas de um evangelho...

E não tenho como objetivo aqui convencer a ninguém, apenas questionar certos preceitos sobre Deus e a espiritualidade em si.


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Seg, 09/Mai/2011 18:03 
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Registrado em: Sáb, 27/Jan/2007 20:14
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Paz plena.. Enio, um grande abraço.
Citação:
E se eu disser que o livre arbítrio é resultado de um mecanismo, para este poder existir em primeiro lugar?
O livre arbítrio está sempre correlacionado com o conhecimento dos espíritos, quanto mais conhecimento adquire mais livre ele será.
O espírito não é como um computador, que é préprogramado e só faz aquilo que pede o programa feito livremente por um programador.
E o Espírito mais sábio de todos é o Espírito de Deus, pois Deus é onisciente (Vide OLE) e é por isso que Deus respeita plenamente a LIBERDADE de todos.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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 Título: Re: DEUS
MensagemEnviado: Seg, 09/Mai/2011 18:19 
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Registrado em: Sáb, 27/Jan/2007 20:14
Mensagens: 6634
Localização: Brasil - Belo Horizonte
Paz plena.. Enio, um grande abraço.
Citação:
Pelo o que eu evidencio, toda a natureza ao nosso redor é mecânica. Se ela é mecânica, não duvido nada de o que deu origem a ela é também mecânico, funcional. Se Deus não é mecânico, não pode ser funcional, logo nada produziria e não existiríamos. Eu percebi uma coisa. A teologia é para os adestrados que tem aspiração por manter um tipo de ordem social. Teologia aqui me refiro às religiões em si. A teologia tem como foco a sociedade e só é competente para isso, para a moral.
Só existe o mecanicismo, quando não existe a VIDA de seres mais evoluídos.
Deus não é mecânico, mas totalmente LIVRE.
A Teologia que defendo é a Teologia da Libertação, que nos dá toda a liberdade de ação.
Citação:
Acredito no livre arbítrio, mas para mim este é fruto de alguma coisa, e não a causa de tudo. E não existe livre arbítrio completo, pois até mesmo os espíritos mais evoluídos não se atreveriam agir de forma imprudente pela natureza deles.
Tudo vai depender da responsabilidade de cada um.
Existe sim a LIBERDADE, mas em toda sociedade planetária, solar ou galáctica existe um responsável e este age sim e até contra a liberdade dos outros.
Veja o que fez um espírito, quando libertor Pedro da cadeia de Herodes (Atos 12). Jesus, em espírito, agiu e converteu o homem Saulo no Apóstolo Paulo (Atos 9).
Citação:
Porque que os espíritos mais iluminados, mesmo sabendo que não devem agir de forma imprudente, não agem como nós, da mesma forma que agimos de forma imprudente mesmo sabendo que não deveríamos agir assim? Nós também temos conhecimento de moral, mas ainda preferimos estar com nossos instintos. Já um ser iluminado não, pois que o instinto dele é diferente do nosso, é de caráter mais altruísta, por isso age tal qual.
Realmente os espíritos iluminados possuem mais conhecimentos e quando torna-se necessário eles agem sim e intervêm no mundo corporal. Veja o que já escervi acima.
Citação:
No fundo tudo é movido pelo instinto.
Respeito a sua opinião, mas discordo dela.
Citação:
O livre arbítrio seria na verdade apenas uma maior liberdade de comportamento, mas ainda dentro de nossas tendências instintivas. Deus em si seria como um instinto que rege tudo. Toda a natureza em função deste mecanismo ou instinto primário. Um instinto motor, vital.
Reações instintivas são completamente diferente de ações livres e pensadas.
Deus direge tudo sim, mas respeita plenamente a liberdade de todos.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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