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MensagemEnviado: Qui, 11/Jul/2013 22:45 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal O TEMPO sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 08/07/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... e-1.677390
Citação:
Publicado no dia 10/07/2013.
O grande problema ou dilema está sim na falta de compreensão da própria Teologia. Cada teólogo está ligado ou subordinado a algum grupo religioso e cada grupo religioso pode ser independente ou pertencer a alguma Religião constituída, como a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). Dificilmente será encontrado um teólogo realmente livre e que se colocou a disposição para receber revelações da Espiritualidade e até do próprio Espírito de Deus. Explicando melhor digo que os sobrenomes dados à Teologia deveriam ser entendidos como o pensamento teológico deste ou daquele teólogo, como também deste ou daquele agrupamento de pessoas e até também desta ou daquela Religião. Até hoje o melhor sobrenome que encontrei para a Teologia foi o da Libertação e estou lançando mais um sobrenome: “Teologia da Verdade” (João 8,32), que para muitos teólogos defensores da “Teologia da Libertação” será uma absurda heresia, pois os defensores da Teologia da Libertação não poderiam ter colocado como base da TL a opção preferencial pelos pobres (OPP). A OPP deve ser sim um dos principais objetivos da Doutrina Social da ICAR, mas sempre com o objetivo de buscar uma harmoniosa e perfeita vivência e convivência entre pobres e ricos. A Teologia da Verdade irá trabalhar em prol da grande harmonia entre todos os seres humanos, para que seja implantado no seio da humanidade o Reino de Deus, como Jesus nos ensinou a pedir na oração do Pai Nosso (Mt 6, 10).
Citação:
Publicado no dia 11/07/2013.
A maioria das pessoas por não ter um bom conhecimento e nem o discernimento da forma de agir dos espíritos, pensa que qualquer aproximação ou sintonização de um espírito amigo ou do mesmo grupo religioso seja o Deus Espírito Santo, que seja sim um único Espírito Santo. Caso a aproximação seja de um espírito não amigo ou de outro grupo religioso, então a pessoa irá pensar que seja um demônio ou coisas semelhantes. A maioria das pessoas ainda confunde o Espírito de Deus com o próprio espírito que ele é, pois cada ser humano é sim um espírito criado, que está em evolução e que está vivendo num corpo de carne. Todos aqueles que falam: “Deus está dentro de mim”, não sabem o que dizem, pois quem está dentro de cada ser humano é sim um espírito criado e não o Espírito de Deus. É necessário entender primeiro de Espiritologia para depois começar a entender a Teologia. O caminho para a verdadeira libertação é sim o conhecimento e entendimento da Verdade (João 8,32).
Citação:
Publicado no dia 11/07/2013.
A busca e compreensão da Verdade é algo característico de cada ser humano e cada um é sim o único responsável por ele mesmo. A busca de compreensão são Deus foi e ainda é um grande enigma para toda a humanidade. Uns acreditam na existência de Deus e outros negam. Muitos confundem o Espírito de Deus com qualquer um outro espírito, que foi criado. Outros confundem Deus com o imenso conjunto cósmico e por isso dizem que Deus está em todo lugar. O panteísmo, panenteísmo e monismo são três ideias filosóficas semelhantes e falsas sobre Deus. As três são a negação do Monoteísmo onde está sim a Verdade, pois existe um só Deus. Deus é Único (Dt 6,4) e não trino, como foi imposto pelo dogma da Santíssima Trindade. O politeísmo também apresenta um conceito errado sobre Deus, pois defende a existência de muitos deuses e não que tudo é Deus. A ideia sofista do panenteísmo foi assumida pelos teólogos católicos cristãos, quando criaram o dogma da Santíssima Trindade, o Deu Uno e Trino, que apresenta e defende que Deus é onipresente. Assim o caminho para o encontro da Verdade ficou mais complexo ainda, pois a ideia da onipresença de Deus agradou muito ao orgulho e à vaidade dos líderes religiosos, que fizerem de tudo para que a Verdade não fosse realmente compreendida e revelada, pois a Verdade será sempre ótima para todos, mas faz medo naqueles, que pensam que já conhecem a Verdade e ficam escondidos na fortaleza do mistério da fé. O mistério esconde a verdade e a fé não explica nada. A ideia sofista do panenteísmo, que diz que Deus está presente em tudo não poderia ser defendida por sábios verdadeiros da atualidade, pois isso só veio dificultar a compreensão e o entendimento da Verdade sobre Deus. Veja o livro: “A Vida Secreta de Deus” do rabino David Aaron, onde o panenteísmo é defendido como verdade.
Citação:
Publicado no dia 11/07/2013.
Paulo Ângelo. Eu fui educado na religião e aceitava que tudo o que estava na Bíblia era fruto da Palavra de Deus ou da Vontade de Deus, mas no início dos anos de 1980 aceitei a verdade da reencarnação e também entendi que a Bíblia não era a palavra de Deus, mas um conjunto de livros históricos e mediúnicos, que relatam a história civil e religiosa de um povo no Antigo Testamento e os ensinamentos de Jesus e a história dos primeiros seguidores de Jesus. Agora não se pode trocar a Bíblia pelo Pentateuco de Kardec, isso também aprendi em Centros Espíritas.

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MensagemEnviado: Ter, 30/Jul/2013 23:43 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal O TEMPO sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 26/07/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... e-1.686757
Citação:
Publicado no dia 26/07/2013.
Logo que soube da primeira encíclica do papa Francisco fiquei interessado em lê-la, pois queria estudá-la para entender melhor o pensamento do novo papa. Quando soube que essa encíclica começou a ser escrita pelo papa Bento XVI, então entendi que o trabalho não era bem o que eu queria, pois queria ver ensinos do novo papa. Veja o que escrevi na página 3 da encíclica: “Fé: O ato de ter fé é sim uma forma de confiar plenamente em ensinamentos considerados como verdadeiros, mas que não podem ser explicados e compreendidos. Então a “fé” ou “o estado de ter fé” é a fase antes do conhecimento e do entendimento da Verdade e quem tem fé ainda não teve o autoconhecimento. O ato de ter fé dá uma esperança para um futuro melhor”.
Citação:
Publicado no dia 29/07/2013.
Já li toda a encíclica Lumen Fidei. Veja mais comentários que escrevi na página 7 da mesma: “A Verdade nos revela e prova que o futuro será melhor. A “fé” no seio das religiões foi e ainda é o maior empecilho para o encontro e compreensão da Verdade, que liberta (João 8,32) e por causa da fé, que cega o crente, ficou quase impossível descobrir a Verdade plena (João 16,13). Quando chegou a hora certa o Espírito de Deus revelou a Verdade e surgiu no seio da humanidade o Espírito da Verdade (João 16,13)”.
Citação:
Publicado no dia 29/07/2013.
Se o Boff tivesse um pouco mais humilde e aceitado o segundo pedido de “silêncio obsequioso” de Roma talvez hoje a Teologia da Libertação hoje teria sim um grande defensor, pois ele na certa iria entender a imensa diferença entre a Doutrina Social da Igreja e a ideologia marxista ateia. O Boff poderia até ter chegado na Teologia da Verdade (João 8,32 e 16,13). Isso sim iria ser muito bom para todos.
Citação:
Publicado no dia 30/07/2013.
Eis o que escrevi após ler toda a encíclica Lumen Fidei: Após ler essa encíclica, que está fundamentada na “Fé” (a palavra fé foi escrita nesta encíclica 353 vezes), tenho que escrever algumas palavras: Realmente faz muita falta ao Sumo Pontífice a TV (Teologia da Verdade), TL (Teologia da Libertação) e DE (Doutrina Espírita). O conhecimento da forma de agir de Deus por parte do Pontífice é muito rudimentar, pois ele julga que a Bíblia é a palavra de Deus. Faz muita falta ao Sumo Pontífice o conhecimento da Espiritologia, pois muitos espíritos criados fizeram suas intervenções nos relatos bíblicos e quase todos ainda são aceitos como se tivessem sido o próprio Espírito de Deus. Estes espíritos tinham sim o desejo de proteger os seus descendentes, como no caso do profeta Moisés
(Êxodo 3e e seguintes), que recebeu a visita e depois orientações do Espírito do Patriarca Abraão, que tinha o objetivo de ajudar e proteger os descentes dele, mas que foi considerado como sendo o próprio Deus. No caso do Josué e dos juízes de Israel, eles sempre foram intuídos por espíritos recém-desencarnados, que tinham o interesse de proteger e ajudar aos amigos do grupo israelita, mas todos foram considerados como sendo o próprio Espírito de Deus. No caso do profeta Samuel (1 Samuel 15,1 a 3), quem agiu foi sim o espírito do líder Josué, que tinha lutado contra os amalecitas (Ex 17,8 a 16) e desejava vingança, mas foi e ainda é considerado como sendo o próprio Espírito de Deus. No caso do profeta Isaías (Is 6) quem fez a intervenção foi sim o espírito do rei Ozias, que era um recém-desencarnado. Eu passei a entender melhor todo esse processo nos nãos de 1980 até 1986, mas não consegui conversar francamente com ninguém sobre tudo o que ia descobrindo. Foi por causa do silêncio dos sacerdotes e da incapacidade de compreensão dos espíritas, que fui intuído pela Espiritualidade para escrever tudo em “diários” e depois em cartas para diversas pessoas a partir do final do ano de 1988. Existem espíritos, que não aceitam mesmo que a Verdade seja compreendida e explicada para todos, e por isso atacam àqueles que estão em condições de entender e divulgar a Verdade. Eu recebi vários ataques e de vários espíritos; cada vez o espírito, que me atacava, era mais alto na escala da hierarquia espiritual e assim as forças de quem me atacavam iam ficando cada vez mais poderosas e fulminantes. Só quem já passou por ataques espirituais tem capacidade de compreender um pouco sobre o assunto.

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MensagemEnviado: Qui, 22/Ago/2013 16:07 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 09/08/2013, que está neste endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... o-1.693990

Citação:
Publicado no dia 10/08/2013.
O que deu para compreender muito bem é que uma multidão está sim sem pastor. A fé cega e fanatiza o crente e por isso a maioria dos crentes não encontram a Verdade, que liberta (João 8,32) e plena (João 16,13). Após ter lidos os itens 1 a 7 da encíclica Lumen Fidei, escrevi: Falta da Teologia da Verdade e da Libertação. A fé cega tanto àquele que crê, que quando comecei a receber explicações sobre a Verdade fui considerado como “desequilibrado mental” por ótimos sacerdotes, que nada entenderam sobre o que realmente estava acontecendo comigo. A Bíblia, que foi escrita durante mais de mil anos, foi recebendo ensinamentos orais e de diversas pessoas, uns mais evoluídos e sábios e outros não. Alguns autores bíblicos na realidade fizeram comentários e explicações sobre livros já escritos, quando fizeram acréscimos, alterações e até exclusões, mas depois estes escritos foram anexados à própria Bíblia. A prova mais clara do que falo é a “Vulgata Latina”, que anexou o Novo Testamento e também a “Septuaginta”, que incluiu novos livros à Bíblia Hebraica. Os livros anexados pela Septuaginta e aceitos pelo autor da Vulgata Latina foram retirados da Bíblia do protestantismo por Martinho Lutero. O objetivo de Martinho Lutero era ser diferente de Roma. Os primeiros seguidores de Jesus consideraram que qualquer “espírito desencarnado e do mesmo grupo”, que se aproximava deles fosse um só e assim criaram a 3ª pessoa do Mistério da Santíssima Trindade como um dogma. Este dogma ocultou o caminho para o encontro e a compreensão da Verdade. Estes pensadores cristãos, que foram chamados de teólogos confundiram o Espírito de Deus com qualquer outro espírito. A Teologia deles nunca foi Teologia, mas Espiritologia, Psicologia, Filosofia, Sociologia e etc. E é por isso que nunca encontraram ou compreenderam a Verdade Absoluta. A Verdade sim desvenda, esclarece e explica tudo. A fé cega o crente!

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MensagemEnviado: Qui, 19/Set/2013 23:30 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do João Batista Libânio do dia 08/09/2013, que está neste endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... o-1.710045

Citação:
Publicado no dia 10/09/9013.
Padre João Batista Libânio. É muito bonito falar em ética cristã na atualidade. Mas como encarar essa mesma ética olhando um pouco para o passado? Como explicar a mesma ética cristã durante o trevoso período da inquisição, que até foi aprovada e defendida por papas, que na atualidade são considerados como homens infalíveis, conforme o dogma da infalibilidade papal? Parece que os teólogos católicos esqueceram rapidamente do passado e tentam provar que eles estão corretos e que os santos padres do passado também estavam corretos e é isso que pode ser visto nos três volumes escritos pelo papa Bento XVI sobre Jesus de Nazaré. Como fica a Verdade sobre a defesa da ética cristã na atualidade, mas que há poucos séculos a própria Igreja não condenou rigidamente a escravidão? Como fica a ética atual com relação às conversões forçadas de muitos povos que foram impostos no passado? Para entender a Verdade é preciso sim de muita liberdade para pensar e essa liberdade não foi respeitada por Roma aos teólogos defensores da Teologia da Libertação. Veja que está escrito em João 16,13 que quando chegar o Espírito da Verdade ele irá conduzir aqueles, que quiserem, à verdade plena e essa época chegou, mas os teólogos não conseguem sair do labirinto teológico criado pelos pensadores cristãos dos primeiros séculos da Era Comum em torno da Verdade, de Jesus e de Deus.

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MensagemEnviado: Sex, 04/Out/2013 21:59 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 27/09/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... e-1.719655
Citação:
Publicado no dia 28/09/2013.
Enquanto lia este artigo do Leonardo Boff ia também pensando em muitas coisas: realmente o papa Francisco tem muitos desafios pela frente e o principal deles é com relação à Verdade (João 8,32 e 16,13). Agora fico sem entender o que escreveu o padre Leonardo Boff, pois mesmo tendo pedido a licença em Roma, ele continua sendo um sacerdote. Uma coisa é ajudar a quem cometeu algum desvio na vida e outra coisa é aprovar os desvios como se tudo fosse normal. Veja que Jesus não condenou a mulher adúltera, mas apenas orientou a mulher como deveria agir: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais” (João 8,11). O AMOR verdadeiro é sim infinito e irrestrito, mas também exige que os líderes ensinem o caminho que conduz à perfeição (Mateus 5,48).
Citação:
Publicado no dia 02/10/2013.
O maior desafio para o papa Francisco é sim com relação à Verdade, pois muitos ensinamentos da Igreja estão longe da própria Verdade e são sim ensinamentos mitológicos, que foram impostos como verdadeiros a ferro e fogo. A primeira verdade a ser esclarecida, que irá mudar radicalmente os ensinamentos da Igreja é com relação à vida única, eu aceitei a verdade das vidas sucessivas no dia 05/01/1980 e a segunda é sobre a própria Bíblia, que é um conjunto e não é a palavra de Deus. Veja o livro de Josué, no qual estão relatados muitos anátemas e massacres de povos e tudo como se fosse por ordem de Deus, e, 1 Samuel 15, 1 a 3, onde está escrito que Deus mandou matar todo o povo amalecita.

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MensagemEnviado: Dom, 20/Out/2013 21:57 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 18/03/2013:
Citação:
R. A. Resende. Belo Horizonte. (19/03/2013 – 10h11).
Paulo Ângelo do Vale. Jesus e o Pai não são o mesmo. Veja no Evangelho de João: “...Porque vou para o Pai. Se me amásseis, ficaríeis alegres por eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que eu” (Jo 14,12c e 28). “Saí do Pai e vim ao mundo; de novo deixo o mundo e vou para o Pai” (Jo 16,28). “Que me enviou”, essa frase é repetida 20 vezes no Evangelho Joanino. “Quem me enviou” (Jo 7,29; 8,29; 12,44 e 15,21). “... Me enviaste”, Jesus repete essa 6 vezes em João. “Aquele que enviaste” (Jo 17,3). “Que Deus enviou” (Jo 3,34). “O Pai que o enviou” (Jo 5,23). “O Pai me enviou” (Jo 5,36 e 20,21). “... Que ele enviou” (Jo5,38 e 6,29). “Quem o enviou” (Jo 7,18 e 13,16). Nesses trechos pode-se ver claramente que Jesus foi um enviado do Pai e que o Pai é maior do que ele. O verbo “enviou” aparece 35 vezes e “enviaste” 7 vezes no Evangelho Segundo São João. Se Jesus vai para o Pai e saiu do Pai, é porque não existe a unidade, como muitos querem (e quiseram) nos ensinar. O que veio complicar a compreensão da verdade foi o orgulho e a vaidade de muitos, que quiseram ou querem se apresentar como mais sábios do que o próprio Mestre Jesus, como também aqueles, que se intitularam de “infalíveis”, e nos impuseram “dogmas inexplicáveis e ininteligíveis”, que nos puseram até medo de “pensar para compreendermos e entendermos claramente a pura VERDADE... E isso durante vinte séculos”.

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MensagemEnviado: Dom, 08/Dez/2013 22:55 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 18/10/2013, que está neste endereço:

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... o-1.731577
Citação:
Publicado no dia 18/10/2013.
Leonardo Boff. Se você tivesse seguido este caminho: “Só se legitima aquele uso que é serviço, e seu portador deve sempre buscar o último lugar”, que você mesmo está defendendo. Hoje você seria muito útil à própria Igreja! A Igreja necessita de reformas e estas só virão via Teologia da Libertação e Teologia da Verdade (João 8,32 e 16,13).

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MensagemEnviado: Sex, 24/Jan/2014 21:55 
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Eis o que postei no jornal sobre o artigo do Leonardo Boff do dia 27/12/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/l ... s-1.765918
Citação:
Publicado no dia 27/12/2013.
O teólogo Leonardo Boff deveria sim ensinar a Verdade, que liberta (João 8,32) e não ficar contando contos que só mascaram a Verdade para todos! Este artigo é típico de quem tem muito conhecimento, mas desconhece a pura Verdade sobre Deus e evolução cósmica! A Teologia da Libertação (João 8,32) só será bem compreendida quando os teólogos entenderam a Teologia da Verdade! Está escrito: “Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, porém não acolheis o nosso testemunho” (João 3,11) e “Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras” (João 16,13). O Espírito da Verdade já está no seio da humanidade, mas aqueles que deveriam entendê-lo são os que menos o entendem!

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MensagemEnviado: Dom, 26/Jan/2014 22:50 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Correspondências com amigos pela internet, mas alguns não querem nem pensar na Verdade, que liberta.
Citação:
paz e bem (E.mail de 20/07/2011).
É isso ai meu irmão em Cristo, o mau da nossa Igreja que nos somos úteis quando estamos na obra, juntos. Quando você cai, ou passa por grandes problemas todos se afastam de nós e de você, ai o povo mais fraco de fé e de obediência, vão se afastando da igreja Católica Romana e indo para as igreja protestantes que os acolhem e ajudam a entender o que passaram e o que vão passar e não afastam deles mais, ajudando e ficando do lado deles com palavras e oração, ai esta a diferença das igrejas e do povo de hoje e deste século, nós vamos persistindo na palavra e na fé e obediência (não sei ser é o certo) mas como eu estou nesta situação também como muitos irmãos em Cristo, e como é difícil demorei mais de 03 anos para achar um padre que me entendesse e me desse créditos e me ajudasse ser, sempre falando a verdade e sendo fiel com ele e coma igreja, e a Deus. Mas fiel a Cristo e a ele, que é a própria igreja, seguindo os mandamentos e regras, como é difícil ser fiel aos santos documentos da igreja e seus documentos. Amem
desculpas (também, foi um desabafo)
washington souto
Citação:
(E.mail de 20/07/2011). Amigo Rosário,
Paz e Bem!
Iniciei a leitura da sua "carta ao Frei Estanislau", mas aos poucos, pois tenho muitas tarefas aqui no sítio, que são inadiáveis, mas quero lê-las com tempo - também a carta ao Frei Basílio. Grato pela atenção!
Moacir.
Citação:
(E.mail de 20/07/2011). Prezado Rosário,
Estou feliz em ter a oportunidade de ler essas cartas, estou encantado.
Paz e bem!
Nilmar
Citação:
(E.mail de 20/07/2011). Bicho, vc tem problemas, vá viver a vida e esqueça tudo isso...
Me tire da lista, ok ?
Eu também fui seminarista aí em SD e hoje tô tranquilo, em Paz com Deus, com minha esposa e filhos, tenho amigos freis e padres, mas para com isso, o q vc deseja ?
Ajoelhe no sacrário e peça a Deus para agir em sua vida, deixa essas coisas prá lá.
Abraços.
Carioca (1982).
Citação:
Paz plena... (Belo Horizonte, 21/07/2011).
Marcos um grande e fraternal abraço.
Já o retirei da minha lista do ENFRADES e peço-lhe desculpas por tê-lo incluído na mesma.
Realmente eu tenho problemas sim, pois não aceito mais o que fez a nossa Igreja no negro período da inquisição e nem aceito todos os ensinamentos impostos a ferro e fogo na história da Igreja e até da Bíblia.
Desde Janeiro de 1980 me transformei num perscrutador da Verdade, que liberta e sou também um defensor da Teologia da Libertação para TODOS, como está escrito em João 8,32: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará".
O seu último conselho eu não posso seguir, pois sigo a orientação que recebi de Jesus, que é ajudar a Igreja a sair do mistério e encontrar a VERDADE de verdade.
Paz plena... O amigo e irmão em Cristo, Rosário.
Citação:
(E.mail de 21/07/2011 – de Luiz Campos de Menezes).
Meu amigo, estou achando você meio confuso. Creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Um grande abraço.

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MensagemEnviado: Ter, 04/Mar/2014 10:30 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis a última redação da introdução da Apostila sobre Teologia:
Apresentação
A Teologia nunca poderia ter recebido “sobrenomes”, pois isso só dificultou e dificulta a todo aquele que deseja encontrar e compreender de verdade a Verdade, que liberta (João 8,32). Agora ninguém pode negar que a Teologia, na história da humanidade, já recebeu muitos sobrenomes uns libertadores e outros bitoladores ou castradores da liberdade até de pensar.
Após pesquisa efetuada em diversos livros (Ver XIV. Anexo-1) foi possível encontrar 133 sobrenomes para a Teologia. Que labirinto não foi criado em torno da Teologia pelos teólogos, que na realidade não estudam a Teologia, mas a história da mesma!
A Teologia é o estudo sobre Deus e como Deus é Único (Uno. Dt 6,4), então a Teologia nunca poderia ter recebido sobrenomes.
Cada teólogo está ligado ou subordinado a algum grupo religioso e cada grupo religioso pode ser independente ou pertencer a alguma Religião constituída, como a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). Dificilmente será encontrado um teólogo realmente livre e que se colocou à disposição para receber revelações da Espiritualidade e até do próprio Espírito de Deus.
Explicando melhor, digo que os “sobrenomes dados à Teologia” deveriam ser entendidos como “o pensamento teológico deste ou daquele teólogo”, como também “deste ou daquele agrupamento de pessoas” e até também “desta ou daquela Religião”.
Até hoje o melhor sobrenome que encontrei para a Teologia foi o da Libertação e agora vou lançar mais um sobrenome: “Teologia da Verdade” (João 8,32 e 16,13), que para muitos teólogos defensores da “Teologia da Libertação” (TL) será uma absurda heresia, pois os defensores da Teologia da Libertação não poderiam ter colocado como base da TL a opção preferencial pelos pobres (OPP). A OPP deve ser sim um dos principais objetivos da Doutrina Social da ICAR, mas sempre com o objetivo de buscar uma harmoniosa e perfeita vivência e convivência entre pobres e ricos.
A Teologia da Verdade (TV) irá trabalhar em prol da grande harmonia entre todos os seres humanos, para que seja implantado no seio da humanidade o Reino de Deus, como Jesus nos ensinou a pedir na oração do Pai Nosso (Mt 6, 10).
Já trabalho em torno da Verdade desde Janeiro de 1980 e em função desta minha busca e trabalho, para o qual não conquistei ainda nenhum companheiro, pois a Verdade faz medo em quem ainda não a conquistou em plenitude (Jo 16,13), consegui fazer uma ponte entre Teologia e Matemática, que é uma Ciência Exata, fazendo assim uma união perfeita entre Religião e Ciência.
Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 29/06/2015

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Editado pela última vez por Rosário em Qui, 10/Mar/2016 19:57, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Qui, 03/Abr/2014 21:29 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
A primeira libertação é entender que a Bíblia não é a palavra de Deus.
Eis o que postei no jornal O Tempo sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 08/04/2013:
Citação:
R. A. Resende. Belo Horizonte. (09/04/2013 – 16h47).
Chaves. Estou de pleno acordo que para compreender a mediunidade torna-se necessário sim muito estudo. O estudo sobre a mediunidade não pode ser conforme os estudos científicos em geral, pois existem fenômenos mediúnicos que acontecem uma vez só. Em função destes fenômenos é que a mediunidade se torna numa ciência especialíssima. Veja os exemplos da transfiguração de Jesus, da conversão de Saulo (Atos 9,1 a 18) e da libertação de Pedro da cadeia de Herodes (Atos 12, 6 a 11). No caso dos médiuns cada um teve e tem suas experiências, que aconteceram por uma só vez, mas estas dificilmente foram ou são aceitas por muitos dirigentes de reuniões mediúnicas. Também existem outras experiências que são repetitivas por um certo tempo e depois não acontecem mais. Como explicar tudo isso e principalmente para aqueles, que só estudam e não vivem tais experiências?
Citação:
R. A. Resende. Belo Horizonte. (14/04/2013 – 10h10).
Pacheco e Ader.Vocês têm toda razão, pois existem sim doutrina estranhas, principalmente aquelas que ensinam e impões dogmas irracionais e fazem de tudo para arrecadar dinheiro dos fiéis: enganando-os com os nomes de dízimos e ofertas para Deus. Uma doutrina estranha é a do O Dogma da Santíssima Trindade ou o ensino do Deus Uno e Trino. A primeira formulação dogmática do pensamento teológico cristão trinitário, no que concerne à relação entre cada uma das três Pessoas divinas, foi postulada como um artigo de fé pelo credo de Niceia (proclamado em 325 no Concílio de Niceia), realizado para dirimir as questões levantadas por Ario, que negava a divindade plena do Filho, bem como confirmado pelo Primeiro Concílio de Constantinopla de 381, realizado para, em oposição aos pneumatômacos, afirmar a plena divindade pessoal do Espírito Santo e apresentada no credo de Atanásio (depois de 500 d. C.). A conclusão da Trindade foi sim um fruto da falta de conhecimento, entendimento e discernimento de como agem os Espíritos desencarnados. Estes aproximavam de pessoas, que lhes são caras ou que pensam como eles e assim, por falta do esclarecimento e da compreensão, os primeiros pensadores cristãos julgaram que todos os espíritos dos cristãos, que foram desencarnando fossem na realidade um só Espírito. A base destes ensinamentos está sim na própria Bíblia: “Então começaram a impor-lhes as mãos, e eles recebiam o Espírito Santo” (Atos 8,17). Os dons do Espírito ou carismas. Diversidades e unidade dos carismas. (1Cor 12, 1 a 11). “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; diversos modos de ação, mas o mesmo Deus que realiza tudo em todos” (1 Cor 12, 4 a 6). “Mas é o único e mesmo Espírito que isso tudo realiza, distribuindo a cada um os seus dons, conforme lhe apraz” (1 Cor 12, 11). Hierarquia dos carismas em vista do bem comum (1Cor 14). Como o ensino da Igreja era (e ainda é) o de que a Bíblia era a palavra de Deus,então isso dificultou imensamente para que os teólogos cristãos pudessem compreender a própria Verdade em sua plenitude (João 16,13). Para eles tudo na Bíblia era sim de origem divina, até as participações de guerras e ordens para matar: Josué 5, 13 a 15. Um Espírito intervém e promete participar das lutas: “És tu dos nossos ou dos nossos inimigos? Ele respondeu: Não! Mas sou chefe do exército de Iahweh e acabo de chegar”. Quase todos os juízes receberam ajudas de Espíritos, como se fosse do próprio Espírito de Deus. Gedeão (Jz 6 a 8.), foi orientado para atacar os inimigos apenas com 300 guerreiros (Jz 7,7). Jefté (Jz 10,6 a 12,7), que fez o voto de sacrificar quem viesse ao seu encontro se Iahweh lhe desse a vitória sobre os amonitas (Jz 11,30 e 31) e, como venceu, então sacrificou a própria filha (Jz 11,30), que tinha vindo ao seu encontro (Jz 11, 34). Sansão teve um auxílio espiritual para atacar aos filisteus por toda a vida dele, mas como não foi fiel ao pacto, então foi abandonado e teve os olhos vazados pelos filisteus (Jz 16,20 e 21), mas recuperou as forças e suicidou, matando com o suicídio dele mais filisteus do que em toda a vida (Jz 16,29 e 30). Em Samuel (1Sm15, 1 a 3): um Espírito deu ordem para matar homens, mulheres, crianças e recém-nascidos, como se fosse o próprio Espírito de Deus. Isaías tem uma visão de um Espírito como um Rei sentado no trono e este Espírito é sim o próprio rei Ozias, recém-desencarnado (Is 6, 1). O Espírito de Jesus converte o perseguidor Saulo num dos mais importantes discípulos de Jesus, o apóstolo Paulo (Atos 9, 1 a 18). A Verdade ficou oculta ou sem possibilidade de ser esclarecida e compreendida até o século XIX. Quando a Espiritualidade julgou que já era o momento oportuno para que a Verdade pudesse ser melhor compreendida, então um grupo de espíritos decidiu agir em prol da Verdade. E assim foi possível que Kardec fizesse a Codificação da Doutrina Espírita e publicasse, em 1.857, O Livro dos Espíritos (Vide perguntas 400 a 455: Emancipação da alma e 456 a 557: a Intervenção dos Espíritos no mundo Corporal). O Livro dos Médiuns é um manual para compreender a forma com que os espíritos fazem suas intervenções no plano físico. Por meio do trabalho do Kardec foram abertas as portas para que a Espiritualidade pudesse ir fazendo as revelações de uma forma lenta, mas constante. Unindo os ensinamentos bíblicos, com os da Doutrina Católica e da Doutrina Espírita tornou-se possível entender a forma de ação dos espíritos, este estudo pode sim ser chamado de Espiritologia. Para entender melhor da Teologia é sim necessário um ótimo conhecimento da Espiritologia, um grande conhecimento de Filosofia e da história das religiões, como também da Bíblia e ter um ótimo autoconhecimento. Como entendi que a Bíblia não era a palavra de Deus, então comecei a receber intuições para inverter alguns ensinamentos bíblicos, como: Gênesis 1,26: “Deus disse: façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança...” Para: ‘Cada ser humano cria para si um Deus à sua imagem e a sua semelhança e pensa que seus pensamentos sobre Deus são sim o próprio Espírito de Deus’. Gênesis 11, 1 a 9: A Torre de Babel: “Deus desceu para confundir e separar os seres humanos” para ‘Deus, no momento presente, desceu para esclarecer, explicar, ensinar e unir todos os seres humanos para que eles possam salvar o Planeta Terra da própria destruição de uma parte dos homens’. Em Agosto de 1983 tornou-se possível uma revelação explicativa do Mistério da Santíssima Trindade. Por meio desta revelação todas as correntes bíblicas, filosóficas e teológicas sobre Deus ficaram claras, para mim. Entre estas correntes pode-se citar o monoteísmo, o panteísmo, o panenteísmo, o politeísmo, o monismo, o dualismo, o ateísmo, o teísmo, o deísmo, o nihilismo e etc. Só no ano 2000 foi que escrevi duas cartas sobre este assunto, uma para um bispo católico e outra para um médico, complementando a primeira. Para essa explicação e divulgação consegui fazer uma união perfeita entre Teologia e a Matemática, utilizando o auxílio da teoria dos conjuntos.

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MensagemEnviado: Qui, 24/Abr/2014 12:08 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
A primeira e grande libertação é aceitar e entender que a Bíblia não é a palavra de Deus.
Eis o que postei no jornal O TEMPO sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 03/06/2013, que está neste endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... s-1.656761
Citação:
Publicado no dia 06/06/2013.
Todo ser humano que realmente deseja compreender melhor a Bíblia, primeiro terá que aceitar que a Bíblia, que se conhece hoje na Igreja foi o trabalho realizado pelo São Jerônimo já no final do século IV e início do V. No tempo dos patriarcas não havia nada escrito, tudo foi passado de pais para filhos por via oral. Foi no tempo dos reis, que os primeiros livros bíblicos começaram a ser escritos. Muitos espíritos, que eram semelhantes aos profetas e outros personagens da Bíblia, foram confundidos como sendo o próprio Espírito de Deus e isso complicou tudo. Veja só os casos dos juízes Gedeão (Jz 6 a 8.) e Jefté (Jz 10,6 a 12,7) e verão que os mesmos não foram orientados por Espíritos bons.

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MensagemEnviado: Ter, 17/Jun/2014 21:32 
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Paz plena... Caros irmãos foristas, um grande abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 12/08/2013, que está nesse endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... a-1.695496
Publicado no dia 12/08/2013. A Jornada Mundial da Juventude, para mim, mostrou uma multidão de pessoas que estão sem pastor e que correram atrás de quem eles ainda julgam, que representa o homem Jesus, que foi transformado em Deus para eles. Todos esquecem que quando Jesus esteve aqui entre nós foi condenado à morte como blasfemo pelos líderes religiosos da época dele (Mateus 26,59 a 68) só porque Jesus respondeu que era sim filho de Deus. Hoje qualquer pessoa diz que é filha de Deus e nada mais acontece de grave. Quantos outros seres humanos não foram condenados a morrer nas fogueiras da inquisição, após serem torturados, só porque discordavam de dogmas impostos a ferro e fogo. O problema maior para todos é sim a compreensão e o entendimento da Verdade.

Publicado no dia 12/08/2013. Muitos falam de Deus e sobre Deus, mas não sabem quem é Deus. Muitos confundem Deus com a “Espiritualidade ou com o Espírito Santo”, que é o conjunto de todos os espíritos criados simples e ignorantes, que estão livres da matéria bruta (corpos de carne) e que estão numa eterna busca da sabedoria e da perfeição. Muitos confundem Deus com o imenso e único conjunto cósmico e estes criaram um labirinto mental do qual dificilmente irão sair ou irão entender todas as engrenagens ou variáveis da própria criação, que estão nos limites físicos do Cosmo, que é finito, mas parece infinito como Deus, mas só Deus realmente é infinito, pois não teve início e nem terá fim. Muitos falam do e sobre o Espírito Santo, mas não sabem explicar e nem entendem a origem do Mistério da Trindade. O Mistério da Santíssima Trindade surgiu quando grandes pensadores e teólogos cristãos desencarnaram e como espíritos não compreenderam nada sobre o ENIGMA DEUS. Após reencarnarem começaram a pensar em Deus ou no início como algo correlacionado com o nascimento de um novo ser: PAI + MÃE = Filho ou Filha; isto é: para nascer mais um novo ser necessita de dois outros seres da mesma espécie. E como já existiam Deus Pai e Jesus, como Deus Filho, então surgiu o Deus Espírito Santo, três pessoas e um só Deus. Muitos falam do inconsciente, mas nem sonham sobre o que estão falando. Existem os inconscientes individuais e coletivos. O inconsciente coletivo contém todos os inconscientes individuais e coletivos de cada indivíduo. Muitos falam sobre e da Verdade, mas cada um tem a sua verdade e por isso necessitam aprender sobre a Verdade Absoluta. A Verdade Absoluta é Deus e só Deus pode nos revelar a nossa Verdade, que é a nossa identidade cósmica e por meio dela ficamos em condições de buscar os meios para o entendimento e explicação da Verdade Absoluta, após receber mais revelações divinas. Muitos falam sobre o “infinito” sem saberem nada daquilo que falam. O termo infinito possui uma abrangência tão ampla, cuja amplitude torna-se impossível de ser descrita. A reta, que possui uma definição perfeita, é infinita. Cada reta só pode ter em comum com qualquer outra reta, desde que não sejam justapostas, apenas um ponto. Por isso uso ou utilizo dos princípios da Matemática para falar e dar explicações sobre a Verdade. Para falar ou fazer referências sobre Deus utilizo da figura da reta, que tem sua definição simples, perfeita e infinita. Já para falar ou fazer referências sobre nós, seres ou espíritos criados, utilizo da figura da semireta, que é infinita, mas tem início, da mesma forma, nós tivemos início e também não teremos fim.

Publicado no dia 12/08/2013. Quando alguém fala sobre a Verdade todos os teólogos silenciam, fugindo para a fortaleza expugnável do silêncio. Nos versículos a seguir do Evangelho Joanino encontrei a base para compreender melhor e entender a Teologia, que é, para mim, a Teologia da Libertação (TL) e a Teologia da Verdade (TV), que estão nesses ensinamentos bíblicos do Evangelho Segundo São João: “Veio para o que era seu e os seus não o receberam” (Jo 1,11). “És mestre de Israel e ignoras essas coisas? Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos” (Jo 3,10 e 11). “Ele, porém, lhes disse: “Tenho para comer um alimento que não conheceis”. “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra”” (Jo 4,32 e 34). “Meu Pai trabalha até agora e eu também trabalho” (Jo 5,17). “O espírito é que vivifica, a carne para nada serve. As palavras que vos disse são espírito e vida" (Jo 6,63). “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” (Jo 9,5). “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10b). “Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais”. “Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros” (Jo 13,14, 15 e 34). “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Vós sois meus amigos, se praticais o que vos mando”. “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que seu senhor faz; mas eu vos chamo de amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu vos dei a conhecer. Isto vos mando: amai-vos uns aos outros" (Jo 15, 12, 14, 15 e 17). “Tenho ainda muito que vos dizer, mas não podeis agora suportar. Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena...” (Jo 16,12 e 13a).

Publicado no dia 12/08/2013. A Teologia da Libertação, que nos dá plena liberdade para pensar e falar, bate de frente com a Teologia Dogmática (TD) e até a destrói, pois esta impõe princípios autoritários e indiscutíveis, que foram discutidos entre sábios teólogos, que defendiam pontos de vistas diferentes sobre assuntos da Doutrina Cristã ou até mesmo sobre divergências teológicas. A criação dos dogmas foi uma boa saída encontrada para colocar um ponto final em discussões intermináveis e até vãs por meio da decisão dum “LÍDER”, que até podia saber muito menos do que os outros. Os dogmas foram necessários para por um fim nas divergências inconciliáveis entre os teólogos, porque os mesmos ainda não conheciam a Verdade via Teologia da Verdade e Teologia da Libertação. A reação da direção da Igreja em Roma contrária à TL foi com relação à liberdade advinda da mesma e à forma inadequada e imperfeita assumida pelos teólogos, que defendiam e ainda defendem a TL por meio de uma visão exotérica.

Publicado no dia 12/08/2013. A Teologia da Libertação, que considera o ser humano com uma visão integral, realmente dá ao homem a liberdade para pensar e o liberta de todos os ensinamentos dogmáticos, que cassa a liberdade até de pensar. A Teologia da Verdade possibilita ao ser humano o entendimento e o conhecimento sobre quem ele realmente é e quem é Deus. A Teologia da Verdade elimina a fé, que cega o crente, e dá ao homem os meios para que o mesmo possa adquirir o autoconhecimento e as condições para explicar a verdade sobre o Espírito Santo de Deus (Jo 4,24), que é Único e Uno (Dt 6,4).

Publicado no dia 12/08/2013. A Teologia da Libertação foi um dos bons frutos do Concílio do Vaticano II, mas que foi considerada como heresia pela cúpula de Roma na década de 80, que já tinha dominado quase toda a cúpula hierárquica da Igreja, principalmente no Brasil. Essa condenação foi fruto de ensinamentos de mentes brilhantes e de pessoas chamadas de teólogos, que confundiram a TL com a ideologia do marxismo ateu e não conseguiram separá-la da Doutrina Social da ICAR. Teologia não combina com ateísmo: isso é realmente inadmissível para qualquer pensador esclarecido. A Teologia ajuda ao ser humano a compreender e entender cada vez mais a Divindade, que é Deus e a Doutrina Social da Igreja Católica Apostólica Romana procura auxiliar aos seres humanos a viverem e conviverem em paz e harmonia; isto é: praticando tudo aquilo que o Mestre Jesus nos ensinou: “Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais” (Jo 13,14 e 15).

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MensagemEnviado: Ter, 29/Jul/2014 10:41 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Fiz uma revisão das minhas respostas para comentar sobre Deus e até fiz uma apostila e aqui vou divulgar os índices das perguntas e respostas.
Pretendo fazer desta apostila um livro, então qualquer comentário a respeito do trabalho irá ser sempre útil para correção, acréscimo e etc para que o livro mais útil para quem tiver interesse sobre o assunto.
Desde já obrigado a todos.
Índice novo (Introdução até 36):
viewtopic.php?f=12&t=5114&p=142597#p142597
Índice novo (Índice até 36 - 37 a 73):
viewtopic.php?f=12&t=5114&p=142598#p142598
Eis a pergunta de número 54:
54) Você sabe o que é Teologia? Resposta: “SIM”.
Teologia é uma palavra de origem grega e significa o estudo sobre Deus.
Como os conhecidos teólogos não sabem quem é Deus, então eles não são teólogos, mas estudiosos da história da Teologia e das Religiões. O Deus dos teólogos está sempre oculto no mistério da fé: “Eis o mistério da fé”. Essa frase é dita pelos sacerdotes logo após a consagração durante as celebrações de missas.
Veja a “apresentação” do meu trabalho sobre Teologia:
A Teologia nunca poderia ter recebido “sobrenomes”, pois isso só dificultou e dificulta a todo aquele que deseja encontrar e compreender de verdade a Verdade, que liberta (João 8,32). Agora ninguém pode negar que a Teologia, na história da humanidade, já recebeu muitos sobrenomes uns libertadores e outros bitoladores ou castradores da liberdade até de pensar.
No livro: “LEMBRANÇAS DA MINHA VIDA” do Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, consegui catalogar 27 sobrenomes para a Teologia, que são: Bíblica, Católica, Científica, do Concílio, Cristã, do Direito Canônico, Dogmática, Eclesial, Eclesiástica, Ecumênica, da Esperança, Fundamental, da História em Boaventura, Liberal, da Libertação, Medieval, dos Mistérios, Moral, do Novo Testamento, Ortodoxa, Pastoral, do Pensamento Alemão, Política, de Rudolf Bultmann, dos Santos Padres, Sistemática e Tradicional. Alguns nomes induzem a existência de muitos outros.
No livro: “Teologia e Ciências da Religião” cataloguei mais 25 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 6 deles repetidos: Dogmática, da Esperança, Fundamental, da Libertação, Política e Sistemática, os outros 19 são: Apofática, Contemporânea, Contextual, do Diálogo Interreligioso, Existencial, da Experiência, Feminista, Hermenêutica, da História, Local, Negra, Neuroteologia, de Práxis, Psicoteologia, Pública, Religiões, da Revelação, Século XXI e Transcendental.
Nos livros sobre Jesus de Nazaré do Papa bento XVI (Joseph Ratzinger): “Infância de Jesus”, “Jesus de Nazaré, Primeira Parte: Do batismo à Transfiguração” e “Jesus de Nazaré: Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição” cataloquei mais 40 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 7 deles repetidos: Católica, da Esperança, Liberal, Medieval, do Novo Testamento, Política, Sistemática, os outros 33 são: da Alegria, do Batismo, Católica Moderna, Cristã do Batismo, da Cruz, do Culto, da Eleição de Israel, da Encarnação, Eucarística, da Glória, Icônica, Joanina do Filho, Joanina da Paixão, de João, da Justificação, do Logos, de Melquisedec, Moderna, Oração Sacerdotal, Pascal, Paulina, de Paulo, dos Pobres, Política do Antigo Oriente, Protestante, Rabínica, Real do Antigo Oriente, da Revolução, Sacrifical, Sacrifício da Cruz, Século XIX, Última Ceia, Veterotestamentária do culto.
No livro: “Teologia da Libertação – Perspectivas” do Gustavo Gutiérrez cataloguei mais 67 sobrenomes para a Teologia, sendo 13 deles repetidos: Bíblica, Contemporânea, da Esperança, Fundamental, da História, da Libertação, Moderna, Moral, Negra, do Novo Testamento, Política, da Revolução, Sistemática; os outros 54 são: Agostiniana, da Aliança, do Antigo Testamento, da Atividade Missionária, Atual, Clássica, Conformista, da Criação, Cristã, do Desenvolvimento, Dialética, Escatológica, Escolástica, da Esperança Humana, Espiritual, Europeia, Existencialista, da Fé, Feminina, Francesa, do Futuro, Hispana, da Idade Média, da Igreja, da Igreja no Mundo, Índia, da Morte de Deus, do Mundo, Negra da África do Sul, Negra dos Estados Unidos, da Perseguição, Personalista, Privatizante, Progressista, Progressista Europeia, do Progresso Humano, Protestante Liberal, Protestante do Século XIX, do Próximo, da Realidade, das Realidades Terrestres, do Reino de Deus, da Renovação, da Ressurreição, da Salvação,da Secularização, dos Sinais do Tempo, Tomás de Aquino, Tomista, do Trabalho, Transcendentalista, Veterotestamentária, da Vida Religiosa, da Violência.
Nestes livros são encontrados 133 sobrenomes para a Teologia. Que labirinto não foi criado em torno da Teologia pelos teólogos, que na realidade não estudam a Teologia, mas a história da mesma.
A Teologia é o estudo sobre Deus e como Deus é Único (Uno. Dt 6,4), então a Teologia nunca poderia ter recebido sobrenomes.
Eis uma grande verdade, que foi dita pelo papa Bento XVI, pois a salvação é autorredentora e não heterorredentora. Veja no item 25 da Encíclica Spe Salvi sobre a Esperança Cristã (6c) o que escreveu o papa Bento XVI: “O homem não poderá jamais ser redimido simplesmente a partir de fora”. Ensinamento, com o qual concordo, pois é o que está em Deuteronômio 24,16: “Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais. Cada um será executado por seu próprio crime” e também Jeremias 31,30: “Mas cada um morrerá por sua própria falta. Todo homem que tenha comido uvas verdes terá seus dentes embotados”. A salvação é conquistada por meio da vivência perfeita do amor para com todos (Jo 13,34 e 35; 15,12 a 14 e 17) e da busca da Verdade (Jo 8,32 e 16,12 a 15) e do entendimento (Ap 13,18).
Cada teólogo está ligado ou subordinado a algum grupo religioso e cada grupo religioso pode ser independente ou pertencer a alguma Religião constituída, como a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). Dificilmente será encontrado um teólogo realmente livre e que se colocou a disposição para receber revelações da Espiritualidade e até do próprio Espírito de Deus.
Explicando melhor digo que os “sobrenomes dados à Teologia” deveriam ser entendidos como “o pensamento teológico deste ou daquele teólogo”, como também “deste ou daquele agrupamento de pessoas” e até também “desta ou daquela Religião”.
Até hoje o melhor sobrenome que encontrei para a Teologia foi o da Libertação e agora vou lançar mais um sobrenome: “Teologia da Verdade” (João 8,32 e 16,13), que para muitos teólogos defensores da “Teologia da Libertação” (TL) será uma absurda heresia, pois os defensores da Teologia da Libertação não poderiam ter colocado como base da TL a opção preferencial pelos pobres (OPP). A OPP deve ser sim um dos principais objetivos da Doutrina Social da ICAR, mas sempre com o objetivo de buscar uma harmoniosa e perfeita vivência e convivência entre pobres e ricos.
A Teologia da Verdade (TV) irá trabalhar em prol da grande harmonia entre todos os seres humanos, para que seja implantado no seio da humanidade o Reino de Deus, como Jesus nos ensinou a pedir na oração do Pai Nosso (Mt 6, 10).
Já trabalho em torno da Verdade desde Janeiro de 1980 e em função desta minha busca e trabalho, para o qual não conquistei ainda nenhum companheiro, consegui fazer uma ponte entre Teologia e Matemática, que é uma Ciência Exata, fazendo assim uma união perfeita entre Religião e Ciência.
Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 29/04/2014

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MensagemEnviado: Sex, 19/Set/2014 13:52 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Só irá compreender e conhecer a Verdade quem conquistar a liberdade em sua forma de pensar.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 09/09/2013, que está nesse endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... a-1.710393

Publicado no dia 10/09/2013.
Todo ser humano que começar a buscar explicações sobre alguns dramas ou problemas humanos e que tiver liberdade para pensar irá sim chegar à compreensão da verdade das vidas sucessivas. Muitos problemas vividos pelos seres humanos só são esclarecidos e compreendidos via aceitação da reencarnação. O que realmente existe é um processo evolutivo individual e coletivo na face da terra e em todo o Cosmo.

Publicado no dia 11/09/2013.
Estamos sim na Era da Verdade (João 16,13) e tudo vai ser esclarecido.

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