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MensagemEnviado: Sex, 16/Mar/2007 13:45 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Mais algumas informações com relação à carta para o irmão AAAZZZ (?) e endereços anteriores:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65508#p65508
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65510#p65510

Belo Horizonte, 29 de Janeiro de 2002.
AAAZZZ, meu amigo, companheiro e irmão em Jesus e na busca eterna da compreensão e do entendimento da evolução, possibilitando assim a nossa conquista da “perfeição”.
.............
A Minha Volta ao Centro Espírita Irmão Mateus em Janeiro de 2000 (A 3ª vez).
Em 12/01/2000, após 6 anos da 1ª consulta de 1994 e 20 anos de ter ouvido na Clínica Pinel, exatamente no dia 12/01/1980, um aviso de que tinha um prazo de 20 anos, voltei ao Centro Espírita Irmão Mateus para fazer a 2ª consulta, que ainda não tinha sido feita e nunca seria feita se eu não voltasse lá para fazê-la. É lógico que fui considerado como enfermo.
Eu substitui as 6 semanas por 6 anos e voltei lá, pois tudo aquilo que aconteceu em 1993 e 1994 não podia ficar como estava ficando. Consideraram-me como um necessitado de tratamento espiritual. No dia 29/01/2000 tive uma conversa com o você, Antenor, e o Maricélio, o médium principal da reunião de sábado. Passei por uma sabatina e respondi a todas as perguntas com muita honestidade e franqueza, sem nenhum medo mesmo, pois nada tinha a perder.
Após as minhas explicações e respostas, o Sr. Maricélio me perguntou:
- “Você falando tudo isso e onde fica a humildade?”.
- “Bom, nós somos 3 pessoas e estamos tendo esta conversa aqui dentro desta sala e vocês acham que é fácil para mim dizer tudo isto? Sei que vocês não acreditam em nada do que estou dizendo, mas para que a VERDADE seja descoberta temos que sermos francos, sinceros e honestos. Também temos que sermos plenamente fiéis e confiantes na espiritualidade que nos ajuda!”.
No dia 12/02/2000 estive com você, AAAZZZ, e foi me explicado que a irmã Mercês ainda não tinha dado nenhuma orientação. Naquele dia também fui convidado para participar das reuniões efetuadas nos sábados pela manhã.
Em 19/02/2000 iniciei a freqüência nestas reuniões. O tempo foi passando, não vinha nenhuma orientação para mim e já com vontade de conversar com o Senhor Djalma, que era presidente do C.E.I.M., no dia 15/04/2000 encontrei com o Senhor Djalma e conversamos. Disse para ele assim:
- “Temos um impasse, pois a irmã Mercês não vai falar que eu estou errado e o médium não vai falar que eu estou certo”. Expliquei toda a situação para ele e pedi uma oportunidade para dar palestras no C.E.I.M. em reuniões públicas. Foi feita uma consulta sobre este assunto e a resposta veio sem assinatura e isso para mim é mais animismo do que orientação da espiritualidade, pois não havendo identificação não é possível pedir explicações e nem cobrar responsabilidades.
Após vários adiamentos, no dia 09/09/2000 voltei a conversar com você e o Djalma, havia uma 3ª pessoa que não pode comparecer!!! Como o Djalma teve que ausentar-se um pouco, você leu para mim a orientação espiritual, que não teve identificação de quem foi, depois disse-me que ali no Centro Espírita não era o meu púlpito e que eu nem estava preparado para tal responsabilidade. Quando tentei me defender e justificar-me com o que sabia, você disse-me que não acreditava em nada do que eu dizia, pois tudo era fruto de espíritos brincalhões e zombeteiros. Entendi que o filme ainda era o mesmo, como o circo começou a pegar fogo e por isso respondi-lhe assim:
- “Bom, se esta é também a posição do Senhor Djalma, então hoje é a última vez que venho aqui, pois não quero disputar, dividir e nem lutar, mas apenas somar. Agora entendo que, o que me foi dito, em 1988, com relação a você pelo dirigente da reunião mediúnica, era realmente verdade, pois julgava que ele tinha blefado”.
Quando o Djalma voltou expus a minha opinião e queria conhecer a dele. Ele concordou com você em quase tudo, dizendo que não acreditava em nada daquilo que eu afirmava. Tudo tratava-se de obra de espíritos zombeteiros, brincalhões e sem nenhum crédito. Ai falei para ele:
- “Se o Senhor fosse franco comigo, em 1993, eu nem teria vindo aqui, pois nunca queria fazer confusão e nem quero complicar ninguém”.
- “É um absurdo o que você diz. Realmente tudo é obra de espíritos enganadores e sem nenhum merecimento”. Respondeu-me o Senhor Djalma.
O Djalma leu novamente toda a orientação espiritual, que você já tinha acabado de ler. Inicialmente tentei explicar a ele que você já tinha acabado de lê-la, mas ele apenas disse-me que eu estava impaciente e tinha que ouvir tudo até o fim. Depois voltou a confirmar que não acreditava em nada do que eu dizia e que os espíritos que agiam por meu intermédio eram enganadores, brincalhões e zombeteiros.
.................
Após o Maricélio ter lido vários dos meus trabalhos e das minhas cartas, em 17/10/2001, foi dada outra orientação para mim, quando recebi alta do tratamento espiritual, pois entre fantásticos comentários está escrito também: “Está livre para ir embora, mas se for seu desejo, poderá continuar freqüentando esta reunião enquanto ou quando quiser”.
Achei tudo muito fantástico mesmo e agora estou sendo um pouco compreendido por amigos espíritas, pois os “teólogos católicos” quando são bons mesmos ouvem-me em silêncio e os radicais não aceitam nem dialogar comigo. Mas o “Velho Jó” é de PAZ PLENA e paz todos querem, já a VERDADE dele é fantástica, já que os bons, após compreenderem bem a situação, escondem-se na fortaleza do silêncio profundo e fulminante para os que ainda são do contra, pois estes têm um medo inconsciente do encontro real e verdadeiro com eles mesmos, já que podem encontrar pesadas dívidas a serem pagas.
..............
Espero contar com a sua compreensão e seu auxílio, um abraço do amigo... Rosário Américo de Resende.
.........Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:02, em um total de 3 vezes.

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MensagemEnviado: Sex, 16/Mar/2007 20:49 
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Rosário escreveu:
Será se sou eu apenas o obsediado?
Rosário.


Claro que você não é o único... conheço outros que se acham messias, missionários, iluminados etc. Taí o INRI Cristo pra todo mundo ver, né.

Também eu posso estar obsediada, mas o meu obsessor é do tipo que tem horror a causos fantásticos, tem horror a querer iluminar os outros... graças a Deus, meu obsessor me conhece o bastante pra saber que esse papo de missionário jamais me seduziria.

_________________
Divulgue a lista de quem emprega trabalho escravo no Brasil - Vamos ajudar a acabar com essa vergonha


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MensagemEnviado: Sex, 16/Mar/2007 23:03 
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Gosto do estilo que o Rosário escreve e conta os fatos que houve com ele, segundo ele claro, Tiro muitas lições...Vejo uma maneira clara de colocar as coisas...Pois já tive contato com cada tipo de casos reais, mas ao mesmo tempo tão sigilosos que certos Espíritos se envergonhariam de plagiar trabalhos de outros Espíritos para as psicografias de seus "Livros".

Não impoem nada a ninguém...relata os fatos de uma maneira simples e se alguém não aceita...Usa de cordialidade e de agradecimento...Também não estou dizendo que é perfeito,pois ninguém aqui o é.

Para quem estudou para padre e, segundo o que disse, sofreu o que sofreu...Nunca será facil a compreensão dos outros para consigo ( escrevi certo?).

Ataque de Espíritos é coisa que o cinema ainda não tem condições de plasmar...( os desenhos até que conseguem)...

Penso assim.

_________________
Conheçe-te a ti mesmo.


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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 09:05 
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CLONE
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caro Rozário, você não precisa provar nada para ninguem.
veja o exemplo do nosso querido Chico Xavier não precisou da aprovação de ninguem para fazer seu trabalho missionário,não deu satisfação a ninguem deu tão somente seu recado.
Quantos frutos ESTÃO PELO PLANETA,deixado por este missionário, A BOA ARVORE Serás conhecida pelos frutos.
Não se incomode com opiniões continue seu trabalho.
Sua tarefa esta determinada junte-se aos seus auxiliares,que sem duvidas vieram com você e vamos em frente,pois uma tarefa deste porte vais precisar de muita ajuda mais esta tudo preparado.não de satisfação a ninguem pricipalmente a ICAR,Que sinto você muito preocupado com a mesma,PORQUE??.
JUNTE-SE aos seus abra seu centro ou sua igreja faça a divulgação dessas informacão,que sem duvida muitas pessõas irão se beneficiar,seus frutos falarão pela sua missão,não esmoreça

_________________
A VIDA REFUTA AS COISAS PRONTAS,É PRECISO FLEXIBILIDADE SEMPRE,


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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 15:29 
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Paz plena... Irmãos Pedro Paulo Rocha e Douglas Camillo, um grande abraço.
Gostaria de saber mais algumas informações sobre o nosso amigo Lobsang Rampa.
Realmente foi uma surpresa para mim, pois nunca poderia imaginar que tudo aquilo que li sobre a vida dele fosse uma pura ficção literária e ainda querendo passar por um grande e iluminado monge tibetano.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Dom, 01/Fev/2009 17:25, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 15:39 
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Paz plena... Irmã Eleonora, um grande abraço.
Já disse que a gente aprende com tudo e com todos.
Já li muitas coisas sobre o nosso irmão INRI Cristo. Para mim, ele viveu fortes fenômenos mediúnicos e no inicio não conseguiu alguém em condições de mostrar explicar para ele os fenômenos da mediunidade.
Não sei a história dele, antes de iniciar a vivência de tais fenômenos. Até lhe pediria, se você soubesse, para expor aqui neste tópico.
Para mim, o INRI agora deixou-se envolver com o companheiro invisível de tal maneira que será muito difícil ajudá-lo a sair do labirinto em que se meteu. Mas este é o meu julgamento, que não precisa ser o de outroas pessoas.
Mas quero agradecer os seus comentários a meu respeito, pois temos que ouvir os prós e os contras.
O trabalho para conquistarmos a PAZ e convivermos com muito AMOR necessita do auxílio de todos, mesmo que estejamos obsediados.
Paz plena... Rosário


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:06, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 15:57 
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Paz plena... Moisés de Cerq. Pereira, um grande abraço.
Você, irmão, tem toda a razão. No início, janeiro de 1980, julgava que tudo seria fantástico e como um mar de rosas.
Sempre fui um bom aluno, obediente às leis do seminário, estudioso. Recebi duas medalhas de outro, como 1º colocado no antigo curso Clássico e logo após ter formado na UFMG, como contador, fui indicado para fazer um concurso de títulos no CRC-MG e tirei também o 1º lugar.
Mas quando fui expor o assunto, que iniciei a viver, fui taxado de "doente mental".
Depois fui procurar pessoas que já conheciam os fenômenos mediúnicos para aprender o mais rápido posssível, mas quando eram pessoas simples havia diálogos e quando eram médiuns já conhecidos neste ou naquele Centro Espírita, dirigentes de reuniões ou presidentes de Centros Espíritas não havia diálogos, a porta da cordialidade e da caridade não era aberta.
Conto que recebi uma grande auxiliar no Centro Espírita Irmão Mateus, que conheci em 1984. Esta auxiliar hoje é minha 2ª esposa, pois eu era viúvo e ela solteira e nos casamos em 21/01/1989. Ela me ajudou na educação feminina de minhas duas filhas do meu 1º casamento. Temos um casal de filhos.
Mas fui aprendendo e após o anos de 1989 já passei a ajudar a muitas pessoas, que viviam o desequilíbrio da mediunidade e continuo ajudando.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:07, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 16:12 
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Paz plena... Irmão Aparecido f. Oliveira, um grande abraço.
Citação:
Você escreveu: "Não se incomode com opiniões continue seu trabalho.
Sua tarefa esta determinada junte-se aos seus auxiliares,que sem duvidas vieram com você e vamos em frente,pois uma tarefa deste porte vais precisar de muita ajuda mais esta tudo preparado.não de satisfação a ninguem pricipalmente a ICAR,Que sinto você muito preocupado com a mesma,PORQUE??.
JUNTE-SE aos seus abra seu centro ou sua igreja faça a divulgação dessas informacão,que sem duvida muitas pessõas irão se beneficiar,seus frutos falarão pela sua missão,não esmoreça."
Veja um pouco sobre o que estou fazendo:
Belo Horizonte, 07 de Março de 2002.
Caro companheiro e irmão em Cristo. Pax et Bonum. Que o “Espírito Santo” possa nos mostrar o caminho da união e da VERDADE ABSOLUTA.
................
É interessante observar que o processo de “ouvir vozes” é uma constante em toda a Bíblia Sagrada e é também a própria razão da existência e permanência da Bíblia Sagrada. Agora este processo para qualquer psiquiatra é uma prova de esquizofrenia.
Quero comentar o que aconteceu numa certa vez em que ouvi uma “voz”, ali pelas 23,00 horas num dia de novembro de 1983. Logo que deitei, ouvi a seguinte pergunta de uma “voz”:
- “Você vai fundar uma religião nova?”.
- “Não. Eu quero trabalhar para a união das religiões e não para dividir mais ainda, fundando mais uma outra religião”.
Respondi com muita decisão e segurança, em seguida perguntei para a “voz”:
- “Por que você está me perguntando isto?”.
- “Porque nenhuma das que estão existindo hoje me servem mais!”. Respondeu-me a voz.
Voltei a falar, concluindo o nosso rápido e claro diálogo:
- “Olha, quero trabalhar para a Paz religiosa e para a unificação das religiões. Qualquer fundador de religião ou de um novo grupo está trabalhando de uma forma contrária ao projeto de Jesus, pois divide mais ainda o rebanho de Jesus, que está cego e sem Pastor, e, complica muito mesmo o processo de compreensão e divulgação da VERDADE, pois cada religião ou grupo possui os seus princípios ou dogmas particulares, que só fazem divisões e dificultam o encontro, o entendimento e a compreensão da VERDADE ABSOLUTA”.
Assim encerrei este diálogo sem ter identificado quem era o autor da voz. Hoje julgo que aquela voz era de um frei e padre franciscano, que desencarnou no final da década de setenta, pois ele ficou muito decepcionado com os votos solenes que fez. Este frei compreendeu com muita clareza os embustes e enganações que são os próprios votos de pobreza, obediência e castidade. Quando um frei franciscano é realmente pobre? Eles têm o uso de tudo de bom e do melhor, só não têm a posse de bens e de propriedades. Eles são tratados como príncipes e até como reis pela sociedade em geral. A maioria dos freis não seguem o voto de obediência, pois só vão para onde querem e quando querem. E ainda existem alguns freis que desobedecem até o voto de castidade! Estes poucos dizem que são homens e por isso têm que agirem como homens obedecendo a lei da natureza. Neste caso eles agem de uma maneira muito negativa e até pior do que os animais irracionais, pois estes só praticam o ato sexual quando a fêmea está no cio; isto é: só mesmo para a procriação e perpetuação da espécie.
A maior revolta deste tal frei foi não ter concordado com as aplicações financeiras efetuados pela Província de Santa Cruz e por isso ele mesmo mantinha a casa onde morava em companhia de alguns outros freis com o seu próprio salário de engenheiro sanitário e no final do mês distribuía a sobra para os seus paroquianos pobres em alimentos, que ele mesmo comprava no Mercado Central de Belo Horizonte.
Se eu não tivesse um bom conhecimento e muito discernimento poderia ter achado que a “voz”, que ouvi, era de Deus ou do Senhor e fundaria uma nova religião, caindo assim numa das tentações mais difíceis para um ser humano. O orgulho de querer ser o chefe ou o dono da religião fala muito alto dentro de cada um de nós. É o mesmo de querer ser o Papa sem passar pelo processo da escolha e da eleição final. Quando estamos com medo de um exército, então procuramos dividi-lo e aí fica mais fácil derrotá-lo, esta é uma das armas dos que estão trabalhando contra a Unificação e a VERDADE.
Veja como foi e ainda é muito difícil para que eu receba orientações sobre a Fé Cristã. Em 12/04/1984 fui aconselhado por uma monja clarissa a procurar um certo padre para conversar e pedir ao mesmo orientações e conselhos sobre o que estava acontecendo em minha vida. Alguns dias depois telefonei para o tal padre, expliquei-lhe o motivo do meu telefonema e pedia a ele uma oportunidade para marcar uma conversa entre nós. Recebi essa decepcionante resposta:
- “Olha, eu não tenho tempo para conversar em particular com você. Caso você queira vir aqui para participar do grupo de jovens, que dirijo então pode vir. Mas que fique tudo desde já muito claro: Não tenho tempo para conversas em particular com você”.
..................(continua). Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:13, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Sáb, 17/Mar/2007 16:20 
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Paz plena... Irmaõs foristas, um abraço para todos...
Continuação...
............
No princípio de 1988 procurei novamente a mesma monja e conversamos por uma hora. Contei a ela o que aconteceu com o tal padre, quando ela me perguntou se o tinha procurado. Aí ela voltou a me aconselhar para procurar o Bispo Dom Cristiano Portela Araújo Pena.
Num sábado, ali pelas 18,00 horas liguei para o Bispo Dom Cristiano e falei sobre o aconselhamento da monja Maria Pia. Ele prontificou-se imediatamente para me receber e marcou comigo um encontro no mesmo dia às 20,00 horas. Este de imediato parecia ser um provável conselheiro e auxiliar para mim.
Na época o Dom Cristiano residia no Hospital Madre Teresa, Av. Raja Gabaglia, 1002.
Cheguei para o nosso encontro, um pouco mais cedo,
..............
- “Dom Cristiano aqui estou orientado pela monja Maria Pia. Em 1980 comecei a viver experiências novas e por causa delas não fui compreendido por quase todo mundo. Passei a sentir intensas vibrações emocionais e agi de uma forma bem desequilibrada. Os psiquiatras me consideraram com um grande desequilíbrio mental e por causa dos remédios que receitaram para mim não conseguia executar bem o meu trabalho. Estes remédios se transformam numa prisão química para quem os consome. Fiquei quase 4 anos de licença médica, fui aposentado por invalidez, mas consegui cancelar a mesma e hoje estou trabalhando novamente. Até o meu irmão padre não me compreendeu”.
O Dom Cristiano nada falou, apenas repetia uma expressão: “Eh!! Eh!!”. E eu não descobria qual era a dele. O meu recurso foi tentar expor com mais clareza o assunto, contando o que se passou em 1984 com o tal padre, mas ele só repetia: “Eh!! Eh!!”.
Então decidi abrir mais o jogo, mostrando ainda mais as minhas cartas e perguntei a ele:
- “O Senhor, Dom Cristiano, já ouviu falar do Chico Xavier?”. Ele respondeu-me com um “Já”, mas com uma expressão bem negativa e até ameaçadora. Continuei expondo o meu principal objetivo, naquele momento:
- “Eh!! Dom Cristiano, a mediunidade é um grande mistério!!”. Ele voltou a repetir o “Eh”, mas já parecia que estava tomando veneno e querendo vomitar tudo em mim.
Mas, apesar de tudo, tinha que continuar e não podia mais mudar o rumo e disse para ele:
- “O meu problema é este!”.
A reação do Dom Cristiano para mim foi tão inesperada e bem anti-cristã, ele disse-me:
- “Não entendo disto. Não quero entender e não tenho mais tempo de conversar com você!”.
A única saída que tive foi pedir perdão pelo tempo que já tinha tomado dele, despedi dele e sai. Chegando na portaria do Hospital, ainda muito assustado e desapontado com tudo, pois parecia que eu tinha cometido um grande crime, comentei com o porteiro sobre a reação radical do Bispo, que representa um dos seguidores dos apóstolos de Cristo, como o Senhor, Dom Aldo, também o é. Tinha uma necessidade de conversar imediatamente com um verdadeiro e simples “ser humano”. O porteiro tentou justificar para mim a posição tomada pelo Bispo, mas para mim era mesmo quase injustificável.
Quando entrei no meu carro, o meu querido, bondoso, paciente e sábio “Velho Jó”, que é o meu espírito mentor e está identificado na carta de 29/03/2001, item “a”, falou-me assim: “Não fique triste e nem desapontado. Você só viu o plano físico. Se você visse o plano invisível e visse quem foi convidado para ouvir este rápido e importante diálogo, então você iria dar pulos de alegria”.
.................
Em agosto de 1997 voltei a ter uma rápida conversa com o Bispo Dom Cristiano, 9 anos e meio depois. Assim agi porque tinha uma certeza quase plena de que ele não lembraria nada sobre a minha pessoa. Logo que toquei a campainha da residência do Bispo Dom Cristiano, ele atendeu-me com muita presteza e boa vontade. Pedi para conversar um pouco com ele e prontamente convidou-me para entrar. Iniciamos o nosso diálogo:
- “Como você está?”. Perguntou-me o Bispo.
- “Estou muito bem!”. Respondi.
- “Você está bem no seu serviço?”.
- “Sim”. Respondi.
- “Você vive bem com a sua família?”. Perguntou-me novamente querendo encontrar algo errado comigo. Voltei a responder simplesmente com um “sim”. Aí o Bispo comentou:
- “Não estou entendendo! Qual é o problema, então?”.
- “Aqui está o problema! Pois vivo imensamente bem. Sinto a presença de Deus em todo o lugar onde estou. Quero para todos uma PAZ realmente PLENA. Sinto-me imensamente bem e nada posso falar sobre estes assuntos, pois sou julgado alienado, utópico, não sou compreendido e todos julgam o que falo e tento fazer como uma imensa utopia”. Expliquei por minha vez.
O Bispo mudou completamente de atitude e falou-me assim:
- “Estou gostando imensamente de conversar com você. Muitos vêm aqui para me contar problemas e reclamar dos outros. São dificuldades no serviço, dificuldades e dramas familiares, como: traições, adultérios, separações e muitas coisas mais. Agora você vem com um assunto bom e ótimo como este. Estou imensamente satisfeito em conversar com você”. Ele realmente se apresentava com uma fisionomia muito alegre mesmo.
- “Eu também estou muito contente. Mas como sou muito sincero e gosto das coisas o mais claro possível, digo que em 1988 estive aqui e o Senhor não quis conversar comigo”. Comentei.
- “Eu fiz isso. Não é possível. Então você me perdoa”.
- “Não precisa de me pedir perdão, pois não fiquei ofendido. A prova de que não fiquei ofendido é que estou aqui”.
Conversamos mais um pouquinho, despedi e sai muito satisfeito mesmo. Tinha conseguido uma vitória.
Este encontro não foi programado, mas como tive sucesso preparei um plano de ação: “Voltaria lá um mês depois para um outro rápido encontro e comentaria sobre as minhas cartas, ofereceria a ele uma opção para ler algumas delas”. Como planejei, agi.
No mês seguinte, logo que o Bispo Dom Cristiano me viu, fui recebido com muita alegria. Entrei e conversamos por uns 10 a 15 minutos. Comentei sobre as minhas cartas e fiz referência à carta, que escrevi para o Papa João Paulo II. Quando perguntei se ele queria ler algumas das minhas cartas foi logo dizendo:
- “Quero ler sim, mas só a que você escreveu para o Papa”.
Fiquei muito satisfeito, pois queria que ele lesse algumas das minhas cartas e a escolha dele foi fantástica para o meu trabalho, mas também já sabia que iria eliminar qualquer diálogo posterior com ele. Este tinha sido o meu objetivo, quando o procurei, pois sabia que os convidados de 1988 estariam sempre presentes nos meus encontros com o Dom Cristiano.
A espera ansiosa do dia específico de outubro de 1997 terminou e levei para o Bispo Dom Cristiano Portela de Araújo Pena 3 cartas: a do Papa, a de 28/06/1992, escrita para o Frei Basílio e a de 21/07/1993, escrita para o Padre João Batista Libânio. Esta última carta fez parte do “opúsculo” que lhe enviei em agosto de 2001.
O Dom Cristiano me recebeu muito bem mesmo. Logo que sentei numa cadeira entreguei a ele um envelope com as 3 cartas. Ele fez menção de abri-lo para ler as cartas, imediatamente o interrompi dizendo:
- “Não quero que o Senhor leia as cartas agora na minha frente. Pois não quero de forma nenhuma discutir com o Senhor aqui agora. Depois que o Senhor ler tudo com muita calma e meditar sobre os assuntos que estão escritos, aí sim estarei preparado para conversarmos sobre tudo o que escrevi”.
Ele aceitou a minha sugestão e guardou o envelope. Conversamos um pouco mais e despedi dele.
O trabalho iniciado em 1980 estava alcançando um ótimo estágio. Uns 3 dias depois liguei para o Bispo Dom Cristiano e, após apresentar-me, perguntei:
- “ O Senhor leu as cartas que deixei aí. O que comenta e fala agora comigo?”.
- “Não é como você escreveu! Para mim está tudo errado!”. Reagiu o Bispo de uma forma já meio acuado e encurralado.
- “O Senhor aceita ainda conversar comigo?”. Perguntei já quase certo da resposta negativa.
- “Não, é melhor que não conversemos mais. Eu não quero discutir com você!”.
Assim encerrou a série dos meus 4 encontros com o Bispo Dom Cristiano, que hoje já está vivendo na realidade maior e na real presença de Deus.
......... Paz plena... Rosário.


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Rosário escreveu:
Paz plena...
Irmãos Pedro Paulo Rocha e Douglas Camillo, um grande abraço.
Gostaria de saber mais algumas informações sobre o nosso amigo Lobsang Rampa.
Realmente foi uma surpresa para mim, pois nunca poderia imaginar que tudo aquilo que li sobre a vida dele fosse uma pura ficção literária e ainda querendo passar por um grande e iluminado monge tibetano.
Paz plena...
Rosário.


Rosário,

Dê uma lida nestes links:

http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=2023

http://brazil.skepdic.com/lobsang.html

_________________
Douglas
Estudos Espíritas
http://e-estudosespiritas.blogspot.com/


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Amigo e conterrâneo Rosário,
gostaria de te pedir com muito carinho e respeito à sua pessoa que você se preserve um pouco em relação às suas revelações aqui no fórum.
Não vou me manifestar contra nem a favor delas, mas já dei alguns toques anteriores sobre a minha posição.

Queria te dizer que frequento o Grupo Emmanuel e também conheço o centro Irmão Matheus. Conheci o saldoso Sr. Leão e creio que sei quem você queria procurar lá na "rua Perdões" deve ser o Sr. Hon.....

Por favor Rosário, tenha mais cuidado. São pessoas que militam a anos no trabalho duro na doutrina espírita e não seria justo com eles certas críticas ou à estas casas uma vez que pelo que parece, eles não podem se manifestar à respeito.

Não me leve a mal, mas gostaria de te perguntar qual seria o benefício de veicular estas suas "revelações" aqui? por acaso os foristas seriam os mais necessitados delas? se for uma missão sua entederei mas por favor não fique citando as casas espíritas daqui de BH sem que se tenha fundamentos
reais e principalmente apenas baseados nas suas experiências com elas.

Me perdoe a sinceridade. Um abraço fraterno de seu irmão Sérgio.

_________________
"Há duas coisas infinitas: o universo e a tolice dos homens." - Albert Einstein


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MensagemEnviado: Dom, 18/Mar/2007 11:00 
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Paz plena...
Douglas Comillo, um grande abraço.
Muito obrigado, pelas informações dos "links" sobre o nosso amigo Lobsang Rampa.
Citação:
Acabei de ler tudo e a gente fica meio sem graça, após ler estes "links" e até passamos a dar muitas razões sobre o trabalho dos "céticos" com relação a não aceitar nada sobre a mediunidade.
Mas eu vivi e vivo fenômenos mediúnicos e estes não estão sob o nosso controle, mesmo que o queiramos.
Eu digo que, às vezes, somos levados por uma correnteza muito forte e nada podemos fazer. Mas aprendemos tanto nestas experiências e vivências mediúnicas, que até os entendidos no assunto se assustam.
Eu procurei, por muito tempo, pessoas com às quais pudesse trocar idéias e depois revelar o que estava acontecendo comigo. Mas, no início, não foi possível conversar com ninguém, com raríssimas exceções.
Em 1988 comecei a registrar tudo em cartas e de uma forma muito secreta....
Agora, para mim, chegou a hora da divulgação, pois o trabalho da PAZ, que será benéfico a todos, necessita de muitas pessoas engajadas no mesmo, mas também tem que passar pelo crivo da VERDADE e da RAZÃO. Para isto temos o auxílio da codificação do KARDEC.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:19, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Dom, 18/Mar/2007 12:12 
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Paz plena...
Irmão Sergiao, um grande abraço.
Citação:
Você escreveu: "Amigo e conterrâneo Rosário,
gostaria de te pedir com muito carinho e respeito à sua pessoa que você se preserve um pouco em relação às suas revelações aqui no fórum.
Não vou me manifestar contra nem a favor delas, mas já dei alguns toques anteriores sobre a minha posição.
Queria te dizer que frequento o Grupo Emmanuel e também conheço o centro Irmão Matheus. Conheci o saldoso Sr. Leão e creio que sei quem você queria procurar lá na "rua Perdões" deve ser o Sr. Hon.....
Por favor Rosário, tenha mais cuidado. São pessoas que militam a anos no trabalho duro na doutrina espírita e não seria justo com eles certas críticas ou à estas casas uma vez que pelo que parece, eles não podem se manifestar à respeito.
Não me leve a mal, mas gostaria de te perguntar qual seria o benefício de veicular estas suas "revelações" aqui? por acaso os foristas seriam os mais necessitados delas? se for uma missão sua entederei mas por favor não fique citando as casas espíritas daqui de BH sem que se tenha fundamentos
reais e principalmente apenas baseados nas suas experiências com elas.
Me perdoe a sinceridade. Um abraço fraterno de seu irmão Sérgio".
Sérgio, primeiro quero agradecer a sua participação e o seu conselho.
Realmente, de início, eu não queria citar nomes de ninguém e nem dos Centros Espíritas, que são ótimos e estão fazendo trabalhos fantásticos. Mas alguns, irmãos foristas, começaram a duvidar dos fenômenos vividos por mim.
E a cutucada do irmão Venteedois mexeu comigo, pois ele escreveu, mais ou menos assim:
"Prefico ouvir uma só verdade do que muitas mentiras".

O problema todo tem a ver com a minha responsabilidade...
Caso a sua opinião seja a da maioria dos participantes do Portal do Espírito, poderei até voltar ao meu silêncio e até afastar do Portal, pois me sinto que não serei muito ético se não revelar os fatos vividos por mim, mesmos que não sejam aceitos ou compreendidos por quase ninguém.

A pessoa que você cita do Grupo Emmanuel, digo que você está realmente certo e correto. Eu a procurei por tratar-se de um grande conhecedor e divulgador da D.E.
Que ótimo que você conheceu o fenomenal Sr. Leão, que simpatia de pessoa ele era. Quem me entregou ao mestre e Sr. Leão foi o Martins Peralva, que era um grande amigo de um amigo meu.
Você conheceu o senhor José Raimundo? Este eu o conheci numa reunião dirigida pelo Sr. Leão em 1981. Fiquei muito amigo deste Sr. José Raimundo. No velório do corpo físico dele, eu disse para todos, que ali estava o corpo de um dos meus primeiros mestres do Kardecismo, pois no ano de 1984 e 1985, eu conversei com ele, em quase todas as tardes. Foi por meio dele que procurei o Sr. José Mário Sampaio, pois ele me indicou uma outra pessoa, que morava no Barreiro e esta pessoa me indicou o Sr. José Mário Sampaio. Só tive um encontro com o Sr. José Mário Sampaio e dois telefonemas; um antes e outro depois do encontro, pois ele desencarnou.
Paz plena. Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Qui, 27/Nov/2008 10:23, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Dom, 18/Mar/2007 12:20 
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Esquenta não Rosário, já fui leitor deste Monge e pelos fatos não deixa de ser uma Obra literária o seu imenso trabalhos...Se contar os exercícios que fiz para alcançar o que este prometia...rsrsrsrsr...Ainda bem que cansamos
Não vamos preferir ser os que enganam e nem inveja-los, muito menos odia-los...procuremos os ser os que buscam, vivem e falam a verdade.

Não sei se você já leu os livros de Robert Monroe...Pelas suas experiências ele acabou fundando um Instituto...Sobre ezperiências fora do corpo...

O que percebí é que quando adentramos qualquer recinto apresentando nossos trabalhos e experiências, dificilmente vamos ser aceitos, entendidos e compreendidos...As Casas Espíritas não poderiam ser diferentes...

Pois o que queremos é ser ouvidos, e aceitos custe o que custar, penso assim...Mas a Casa já existia antes do nosso problema e como educação jamais poderá conceder previlégios...Salvo os casos de assistências espirituais graves.

Devemos é ir entrando aos poucos...depois de assistidos, vamos contribuindo comalguma tarefa, e o próprio tempo se encarregará de nos ouvir e nos atender, pois com as labutas dos trabalhos Espíritas o que percebemos é que cada doação de nós que damos com desinteresse e com amor é anós esmo que assistimos...

Vamos indo...e aprendendo.

_________________
Conheçe-te a ti mesmo.


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MensagemEnviado: Dom, 18/Mar/2007 12:33 
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Paz plena... Moisés de Cerq. Pereira, um grande abraço.
Nunca li nenhum livro do Robert Monroe...
Estive num grupo aqui em Belo Horizonte, chamado Instituto ESEM,
lá eles praticam tudo o que se ensina nos Centros Espíritas sobre mediunidade, desdobramento mental, experiências fora do corpo, meditação e hipnotismo. Eles dizem que estão a frente do Kardecismo. Eles não fazem doutrinações dos espíritos, apenas fazem o trabalho de encaminhar os espíritos para planos astrais adequados.
Fiquei lá por 4 anos e tive que sair também, pois o líder não quis me dar apoio. Só dei uma palestra lá com o título de "PAZ"... Expliquei o termo PAZ, da necessidade de viver e conviver em PAZ e falei sobre as profecias sobre um tempo da implantação da PAZ na TERRA.
Paz plena. Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Seg, 01/Dez/2008 22:32, em um total de 1 vez.

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