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MensagemEnviado: Qui, 11/Out/2007 11:57 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Comentários de outras pessoas sobre o meu caso e sobre a minha pessoa. Estou incluindo isso aqui para ajudar àqueles que querem entender melhor o que acontece comigo:
No mesmo dia, 12/01/1980, foi feita uma reunião mediúnica em meu benefício em Divinópolis. E um espírito disse: “Na casa do seu irmão está tudo escuro, mas ele conseguiu ligar um fio de luz tão alto, que nem eu sei de onde vem. Pode confiar que tudo será resolvido da melhor maneira possível e a vitória do BEM é certa”.
.............
Religiosamente compareci no dia marcado com antecedência e nada foi feito. Quando cobrei a razão de não ter sido atendido, indicaram-me um outro médium para conversar. Este era um advogado, que recebia um caboclo e deu-me a seguinte explicação, após um bom diálogo: “Nós não fizemos a reunião de captação com você porque estamos com medo. Os que estão com você são espíritos de extremos: são muito bons ou muito maus. Por isso aconselho-o a ler as obras da codificação do espiritismo, escritas por Allan Kardec”. (Abril de 1981).
...............
Quando cheguei na janela da sala, vi um carro parado em frente, na rua Silvestre Ferraz, 37. Ouvi o passageiro falar com o motorista assim: - “Toca, que nós não podemos entrar nessa casa, é luz demais”.
O carro foi embora, como também o provável auxílio, que teve medo de “luz”. Também os autores da Bíblia Sagrada nos induziram a ter medo de Deus. (Início de 1982)
...................
De março a maio de 1982, estive com o padre M, que é psicólogo e um dos papas em análise de Belo Horizonte..... Após os meus testes psicotécnicos, ele mesmo decidiu fazer o meu tratamento e arranjou uma hora apenas por mês para mim. Devido a essa mudança perguntei ao padre M a razão da mesma e ele respondeu-me: “Os seus testes estão ótimos. É para você gastar menos tempo e menos dinheiro, pois na minha equipe não existe ninguém capacitado para resolver o seu problema”.

São João del Rei, 19 de Abril de 1991. Prezado Rosário: Paz e Bem.
Hoje é o nosso dia. Por isso quero enviar-lhe o meu abraço de parabéns e que você não olhe tanto os anos que passam, mas o bem que você semeia em redor de você e que certamente vai frutificar.
Fiquei muito contente por vê-lo bem na Semana Santa. É sempre benéfico esse reencontro.
Li sua mensagem aos bispos e dela você me pede uma opinião. Minha opinião você já deve saber. Primeiramente respeito muito o seu modo de ser e de ver, mas, não concordo com a interpretação. A presença da doutrina espírita é marcante e no fim vira uma mistura difícil de discernir o que é autêntico ou não. Não aceito a comunicação dos espíritos.
(Frei Estanislau, meu ex-padre mestre de 1965/1966).

São João del Rei, 05 de Agosto de 1991. Meu amigo e irmão: Paz e Bem.
Fico muito agradecido a você por esta atenção em me colocar por dentro de tudo que lhe vem acontecendo. Li tudo com atenção e respeito.
Claro que não podemos negar os fatos. A gente sente você plenamente normal. Só discordamos na interpretação dos fatos pois nossos instrumentos são diversos........ (assinado) Frei Estanislau.

Manica, 01 de Abril de 1992. Meu querido irmão e amigo Rosário!
Eu lhe desejo toda PAZ, todo BEM, toda ALEGRIA que você merece, por buscar o conhecimento verdadeiro e a moralidade plena! .........
Rosário, já li todos os seus trabalhos e cartas. Sei que você está elaborando uma síntese de pensamento grandiosa e universal.
Nunca duvidei de sua honestidade, bondade, inteligência, firmeza nos seus propósitos e objetivos. Como também nunca duvidei de sua sinceridade.
(Frei Basílio, meu irmão e quase 8 anos mais velho do que eu).

Belo Horizonte, 01 de Novembro de 1992. Prezado Sr. Rosário A. Aproveito um intervalo nas minhas atividades paroquiais de fim de semana, passo a responder-lhe a carta de 13/09/1992.
Achei muito interessantes suas reflexões teológicas. Vejo como se interessa por esta campo maravilhoso da reflexão sobre a fé.
........ Em termos filosófico, nosso conhecimento de Deus é analógico. Tem uma dimensão de inadequação. Assim quando falamos que Deus se ofende aplicamos a Ele uma expressão humana. E você mostrou muito bem o lado frágil e errado da afirmação. Mas há também um lado verdadeiro. Deus se ofende pode significar uma maneira de exprimir que todo pecado tem uma dimensão de ruptura de nossa relação com Ele.
Nossa liberdade não acolhe a liberdade de Deus que nos oferece seu amor. Objetivamente é uma ofensa, não querer receber um presente. Assim quando você rejeita um presente, ofende o doador..... Vai aí somente o ângulo de qualquer fala sobre Deus. Desejo-lhe muita dedicação à Bíblia. (assinado) J. B. Libânio.

São João del Rei, 18 de Dezembro de 1992. Rosário, meu irmão e amigo: Paz!.....
Recebi sua carta, obrigado. Vamos caminhando com paciência, vencendo as barreiras do medo, da desconfiança, na certeza de que vai brilhar a luz da verdade e do amor. Não há motivos para desânimo. Vá em frente. Estou sempre aberto a acolher tudo. Escreva sempre. Com meu abraço muito fraternal. Natal de 1992. (assinado) Frei Estanislau.

Belo Horizonte, 10 de Abril de 1993. Prezado Sr. Rosário: Hoje é Sábado Santo. Nesta noite a Igreja celebra o mistério fulgurante da Ressurreição. Que a alegria e esperança do Ressuscitado lhe encham a vida.
Recebi sua carta. A sua carta revela grande manuseio e conhecimento da Escritura. Hoje ela é um mundo de pesquisas e descobertas. Assim para cada passagem podemos recorrer a especialistas........... Por hoje é só. Que a Páscoa lhe dê paz e alegria. (assinado) J. B. Libânio.

Lusaka, 04 de Agosto de 1993. Meu querido irmão Rosário.
Que o Pai Altíssimo, e Criador de tudo e de todos, lhe conceda a sua Sabedoria, a sua Força, a sua Paz e o seu Amor! ............. Sobre suas idéias, pesquisas, evoluções, afirmações, eu só peço ao Grande e Sábio Espírito, que tudo contém na sua Presença, que tudo dispõe para o bem daqueles, que só querem amar, encontrar e servir à VERDADE, fazer o BEM - que Ele o guie, oriente, conduza para a sua LUZ VERDADEIRA.
Muitas coisas que você afirma, - você o faz de tal maneira - que só resta aos outros, - seus interlocutores aos quais você tem escrito, - receber suas afirmações em silêncio e respeito, já que são expressões de uma escolha e opção feita. Só Deus - sabe e compreende e acolhe em seu Amor e Misericórdia infinitos - o que conduz uma pessoa que só quer o bem para si e para os outros. Só Deus pode julgar, compreender, perdoar, amar. Diante deste mistério - que é uma pessoa e uma vida - a melhor atitude é o silêncio respeitoso. Qualquer resposta, ou discussão, pode profanar o grande segredo, a grande revelação.
Por isto, Rosário, eu também não vou argumentar - nem para apoiar, nem para discordar, nem para tentar por - tirar - acrescentar - diminuir - modificar nada do que você escreveu -.
Você põe as coisas num nível e numa forma, que vão além de qualquer comentário, no nível das idéias e pesquisas.
No nível da pessoa eu sinto, admiro e afirmo: Você é uma pessoa pura, bem intencionada, generosa, bondosa, amorosa, que em todas as situações - de conflitos ou de paz, de sofrimento ou de alegria - só quer contribuir para o bem, jamais para o mal, só quer compreender e ajudar.... ... SÓ DEUS É BOM! Um abraço com afeição do Frei Basílio. (Assinado).
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 10:44, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Ter, 16/Out/2007 22:02 
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Boa Noite,

Você teria alguma revelação, assim tipo mais recente?

Continue o caminho do Ensinamento, pois estamos todos aqui sempre a aprender.

Muita paciência Professor, e Parabéns pelo dia de ontem!!!

_________________
Grata, Joanna


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MensagemEnviado: Qua, 17/Out/2007 10:21 
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Paz plena... Joanna, um abraço.
Tenho sim, mas estas têm muito a ver com os nossos irmãos muçulmanos. Então temos que ter muito cuidado em comentá-las e divulgá-las...
No dia 02/02/1991, o mentor do Saddam Hussein foi aprisonado e ele ficou sem proteção...
Veja o que fizeram com o Iraque após a Guerra do Golfo.
Veja como os muçulmanos appanharam muito na ex-Ioguslávia.
Veja qual foi a reação do Bush logo após o atentado contra as duas torres gêmeas.
Veja quem mais morreu no tsunami lá no Oriente.
E em maio deste ano o espírito do Arafat fez um fulminante ataque e desencarnou um espírito em Divinópolis, que ainda não era a época dele. Pois esse espírito era uma reencarnação de um dos apóstolos de Cristo.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 10:48, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Qua, 17/Out/2007 15:50 
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Rosário escreveu:
E em maio deste ano o espírito do Arafat fez um fulminante ataque e desencarnou um espírito em Divinópolis, que ainda não era a época dele. Pois esse espírito era uma reencarnação de um dos apóstolos de Cristo.
Paz plena... Rosário.

ao t


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MensagemEnviado: Qua, 17/Out/2007 16:26 
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Paz plena... Chariots_of_Fire, um abraço.
Você só repetiu a minha frase e o que quis dizer mais?
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 10:53, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Dom, 21/Out/2007 11:32 
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Paz plena... Irmãos foristas e companheiros de evoluçao, um abraço.
Vou postar aqui a 1ª carta que escrevi para o meu irmão, após ter entregue a ele tudo o que eu já tinha escrito, pois pretendia conseguir a compreensão e a ajuda dele:
Belo Horizonte, 05 de Março de 1992.
Frei Basílio, saudações franciscanas e fraternas. Recebemos sua carta, a qual agradecemos penhoradamente. Cláudia e Sílvia agradecem os retratos.................. (Omiti trechos familiares).
Você, Frei Basílio, já colabora muito com ele, mas não sabe que já o faz....Isto está incluído no mistério da vida humana ou no “inconsciente coletivo”, que contém e às vezes domina o inconsciente individual.
Basílio, hoje posso dizer mais ou menos assim: “Eu jogo no jogo da Vida. Então a vida é um grande e difícil jogo e nós somos os jogadores. Tenho em minhas mãos trunfos excelentes ou melhor o casal e sei que vou ganhar essa rodada, só não sei quando serão mostradas as cartas”. Tenho ainda como vantagem a parceria de outros ótimos jogadores do jogo da vida e juntos ganharemos tudo. Eu os conheço e eles não me conhecem ainda. Muitos outros também participam do mesmo jogo da vida, mas você sabe que existe muito jogo sujo e trapaceiros existem em todo lugar e quem trapaça não tem escrúpulo. Mas eu, que tenho os melhores trunfos na mão, não tenho medo de nenhum jogo sujo. Quando você ler todas as minhas cartas e todos os meus trabalhos espero contar com a sua compreensão e ajuda. Espero também a sua opinião sobre tudo o que está exposto, aconteceu e continua acontecendo comigo. Nós somos semi-eternos e por isso não teremos fim.
Basílio, hoje ainda estou aqui ao alcance de todos e podendo ser “interrogado para ser compreendido”. Mas ninguém se dispõe a ouvir-me ou a querer entender-me. No futuro, quando eu não mais estiver aqui, irão me considerar uma grande incógnita e será mesmo muito difícil entender tudo. Só quem viver as experiências, que vivi e vivo, poderá me compreender um dia. Para quase todos tudo será uma imensa “loucura ou uma imensurável ilusão”...., pois nunca aceitarão o que realmente aconteceu e acontece comigo.
Eu realmente queria ser um padre franciscano. Por não poder falar em público, antes de tomar a decisão de esperar um pouco ou de dar tempo ao tempo para fazer a profissão simples em 1966, cheguei a pensar em ser um irmão leigo. Mas o Frei Estanislau me disse mais ou menos assim:
- “Quem pode conhecer os desígnios de Deus, quem sabe Ele não o quer aqui no convento, mas vivendo no mundo, onde falta a compreensão e a vivência da presença de Deus”.
Basílio, quem realmente escolhe os representantes de Deus não são as estruturas e organizações humanas, apesar de todos os rituais e liturgias, mas é o próprio Deus-Pai-Mãe. Assim foi com Moisés, Isaias, Elias, Jeremias e Jesus, com todos os profetas e santos. Viver essas experiências é muito fantástico mesmo e só quem as viveu ou vive terá possibilidades de compreendê-las. Quem só as estuda e analisa não terá nunca condições de compreendê-las plena e profundamente, até irá taxar aquele que as vive de lunático, alienado ou vivendo em outro mundo.
Na carta para o Papa João Paulo II procurei ser o mais claro possível, mas ou ele não recebeu a minha carta ou considerou-me como um “corajoso e impetuoso herege ou um insignificante débil mental”. Numa certa vez estava na caso do Eli e, tocando o telefone, fui atendê-lo, logo que falei “ALÔ”, do outro lado disse apenas a palavra “HEREGE” e desligou o telefone. Que coincidência!
Basílio, viver experiências como viveu Abraão, Jacó, José do Egito, Moisés, Samuel, Elias, Isaias, Zacarias, Maria de Nazaré, Jesus, os apóstolos (principalmente Pedro, Tiago e João), Francisco de Assis, Clara de Assis, Teresa d’Ávila, Joana d’Arc, Jan Huss e muitos outros só poderá ser realmente compreendido por quem vive experiências semelhantes, pois idênticas nunca o são.
Tudo ficou muito mais difícil para mim porque lutei contra poderosos e fortíssimos adversários, que eram contrários ao plano planejado e traçado por mim e para mim, e, que eu livremente iria cumprir. Comparo esses adversários ao “Tentador de Jesus no deserto”. Um deles está revelado no trabalho intitulado: “A Revelação do Mistério nas Vidas Sucessivas”.
O próprio Velho Jó (Deus-Pai) com a presença de Jesus me disse um dia assim:
- “Nós conversamos muito e chegamos a seguinte conclusão: você é completamente livre, faça o que você quiser. Mas nós iremos utilizá-lo, pois essa já é a sua vontade, para divulgar esses conhecimentos de qualquer forma, seja voltando para o convento, seja vivendo no mundo como celibatário ou casando novamente. Você é plenamente livre”.
Isso foi necessário porque Jesus me falou em voltar para o convento e o Velho Jó em um novo casamento e aí falei para o Velho Jó, mais ou menos assim: “Você, conhece Jesus muito bem e ele me falou completamente o contrário. É preciso que vocês me intuem do mesmo modo, pois não quero agir diferente da vontade de Jesus e nem da sua”.
Aí o Velho Jó respondeu-me: “Deixa isso por nossa conta, que nós iremos conversar”.
Basílio, gostaria muito de ouvir a sua opinião sobre o que aconteceu e continua acontecendo comigo, só que agora tenho forças e controle emocional para não fazer aqueles escândalos, como você viu e ouviu nos dias 11 e 12/01/1980. Também gostaria de saber a sua opinião sobre personagens e acontecimentos bíblicos ou passados a luz dos conhecimentos atuais:
1º) Abraão, sua saída de Hur e o sacrifício de Abraão, onde Isaac seria a vítima. 2º) Jacó comprando o direito da primogenitura, roubando a última bênção do pai, o sonho dele, sendo depois enganado e traído pelo sogro na noite de núpcias, as 4 mulheres dele e a luta contra um Anjo. 3°) José do Egito, seus 2 sonhos, sua venda como escravo pelos próprios irmãos e depois, após interpretar os 2 sonhos dos 2 funcionários do Faraó e os 2 sonhos do Faraó, após 2 anos, tornou-se o vice-rei do Egito, cumprindo assim os seus 2 primeiros sonhos de quando era jovem. 4º) Moisés, recebendo a responsabilidade de libertar o povo israelita do Egito, a aplicação das 10 pragas contra o Egito, a fuga dos israelitas pelo deserto, a passagem pelo mar Vermelho, o afogamento do exército egípcio, como também os acontecimentos no Monte Sinai e a eliminação dos inimigos internos. 5°) Josué e a conquista da Palestina, principalmente Jericó e Hai. Que matança!!!! 6º) A aparição de um anjo para os pais de Sansão. A vida do juiz Sansão, a sua força descomunal e destruidora, e, finalmente o seu suicídio com a matança de mais inimigos filisteus do que em toda a vida dele. 7º) As vozes ou o chamado ouvido pelo jovem Samuel e as orientações recebidas durante toda a vida dele, principalmente a orientação para a escolha e sagração do Rei Davi. 8°) Elias, sua disputa com os 450 profetas de Baal e a degolação deles após a derrota em público. 9°) O jovem Tobias, sua viagem e seu companheiro de viagem, seu casamento e a libertação de Sara do ataque de um espírito, que matou os 7 maridos anteriores dela e foi depois aprisionado. 10º) A vida de Jesus, principalmente a tentação no deserto, a transfiguração no monte perante Pedro, Tiago e João, a agonia do Getsêmani, a ressurreição e ascenção dele. 11º) As visões de Zacarias, Maria de Nazaré, Paulo de Tarso e a libertação dos apóstolos e depois de Pedro da cadeia. 12º) A frase dita a São Francisco de Assis vinda do crucifixo: “Francisco, reforme a minha Igreja!”. A mesma frase é repetida após ter reformado o “templo de pedra”. 13º) Joana d’Arc, suas vozes, sua prisão e condenação a morte na fogueira, finalmente sua canonização realizada 5 séculos depois. 14º) A vida do profeta Maomé, as ações guerreiras e de conquistas de seus seguidores imediatos. 15º) A lenda sobre Rômulo e Remo. 16º) As esterilidades de Sara, a esposa de Abraão; Raquel, a esposa amada de Jacó; Ana, a mãe de Samuel e Isabel, a, mãe de João Batista, e, depois essas mulheres deram a luz, sendo algumas já bem idosas.
Sei que todos esses assuntos são muito complexos e não precisa referir a todos de uma só vez.
Basílio, entendo também que, tudo o que aconteceu e acontece comigo, é muito difícil de ser compreendido e aceito, principalmente por aqueles que me conheceram desde pequenino. Nós aprendemos a estudar os fatos, os acontecimentos, as passagens e os personagens da Bíblia Sagrada como algo muito distante, muito longe e não como acontecimentos com os quais convivemos habitual e normalmente, sem nada de sobrenaturalidade, mas com muita paranormalidade. Aprendemos muitos fatos como se fossem parte da VERDADE, mas não o são, pois não passam pelo crivo da razão e da lógica.
Espero e confio que num dia a vontade de Jesus e até de Deus-Pai-Mãe sejam realmente compreendidas e aceitas por aqueles que se julgam os únicos que podem falar em nome de Jesus e de Deus. Nesse dia se cumprirá a profecia de Jesus: “Haverá um só rebanho e um só Pastor”, como também a VERDADE poderá ser realmente revelada e compreendida.
Todos aqui enviam muitas lembranças para você. Aceite o meu abraço fraterno de um irmão e de um discípulo do nosso Mestre Jesus de Nazaré... RAR


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 10:54, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Ter, 23/Out/2007 05:35 
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Você realmente acredita na sua suposta missão!

Eu conheço um amigo que lhe falavam em muitas coisas, missão grandiosa e tal.. e isso dito por vários médiuns , Hoje percebe que não passou de uma ilusão, uma ilusão bem montada,uma prova para ele.Hoje não acredita mais e saiu-lhe um peso de cima


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MensagemEnviado: Ter, 23/Out/2007 10:37 
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Paz plena... Chariots_of_Fire, um grande e fraternal abraço.
Respeito a sua opinião, mas tenho que entender muito bem quem sou, pois só eu mesmo posso saber quem eu sou.
O caso do seu amigo é um pouco diferente do meu, pois ele recebeu os avisos por intermédio de vários médiuns e eu os recebi de uma forma direta, isto é: sem intermediários humanos.
Então só mesmo estou em condições de me entender e de saber quem sou. Só faço o que estou fazendo porque fiquei sabendo quem eu sou.
Vou postar aqui um trabalho que acabei de fazer hoje e o inviei para um amigo pela internet:
Belo Horilzonte, 23 de Outubro de 2007.
Amigo virtual (decidi ocultar o nome dele), um grande abraço.
Realmente julgo que o irmão teve um pequeno engano no início da enquete, pois não podemos comparar um ser humano com uma obra. Kardec é um ser humano e a Bíblia é uma obra.
Quando estamos falando de um ser humano, ainda não estamos falando do “espírito cósmico”, que ele o é. Um ser humano é uma mini-individualidade de um “ser cósmico”. O ser cósmico é o somatório de todas as encarnações, que o espírito já teve na terra e em outros planetas existentes na imensidão do Cosmo e também de tudo o que ele já aprendeu nos intervalos entre as vidas físicas. Todo esse somatório de vivências e conhecimentos faz parte do nosso inconsciente individual e cada um tem o seu.
Para ter um bom entendimento sobre o termo “um ser cósmico” só é possível por intermédio do trabalho do Kardec ou da Codificação de Kardec. Então temos que estudar profundamente e entender bem o que o Kardec fez e no século XIX.
Podemos falar que a codificação kardequiana é do homem Kardec, mas que ele teve o auxílio de muitos outros seres humanos e também de muitos espíritos desencarnados, estes tiveram como líder o Espírito de Verdade (Quem é o Espírito de Verdade? A resposta para essa pergunta só causa divisões e ninguém poderá provar que é A ou B, mas temos que entender que o Espírito de Verdade não quis dar a identidade dele). Esse conjunto de espíritos encarnados e desencarnados é chamado de “inconsciente coletivo”. Mas podemos dizer que no plano físico teve a liderança de Kardec e no plano espiritual teve a liderança do Espírito de Verdade.
Quando falamos da Bíblia, estamos falando também de uma obra que não é de um só ser humano e nem de um só espírito, pois cada autor bíblico teve o seu mentor adequado ao nível de sua evolução. Então temos na Bíblia uma imensa confusão ou um imenso labirinto e cada um pode tirar dela os princípios com os quais mais de adapta ou coaduna. Essa adequação irá depender do nível evolutivo do espírito encarnado, pois semelhante atrai semelhante e os desencarnados têm mais capacidade de nos entender e de saber quem somos e quanto mais sábio é um espírito mais ele respeita a nossa liberdade.

O que mais interessa no momento é entender de uma forma mais clara possível bem o processo da evolução para que eu possa explicar tudo da melhor maneira possível para os outros, é lógico que são para aqueles que querem me ouvir e até me ajudar, e ir deixando tudo escrito, pois não sei até quando irei ficar aqui neste corpo de carne.
O que vou escrever agora é uma das formas que entendo o processo da evolução individual e coletiva.
Cada espírito quando vai reencarnar, pois a 1ª encarnação está tão longe no passado que se torna muito difícil de descobrir quando foi e como é, tem dois objetivos: evoluir-se individualmente e ajudar na evolução do grupo onde ele reencarna, isto é: evolução coletiva. Então a nossa principal missão coletiva sempre estará ligada ou correlacionada com o local ou o grupo da nossa encarnação, pois isso foi decidido antes de reencarnarmos.

Aqui no plano físico somos livres e a nossa liberdade sempre será respeitado pelos nossos guias maiores ou pelo mentor maior e sempre o mentor maior é DEUS. Já os espíritos desencarnados do nosso grupo podem não respeitar a nossa liberdade e isso por falta de conhecimento e entendimento ou por uma necessidade maior para o grupo. Veja que Jesus não respeitou a liberdade do Saulo e o converteu à força para as fileiras do cristianismo iniciante com o acontecimento mediúnico perto das portas de Damasco.
Podemos dizer que a Bíblia escrita teve início na época do rei Salomão, pois até ali tudo era transferido de pai para filho de uma forma oral. Então o que houve antes e quanto mais antigo foi tudo vai ficando mais difícil de ser provado e comprovado como foi. Aceito que todo o trabalho em torno da Bíblia teve o início com as proezas do profeta Moisés, que teve o auxílio de vários espíritos, mas o líder foi um poderoso espírito, que foi o patriarca Abraão.
A redação da Bíblia que jogou ao nosso conhecimento foi um trabalho do Esdras, após a volta dos judeus do exílio da Babilônia. Então veja que já teve muita influência dos ensinamentos dos assírios, persas e dos babilônios.
Jesus encarnou para mostrar uma nova visão da VERDADE, que nos levaria a uma libertação espiritual, mas tínhamos que abandonar quase tudo do mundo físico. E a base dos ensinamentos de Jesus são os ensinamentos do Perdão e do AMOR para com todos. Jesus só falou e pregou entre os judeus, mas a liderança do judaísmo não o aceitou e ainda o condenaram à morte e morte de cruz. Jesus não ensinou uma nova religião, mas o cristianismo teve o seu início em função das perseguições dos judeus para com os discípulos de Jesus e estes tiveram medo e passaram a terem reuniões em suas próprias casas para poderem estudar e conversar sobre os ensinamentos de Jesus.
O cristianismo teve o seu início real no dia do Pentecostes, quando houve uma forte intervenção espiritual no plano dos encarnados ou no mundo físico e também o processo de perseguições teve um grande aumento. Só no dia de Pentecostes, após a intervenção dos espíritos no plano físico, houve uma conversão em massa de cerca de três mil pessoas (Atos 2, 41).
Os seguidores do caminho passaram a serem chamados de cristãos. O cristianismo cresceu muito e, após três séculos, ele foi elevado à condição de Religião Oficial do Império Romano, passando a chamar-se de Igreja Católica Apostólica Romana e também deixou de ser uma religião humilde e perseguida para ser orgulhosa e perseguidora.
No século XIII deu início as terríveis guerras das Cruzadas entre cristãos e muçulmanos. Também teve o início da trevosa instituição da ICAR, denominada de Inquisição.
No século XVI surgiu o monge cristão Martinho Lutero, que deu o grito de revolta contra o poderio religioso de Roma, que explorava a todos com as vendas caríssimas de indulgências para a conquista do Céu católico. Mas a reforma de Lutero não teve um chefe, ficando sem cabeça e logo em seguida apareceram muitos outros revoltados. E hoje temos uma multidão de religiões oriundas do grito de Lutero, onde os espertalhões e os trevosos deitam e rolam.
No século XIX encarnou um espírito de escol na França e a humanidade teve no seu meio o homem Kardec, que nasceu numa família católica e foi viver na Suíça, um país de maioria de seguidores de religiões do protestantismo. Então ele passou a pensar na necessidade da união religiosa para o bem de todos. Só que voltando para Paris teve o conhecimento das mesas girantes e passou a estudar tudo o que via e entendeu que a causa tinha que ter uma razão espiritual. E fez grande trabalho da Codificação Kardequiana.
Hoje, já no século XXI, nós estamos aqui estudando e aprendendo de tudo o que já aconteceu e está acontecendo, mas cada um de nós tem a nossa evolução individual e participamos da evolução coletiva de grupos ou do TODO no Planeta Terra, mas tudo dependerá dos planos de nossa atual encarnação e das vitórias individuais, que vamos conquistando pelo uso de nossa liberdade.
Eu ainda gosto de falar assim: “Até o dia 05/01/1980 eu era um católico apostólico romano de depois passei a ser apenas um católico (universal do grego), que quer dizer holístico ou defensor da PAZ PLENA e da VERDADE, que está acima de todas as divisões. Digo que derrubei todos os muros, que fazem as divisões religiosas e civis no Planeta Terra”.
Um grande abraço do companheiro e irmão de evolução, Rosário.
.............. Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 11:06, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Ter, 30/Out/2007 08:28 
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Registrado em: Sáb, 27/Jan/2007 20:14
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Localização: Brasil - Belo Horizonte
Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eu já postei aqui alguns trechos da carta, que escrevi para um mestre, que tive por dois anos, para o meu aprendizado do e sobre o espiritismo, como pode ser visto nois seguintes endereços:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65508#p65508
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65510#p65510
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=65589#p65589
Mas para facilitar a compreensão daqueles, que realmente estão buscando a compreensão da VERDADE, resolvi postar aqui a carta toda, que é bem extensa:
Belo Horizonte, 29 de Janeiro de 2002.
Antenor, meu amigo, companheiro e irmão em Jesus e na busca eterna da compreensão e do entendimento da evolução, possibilitando assim a nossa conquista da “perfeição”.
Nesta busca da nossa evolução temos que ter sempre em mente o intuito de colocar em prática os ensinamentos de Jesus de Nazaré, o Mestre do amor, da humildade, da perfeição e da sabedoria.
Como aprendemos com Jesus, também só podemos ensinar aquilo que sabemos e só podemos dar testemunho daquilo que vimos (Jo 3,11) então é necessário entender bem sobre tudo o que falamos, pois a palavra é um grande testemunho e a materialização dos nossos pensamentos.
Como estudo razoavelmente muitas coisas escritas por outros e também tenho as minhas próprias experiências, não posso nunca ser omisso. Sei que existe uma força anímica que atua em mim como também atua em qualquer um. Temos que saber controlar esta grande energia anímica que surge do profundo do nosso ser e cada um a experimenta de uma forma diferente, dependendo, é lógico, do seu grau evolutivo.
De janeiro de 1980 até o início de 1986, tive uma escola fantástica e bem particular no campo da psiquiatria, pois aprendi muito mesmo sobre minha pessoa e sobre as outras também. Tive muitos outros mestres também durante a minha vida. De 1984 a 1986, você foi um dos meus orientadores e mestres com relação à Doutrina Espírita. Por causa de tudo o que aprendi, hoje tenho coragem de falar, escrever, ensinar e defender as minhas atuais teses, que para muitos são revolucionárias e para a maioria são apenas uma pura utopia.
Antenor, pelas dificuldades do próprio aprendizado, caminhei quase que sozinho, fui muito longe e hoje torna-se mais difícil ainda que os outros me compreenda, pois não sou uma simples ovelha de um imenso rebanho, mas tenho funções importantes na caminhada evolutiva da humanidade.
Todos os psiquiatras, dos quais fui cliente, foram unânimes em seus diagnósticos: “Eu estava doente para o resto de minha vida e não podia parar de tomar remédios”. O diagnóstico era sempre o mesmo, mas o tratamento era completamente diferente como também os remédios psicotrópicos receitados eram outros. Parecia que eu era uma cobaia ou os “doutores” ainda não sabiam o que diziam saber. Nunca aceitei e concordei com tais orientações e pareceres, por isso mudei várias vezes de psiquiatra. Agi como agi porque tinha um razoável conhecimento da Bíblia Sagrada e entendi de imediato que as minhas experiências eram semelhantes às de muitos personagens bíblicos, era como se a Bíblia referisse a mim. Por isso não aceitei nunca que estivesse doente, como muitos quiseram me convencer, inclusive pessoas com muito conhecimento sobre o Espiritismo e até dirigentes de reuniões mediúnicas.
Até o início de 1986 não poderia provar que estava certo e os profissionais da mente, com os quais estive, errados com relação a mim. Já hoje, 29/01/2002, posso provar que a verdade estava comigo, pois após entrar de licença médica no INSS em 25/05/1982 e ser aposentado por invalidez em 01/08/1985, cancelei esta minha aposentadoria em 10/02/1986 e voltei a trabalhar em 19/03/1986.
Fui conseguindo grandes vitórias na escola da minha vida, onde aprendi muito mesmo.
Foi difícil vencer a 1ª etapa, quando fui taxado de doente mental e considerado incapaz para o trabalho, inclusive pelos profissionais da mente. Não foi fácil conseguir uma oportunidade para trabalhar e alguém que confiasse novamente em mim, pois só assim poderia conseguir a prova da minha saúde mental e do meu equilíbrio emocional. Mas uma amiga, que sabia das minhas capacidades, deu-me total apoio e pude assim conquistar novamente a confiança da sociedade.
A 2ª etapa também já foi vencida, pois fui aprovado no trabalho, dei conta do recado e já fui promovido por 3 vezes. Desde 01/07/1997 sou o Chefe da Assessoria de Planejamento da Presidência de uma empresa.
Desde janeiro de 2000, quando completou o prazo de 20 anos, estou vivendo a 3ª etapa da minha vida, após o meu nascimento do alto ocorrido em janeiro de 1980. Sempre fui muito claro para expor as minhas descobertas e procuro explicar tudo da maneira mais simples possível, mesmo que para muitos tudo pareça ser pura utopia ou uma grande enganação.
Nunca aceitei que estivesse doente e precisasse de remédios psicotrópicos, desde o início sabia que o assunto era “mediunidade”, como se chama hoje o profetismo bíblico. Meu ostensivo afloramento mediúnico ocorreu em 05/01/1980, mas até o dia 10 tudo ficou em segredo e sobre o absoluto controle da espiritualidade realmente superior, mas isto está sendo muito difícil para que os “espíritas kardecistas” venham aceitar e você, amigo Antenor, sabe muito bem disto!
No dia 10/01/1980, ali pelas 14,00 horas, no meu local de trabalho, tudo veio a público: os encarnados me julgaram doente ou estressado e todos os desencarnados me descobriram. No dia 12/01/1980 foi a minha apresentação aos “desencarnados aprisionados na pesada vibração da Clínica Pinel”. Esta foi a minha “descida aos infernos ou ao umbral bem trevoso”, pois entrei em sintonia com entidades de níveis menos evoluídos ou com muitos débitos a serem pagos.
No mesmo dia, 12/01/1980, foi feita uma reunião mediúnica em meu benefício em Divinópolis. Um espírito, conhecido como Baiano, utilizando-se de um médium inconsciente, que trabalhava na linha da Umbanda, disse o seguinte sobre a minha pessoa:
- “Na casa do irmão está tudo escuro, mas ele conseguiu ligar um fio de luz tão alto, que nem eu sei de onde vem. Pode confiar que a vitória do BEM é certa!”.
No início de 1981 tive uma conversa de 2 horas com 2 diretores e 1 assessor da Âmbar Financeira, quando expus para eles um assunto (não expliquei que foi uma intuição espiritual) muito importante para a continuação da existência da empresa. Passei a responsabilidade para os 3, eles nada fizeram e a empresa encerrou suas atividades no exercício de 1985. Tal conversa me causou muita emoção e, chegando em casa, tive uma forte manifestação mediúnica. Numa certa hora cheguei à janela da sala, vi um carro parado em frente e ouvi o passageiro falar com o motorista assim:
- “Toca, que nós não podemos entrar nessa casa, é luz demais!”.
Tentei ainda ir atrás, mas o carro foi embora, como também um provável auxílio, que teve medo de “LUZ”. Também os autores bíblicos nos induziram a ter medo de Deus, que possui a plenitude em tudo e de tudo.
Em março de 1981 estive no primeiro “Centro Espírita Kardecista”, no Bairro Jardim América, quando levei a minha 1ª esposa para fazer tratamento espiritual para a cura de câncer, foi quando iniciei o meu conhecimento prático e teórico sobre o Espiritismo. Só aceitei fazer uma consulta na 2ª vez, que fomos lá, e, esta foi no domingo de carnaval. Fui muito bem recebido e atendido. O médium deu uma orientação para que fosse feita uma reunião de captação para mim, após 28 dias. Orientou-me também para ler a obra de André Luiz.
No dia marcado nada foi feito para mim. Aquele agrupamento espírita teve medo de mexer com o meu caso. Tive importantes informações na 4ª vez, que fui lá, pois as reuniões eram de 14 em 14 dias. Aproximei do responsável pelo atendimento ao público e disse-lhe:
- “Como é? Você disse que eu iria participar da Reunião Inicial. Cheguei na hora pedida e não fui chamado!”. Fui orientado para conversar com um outro médium, que trabalhava como médium de sustentação da corrente e que profissionalmente era um advogado. Este respondeu-me assim após o meu pedido de explicação:
- “Nós estamos com medo de mexer com o seu caso, pois é de extremos: ou é muito bom ou é muito ruim. Por isso você vai ter que ler muito, começa também a ler a Codificação de Kardec”.
...... Continua.... Paz Plena. Rosário.


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(Continuação)....
- “Nós estamos com medo de mexer com o seu caso, pois é de extremos: ou é muito bom ou é muito ruim. Por isso você vai ter que ler muito, começa também a ler a Codificação de Kardec”.
Já tinha iniciado a ler os livros de André Luiz e comprei toda a codificação do espiritismo. Vi e entendi que o meu caso era realmente mediunidade. Fui fundo no processo para decifrá-lo o mais rápido possível. Já li algumas centenas de livros espíritas e só a coleção de André Luiz a li toda, e vários livros dela até 3 vezes. Hoje fico muito admirado quando ouço algum espírita dizer que está lendo este ou aquele livro da Codificação de Kardec pela 1ª vez.
Antenor, por uma orientação sua, que foi por intermédio de um meu colega de serviço, fui procurar o Dr. França no Centro Espírita Irmão Mateus. A escolha seria minha, poderia ir ao consultório ou ao Centro Espírita, mas haveria uma diferença financeira, já que no “Centro Espírita seria de graça”. Decidi pelo Centro Espírita Irmão Mateus, o que ocorreu no final de março de 1981. Fui orientado para fazer uma consulta no Centro Espírita Oriente, pedindo consulta e orientação.
A vida continuou e também o meu aprendizado para realizar o projeto programado antes da minha atual encarnação, que em parte, até 1979, foi feito por mim mesmo, estava indo de vento em popa.
Com o auxílio de amigos procurei também outras pessoas espíritas. Conversei com orientadores do Centro Oriente e estive com o Sr. Peralva na U. E. M. O Peralva me colocou sob a orientação do Senhor Leão, um homem com grande conhecimento prático e teórico do espiritismo, e que foi um grande professor para mim no assunto por uns 2 anos.
Orientaram-me no Centro Oriente para frequentar só o Centro Oriente. Quando perguntei o porquê, responderam-me: “É para você sintonizar só com a espiritualidade que frequenta aqui”.
Mesmo não concordando com a orientação, não a discuti, mas também não a obedeci.
Frequentei em 1981 reuniões públicas e de desobsessão no Centro Oriente, de esclarecimentos mediúnicos na União Espírita Mineira e de educação mediúnica no Centro André Luiz do Bairro Horto Florestal. As duas últimas foram com o Senhor Leão.
Para aprender o mais rápido possível a ciência espírita, no final do segundo semestre de 1981, decidi mudar de psiquiatra e procurei o Dr. França no consultório dele, abandonando de vez o psiquiatra que me orientava desde o início de 1980. Fiquei um pouco decepcionado com a nova orientação recebida do Dr. França, mas eu ainda era muito verde no conhecimento da mediunidade e tive que concordar. Ele me disse:
- “Como a espiritualidade o encaminhou para aqui, então é porque você precisa de remédios. Aqui sou psiquiatra e não médium”.
Perguntei muitas coisas ao Dr. França sobre os fenômenos mediúnicos, a codificação de Kardec e outras obras espíritas, sobre a evolução de cada espírito e da humanidade. No meu início ele foi um ótimo professor para mim.
Quando mostrei a ele os meus primeiros escritos, que fiz intuído por espíritos ou psicografados, comecei a entender como seria difícil a minha tarefa, pois ele me disse que tratava-se de um espírito enganador e depois, que eu confiasse nele, iria fazer com que eu agisse erroneamente. É lógico que não concordei com a opinião dele, pois sabia o que tinha acontecido e tinha sentido uma fantástica vibração com a presença dos espíritos comunicantes, mas serviu para que não relevasse nada para ele. Guardei comigo o meu segredo. Cada um tem a sua verdade e buscamos uma VERDADE MAIOR, que realmente nos libertará de tudo e de todos os princípios que cassam a nossa liberdade até de pensar.
Fiquei livre dos dogmas do Catolicismo e tentaram me colocar os freios do Kardecismo, o que não aceitei mesmo pois da minha liberdade não abriria mais a mão.
Conversei com ele sobre a possibilidade de fazer um trabalho parecido com o do Dr. psiquiatra Brian L. Weiss com os livros: “Muitas Vidas Muitos Mestres”, “Só o Amor é Real” e “A Cura Através da Terapia de Vidas Passadas” e apresentá-lo a outros psiquiatras. Disse-me que não adiantaria e que nenhum psiquiatra iria dar crédito. Mas o psiquiatra, Dr. Brian, sem ser espírita, acreditou e está defendendo profundas verdades da vida evolutiva de cada espírito.
Fiz uma 2ª consulta espiritual no Centro Oriente no início de 1982 e recebi permissão de passar para reuniões de “desenvolvimento mediúnico”, após cumprir mais algumas reuniões de tratamento de desobsessão. Quando iniciei as reuniões de desenvolvimento mediúnico vi que eram do mesmo tipo das reuniões de “educação mediúnica”, que já tinha frequentado em 1981 no Centro André Luiz e nada tinha sentido. Por isso pedi a 3ª consulta espiritual pelo intermédio ou pela mediunidade do Dr. França. Recebi a orientação que teria de voltar para as reuniões de Tratamento de Desobsessão e que teria que continuar com o tratamento médico. Fui obrigado a concordar e voltei para as reuniões de desobsessão, continuando também com o tratamento médico, apesar de ter ficado muito decepcionado com tal orientação.
Perguntei a mim mesmo o que estava errado, pois a “espiritualidade espírita” não me compreendia e nem me ajudava. O que acontecia? Só bem mais tarde descobri onde estava o engano... ou... o erro. Pois fui perseguido e obsedado por espíritos tidos como já muito bondosos e até iluminados. Também existe o animismo em mim e como em qualquer ser humano, então também existe nos outros médiuns ou não espíritas.
Não fiquei só com as orientações do Centro Oriente. Um preto-velho da Umbanda me orientou para diminuir os remédios psicotrópicos, tomando-os em dias alternados. Decidi ir mais além: parei com todos os remédios em junho de 1982. Fui e sou muito cabeçudo e esta foi a minha vantagem e sorte, pois nunca fiquei dependente dos remédios e também não permiti que os remédios embotassem a minha mente ou estragassem o meu cérebro.
Já em agosto de 1982, durante uma Missa Dominical, aconteceu um fantástico fenômeno mediúnico comigo dentro da Igreja de Santa Tereza, quando fiquei sabendo de uma vida do meu passado. Esta revelação foi parecida com o relato bíblico, acontecido com a “iniciação do profeta Samuel”, dentro do Templo (1Sm 3). Só após receber esta auto-revelação é que mudei os meus planos de vida, eliminando de vez toda a minha vontade de desencarnar. Tinha esta vontade para me libertar da terrível prisão química dos remédios psicotrópicos, que realmente me colocaram em órbita ou me tiraram do sério mesmo....
Em 27/07/1983 tive a última consulta com o Dr. França. Esperei ansiosamente a hora da consulta, crente que iria encontrar um grande auxílio de um amigo. Quando chegou a minha vez, falei para a Conceição que queria conversar sozinho com o Dr. França. Logo que entrei no consultório disse:
- “Doutor, o Senhor também é médium e sabe o que acontece comigo, pois existem espíritos em todos os lugares. Sinto a presença deles em qualquer lugar onde estou e vou: em casa, na Igreja, na rua e no trabalho. Não posso tomar remédios de forma nenhuma se quiser conseguir o meu equilíbrio. Preciso do seu auxílio para que minha família aceite que eu fique sem tomar remédios”.
Mas ele não concordou comigo de jeito nenhum, até senti que fui traído.
......... (Continua)... Paz plena... Rosário.


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Mas ele não concordou comigo de jeito nenhum, até senti que fui traído.
Por isso logo que saí do consultório dele e caminhava na rua, disse para a Conceição:
- “Não volto mais aqui, neste consultório. Hoje foi a última vez. Perdi toda a confiança no Dr. França”.
Procurei outro psiquiatra em agosto de 1983, que foi o Dr. Irani Silva e que desencarnou no início de fevereiro de 1991. O espírito “Joseph Gleber” me acompanhou durante as primeiras consultas com o Dr. Irani. Assim fiquei sabendo, ou será se foi apenas animismo meu?
Na 2ª consulta fiz referência à revelação do meu passado, dita diretamente a mim, em agosto de 1982, dentro da Igreja de Santa Tereza. O Dr. Irani Silva tentou saber sobre o meu passado. Revelei apenas o grupo humano, ao qual pertenceu o meu espírito há muito tempo. Em seguida houve um fenômeno físico no próprio consultório, que assustou muito ao Dr. Irani, quando viu o fenômeno físico, que foi assim: “Os pêlos do meu braço direito, em um pequeno círculo perto do cotovelo, ficaram eriçados”.
O espírito Joseph Gleber me acompanhou até ao meu apartamento e lá houve mais fenômenos com outras pessoas, até que foi revelado a ele o meu passado, com a participação de minha filha Sílvia, que abriu o Evangelho exatamente na página com o nome escrito em grandes letras
Fiquei meio zonzo e com dificuldade até para andar, mas tive que caminhar e descer escadas para que ninguém descobrisse nada, do que estava acontecendo comigo. Naquele dia consegui.
Quando o caminho ficou livre dos remédios, já que tinha parado de tomar os remédios por várias vezes antes e daquela tinha o apoio do Dr. psiquiatra Irani Silva, passei a sintonizar com muitas entidades. Descobri e compreendi muita coisa mesmo, que já deu nós cegos em muitos orientadores espíritas.
Num certo dia, conversando com o espírito Joseph Gleber, cobrei dele a orientação dada em uma receita mediúnica em 1982, onde o médium foi o Dr. França e ele o espírito mentor, para que eu continuasse com o tratamento médico. Recebi a seguinte explicação, que me espantou muito:
- “Não encontrei a sua ficha reencarnatória, por isso não pude forçar o livre arbítrio do médium Doutor e saiu aquela orientação, que não foi a melhor e foi mais um animismo dele. Só muito tempo depois soube que a sua ficha reencarnatória ficou sob os cuidados espirituais de Jerusalém e isso não acontecia com católicos ou melhor eu não sabia que podia acontecer com alguns católicos muito especiais”.
Antenor, a razão desta carta é para tentar um aprofundamento de diálogo com você e assim quem sabe poderei ainda receber seu apoio, auxílio e compreensão.
Até hoje não pude ainda conversar profunda e abertamente sobre tudo o que aconteceu, acontece e irá acontecer comigo com nenhum médium ou orientador espírita e nem com nenhum teólogo.
Vivi fenômenos mediúnicos, que serão surpresas e escândalos para qualquer espírita. Tive obsessores, que são considerados como espíritos bondosos e de muita luz. Sintonizei com espíritos, que nenhum orientador espírita aceitaria que fosse possível a sintonização com eles. Por falta de perfeitas sintonias tive que afastar do Centro Espírita Oriente, Irmão Mateus e de muitos outros, pois também não houve sintonia para a minha frequência nos Centros Espíritas: Célia Xavier, União Espírita Mineira, Grupo Emmanuel, Irmão Glacus e outros. Tudo isso porque o “Velho Jó”, meu mentor e sua equipe sempre me orientaram e orientam para trabalhar pela paz religiosa e civil. Este tipo de orientação não ainda foi aceito pelos orientadores dos Centros Espíritas, por onde passei e ainda passo.
Além dos ótimos contatos espirituais, tive também os ataques de difícil entendimento.
Para facilitar a sua compreensão vou escrever os resumos dos diálogos, que tive quando afastei de alguns Centros Espíritas:
1º) Centro Oriente, em fevereiro de 1984.
Após conversar com o irmão Lúcio, veja o resumo do que ele me falou:
- “É um absurdo falar em paz religiosa. Nem Jesus conseguiu isto. Pode tirar isto da sua cabeça. Estes “seus espíritos” são enganadores e brincalhões, a prova disto é que eles não vêm aqui, pois seriam desmascarados. Quando a sua Religião não lhe satisfazer mais você procura uma outra mais evoluída. Para você não precisa nem fazer consulta. O problema é seu”.
2º) União Espírita Mineira, em 1986 e 1999.
Freqüentei algumas reuniões de esclarecimentos em 1981 com o Senhor Leão, indicado pela diretoria da União Espírita Mineira para que ele me ajudasse e orientasse.
Em 1986 estive lá para uma conversa com o Senhor José Mário Sampaio, que me foi indicado por outro espírita de renome, que mora no Barreiro. Nesse encontro conversamos uma meia hora. Disse o que desejava e o que queriam o Velho Jó e sua equipe, de pronto o J.M.S. me respondeu:
- “Tira este objetivo de paz religiosa de sua cabeça. Tentei trabalhar para a paz religiosa durante muitos anos, mas sempre encontrei todas as portas fechadas da parte dos outros, principalmente dos membros da Hierarquia da Igreja Católica Apostólica Romana. Por isso decidi só trabalhar nos Centros Espíritas Kardecistas”.
Veja que ele, o J.M.S., já era contrário ao trabalho de paz religiosa, mesmo tendo tentado antes e não me deu nenhum apoio. Deixei com ele algumas mensagens do Velho Jó para que as lesse e depois desse-me uma opinião. Só consegui falar mais uma vez com ele por telefone, quando lhe pedi para escrever o principal para mim. Ele disse-me mais ou menos o seguinte:
- “As mensagens do Velho Jó são até muito bonitas, mas existe uma coisa séria para lhe falar, pois o Velho Jó não é quem parece ser. Se o nível que ele quer apresentar ser, fosse verdadeiro, ele não estaria comunicando aqui conosco. Nós não temos ainda este nível evolutivo. Então ele não é verdadeiro e é um enganador”.
O J. M. S. iria me escrever, mas não pôde, pois desencarnou poucos dias depois.
Logo após o desencarne do J.M.S., ele procurou-me, querendo saber mais sobre o Velho Jó e sobre mim. Aí já fui eu que não aceitei mais dialogar e respondi para ele que naquele momento estávamos em planos diferentes. O nosso barco então já não era mais o mesmo e não concordei com a nossa provável harmonização ou sintonização, pois teria dificuldade para separar o que seria do meu animismo daquilo que viria pela comunicação do espírito José Mário Sampaio.
Em 1999 fui novamente convidado para assistir uma reunião mediúnica na U. E. M., mas quem me convidou considerou que eu nada sabia ou o que sabia estava errado, mesmo assim frequentei algumas reuniões. Queria era oportunidade de diálogo e conversação. Quando marquei a 1ª conversa particular recebi um “grande bolo”, cheguei na hora marcada e a outra pessoa só chegou na hora de iniciar a reunião. Vi que ainda não era a hora certa e parei de frequentar a reunião.
3º) Grupo Emmanuel, mais ou menos em 1987.
Liguei para o Honório Abreu pedindo a ele oportunidade para um diálogo. Ele aceitou me receber para conversar, dizendo-me para ir ao “Grupo Emmanuel”, na rua Perdões. Quando lá cheguei, dizendo que queria conversar com o Honório Abreu, recebi a resposta que quem dirige tudo é a espiritualidade e se na minha vez de ser atendido fosse ele, então teríamos a nossa conversa. Como não foi ele, que me atendeu, também larguei para lá o desejo de falar com o Honório Abreu, sentindo as portas não abertas à uma conversa amistosa e proveitosa, após ter ainda ligado mais uma vez para ele contando o que tinha acontecido e compreendendo que ele não queria me receber.
4º) Centro Espírita Irmão Mateus, segundo semestre de 1988 e abril de 1994.
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4º) Centro Espírita Irmão Mateus, segundo semestre de 1988 e abril de 1994.
Logo após o meu diálogo decepcionante no Centro Oriente, em 1984, uns amigos me indicaram um casal amigo. Fui apresentado a este casal: Sr. Benedito e Sra. Hercília, que frequentavam o Centro Espírita Irmão Mateus. Após um bom diálogo, fui convidado por eles para participar de uma reunião de desobsessão dirigida pelo irmão Benedito.
Antenor, assim foi aberto o caminho para o nosso conhecimento e como o acaso não existe, então houve algum planejamento para que ocorresse o nosso encontro.
Após 4 anos de freqüência em reuniões privadas e públicas tive que afastar do Centro Espírita Irmão Mateus devido a não aceitação da orientação do Velho Jó, que é de PAZ PLENA.
O dirigente da reunião de desenvolvimento mediúnico tentou de toda maneira que eu abandonasse a sintonia espiritual da equipe do Velho Jó e do próprio Velho Jó. Por que tudo isso?
Em umas 2 ou 3 conversas particulares conversamos muito. Vou resumir o principal da orientação que recebi:
- “Você tem que deixar estes espíritos, que você recebe e ficar com os guias da nossa reunião. O que eles pedem não é para hoje, mas para daqui há 500, 1000 ou mais anos. Você está dificultando tudo por causa de sua teimosia. Você tem que abandonar a estes espíritos. Você tem que dar graças a Deus, pois, por estar vindo aqui, é que você não está num hospício. O seu caso não tem jeito mesmo. Você está fascinado por estas entidades e o seu problema não tem solução. O Antenor, quando me passou a direção desta reunião, disse-me que você era um perigo e teria que observá-lo muito mesmo. Agora vejo que ele tinha toda razão”.
Como não houve meio de concordarmos, encerrei assim o assunto:
- “Bom, após tudo isso vou parar de vir aqui em sua reunião. Não porque estou chateado, mas porque vou tomar o seu tempo e perder o meu. Pois de hoje em diante você não irá aceitar nada mais de mim mediunizado ou não. Peço permissão para voltar ainda uma vez para despedir dos amigos, que deixarei aqui, pois já estamos juntos há muito tempo”.
Encerramos assim o nosso diálogo e recebi permissão de voltar para despedir dos amigos daquela reunião mediúnica. Após o meu afastamento do grupo entendi que ainda não era o tempo certo e o que o dirigente queria era ficar livre de mim.
No 2º semestre de 1993 o “espírito José Mário Sampaio” voltou a sintonizar comigo e desta vez aceitei a comunicação. Ele me pediu para que eu procurasse o Djalma, contasse para ele o que tinha acontecido na primeira passividade que dei no Centro Irmão Mateus em 1984 e quem era o espírito comunicante. Fato ocorrido nas reuniões de sexta-feira e o Sr. Djalma era o dirigente das mesmas. Orientou-me também para deixar o resto por conta da espiritualidade.
Foi bem difícil o novo encontro com o Dr. Djalma, mas com auxílio até da espiritualidade este tornou-se possível. Combinamos uma ida nossa em Santa Luzia, onde ele daria uma palestra e durante a viagem conversaríamos. Após a viagem, que foi no dia 16/12/1993, aconselhou-me a voltar ao Centro Irmão Mateus, fazer uma consulta espiritual e pediu-me para contar à Dalva tudo o que tinha contado para ele.
A consulta foi feita no dia 12/01/1994 e veio a seguinte orientação: “Eu teria que frequentar 6 reuniões mediúnicas e depois o dirigente faria um relatório para fazer outra consulta”. Aceitei toda a orientação, pois queria somar e não dividir. Quando completei as 6 reuniões mediúnicas, falei com o irmão dirigente da necessidade do relatório e da outra consulta espiritual. Ele concordou, dizendo-me que iria falar com a Dalva. Como a 2ª consulta não era feita, continuei cobrando do irmão dirigente e nada. Quando completei 13 reuniões e a outra consulta não era realizada, senti que estava sendo enrolado e até ludibriado pelos irmãos encarnados, então disse para o irmão dirigente:
- “Para mim vocês não estão entendendo a situação. Foi-me pedido para frequentar 6 reuniões mediúnicas e fazer outra consulta. Como já completei 13 reuniões e nada, então não virei mais a esta reunião. Quando for feita a outra consulta estarei a disposição para cumprir o que for pedido ou orientado”. E assim parei de freqüentar o Irmão Mateus pela 2ª vez.
5º) Em 1990 eu e a Malvina freqüentamos um pequeno grupo espírita que reunia-se na Rua Eurita no Bairro de Santa Tereza. Eu era o responsável pelas leituras do Evangelho Segundo o Espiritismo e as minhas exposições sobre as mesmas eram muito bem aceitas. Após uns 7 meses de nossa frequência neste grupo, que reunia-se num pequeno barracão, o grupo foi desfeito pois ficou sem local para reunião. O barracão, que era alugado por um preço simbólico, foi pedido pelo proprietário e não foi mais possível arranjar outro local por causa das dificuldades financeiras.
6º) Centro Espírita Bezerra de Menezes (Bairro União), fevereiro de 1998.
Durante o ano de 1995 comecei a freqüentar reuniões públicas no Centro Espírita Bezerra de Menezes do Bairro União. Desejava aproximar-me novamente do Espiritismo Kardecista, pois o objetivo do Velho Jó é a PAZ PLENA.
Logo de início tive vários diálogos com os novos palestrantes e médiuns. Mostrei-lhes várias de minhas “cartas filosóficas e bíblicas”. Ninguém se candidatou a dialogar profundamente comigo. Todos os diálogos foram por minha iniciativa. Mesmo assim a amizade e união foram sendo cultivadas. O Senhor Djalma foi chamado para dar palestras lá e voltamos a nos encontrar. Ele logo me perguntou sobre o resultado no Centro Irmão Mateus, em 1994. Quando expliquei a ele o ocorrido pediu-me para voltar lá e procurar diretamente a Dalva. O que fiz em 1996 ou 1997, mas não foi possível, porque estive lá na 5ª quarta-feira do mês, quando não há consultas. Não me preocupei, pois ainda não tinha chegado a hora. Apesar da minha teimosia sou muito paciente...
Após alguns meses comecei a ser chamado para falar sobre o Evangelho. Apenas nos dias em que havia convidados especiais eu não comentava nada. No início de 1996 comecei a frequentar também reuniões mediúnicas, juntamente com a Malvina.
Em julho de 1997, após os meus comentários e observações sobre leis, outro palestrante falou contrariamente a minha exposição. Surgiu um impasse. O “espírito Velho Jó” me aconselhou a não falar nada no dia, pois eu poderia ser traído pela minha emoção em função da reação do outro palestrante, mas depois deveria conversar em particular com o outro palestrante; caso ele não concordasse com nada, então deveria falar com o presidente do grupo. Não sendo compreendido por nenhum dos dois, deveria então afastar lentamente das reuniões públicas sem causar atritos e assim aconteceu. Após a reunião de julho de 1997 não fui mais chamado para comentar e ou falar sobre nada pela dirigente da reunião, mas apenas 2 vezes por uns 10 minutos pelo irmão presidente do grupo, quando a irmã dirigente falhava, antes do meu afastamento completo.
Depois tive que afastar também da reunião mediúnica, pois não concordaram que eu só frequentasse a ela. São as leis particulares de cada grupo, mas sei de outros que só frequentaram as reuniões mediúnicas. Em fevereiro de 1998 tive uma conversa particular com o presidente do Centro, abri bem o jogo com ele e mesmo assim tive que afastar por causa da falta de sintonia entre os objetivos de PAZ PLENA do espírito “Velho Jó” e da obediência às normas daquele grupo.
7º) A Minha Volta ao Centro Espírita Irmão Mateus em Janeiro de 2000 (A 3ª vez).
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7º) A Minha Volta ao Centro Espírita Irmão Mateus em Janeiro de 2000 (A 3ª vez).
Em 12/01/2000, após 6 anos da 1ª consulta de 1994 e 20 anos de ter ouvido na Clínica Pinel, exatamente no dia 12/01/1980, um aviso de que tinha um prazo de 20 anos, voltei ao Centro Espírita Irmão Mateus para fazer a 2ª consulta, que ainda não tinha sido feita e nunca seria feita se eu não voltasse lá para fazê-la. É lógico que fui considerado como enfermo.
Eu substitui as 6 semanas por 6 anos e voltei lá, pois tudo aquilo que aconteceu em 1993 e 1994 não podia ficar como estava ficando. Consideraram-me como um necessitado de tratamento espiritual. No dia 29/01/2000 tive uma conversa com o você, Antenor, e o Maricélio, o médium principal da reunião de sábado. Passei por uma sabatina e respondi a todas as perguntas com muita honestidade e franqueza, sem nenhum medo mesmo, pois nada tinha a perder.
Após as minhas explicações e respostas, o Sr. Maricélio me perguntou:
- “Você falando tudo isso e onde fica a humildade?”.
- “Bom, nós somos 3 pessoas e estamos tendo esta conversa aqui dentro desta sala e vocês acham que é fácil para mim dizer tudo isto? Sei que vocês não acreditam em nada do que estou dizendo, mas para que a VERDADE seja descoberta temos que sermos francos, sinceros e honestos. Também temos que sermos plenamente fiéis e confiantes na espiritualidade que nos ajuda!”.
No dia 12/02/2000 estive com você, Antenor, e foi me explicado que a irmã Mercês ainda não tinha dado nenhuma orientação. Naquele dia também fui convidado para participar das reuniões efetuadas nos sábados pela manhã.
Em 19/02/2000 iniciei a frequência nestas reuniões. O tempo foi passando, não vinha nenhuma orientação para mim e já com vontade de conversar com o Senhor Djalma, que era presidente do C.E.I.M., no dia 15/04/2000 encontrei com o Senhor Djalma e conversamos. Disse para ele assim:
- “Temos um impasse, pois a irmã Mercês não vai falar que eu estou errado e o médium não vai falar que eu estou certo”. Expliquei toda a situação para ele e pedi uma oportunidade para dar palestras no C.E.I.M. em reuniões públicas. Foi feita uma consulta sobre este assunto e a resposta veio sem assinatura e isso para mim é mais animismo do que orientação da espiritualidade, pois não havendo identificação não é possível pedir explicações e nem cobrar responsabilidades.
Após vários adiamentos, no dia 09/09/2000 voltei a conversar com você e o Djalma, havia uma 3ª pessoa que não pode comparecer!!! Como o Djalma teve que ausentar-se um pouco, você leu para mim a orientação espiritual, que não teve identificação de quem foi, depois disse-me que ali no Centro Espírita não era o meu púlpito e que eu nem estava preparado para tal responsabilidade. Quando tentei me defender e justificar-me com o que sabia, você disse-me que não acreditava em nada do que eu dizia, pois tudo era fruto de espíritos brincalhões e zombeteiros. Entendi que o filme ainda era o mesmo, como o circo começou a pegar fogo e por isso respondi-lhe assim:
- “Bom, se esta é também a posição do Senhor Djalma, então hoje é a última vez que venho aqui, pois não quero disputar, dividir e nem lutar, mas apenas somar. Agora entendo que, o que me foi dito, em 1988, com relação a você pelo dirigente da reunião mediúnica, era realmente verdade, pois julgava que ele tinha blefado”.
Quando o Djalma voltou expus a minha opinião e queria conhecer a dele. Ele concordou com você em quase tudo, dizendo que não acreditava em nada daquilo que eu afirmava. Tudo tratava-se de obra de espíritos zombeteiros, brincalhões e sem nenhum crédito. Ai falei para ele:
- “Se o Senhor fosse franco comigo, em 1993, eu nem teria vindo aqui, pois nunca queria fazer confusão e nem quero complicar ninguém”.
- “É um absurdo o que você diz. Realmente tudo é obra de espíritos enganadores e sem nenhum merecimento”. Respondeu-me o Senhor Djalma.
O Djalma leu novamente toda a orientação espiritual, que você já tinha acabado de ler. Inicialmente tentei explicar a ele que você já tinha acabado de lê-la, mas ele apenas disse-me que eu estava impaciente e tinha que ouvir tudo até o fim. Depois voltou a confirmar que não acreditava em nada do que eu dizia e que os espíritos que agiam por meu intermédio eram enganadores, brincalhões e zombeteiros.
Ai senti a aproximação de uma entidade, que trabalha com nome simbólico de Adeleão e permiti a manifestação dele. Enquanto o Adeleão estava comunicando você, Antenor, ficou em silêncio e em prece, mesmo não concordando com a manifestação, mas tomou uma atitude correta e o Sr. Djalma começou a disputar com a entidade, que mandou que ele, o Djalma, calasse a boca, pois ele estava falando e queria ser respeitado, dizendo assim:
- “Eu estou falando, então você tem que me respeitar e calar a boca, você me chamou de zombeteiro, enganador e sem nenhum crédito. Com isso não posso concordar, pois você também está considerando no mesmo nível o Velho Jó, que você nem sonha quem é que ele é”.
O Sr. Djalma mandou a entidade calar, impondo a condição dele ser o presidente do Centro. O Adeleão disse a ele para assumir então a responsabilidade de presidente e não ficar empurrando tudo com a barriga. O Sr. Djalma voltou a dizer que ainda era muito insignificante dentro da Doutrina e o Adeleão lhe respondeu:
- “Não, pois veja o cargo que você ocupa aqui hoje e você tem que assumi-lo com muita responsabilidade”. Após ser convidado para conversar e com os ânimos já mais calmos, o Adeleão falou para vocês dois que tinham que assumirem responsabilidades, pois o assunto era muito sério e não podia mais ficar como estava.
Não afastei do C.E.I.M. e ainda continuo participando das reuniões até hoje.
Após o diálogo do dia 09/09/2000 continuei frequentando as reuniões aos sábados, pois o “Velho Jó”, apesar de tudo, conseguiu mudar a minha decisão e acalmar ao Adeleão, já que assumimos uma posição radical, após as opiniões contrárias a mim e a ele, que foram feitas por você e pelo Sr. Djalma. A posição, que tomamos, era contrária à PAZ PLENA e dou graças a Deus daquilo que fez o “Velho Jó”, mudando a minha posição tomada como também a decisão do Adeleão.
Como mudei de opinião, comecei também a deitar nos colchões, que ficavam desocupados, quando alguém faltava e os colchões ficavam livres. Na 2ª vez em que deitei e como os olhos fechados ouvi muitos passos no salão e pensei que a reunião tinha chagado ao fim. Abri os olhos e estava tudo em silêncio, então voltei a fechar os olhos e daí a pouco ouvi novamente os passos. De novo abri os olhos e tudo estava em silêncio. Então tomei a decisão de que quando ouvisse qualquer coisa só iria abrir os olhos se alguém chegasse perto de mim e me chamasse pelo nome.
Noutra reunião, em que utilizei de um colchão, eu estava com os olhos fechados, mas acordado e senti que os meus pés foram agarrados com força, levantando as minhas pernas e balançando-as com muita intensidade. Entendi logo que era algo do invisível e pensei assim: “Não vou abrir os olhos e quero ver até onde vai dar tudo isso!”. Após uns momentos levantei-me em espírito, escorando na grade ao lado e quando já estava em pé, aproximou-se de mim alguém e não consegui abrir os olhos, mas via tudo. Daí um pouco senti-me novamente no corpo físico e tudo voltou ao silêncio.
Após estes acontecimentos comprei um colchonete e passei a deitar em todas as reuniões. Enquanto estava acordado nada mais aconteceu, mas apenas em sonhos consegui fazer desdobramentos.
Primeiro em um desdobramento em sonho, sonhei que o Sr. Djalma estava deitado num outro colchão ao meu lado e após receber um abraço dele, logo em seguida vi o colchão vazio e ainda pensei: “Depois vou perguntar aos outros se realmente o Djalma esteve aqui ao meu lado”. Aí acordei realmente e ao meu lado havia apenas uma parede. Em outro dia sonhei que via “espíritos desencarnados” e você comentou que eu teria que passar para uma outra reunião bem mais avançada.........
Em 23/12/2000 recebi outra orientação espiritual da Irmã Mercês por intermédio do Maricélio.
(Continua) Paz plena... Rosário.


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MensagemEnviado: Ter, 30/Out/2007 10:04 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis os endereços do início dessa carta:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90452#p90452
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90454#p90454
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90456#p90456
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90458#p90458
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90460#p90460
(Continuação):
Em 23/12/2000 recebi outra orientação espiritual da Irmã Mercês por intermédio do Maricélio. Uma mensagem que falava em “síndromes do passado.... mudanças de nomes, de personalidades, enganos de interpretação”. Foi me pedido para ser paciente e com muita fé continuar no processo iniciado. Fui intuído para entregar ao Maricélio cópias dos meus trabalhos, o que fiz. Após o Maricélio ter lido vários dos meus trabalhos e das minhas cartas, em 17/10/2001, foi dada outra orientação para mim, quando recebi alta do tratamento espiritual, pois entre fantásticos comentários está escrito também: “Está livre para ir embora, mas se for seu desejo, poderá continuar frequentando esta reunião enquanto ou quando quiser”.
Achei tudo muito fantástico mesmo e agora estou sendo um pouco compreendido por amigos espíritas, pois os “teólogos católicos” quando são bons mesmos ouvem-me em silêncio e os radicais não aceitam nem dialogar comigo. Mas o “Velho Jó” é de PAZ PLENA e paz todos querem, já a VERDADE dele é fantástica, já que os bons, após compreenderem bem a situação, escondem-se na fortaleza do silêncio profundo e fulminante para os que ainda são do contra, pois estes têm um medo inconsciente do encontro real e verdadeiro com eles mesmos, já que podem encontrar pesadas dívidas a serem pagas.
Jesus já nos aconselhou e ensinou isso muito bem: “Assume logo uma atitude conciliadora com o teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” (Mt 5,25 e 26). Este trecho mostra claro que todas as dívidas deverão serem perdoadas ou pagas e que também não existe as penas eternas, como muitas religiões ensinaram e ainda ensinam.
Tudo continua indo muito bem e realmente o que aconteceu em 1993 e 1994 não podia ficar no puro esquecimento, pois o assunto é muito sério, mesmo que quase todos não pensam assim....e até agem de uma forma contrária e condenatória com relação aos meus pontos vistas.......
Veja, Antenor, como é difícil a minha situação. Os encarnados, quando é para me auxiliar a compreender melhor tudo e ser compreendido também, não seguem nem as orientações espirituais, recebidas por outros médiuns. As orientações recebidas diretamente por mim, estas sim, não aceitam mesmo, até tentam me forçar a aceitar que está tudo errado comigo, dizendo-me que estou com espíritos enganadores e facinadores. Mas tenho como princípio os ensinamentos de Jesus: “Conhece-se a árvore pelos seus frutos” e os frutos estão aí para todos verem, basta ter olhos para ver e querer ver.
Espero contar com a sua compreensão e seu auxílio, um abraço do amigo... Rosário A. de Resende.
....... Paz plena... Rosário.


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MensagemEnviado: Ter, 30/Out/2007 10:38 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Hoje vocês já conhecem um pouco mais sobre o que aconteceu e acontece comigo. Como ainda existem muitos que julgam que sou orientado só por espíritos obsessores e enganadores, então resolvi postar toda a carta, que escrevi para um grande mestre e orientador que tive por dois anos, em reuniões semanais, no Centro Espírita Irmão Mateus, Rua Jacuipe 160, Bairro Concórdia, Belo Horizonte.
Agora cada um pode tomar a sua livre decisão, pois o meu objetivo é poder ajudar àqueles que querem entender um pouco mais sobre a verdade, que liberta e assim também vamos trabalhando para a construção de um Reino de PAZ já aqui no Planeta Terra.
Eu não duvido mais que já estamos na Era da Regeneração, mas respeito a opinião de todos aqueles que não aceitam o que estou dizendo.
Digo também que aprendi muito mesmo e só pude aprender o que aprendi porque eu vivi e vivo os fatos mediúnicos, também não tive com quem discurtir livremente todos os assuntos.
Sofri muitos ataques de terríveis ou fortíssimos adversários.
Eis os endereços da carta para um dos meus mestres, que tive nos meus estudos sobre o Espíritismo:
Carta para Antenor; 29/01/2002:

viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90452#p90452
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90454#p90454
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90456#p90456
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90458#p90458
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90460#p90460
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=90468#p90468

Mesmo que quase todo mundo não acredite em nada, tenho a responsabilidade de fazer a minha parete.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 11:19, em um total de 2 vezes.

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