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MensagemEnviado: Sáb, 24/Nov/2007 08:00 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis uma carta que escrevi para um rabino:
Belo Horizonte, 26 de Outubro de 1990. Shalon...... shalon...... shalon......
Rabino Nissin, que Deus-Pai, nosso Criador nos ensine e nos ajude a encontrar a VERDADE.
Para encontrar a “Verdade” não se pode eliminar ou descartar “nada” do que já se descobriu ou que já foi encontrado por cada um dos membros da humanidade. Todos nós somos responsáveis por nossa própria evolução ou aperfeiçoamento e pela evolução de todos os filhos ou filhas de “Deus-Pai-Mãe-Criador”.
Aquele ou aqueles que dizem que já conhecem toda a “VERDADE” têm que terem a capacidade de entender e de explicar tudo para todos, mesmo para aqueles que pensam diferente deles. Caso contrário então conhecem apenas uma faceta da “VERDADE”.
Eu, humildemente, pergunto a você, Rabino Nissin:
- “Você consegue explicar tudo a todos e compreender tudo?”
Estive na rua Barão de Lucena, nº 66, no dia 26/08/1990 para ouvir a sua palestra intitulada:
“JUDAISMO versus ESPIRITISMO”.
Confesso que fiquei entusiasmado pela oportunidade de ouvir a um Rabino e principalmente porque seria enfocado pelo Rabino um assunto que muito me interessa e pelo qual sempre lutarei nesta minha atual encarnação. Assunto este que é: “A procura da Verdade, que vem a nós por meio de acontecimentos ou fatos visíveis e também invisíveis da vida”. Os últimos são os fatos tidos como “espíritas”, que sempre estiveram presentes na história da humanidade e principalmente na história israelita. Na história do povo de Israel tem os exemplos de muitos profetas, que ensinaram a falaram em nome de Deus. Como Deus é um espírito, então os profetas foram intermediários entre Deus e o povo. Os profetas de antigamente são os médiuns de hoje. Só estranhei o termo versus, que é contra.
Logo no início da sua palestra, vi claramente que para você o “espiritismo” é “algo errado” e é também sinônimo do mal, pois é condenado e proibido pela “Torá”, nos livros “Deuteronômio e Levítico”. Mas você, Rabino Nissin, também foi bem claro e confirmou que realmente existe o “espiritismo”, já que ele é proibido pela Torá, pois a Torá só iria proibir algo que era real e verdadeiro.
Sobre alguns tópicos comentados por você como a criação de Deus no término do sexto dia e início do sétimo, quando foram criadas “almas”, que não se materializaram, mas que aqui puderam ficar, apesar de que prejudicariam aos vivos, porque foram criadas. Como também que uma alma poderia reencarnar 600.000 vezes, número esse relacionado com o número dos israelitas, que saíram do Egito, dirigidos por Moisés no Êxodo. Esses assuntos não vou comentar, pois cada um pode falar aquilo que quiser, mesmo que para outros sejam inverdades e sem nenhuma lógica.
Deus é tão bom, sábio e compreensível que aceita e entende todas as nossas ignorâncias.
Sobre a encarnação de uma pequena faísca da alma (mais ou menos 1/600.000 ou 1/60 da alma) para realizar a missão da alma e até existindo a possibilidade de dois corpos serem habitados por faíscas da mesma alma: uma explicação sua para as almas gêmeas. Assunto esse muito difícil de ser aceito e de ser entendido racionalmente, para mim é ignorância de quem ensinou e ensina ainda.
Quero fazer as seguintes observações:
a) Sou filho de católicos e fui seminarista franciscano por 9 anos. Para mim o espiritismo era uma manifestação do mal e os Centros Espíritas eram redutos do mal, pois assim me ensinaram.
b) Em 1980 aceitei a reencarnação, passei a sentir e viver fenômenos tidos como espíritas.
c) Em 1981 comecei a estudar, compreender e conviver mais tranquilamente com os fenômenos espíritas, também comecei a frequentar Centros Espíritas e a ler obras espíritas. Analisava tudo.
d) Allan Kardec não é o nome do espírito, que falava com Hippolyte Leon D. Rivail, mas foi sim um dos nomes de H. L. D. Rivail em vidas passadas, quando ele viveu entre os druídas na Gália antiga.
e) Na BÍBLIA SAGRADA existem várias passagens, que só pelo conhecimento e entendimento da mediunidade podem ser racionalmente explicadas e entendidas, como:
1ª) O sacrifício de Abraão, sendo a vítima o filho Isaac, que foi pedido como oferta por Deus ao pai dele, o patriarca Abraão. Um comportamento deste não é aceito da parte de quem é perfeito, bom e justo (Gênesis, 22). Isso hoje seria um ato criminoso. Se hoje é no passado também não deveria ser?
2ª) A proteção que foi dada a Agar e a Ismael por parte do plano invisível (Gênesis, 21).
3ª) O anúncio e a própria destruição de Sodoma e Gomorra. Anúncio, que foi feito a Abraão, após a visita de três anjos, sendo que um deles parecia que era o “Senhor”. Se todos foram criados por Deus, então todos somos filhos de Deus e de um “Pai” bom e perfeito, como Deus o é e dEle só se pode esperar amor, compreensão e orientação (Gênesis, 18 e 19).
4ª) As pragas contra o Egito e principalmente a décima (10ª), que foi a morte dos primogênitos (Êxodo, 7 a 11). Um mal não pode justificar um outro e ainda mais mandado por Deus: há algo mal interpretado nestes capítulos, pois até parece que Deus ajudou a Moisés a praticar crimes vis e nefandos!
5ª) A saída dos israelitas do Egito e a passagem pelo mar Vermelho, com o afogamento do exército egípcio, não foram uma sequência de fatos e acontecimentos espíritas? Houve mortes que foram consideradas como mandadas por Deus (Êxodo, 13,17 e 14). Isso está certo? Deus, o bom e o perfeito, agiria assim?
6ª) Deus também deu o mandamento: “Não Matarás” (Ex 20,13 e Dt 5,17) e não se diz a quem, então deve ser a tudo que tem vida e como justificar os itens 3, 4, 5 anteriores, onde se vê mortes e destruições com aprovação de Deus?
7ª) A vida do juiz Sansão, que recebia o espírito de Senhor para matar, matar e... matar, destruindo tudo. Um espírito (um anjo) anunciou o nascimento de Sansão, que com sua morte, por suicídio, matou mais filisteus do que durante a sua vida (dele) (Juizes, 13 a 16). Deus é de amor e de paz, e não agiria assim.
8ª) O patriarca Jacó lutou com um anjo ou o próprio Senhor, isto não é um fato espírita para hoje? (Gênesis 32,23 a 32).
9ª) A frase que apareceu escrita no festim de Baltazar, é também um fato espírita para hoje, como a própria interpretação feita pelo profeta Daniel ( Daniel 5).
10ª) A viagem de Tobias, o jovem, acompanhado por um anjo e o exorcismo executado pelo próprio Tobias, conforme lhe foi ensinado pelo anjo, em favor de Sara, é também um acontecimento espírita ou mediúnico para os nossos dias (Tobias 5 a 10).
11ª) Um quarto jovem aparece ao lado dos três jovens amigos de Daniel na fornalha em fogo e os protege (Daniel 3,24 a 30).
12ª) Um profeta leva comida para Daniel na cova dos leões (Daniel 14,33 a 39).
13ª) Um mau espírito perseguia o rei Saul e era enviado por Deus (I Samuel 16,14 a 23).
14ª) Samuel, ainda menino, ouviu uma voz, que o chamava no Templo (ISm 3) e toda a vida de Samuel foi repleta de fatos e fenômenos mediúnicos.
15ª) A oferenda do profeta Elias, que foi consumida pelo fogo e que foi levado por um carro de fogo (I Reis 18,20 a 40).
16ª) A visão de Moisés da “Sarça Ardente” e o conhecimento por meios espirituais de sua missão. A transformação do cajado em serpente (Ex 3 e 4,14) e outros acontecimentos.
17ª) Tudo o que aconteceu por parte de Moisés e de Arão perante o Faraó, principalmente o bastão (cajado) transformado em serpente, que engoliu as serpentes dos magos egípcios (Ex 5 e 7,8 a 13).
18ª) A conquista e a destruição de Jericó (Josué 6).
19ª) A batalha vencida pelos israelitas, enquanto Moisés orava a Deus com os braços escorados por pedras (Ex 17,8 a 16). 20ª) Derrota e tomada de Haí (Josué 7 e 8).
Todos estes fatos e acontecimentos bíblicos referidos e muitos outros só são realmente compreendidos com auxílio do conhecimento mediúnico; isto é: do espiritismo, pois são fatos realmente espíritas.
.......Continua... Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 14:48, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Sáb, 24/Nov/2007 08:11 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande e fraternal abraço.
1ª parte:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=91899#p91899
2ª parte: (Continuação)...
Todos estes fatos e acontecimentos bíblicos referidos e muitos outros só são realmente compreendidos com auxílio do conhecimento mediúnico; isto é: do espiritismo, pois são fatos realmente espíritas.
O próprio judaísmo utilizou como ainda utiliza de “objetos ou fórmulas sagradas” para defesa e para tirar a sorte, como as outras religiões utilizam da água benta, figas, despachos e etc.
Qual a garantia que tudo do “judaísmo” é do bem, como também está tudo certo e tudo do espiritismo é do mal e está tudo errado?
Qual a garantia que Moisés estava certo em tudo, pois ele comandou e determinou mortes, destruições e pragas?! Sendo que Deus deu também o mandamento: “Não Matarás”!
Por que sempre que os israelitas venciam as guerras era uma proteção divina e sempre que os israelitas eram derrotados era uma vingança divina? Hoje em dia existe a “guerra santa” dos muçulmanos, do mesmo jeito que as dos israelitas do passado!
“Deus-Pai-Mãe” é tão bom e perfeito, que nunca se vinga, nunca se ira e nunca manda matar a ninguém!!!!!. Mas Deus para muitos ou para quase todos é um “Deus-Criador”, que só tem a “eles” como filhos escolhidos ou como “o povo escolhido”. Assim é com os israelitas, muçulmanos, católicos, protestantes, pentecostais e etc... Todos julgam que são os “únicos eleitos de Deus e os únicos que irão se salvar”.
Todos aqueles que defendem “um Deus”, que só os defende ou protege estão crendo em um “Deus” com todas as imperfeições humanas..............................
Deus é amor..............................................
Deus é o Pai-Mãe de todos........................
Deus quer ajudar a todos e ajuda...............
Deus ama a todos......................................
Deus nunca se ofende e nunca se sente irado, por isso Deus nunca poderá (precisará)
perdoar, já que nunca foi ofendido.............
Deus trata igualmente a todos....................
Deus não quer nenhuma divisão.................
Todos os que destruíram ou destroem “algo ou os outros”, que escravizaram ou escravizam, torturaram ou torturam estão contra Deus: como a matança de judeus por Hitler; de palestinos por israelitas; de astecas, maias e incas por espanhóis; de índios por brasileiros e americanos;
como também a escravidão de africanos por europeus e americanos;
como as prisões, torturas e condenações a morte, principalmente pela fogueira, comandadas pela Inquisição dos Católicos Apostólicos Romanos e a matança na “Noite de São Bartolomeu”.
As guerras de conquistas de todos os conquistadores são contrárias ao projeto de Deus-Amor, até a conquista da Palestina por Josué e destruição de seus habitantes, como ocorre também no presente pelos judeus.
Os grandes exílios, pelos quais tiveram que passar muitos povos, principalmente os judeus para a Babilônia antiga e quando foram expulsos da Espanha na Idade Média em 1492, não foram por acaso, mas têm suas explicações nas profundezas dos séculos passados. É a lei da Ação e Reação ou de Causa e Efeito.
Tudo, o que expus, são acontecimentos que agridem ao Projeto da Criação, que é pleno de Amor, Sabedoria e Paz, cujo autor é DEUS, mas a lei é cega e lei é lei.
Rabino Nisin, a nossa vida só é realmente compreendida quando sabemos quem fomos, quem somos e o que temos que fazer aqui para nós mesmos e para os outros.
“Deus” para ser realmente compreendido e amado por nós se manifesta (se mostra) dentro e fora de nós e nós temos que aceitar que não podemos fazer nenhuma divisão, seja lá qual razão a exija.
Sem que eu possa provar nada, mas desde que aceitei a “idéia reencarnacionista” recebi revelações de vidas passadas minhas e já fui israelita, egípcio, grego, galileu, italiano, muçulmano, irlandês, espanhol, hindu e brasileiro...... Isto é ser um homem cósmico.
Abraços e muita paz para você, irmão, pois somos filhos do mesmo Deus-Pai-Mãe-Criador.... Para que descubramos a Verdade e a divulguemos não podemos medir os nossos esforços......
Shalon..... Shalon..... Shalon..... Rosário Américo de Resende
.......... Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 14:50, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Dom, 25/Nov/2007 10:27 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Escrevi esta carta porque esse bispo escreveu um livro sobre "Reencarnação", mas condenando a reencarnacação. A carta é grande, mas vou divulgando-a aos poucos.
Belo Horizonte, 07 de Abril de 2000.
Dom Frei Boaventura Kloppenburg ofm, desejo-lhe muita paz e luz em nome do nosso Mestre Jesus. Que o “Espírito Santo” possa nos mostrar a “VERDADE”.
Que o exemplo, a vida e a humildade de São Francisco de Assis, também, nos sirvam de exemplos, metas e objetivos para as nossas vidas. São Francisco renunciou às riquezas e pompas terrestres para realmente seguir o caminho de Evangelho, até a ser um teólogo e um filósofo de fama São Francisco renunciou. Ele não quis que os frades franciscanos fossem filósofos e ou teólogos, mas, quando não houve mais jeito, entregou a Santo Antônio a responsabilidade da instrução para aqueles que abandonaram tudo, e foram atrás de suas pegadas; isto é: da vivência humilde e plena dos ensinamentos de Jesus, que foi o caminho tomado pelo humilde São Francisco de Assis.
Dom Frei Boaventura já tive um encontro com o senhor, ocorrido em 1966. Esse nosso rápido diálogo aconteceu na casa de retiro São José, em Belo Horizonte. Procurei-o, a conselho do meu ex-Padre mestre, o frei Estanislau, para me beneficiar dos seus dotes especiais de hipnotizador. Fui seminarista franciscano por 9 anos, e nos anos de 1965 e 1966, fiz o noviciado no Convento de Santa Maria dos Anjos, em Betim, MG. Realmente queria ingressar na Ordem Franciscana dos Frades Menores, quando era ainda uma criança; vontade, que voltei a ter de 1984 a 1987, quando fiquei viúvo, e era um adulto, mas também não foi possível, porque todas as portas foram fechadas.
Quem somos nós para desvendarmos plenamente os desígnios de Deus ou os labirintos, nos quais somos colocados pelas circunstâncias da vida? Mas nós não somos peças de xadrez no tabuleiro da vida. Somos os responsáveis por aquilo que somos, e temos que colher aquilo que plantamos.
Era um pouco gago, e não conseguia falar em público, por isso decidi dar um tempo, antes de fazer os votos simples, e, tentei fazer um tratamento de voz, aqui em Belo Horizonte, com o psicólogo Frei Ricardo.
Procurei-o em 1966, com objetivo de livrar-me da minha gagueira por intermédio da hipnose, já que o senhor, um grande e famoso hipnotizador, era muito conhecido, e até fora dos meios franciscanos. O senhor recebeu-me, atenciosamente, e levou-me para uma sala reservada. Prontamente fez um teste inicial comigo, mas quando viu que nada aconteceu comigo, e que os seus poderes hipnóticos eram ineficazes perante a minha pessoa, falou-me mais ou menos assim:
- “Não vou hipnotizá-lo, pois corro o risco de não trazê-lo de volta”.
Assim encerrou aquele nosso encontro. Fiquei decepcionado, e continuei o tratamento de voz com o frei Ricardo ofm, até o início de 1967. Durante as férias do Frei Ricardo, ele entregou-me aos cuidados de uma psicóloga, que fez curso de pós-graduação em Paris, e com a qual tive algumas entrevistas. Ela aconselhou-me a parar com o tratamento, que consumia todos os meus recursos financeiros. Falou-me que o meu caso não era um problema para a vida, e que devia continuar com os meus estudos, o que realmente fiz, parando de vez com o tratamento de voz.
Aquele encontro foi muito importante para mim, pois me serviu muito para o meu auto-conhecimento. Já tinha tido uma experiência hipnótica, em 1963, com o frei Albino Arezi, que também não conseguiu me hipnotizar. Também o frei Albino considerava e apresentava a hipnose como um fenômeno para espetáculos públicos.
Hoje sei que existem pessoas, que quase ninguém consegue hipnotizá-las. Estou incluído neste grupo, já que passei por dois ilustres e famosos hipnotizadores, que não conseguiram me dominar, mesmo desejando imensamente sê-lo. O senhor já descobriu e entendeu o porquê de tudo isso? ... Deus vela por nós, protegendo os seus enviados e eleitos de todos os bisbilhoteiros.
O objetivo dessa minha carta é comentar alguma coisa sobre o seu livro: “Reencarnação”, cujo conhecimento tomei por intermédio de uma pessoa, decepcionada com o mesmo, pois julgou pelo nome, que o senhor era a favor e não contra a reencarnação. Gostei imensamente do seu livro, apesar de apresentar idéias contrárias às minhas. Por causa dele surgiu esta oportunidade, que me permitiu defender e esclarecer mais ainda as minhas teses.
Tornei-me reencarnacionista em janeiro de 1980, sem nenhum drama de consciência, mas buscando livremente a VERDADE. Esta é a razão do porquê que estou enviando-lhe esta carta. Escrevi na contra capa do meu exemplar do seu livro:
- “O homem é uma união perfeita entre um espírito (re)encarnado com um corpo de carne, por isso aceito e até defendo o “unitarismo” da Teologia da Libertação".
O espírito vem de Deus-Pai-Mãe Criador, e o corpo é gerado por uma mãe humana, após a concepção, que foi o fruto de uma relação sexual, amorosa ou não, entre os futuros pais físicos daquele, que será um novo ser humano. Existem raríssimas exceções da regra criada por Deus, para os casos de fecundação em função da evolução dos estudos da genética, onde existem muito conhecimento e pouco amor. O que morre é o corpo de carne, e este realmente morre uma vez só. Quem (re)encarna é o espírito semi-eterno, já que foi criado simples e ignorante, e que busca a sabedoria e a perfeição. Na morte física do corpo, existe a separação entre o espírito e o corpo, e aqui temos o dualismo provado e comprovado”.
Logo que entreguei as minhas armas, aceitando a idéia da reencarnação, fui buscar comprovação nas páginas da Escritura Sagrada, antes de ter lido qualquer obra reencarnacionista. Entreguei-me à inspiração e orientação do “Espírito Santo”, pois estava acontecendo algo novo comigo. Deixei que a “Presença Invisível de Deus” me guiasse à plena verdade, e me livrasse dos princípios bitoladores, que aprendi em meus nove anos de seminário, e me aprisionavam com “algemas de ouro”. Até 12/04/1984, a presença de Deus, para mim, era invisível e inconsciente, depois tudo ficou consciente e visível.
Comentários sobre o seu livro e as provas, que encontrei na Bíblia, foram (itens 1 a 9):
1) Como o nosso Mestre Jesus existia antes de encarnar no ventre da virgem Maria, era e é muito lógico e racional que seus discípulos façam o mesmo para levar em frente a obra do mestre, seguindo o exemplo do mesmo. Todo discípulo tudo faz para seguir o caminho e exemplo do mestre, e quanto mais perfeito é o discípulo, mais vontade possui para seguir o Mestre. O espírito de Jesus existia antes de encarnar (Jo 1,1 a 18), e aqui se prova a preexistência do espírito ao corpo de carne. Se para Jesus isso é uma verdade, por que então não poderá ser também para os discípulos de Jesus e para todos? Por que temos que negar algo, sem saber o que estamos negando?
(continua)... Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 14:59, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Seg, 26/Nov/2007 08:40 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Continuação da carta para o bispo Boaventura Kloppemburg ofm:
(Trechos bíblicos onde podemos compreender mais o ensinamento da reencarnação).
2) A Parábola do Tesouro: “O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido num campo; um homem o acha e torna a esconder e, na sua alegria, vai, vende tudo o que possui, e compra aquele campo” (Mt 13,44). Em algumas traduções ainda se diz: “... e na alegria de o achar de novo...”.
Este foi o primeiro trecho bíblico, no qual vi e compreendi, por revelação, a reencarnação. Naquele momento (10/01/1980) não tinha o controle emocional para escrever a parábola toda, mas apenas, em rápidas palavras, dei a explicação: “Nasce, cresce, encontra e morre ou nasce, cresce, morre e encontra”. O campo é o nosso corpo de carne e o “Reino de Deus” é a vivência consciente e em paz consigo mesmo, com a sabedoria, com a verdade... e... com Deus.
A alegria de se encontrar com a plenitude, em tudo, é tão grande e envolvente, que o espírito, em evolução, deseja viver a experiência novamente. Esse encontro tanto pode ser em vida, havendo imediatamente a morte física do corpo ou não, como após a morte física do corpo, depois de passar um período no “purgatório”. Para o primeiro caso e, não havendo a morte física do corpo, então temos entre nós um mestre, para ensinar à humanidade, como foi o caso de Jesus e alguns outros.
Essa interpretação, feita a mim por revelação sobrenatural, veio também me explicar a própria parábola. O ensinamento esotérico, contido nessa parábola, permaneceu oculto de todos os ocultistas por quase 2 milênios, pois nenhum reencarnacionista já o utilizou, como estou fazendo.
Via nessa parábola uma desonestidade e até chantagem, o que não se pode aceitar com relação aos perfeitos e puros ensinamentos evangélicos, como: “Um comprava o tesouro e o outro vendia o campo! Por que, quem achou o tesouro, voltou a escondê-lo? Já era dele, pois o achou ou isso foi apenas para enganar o outro e a ele mesmo, para ter a consciência em paz e tranqüila depois?”.
3) Parábola do Joio. Passei a ver aqui também, de uma forma esotérica, um ensinamento reencarnacionista, já que não vejo e nem aceito o “Diabo”, em condições de lutar de igual para igual com Deus e, além do mais, Deus não luta, mesmo dirigindo tudo, respeita plenamente a liberdade de todos. Como o joio foi semeado, alguém foi o responsável por essa semeadura e esse alguém é o próprio homem.
Veja a minha nova e revolucionária interpretação sobre a Parábola do Joio: “Como os espíritos estão em evolução e só, se pode evoluir, quando ainda não é perfeito, “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48), e passando pelas provas ou provações. Quando um homem tem uma relação amorosa e plenamente fiel com sua esposa, o normal é a aproximação de espíritos amorosos, e, quando existe uma relação infiel, traidora e adúltera, então se aproximam os espíritos infiéis, adúlteros e traidores. Estes podem entrar nos espermatozóides e viverem uma curtíssima encarnação, desencarnando, quase imediatamente, como filhos da infidelidade e da traição, fugindo de qualquer tipo de justiça e condenação”.
Justiça e condenação só existem onde ainda não reinam o amor, a caridade, a humildade, a compreensão, a liberdade, a fidelidade, a verdade, a sabedoria e a perfeição.
Pode até haver nascimentos de relações sexuais sem amor, encarnando assim espíritos do mesmo padrão, quando a mulher foi e é utilizada apenas como matriz. Aqui se encaixam os casos bíblicos de Abraão com Agar e Jacó com Lia, Bala e Zelfa. Abraão amava a Sara e Jacó amava a Raquel. Também pode haver nascimentos de relações sexuais adúlteras, casos em que imperam muito mais o lado vil e irresponsável do ser humano. Aqui podem se iniciar ou continuar muitas complicações, já que muitos podem ser jogados na lama e na perdição. Mas cada caso é um caso, e por isso precisamos entender bem os labirintos criados pela vida e por quem vive a vida, como um todo. Veja o que está escrito sobre o número “666” no capítulo 13 do Apocalipse.
Por que as mulheres amadas inicialmente eram estéreis, como Sara, Rebeca, Raquel, Ana, a mulher amada de Elcana e mãe de Samuel, e Isabel, mulher de Zacarias? Isaac é filho de Sara e José do Egito é filho de Raquel.
Aqui se cumpre à lei: “Semelhante atrai semelhante” ou “Diga-me com quem andas, que direi quem és”, como também o ensinamento sobre a árvore e os seus frutos nos Evangelhos.
4) No capítulo 3 do Evangelho de João também vi o ensinamento esotérico da reencarnação ou das vidas sucessivas, só que não é onde todos os outros reencarnacionistas viram. São João, para mim, é o principal escritor gnóstico, que se conhece. O “nascer do alto ou nascer de novo” (Jo 3,3 e 7) é realmente o (re)nascimento de um ser adulto, é a conversão ou a reforma íntima, é o nascimento pelo espírito e é o encontro com a Verdade, como São João encontrou. Só entende isso aquele que viveu conscientemente tais experiências, semelhantes às de Abraão, Moisés, Samuel, Elias, Isaías, Daniel, Jesus, os apóstolos no Pentecostes, São Paulo no caminho de Damasco, São Francisco de Assis, Santa Joana d’Arc e muitos outros.
Vivi o meu “nascimento do alto”, em janeiro de 1980. O “nascimento do alto” é o encontro real e consciente consigo mesmo e até com Deus.
Nos versículos 11 e 12 está escrito: “Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, porém não acolheis o nosso testemunho. Se não credes quando vos falo das coisas da terra, como ireis crer quando vos falar das coisas do céu?”.
O “nascimento do alto é coisa da terra”, pois ocorre com um ser humano enquanto vivo, e “nas coisas do céu, para mim, estão incluídas a (re)encarnação, a desencarnação, a assunção, a ressurreição e a ascensão”, pois liga os planos visíveis com os invisíveis, e são coisas do Céu mesmo. Isso Jesus não pode realmente explicar por causa da ignorância reinante entre seus contemporâneos. Ignorância essa que continuou por muitos séculos depois, e mesmo agora, existem muitos que não querem ainda se libertar dela e da cegueira.
5) Em João 16,12 a 15, lê-se:
(Continua).... Paz plena... Rosário.


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MensagemEnviado: Seg, 26/Nov/2007 09:02 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Continuação da carta para o bispo Boaventura Kloppemburg ofm:
(Trechos bíblicos onde podemos compreender mais o ensinamento da reencarnação).
5) Em João 16,12 a 15, lê-se: “Tenho ainda muito que vos dizer, mas não o podeis agora suportar.”. Neste trecho ficou muito claro mesmo que Jesus não nos ensinou tudo: havia algo mais. A revelação de Deus aos homens não terminou com a Bíblia. Aqui se compreende a continuação da revelação de Deus a nós, e é defendida também a nossa própria evolução. No futuro poderemos compreender muito mais, à medida que formo-nos evoluindo, sendo nós cada vez mais perfeitos teremos puros os nossos corações (Mt 5,8.), e com essa condição, poderemos ver a Deus.
Para mim é impossível entender, defender perfeita e claramente a evolução ou a busca, quase eterna da perfeição, sem a visão ou aceitação da reencarnação.
Hoje sou gnóstico, monoteísta, dualista e evolucionista. Sou contrário às duas correntes filosóficas do agnosticismo. Nego o monismo, o panteísmo e o politeísmo.
Sou contra a crença de dois princípios eternamente conflitantes: um do Bem e o outro contrário ao Bem. Se isso fosse verdadeiro, seria justificável a existência do “Inferno Eterno”, local onde o Bem nunca entraria ou onde nunca seria sentida a presença da Divindade.
Também nego o dualismo modificado, que sustenta que Deus é ambivalente, isto é: benévolo e malévolo ao mesmo tempo.
Aceito o “unitarismo”, defendido pela Teologia da Libertação, já que ensina que o homem é uma união perfeita entre corpo e espírito. Nunca podemos justificar o sofrimento do corpo para salvar o espírito, ou mesmo porque Jesus também sofreu muito por nós, culminando com a morte na cruz, após muitas traições e torturas.
Vejo e entendo a nossa evolução como a caminhada de cada um de nós para a sabedoria e a perfeição plenas, continuando a existência individual de todos nós. Cada um é o próprio responsável por sua evolução ou salvação. Nunca poderemos comer um alimento para matar a fome do nosso irmão, por mais que o amemos e queiramos o bem dele.
Pelo que já li, discordo das idéias evolutivas de Teilhard de Chardin, que defende a completa união ou unidade com Deus. Quando dois seres ou duas coisas se unem plenamente, o inferior submerge, afoga-se ou se anula no superior, e deixa de existir, perdendo a sua individualidade; como os pingos de chuva ou os rios de água doce na imensidão oceânica das águas salgadas. A visão evolutiva de Teilhard de Chardin é uma outra forma de apresentar as idéias monistas de Pietro Ubaldi. O monismo de Pietro Ubaldi é idêntico ao panteísmo de outros filósofos sofistas, que para mim são idéias, que só dificultaram e dificultam o encontro com a VERDADE ABSOLUTA, porque em muitos casos vieram de quem negava a existência da Divindade.
As minhas idéias evolucionistas continuam sendo dualistas, então para mim existe a reencarnação e a ressurreição, como também a existência de Deus em sua infinita perfeição e nossa existência. Nós poderemos alcançar, também, a plenitude da perfeição com o nosso esforço, persistência e vontade.
O ressuscitado é aquele, que atingiu o pico da evolução e tornou-se quase perfeito como o Pai celeste é perfeito (Mt 5,48), só que isso é quase impossível de provar perante a existência ainda de tanta imperfeição no ser humano. O ser humano deixa-se levar pelo orgulho de querer ser sempre o melhor, a vaidade de ter a última palavra e a sede do poder em suas mãos, sem ter a condição de tê-lo. Como o ser humano é um espírito encarnado, então tudo o que existe no plano físico também existe no plano invisível e vice-versa. Tudo o que existe foi pensado por alguém antes. Um ressuscitado é um mestre vivendo aqui entre nós.
6) Em João 8,31 e 32, lê-se: “Disse, então Jesus aos judeus, que nele haviam crido: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará””. As palavras cernes da missão de Jesus são o PERDÃO e o AMOR: “Isto vos mando: amais-vos uns aos outros” (Jo 15,17) e “Não te digo até sete, mas até setenta e sete vezes” (Mt 18,22). Quem ama real e sabiamente não se ofende, quem não se ofende nada tem para perdoar, já que alcançou a perfeição.
Veja como são empregados os verbos no futuro: “sereis, conhecereis e libertará”. Também em vários outros trechos, como em João 16 e Mateus 5,1 a 12 e muitos outros, vemos tudo no futuro. Então vê-se claramente a busca da perfeição, e isso é: evolução e também reencarnação.
O cerne da mensagem cristã está no AMOR, no Perdão, na vida em abundância, na água viva e no alimento, que é fazer a vontade do Pai. Mas não está na paixão, na morte e no sangue derramado na cruz, que muitos consideram que foi para apagar os pecados de todos os homens de todos os tempos.
7) No trecho do cego de nascença (Jo 9,1 a 3), também vi e compreendi os ensinamentos das vidas sucessivas, mas esse é um trecho muito citado por todos os reencarnacionistas.
A sua exposição e defesa, na página 172 do seu livro, é muito infantil e só é aceita por pessoas, que ainda não passaram pelo batismo do Espírito Santo e do fogo (Mt 3,11c) e nem pelo nascimento do alto (Jo 3,3 e 7).
Pergunto-lhe apenas isso: “Deus, que é bom, justo, perfeito e sábio em plenitude, iria aceitar aquele padecimento e sofrimento apenas para manifestar a glória dEle”? O Senhor faria isso com um filho, irmão ou companheiro seu? Esse gesto é anticristão. Por isso é que se diz também para explicar e chocar aos aprendizes: “O Deus de muitos cristãos é anticristão”.
A criação, como um todo e em seus mínimos detalhes, manifesta constantemente a pujança da glória de Deus. Nenhum sofrimento pode ter como justificativa a glorificação de Deus. Todo sofrimento é contrário ao AMOR e ao PERDÃO, que são as bases sólidas da missão de Jesus; isto é: “A rocha sobre a qual deve estar baseada a Igreja Católica Apostólica, que é Universal (do grego)”.
8.) João Batista e o profeta Elias (Capítulo 4 e item 7 do seu livro).
Também compreendi, sem nenhuma viseira ou castração da liberdade de pensar, que, nos ensinamento dos Evangelhos, está muito claro, que João Batista e o profeta Elias foram dois seres humanos, cujos corpos foram habitados pelo mesmo espírito em sua constante caminhada à busca da perfeição.
Lendo os trechos bíblicos de Mateus 11,11 a 15; 17,9 a 13; Marcos 9,9 a 13 e Lucas 1,11 a 17, pode-se ver claramente exposto o ensinamento das vidas sucessivas ou da reencarnação. Existem os que não o vêem ou não o enxergam porque não querem, por algum motivo, com o qual está comprometido, ou estão com viseiras mesmo. A maioria aprendeu desde jovem que só havia uma vida terrena e por isso continua com sua crença sem interrogá-la, como se fosse o certo ou a verdade.
Por que em Lucas 1,17, o anjo Gabriel cita: “..., com o espírito e o poder de Elias...” e não diz: “com o Espírito e Poder de Deus”? Por que, o Senhor, Dom Frei Boaventura, citou na página 91 do seu livro o trecho de Mateus 11,14: “pois João era seu contemporâneo, e Elias “há de vir” (Mt 11,14), portanto ainda não veio”?
Por que o Senhor não citou e comentou a contradição com Mateus 17,12: “Eu vos digo, porém, que Elias já veio, mas não o reconheceram”, e com Marcos 9,13: “Eu, porém, vos digo: Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, como dele está escrito”? Nestes dois trechos está escrito que “Elias já veio”. Para mim, o Senhor foi tendencioso, não agiu com honestidade, e está prejudicando a descoberta da VERDADE. Ou só foi ingenuidade mesmo?
Quando estamos buscando a verdade com liberdade somos honestos e sinceros, mas quando temos outras intenções, aí escondemos, encobrimos e até ocultamos qualquer coisa, que possa mostrar a VERDADE, que já condenamos sem conhecê-la.
A sua observação, com relação ao segundo advento do Senhor Jesus (pág. 91), é realmente uma apelação digna de dó. Esse tipo de apelação é próprio dos pentecostais, que são cegos dirigidos por outros cegos ou por espertalhões mesmos, que tiram deles todo o vil metal possível, com muita esperteza mesmo, às vezes os comparo com o administrador infiel, citado em Lucas 16,1a8.
Quando o Senhor cita que o próprio João negou, que não era o profeta Elias (Jo 1,21 e pág. 92 do seu livro). Isso não vale como prova, pois ele não sabia, mas o que é, é, mesmo que não saibamos nada sobre o nosso passado remoto, guardado sob muitos segredos, selos e sete chaves. Há 20 anos atrás, eu não sabia o que hoje sei, mas isso não nega a veracidade daquilo que é, ou daquilo que sou: “Eu sou o que sou”.
9) Dos trechos de Mateus 16,13 a 17;
(Continua)... Paz plena... Rosário.


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Continuação da carta para o bispo Boaventura Kloppemburg ofm:
(Trechos bíblicos onde podemos compreender mais o ensinamento da reencarnação).
9) Dos trechos de Mateus 16,13 a 17; Marcos 6,14 a 16; 8,27 a 30; Lucas 9,7 a 9 e 18 a 21, pode-se deduzir que a idéia das vidas sucessivas do espírito em evolução era de uma certa forma aceita e até já defendida naquela época, mas sem uma visão clara como era.
Orígenes, em seus trabalhos e pesquisas, compreendeu e afirmou a preexistência da alma, a salvação universal, a inferioridade do Filho em relação ao Pai, mas suas teses foram condenadas como heréticas pelos líderes, que se consideravam como os representantes legais de Deus ou os donos da VERDADE. Sempre foi assim, e foi por isso, que Jesus foi condenado a morrer na cruz, e muitos cristãos verdadeiros, enviados como profetas, foram queimados vivos pela “santa e famigerada Inquisição”.
Deus sempre enviou seus mensageiros ou profetas para auxiliarem a humanidade em sua evolução lenta e constante, mas os líderes religiosos sempre julgaram e julgam que só eles podem falar em nome de Deus. Esses líderes fizeram esquemas padronizados e legalizados para Deus, tentando bitolar as formas ou os meios para que Deus pudesse ou possa se manifestar entre os seres humanos. Caso os mensageiros ou missionários de Deus afirmassem corajosamente suas missões seriam traídos, presos, torturados, julgados, e até condenados à morte, seja na cruz, na fogueira, nas arenas romanas ou mesmo na forca.
Assim foi com os profetas, com Jesus, com os apóstolos e até com alguns santos ou não, durante o trevoso período da Inquisição. Durante a Inquisição, houve piores perseguições, torturas e crimes do que os realizados pelas polícias secretas do século XX, que nada tinham de cristãs ou não tinham nenhum compromisso com o Evangelho ou a missão de AMOR do mestre Jesus.
10) Redenção: Auto-Redenção ou Heterorredenção. Discordo do seu ponto de vista, Dom Frei Boaventura, quando disse: “Quando se suprime a heterorredenção já não se pode falar, de modo algum, de Cristo Redentor” (pág. 13 do livro “Reencarnação”).
A missão redentora de Jesus não está baseada no sangue derramado na cruz, após um vil e traiçoeiro julgamento. Essa posição só é compreendida, quando é tomada pelos fanáticos e cegos protestantes ou pentecostais, que são cegos guiados por outros cegos. São Paulo é um dos grandes defensores da heterorredenção, mas ele tinha que ensinar como ensinou, pois foi o primeiro grande perseguidor religioso dos cristãos. São Paulo deve ter vivido terríveis dramas de consciência por causa de suas passadas perseguições aos companheiros de fé, e por isso jogou toda a “culpa do pecado” em Adão e o “crédito da redenção” em Jesus.
O julgamento e a condenação à morte de cruz do grande missionário Jesus de Nazaré foi por causa do ciúme, inveja, despeito e orgulho ferido dos líderes religiosos, que não souberam compreender, entender, amar e perdoar.
A missão redentora de Jesus está em seus ensinamentos de vida, de perdão, de amor, de fé, do servir e de libertação.
Como cada ser humano fez e faz uma “imagem e um conceito de Deus” igual a ele mesmo, temos então muitas idéias falsas e até mesquinhas sobre Deus. Por isso é que dois autores bíblicos escreveram sobre o “drama do Getsêmani”, como se fosse a vontade e até exigência de Deus. Isso é fruto de pensamentos imperfeitos ou bitolados, pois chegaram a pensar que Deus só perdoaria o gênero humano, se os próprios homens matassem o seu único Filho.
É quase a mesma idéia de um pai, que tem dois filhos e que teve um deles assassinado, e esse pai só perdoaria ao assassino, se ele matasse o seu outro filho, que estava vivo. Que imensa irracionalidade e ignorância mesmo! Que falta de compreensão e sabedoria de todos os que se intitularam e se intitulam, na terra, de representantes de Deus, o perfeito!
Mas isso aconteceu, porque os primeiros cristãos não tinham como explicar por que “DEUS” permitiu ou deixou que Jesus morresse na cruz. Então passaram a defender que foi a vontade ou até uma exigência de Deus, já que o homem não tinha como pedir perdão de sua imensa culpa, que foi a desobediência do ignorante e ingênuo Adão.
Nos Evangelhos, vemos o ensino da auto-redenção, como se segue:
- Parábola dos Talentos (Mt 25,14 a 30). Ganham aqueles que trabalharam; isso é merecimento, após o trabalho e a dedicação.
- Parábola das Minas (Lc 19,11 a 27). Será colocado sobre muito aquele, que foi fiel no pouco. São necessários o esforço próprio e a fidelidade.
- Julgamento Final (Mt 25,31 a 46). São convidados para entrarem e tomarem posse do Reino dos Céus aqueles que visitaram, vestiram, alimentaram, ajudaram e deram de beber; isto é prêmio, conquista e auto-redenção.
- Parábola das Virgens (Mt 25,1 a 13). Entraram para as bodas as virgens que possuíam azeite em suas lâmpadas; isto é merecimento e obra própria.
- Aquele que crê, será salvo (Mc 16,16a; Jo 3,15). É necessário “crer”.
- Os que têm puro o coração verão a Deus (Mt 5,8). É necessário ter puro o coração, então é um esforço próprio, e não uma heterorredenção.
- Parábola do Bom Samaritano (Lc 10,30 a 37). Quem amou o próximo foi o samaritano, e Jesus disse: “Vai, e também tu faze o mesmo”. Isto é auto-redenção.
- Os Servos Vigilantes (Lc 12,35 a 40). É necessário vigiar e orar; isso é auto-redenção.
- O Fariseu e o Publicano (Lc 18,9 a 14). É necessário humilhar-se, e não ser orgulhoso, vaidoso e prepotente. Isso é algo, que representa esforço próprio.
- “Disse, então, Jesus: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais”” (Jo 8,11). É necessário não pecar mais e buscar o aperfeiçoamento.
- Amai-vos uns aos outros como eu vos amei (Jo 15,12). É necessário por em prática o mandamento do amor.
- “Isto vos mando: amai-vos uns aos outros” (Jo 15,17). Jesus ensinou o caminho da auto-redenção.
- A Eficácia da Oração (Mt 7,7 a 11 e Lc 11,9 a 13). É necessário pedir, buscar, bater e isso é ação, é auto-redenção.
- Perdão das Ofensas (Mt 18,22). Perdoar sempre: “Jesus respondeu-lhe: “Não te digo até sete, mas até setenta e sete vezes””. É necessário perdoar; isto é esforço próprio.
- Parábola do Devedor Implacável (Mt 18,23 a 35). É necessário perdoar, e só perdoa quem foi ofendido. Quem se ofende ainda não é perfeito, mas está se aperfeiçoando.
- E perdoa-nos as nossas dívidas, como também nós perdoamos aos nossos devedores (Mt 6,12). É necessário perdoar.
Só não aceita a auto-redenção quem não quer ver e entender, ou tem outros compromissos, que não são com a plenitude da VERDADE, ou mesmo tem a consciência pesada... E só vê a possibilidade da salvação no sacrifício e no sangue de Jesus, já realizado pela heterorredenção. E quem pensa assim tem que aplaudir e agradecer muito mesmo aos responsáveis por todo o drama vivido por Jesus e por todos os crimes cometidos contra ele, culminando com a morte de Jesus na cruz.
11) O Dogma da Eternidade do Inferno: As Penas Eternas (págs. 77 a 82 do seu livro: “Reencarnação”).
.... (Continua)... Paz plena... Rosário.


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11) O Dogma da Eternidade do Inferno: As Penas Eternas (páginas 77 a 82 do seu livro: “Reencarnação”).
Hoje defino um dogma assim: “É a forma encontrada por aqueles, que mandam e sabem menos, imporem a vontade deles”. Realmente quase todos aqueles, que tiveram a ousadia ou o “crime” de pensarem livremente, e chegaram a conclusões um pouco diferente dos conceitos dos líderes, foram excomungados, torturados, julgados e até queimados vivos. Assim foi realmente impossível de se aproximar um pouco mais da VERDADE, que liberta, já que muitos líderes religiosos estiveram mais atrás das coisas de César do que das coisas de Deus.
Sobre os meus comentários dos livros, que compõem a Bíblia Sagrada, vou enviar-lhe as 4 cartas, que escrevi para o teólogo, o Padre João Batista Libânio. As duas últimas cartas ainda estão sem respostas e por que será? Quem sabe o Senhor, Dom Boaventura, poderia respondê-las para mim e, automaticamente, para todos aqueles que buscam livremente a VERDADE?
A defesa da eternidade das penas é algo, que destrói a plenitude da perfeição da Divindade. Por maiores que sejam os erros humanos ou mesmo os crimes durante uma vida de no máximo 100 anos, as penas ou o castigo são imensamente maiores, já que são eternos. Também restringe o poder da onipresença de Deus, pois haverá lugares ou espíritos que não poderão sentir a presença de Deus. Deus, também, não possuiria a capacidade da plena reconciliação, ou mesmo do infinito perdão.
Se um só ser humano se perder, Deus fracassaria no seu plano de criação, incluindo a criação do homem. Teilhard de Chardin disse: “Perdoe-me, oh Deus, mas para mim ninguém irá para o inferno”. Para mim, essa maneira de expressar do teólogo e Padre Teilhard de Chardin foi uma forma muito humilde e sábia de condenar a idéia do Inferno Eterno, mostrando assim o erro ou o sofisma de quem o defende.
Nos três trechos a seguir, se vê claro que, após o pagamento da dívida, haverá a libertação:
- “Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” (Mt 5,26).
- “Assim, encolerizado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a sua dívida” (Mt 18,34).
- “Com efeito, enquanto te diriges com o teu adversário em busca do magistrado, esforça-te por entrar em acordo com ele no caminho, para que ele não te arraste perante o juiz, o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Eu te digo, não sairás de lá antes de pagares o último centavo” (Lc 12,58 e 59).
Defender ou justificar a eternidade das penas utilizando-se do “Catecismo da Igreja Católica”, como está escrito na pág. 78 do seu livro (números 1.033 a 1.037 do CIC), é de uma infantilidade ou ineficácia muito grande. É a mesma coisa de negar a eternidade das penas, utilizando-se de obras que a negam. Em muitos casos estas estão mais de acordo com a Bíblia do que aquelas.
12) Brian L. Weiss. Sobre suas referências feitas ao psiquiatra norte-americano Brian L. Weiss (pág. 118 de “Reencarnação”), parece que vem de alguém, que não leu as obras dele. Você escreveu: “E sobre as atuais façanhas oportunistas do médico norte-americano Brian L. Weiss”, esta redação só pôde ou pode vir de quem ouviu falar, mas nada sabe do próprio assunto. O Dr. Brian é um médico e famoso psiquiatra, que expôs em seus livros suas experiências práticas de consultório: “Contra fatos não há argumentos”. É interessante observar, ainda, que ele era um médico estudioso e pesquisador de cérebro, um cientista mesmo, era materialista, e depois se tornou espiritualista e adepto das vidas sucessivas. Ele chegou a se convencer da reencarnação pela lógica do raciocínio e pela liberdade no ato de pensar, encontrando a verdade libertadora, como está exposto em seus livros. Ele pôs em jogo todo o seu prestígio, já adquirido e conquistado com muito esforço. Isso não se pode apenas negar, e como foi negado por um mestre, como o Senhor o é. Tudo isso é surpreendente e muito estranho mesmo!
Dizer que a terapia de vidas passadas é desprezada pelos psiquiatras, e que a regressão não foi aceita pelo Conselho Federal de Psicologia, não prova nada, pois muitos psiquiatras e psicólogos são materialistas, não acreditando, pois, nem em Deus.
Já ouvi as seguintes frases de alguns destes profissionais da mente:
- “Até Jesus tinha problemas mentais, é por isso que ele fazia milagres”.
- “Nós não nos interessamos por religião. Nós somos como a FIFA, qualquer país, que for o campeão mundial de futebol, está ótimo”.
- “A Psicologia acaba com os traumas religiosos”.
- “O Frei X, se salvou porque estudou psicologia, e, o Frei Y, se complicou, porque foi estudar religião. Religião não resolve os dramas da vida. O Frei Y está esquizofrênico”. (Esta veio de um analista Padre, o que é mais lamentável ainda).
O Senhor já ouviu falar sobre a Sociedade Brasileira de Terapia de Vida Passada, que é formada por um grupo de médicos e psicólogos? A SBTVP tem sede em Capinas, SP. Seus dirigentes são catedráticos da UNICAMP, com centenas de adeptos ou admiradores em todo o Brasil. Existe também o INTVPA, Instituto Nacional de Terapia de Vida Passada, com sede no Rio de Janeiro, RJ. Na Europa e USA a TVP está bem na frente do que no Brasil, contando com renomados psiquiatras e psicólogos, como Netherton Morris (USA), Thorwald Dethlefsen (da Universidade de Munique), Joel L. Witton (da Universidade de Toronto).
O interessante é ver a mudança ocorrida com o já famoso Dr. Brian. O Dr. Psiquiatra Brian L. W. não tomou a decisão de negar apenas por negar, mas foi atrás da VERDADE e a encontrou. Veja os 4 livros dele, já publicados no Brasil e todos foram “best seller”.
Hoje já existem muitos profissionais da mente, que utilizam da “Terapia de Vidas Passadas”. Só não a aceitam aqueles, que a negam por ignorância, preconceito, conveniência religiosa ou própria mesmo, já que para estes tudo depende do negar, sem saber o que negam, mas negam.
13) O Argumento Psicológico. (Continua)
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13) O Argumento Psicológico.
Com relação a este capítulo do seu livro, quero fazer algumas observações, e nestas não se pode esquecer do “inconsciente”. O Senhor, Dom Frei Boaventura, já entende o “inconsciente”, e sabe explicar claramente o que ele é? Como ele age?
O inconsciente é “algo”, que deu e dá muita dor de cabeça para quem tenta decifrá-lo, sem ter a capacidade para isso. Essa capacidade só é adquirida com um profundo e claro conhecimento e domínio da matemática, que nos ajuda a ter um raciocínio claro, conciso e exato. Existem muitos nomes técnicos para se referir ao “inconsciente”, como: subconsciente, superconsciente, superego, Eu Superior, eu inferior, ego, id e até mesmo inconsciente.
Para mim tudo é fruto de quem não compreendeu, mas quis mostrar que entendeu, já que se apresentava como o “mestre” do assunto. O próprio hipnotismo é explicado pelo conhecimento profundo da mente, que é um somatório do consciente com o inconsciente individual e coletivo. O inconsciente coletivo é o maior conjunto cósmico possível. Temos que aprender a identificar os efeitos ou ações e reações originadas no “inconsciente individual” e separá-los dos que vêm do “inconsciente coletivo”. Para fazer essa diferenciação utilizo de um método, que denominei de “Terapia do Espelho”, que está baseada nos ensinamentos evangélicos, como: “porque a boca fala daquilo de que está cheio o coração” (Lc 6,45) e “Mas o que sai da boca procede do coração e é isto que torna o homem impuro” (Mt 15,18.).
Qualquer analista materialista não conseguirá separar o joio do trigo ou o que se origina no “inconsciente individual” do que vêm do “inconsciente coletivo”, pois, por princípio, o materialista nega a existência de Deus e do mundo espiritual. Para esse profissional da mente humana tudo vem da mente ou pertence unicamente a ela. No imenso conjunto cósmico do “inconsciente coletivo” está incluído tudo, seja material ou espiritual.
O grande teólogo e parapsicólogo Padre Oscar Gonzalez Quevedo escreveu os livros: “A Face Oculta da Mente” e “As Forças Físicas da Mente”, este em dois volumes. Para quem quiser aprender algo sobre a “mente consciente” esses livros são ótimos e fantásticos mesmos, são uma obra prima; mas se quiser aprender alguma coisa sobre “mente inconsciente”, então não perca tempo em lê-los, pois para esse aspecto não valem nada mesmo. O autor não explica nada sobre “o inconsciente”, e então nada sabe ou só deseja enganar, só lança mais confusão e sofisma sobre este assunto. O objetivo dele é chamar outros de enganadores, e dizer que tudo, o que fazem, é com fraude. Ele estudou mágica para provar e enganar a ele mesmo, que os outros enganam. O maior enganador e enganado é ele mesmo, pois ele, quando não pode mostrar os fatos, faz mágica.
Tive um diálogo com o meu ex-Padre mestre, e falávamos desses assuntos. Ele tentou me explicar, mostrar e convencer-me de que a parapsicologia explicava tudo pela paranormalidade, e que nada havia de sobrenaturalidade para os casos, que eu estava falando com ele. Aí respondi para ele que, para mim, sobrenaturalidade e paranormalidade são sinônimos.
Sobrenaturalidade ou sobrenatural são conceitos criados por padres, para falar de Deus e das manifestações da presença de Deus em nosso meio. Então é algo sobre o natural ou além do natural. Paranormalidade ou paranormal são palavras ou conceitos criados por técnicos para exprimirem aquilo, que está além do normal ou da normalidade. No fundo é a mesma coisa ou idéia, só que aqui foi eliminada qualquer possibilidade da manifestação da presença de Deus ou da Divindade, mas não deixa de ser sobre o natural.
Após a minha defesa, o meu ex-Padre mestre silenciou-se, refugiando-se na inexpugnável fortaleza do silêncio, onde todas as portas e entradas são fechadas com chaves de ouro, muitos segredos e selos. O Senhor já leu o livro “O Código da Bíblia”?
Com referência ao que foi escrito na página 121, fiquei decepcionado com os dois nomes citados: o Dr. Antônio da Silva Mello e o Senhor Schopenhauer. Li e reli algumas vezes para entender bem o que eles disseram sobre a matemática, os números e os cálculos, como está escrito: “Em relação aos prodígios de cálculo, é preciso considerar que o mecanismo de tais operações deve ser extremamente simples, pois as próprias máquinas de calcular podem realizá-los sem qualquer raciocínio” (Silva Mello) e “Já Schopenhauer havia afirmado que a atividade mental mais baixa era aritmética, pois é a única que pode ser executada por meio de máquinas”. Fiquei chocado com a grande falta de entendimento e sabedoria dos mestres, incluindo o Senhor, que os elogiou. Comparo isso aqui com o Nicodemos, que foi conversar com Jesus à noite e por que à noite? Para tudo ficar às ocultas? (João capítulo 3).
Não sei por que o Senhor citou estes trechos? Mas se o fez, é porque concorda com os autores. Para mim, qualquer pensador, filósofo, estudioso, cientista ou teólogo, ficará perdido no labirinto mental, que foi e é criado pela sua própria mente, e não encontrará a VERDADE, que a tudo explica e de tudo liberta também, se não for um profundo matemático e um dominador dos segredos das ciências exatas. Consegui unir os estudos filosóficos e teológicos com a matemática, que, para mim, é a mãe de todas as ciências, e, que nos dá uma capacidade de pensamentos e raciocínios exatos.
Pitágoras, Platão e o Livro da Sabedoria da Bíblia dizem acertadamente que, ao criar o mundo, Deus usou de números. Einstein disse: “Do mundo dos fatos não se vai ao mundo dos valores (matemáticos)”. Os computadores hoje fazem cálculos, que jamais o homem poderá fazer com tamanha certeza e rapidez. Além do mais, Schopenhauer era um ardoroso defensor da reencarnação (veja o livro “A Reencarnação Segundo a Bíblia e a Ciência”, de José Reis Chaves, Editora Martin Claret, SP).
As máquinas e os computadores, que podem fazer cálculos, foram criados pelas mentes humanas que tiveram o domínio absoluto dos mesmos. Tudo isso prova e comprova a evolução da capacidade mental do ser humano, já que tudo que existe foi pensado antes por alguma mente, chegando até à mente de Deus, que iniciou a criação. Já existem computadores que venceram o campeão mundial de xadrez. Isso não diminuiu o valor ou a capacidade do campeão, mas mostra a evolução do próprio ser humano, já que construiu uma máquina quase perfeita. Neste caso a máquina quase pensa, já que decide o que fazer utilizando-se dos cálculos exatos, que não permitem erros ou mesmo sofismas.
Se uma máquina, que não pensa, faz isso com tanta precisão e exatidão, o que poderá então fazer uma “mente”, que descobriu e dominou todos os segredos da matemática?
14) O Argumento Histórico.
(Continua)... Paz plena... Rosário.


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Eis os endereços do início dessa carta:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92006#p92006
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92076#p92076
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92077#p92077
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92124#p92124
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92258#p92258
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92259#p92259
Continuação da carta para o bispo Boaventura Kloppemburg ofm:
(Trechos bíblicos onde podemos compreender mais o ensinamento da reencarnação).
14) O Argumento Histórico.
Gostei das suas observações, tentando derrubar os argumentos históricos. Realmente o conhecimento e aceitação da reencarnação, como são vista e ensinada hoje, não podem ser muito antigos, pois isso seria negar a própria evolução do conhecimento em geral. Até o século XIX, no lugar de reencarnação, usava-se a palavra renascimento, tanto no Oriente, como no Ocidente. À medida que os espíritos, encarnados ou não, vão evoluindo, vão aprendendo cada vez mais, e também vão se libertando dos princípios bitoladores da liberdade de pensar, aproximando-se da perfeição (Mt 5,48.).
A teoria das vidas sucessivas foi aceita por alguns mestres e filósofos gregos, no Egito e no Oriente, por mais ou menos 7 séculos antes de Jesus, como está escrito em seu livro. Isso é ótimo, pois prova a própria evolução, que é uma das idéias defendidas pelos reencarnacionistas ou evolucionistas.
A ignorância completa das vidas sucessivas na Roma pagã não prova nada a favor e nem contra, já que da Roma pagã e materialista vieram os maiores perseguidores do cristianismo nascente, que se tornou vitorioso, transformando-se na religião oficial do Império Romano. Aí foi o momento, que as “trevas” tentaram enrolar, ou mesmo, enganar e destruir a “LUZ”. Como eram perseguidores dos cristãos, receberam ajuda dos mesmos, e juntos passaram a perseguir todas as outras crenças contrárias ao cristianismo, defendido pelo Papado em Roma: “Com este sinal vencerás”. O sinal era uma cruz, vista, no céu e toda iluminada, por um grande comandante e guerreiro romano, Constantino, o Grande.
Outro aspecto interessante é observar que o cristianismo, com toda a sua beleza de doutrina, baseada no perdão e amor, que dominou o Ocidente, não conseguiu penetrar nos redutos reencarnacionistas do Oriente. Por quê? Será que foi uma falha de conquista e dominação dos cristãos ou falta de amor e sabedoria, conforme nos ensinou Jesus?
Hoje, como está escrito na contra capa do seu livro, 30% da população brasileira acreditam na reencarnação, e isso após muito pouco tempo de divulgação. Segundo estatísticas mais recentes, essa porcentagem é bem superior. Em Belo Horizonte, 63% dos católicos crêem na reencarnação, conforme pesquisa feita pelo Instituto Galup (Vide Jornal Opinião da Arquidiocese de Belo Horizonte de 08/06/1994).
Antes era ensinado pelos defensores e adeptos do Papado de Roma, que tudo aquilo, que não viesse do Papa, estava errado, e ainda era coisa do Diabo, causando imenso terror com relação às penas eternas nos “caldeirões terrivelmente quentes e no fogo, que nunca se apaga”. Mas os que condenavam a morrer nas fogueiras, após terríveis torturas, tinham pleno apoio de Roma!
Por que os “pentecostais” só convertem para as suas denominações só as pessoas mais ignorantes do catolicismo, mas não conseguem converter os kardecistas? Por que as pessoas mais estudadas e preparadas, quando não estão satisfeitas com o catolicismo, vão para os meios kardecistas? Eu continuo sendo católico e só “católico” (universal, como no princípio do cristianismo) e católico mesmo!
Hoje já existem livros, defendendo a reencarnação, de autores católicos. Isso significa que esses autores não abandonaram o catolicismo. Entre esses, incluo o autor do livro “A Reencarnação Segundo a Bíblia e a Ciência”, mesmo que o grande teólogo e parapsicólogo Padre Oscar G. Quevedo o chamou de “um livro nojento”. Para mim, a observação do Padre O. G. Quevedo, com suas posições ortodoxas e visões míopes,foi um grande elogio para o livro citado. Vide a carta de 04/12/1997, que enviei para o Padre Oscar Gonzalez Quevedo em defesa do autor, que foi chamado de “falsário”.
Por que o Papado, que representa a Igreja, sempre chega por último? É medo de errar, já que foi aceito o “dogma da infalibilidade”? E os erros do passado, como ficam? Não servem de lição para que todos entendam que Deus é o Pai de todos? Que Deus é perfeito, pleno de amor e sabedoria? Creio que evoluir em pensamento ou mudar de idéias é próprio de quem é inteligente, humilde e sábio, mas ainda está buscando a perfeição e a VERDADE ABSOLUTA. Veja que o Papa João Paulo II está pedindo perdão dos erros do passado, isso já é um grande passo, mas como tudo isso fica perante Deus e a consciência dos próprios católicos? E a situação das vítimas, como fica? Tomar a atitude de apenas pedir perdão e deixar tudo para lá, como coisas do passado, não resolve nada. Temos que ir em busca da VERDADE ABSOLUTA.
Desejo que o Espírito Santo o ilumine nesta atual situação, pois Ele já me iluminou, para que chegasse a esta minha atual compreensão da missão salvífica de Cristo.
Um grande abraço de um irmão em Cristo, que também desejou seguir as pegadas de São Francisco de Assis como frade, mas as sigo como um ser humano religioso, que foi educado conforme os ensinamentos da “Igreja Católica Apostólica Romana” e no “trigo do catolicismo”. Rosário Américo de Resende.
........
Irmãos foristas, o objetivo desta carta foi comentar com o próprio autor os ensinamentos tendenciosos do livro: "Reencarnação", onde ele nega a reencarnação. A única resposta que ele me enviou foi essa:
"Eu acredito em Jesus ressuscitado e não reencarnado".
Essa minha carta foi uma das que foram enviadas para os 8 cardeais brasileiros em março de 2.001.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 15:13, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Qui, 29/Nov/2007 19:28 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Julgo que esta carta será muito útil a quem está buscando uma melhor compreensão sobre a VERDADE:
Belo Horizonte, 15 de Novembro de 2004.
Meu querido e amado irmão, frei Basílio, que a paz esteja com você e que a luz do Espírito Santo nos ajude a ajudar.
Sei do seu silêncio, mas eu não posso cruzar os braços e também silenciar-me, pois isso seria infidelidade para com a verdade e para com Deus. Eu tenho como principal responsabilidade o cumprimento e a execução daquilo que foi planejado antes da existência do meu ser. Realmente, sei que era difícil e até quase impossível receber a compreensão e o auxílio daqueles que conviveram comigo, desde a minha vinda para esta vida em 1945. Agora já estamos vivendo no 3º milênio da Era Cristã, e o momento é outro. Fui sendo educado e aprendendo a viver a vida no caminho do bem, e sempre buscando o BEM MAIOR, que é DEUS.
Aprendi que não poderia trair nem pelo pensamento, então pensava, que se eu pensasse algo que não fosse conforme o meu aprendizado, já estava pecando. Se alguém comentasse comigo isso ou aquilo, que agrediam aos princípios e normas que ia aprendendo como verdades absolutas, eu julgava que estava pecando ou cometendo heresias.
Essa foi a minha escolha, escola e o meu caminho. Sempre fazia perguntas de uma forma pública ou secreta, e, para muitas recebia respostas amarelas, quadradas ou até mesmo assim: “Isso é mistério de Deus e não é possível ao homem entender os desígnios de Deus ou que Deus terá solução para tudo”.
Quando chegou o momento, o dia D ou mesmo a hora certa para mim, passei a entender tudo e de tudo muito rápido, mas isso também serviu para que os “sábios e entendidos profissionais sobre a mente humana” me taxassem de doente mental ou um ser humano em pleno desequilíbrio emocional. De uma certa forma eles tinham razão sim, pois quando descobrimos algo de suprema importância podemos ficar cheios do Espírito Santo e até hoje ninguém conseguiu explicar isso! Muitos destes profissionais são ateus e falar de Deus no consultório deles já é uma pista de desequilíbrio, ou até ignorância sobre o sentido e a razão da vida. Procure lembrar bem sobre aquela nossa conversa com o Dr. Roberto Ferreira do Amaral no consultório dele em março de 1980. Só quando fiz uma prece mental pedindo auxílio espiritual e depois de falar que só aceitaria que estava doente se tudo o que tinha aprendido sobre Deus e sobre religião fosse mentira. Se isso fosse verdade, então eu estava doente e tinha sido enganado a minha vida toda. Após aquela minha fala, você parou de dar apoio ao psiquiatra e passou para o meu lado, ele foi vencido e saímos do consultório dele.
O que me assustou ou decepcionou muito foi que fui abandonado pelos meus professores do seminário. Eles consideraram-me como se eu realmente fosse um doente mental e lavaram as mãos. No fundo, foram todos omissos e não podemos pecar por omissão, isso também aprendi. Eles me conheciam muito bem desde a minha juventude, já que convivi com eles por 9 anos, quando sempre procurei seguir o caminho do bem ou, se quiser, as leis de Deus, da Igreja e do seminário. Os meus queridos e amados professores me entregaram de bandeja para os profissionais da mente e entre os quais dificilmente se encontra um que conheça bem e respeita a Deus, como também as coisas do Reino dos Céus. Temos entre estes profissionais o mais terrível foco da ciência materialista, apesar de trabalharem com a mente humana, que está muito além da pura e simples matéria.
Esta foi a minha escola, inicialmente escolhida por mim, e tudo o que aconteceu comigo foi realmente ótimo e fantástico, pois aprendi vivenciando tudo e estudando sobre tudo, como também ouvi experiências vividas por outros. Hoje posso falar assim: “Oh! Meu bom e amado Deus! Agradeço por tudo o que vivi e aprendi, pois só assim foi possível me preparar, e muito bem, para realizar a vossa vontade, que é fazer o bem e levar a felicidade a todos que já existem e aos que ainda irão existir. Muito obrigado, oh! Meu bom Deus!”.
Basílio, quero expor uma nova idéia para apresentar e até explicar um novo método para a compreensão sobre o infinito, que pode ser longe e perto ao mesmo tempo. Quando alguém consegue entender isso, então desvendam-se todos os mistérios, retiram-se todos os selos, abrem-se todas as portas internas e externas. Este novo método expõe uma nova visão ou um novo paradigma onde consegue-se entender a necessidade da união dos conhecimentos religiosos com os científicos, pois a religião sem a ciência é cega e a ciência sem a religião é perneta e caolha. Quando conseguimos unir religião e ciência, eliminamos o “mal da ignorância científica e do fanatismo religioso”, explicamos a sabedoria do BEM, que só quer a defesa e a busca da felicidade para todos.
Neste método apresento um gráfico com o cruzamento perpendicular de duas retas (vide figura abaixo). A reta horizontal representa o tempo, e quando falamos de tempo, temos que ter sempre em mente uma correlatividade com a matéria, só podemos medir o tempo que se passou com o envelhecimento de tudo aquilo que tem a haver com a matéria. O estudo da maioria das ciências está baseado nas leis materiais e no inter-relacionamento existente no já complexo mundo dos elementos materiais. A física quântica está quase provando a existência do mundo não físico.

(Observação: o gráfico foi omitido por desconhecimento técnico de como fazê-lo).

A reta vertical representa o “Eterno Presente”, como também pode representar cada ser existente, tanto no plano físico como no não físico, pois a capacidade e o poder de tudo compreender estão relacionados com a sabedoria e a evolução do ser envolvido.
O único ponto comum das duas retas pode ser chamado de infinito perto.
(Continua)... Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Ter, 31/Dez/2013 10:48, em um total de 5 vezes.

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MensagemEnviado: Qui, 29/Nov/2007 19:33 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
O início está nesse endereço:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=92373#p92373
(Continuação)
O único ponto comum das duas retas pode ser chamado de infinito perto. E também quanto mais passamos a compreender este infinito perto, que muitos o chamam de “o deus-interno”, superego (ou mesmo ego, para alguns), mais estamos em condições ou preparados para irmos nos capacitando em conhecimento e sabedoria nas quatro dimensões das duas retas para o infinito longe ou para os 4 pontos cardeais. Tudo aquilo na reta horizontal, que representa o tempo e que vem do lado esquerdo do ponto de cruzamento com a reta vertical, é o passado, que nunca mais volta. E tudo aquilo do lado direito do cruzamento, que virá depois, é o futuro, que ainda não existe. Na reta vertical temos o “Eterno Presente”, que vai avançando pela reta do tempo e, enquanto vamos entrando em nossas profundezas internas ou no nosso inconsciente individual, isto é: na parte inferior da reta vertical, abrindo portas e selos, vamos também nos autoconhecendo.
No processo do auto-conhecimento, existe um distanciamento do ponto de cruzamento das duas retas para a parte inferior da reta vertical, e ao mesmo tempo, vamos também nos preparando em tudo no ambiente do corpo físico e emocional para que este receba energias sublimes e elevadas da mesma distância da parte superior da reta do Eterno Presente. O encontro ou reencontro destas energias tem muito a ver com a crença e a fé do ser envolvido. Dependendo da crença, pode-se julgar pelas experiências vividas que a causa ou origem das novas energias sentidas seja a presença do Espírito Santo, Jesus ou o próprio Deus-Pai. Também pode-se ter a certeza de estar entrando em perfeita sintonia com companheiros e companheiras de existências vividas, há séculos e séculos atrás, ou até mesmo de milênios já decorridos na reta horizontal, que representa o tempo.
Após tomar consciência e domínio desse processo constroem-se dois triângulos retângulos na representação gráfica do passado: Um está na parte inferior e representa também o inconsciente individual, pois tudo esta secretamente arquivado dentro da mente cósmica daquele ser. O outro fica na parte superior e representa, por sua vez, o inconsciente coletivo, pois existe uma intensa sintonia com muitas energias ou espíritos do passado e ai vem à tona muitos segredos guardados há milênios sob muitos selos. Veja também que os triângulos podem ser projetados para o futuro, formando assim um quadrado perfeito ou 4 triângulos retângulos, sendo que o ângulo reto está no mesmo ponto. O da parte inferior representa o futuro individual do ser e depende só do mesmo. Já o da parte superior representa o futuro da coletividade e dependerá da ação de todos, por isso também podemos afirmar que o futuro ainda não existe e tudo será conforme o que semeamos ontem e hoje.
Como o inconsciente dos seres humanos é a soma do individual com o coletivo, então temos que ter a capacidade de entender e separar o que vem de um do que vem do outro, para podermos ajudar ao ser que esta vivendo essas experiências pela primeira vez, e, também nas inúmeras seguintes, que poderão vir. Quando isso ocorre temos um novo ser nascido de novo, que pode resultar num nascimento do alto ou numa confusão sem fim, criada dentro de um desconhecido labirinto mental. Por causa desta última hipótese, a psiquiatria atéia defende que as doenças mentais são irreversíveis ou que a loucura não tem cura.
Toda esta síntese é específica e especial para cada ser, pois só ele vive e sabe daquilo que viveu, sentiu e sente no seu interior. À medida que esses segredos ou mistérios vão sendo decifrados na parte inferior da reta do Eterno Presente, também vamos subindo na mesma proporção na parte superior da mesma. Basicamente não existe limite para esta busca ou, se quiser, o limite será a capacidade do ser envolvido de enfrentar e até vencer todos os obstáculos encontrados e eliminar todo tipo de medo. O medo é a primeira arma que nos derrota, e só vamos vencendo o medo quando também vamos conhecendo a verdade que liberta, e tendo uma confiança ou fé absoluta em Deus (João 8,32). (Aquele psiquiatra, que você conheceu em 1980, fez de tudo para que eu voltasse a sentir no mínimo um novo tipo de medo).
O grande problema que cada ser precisa enfrentar é o da confiança e da fidelidade plenas em um outro ser ou mesmo em todos os outros seres e isso torna-se essencial para a conquista da felicidade. É tão bom viver numa sociedade onde todos os membros são dignos de confiança e fidelidade mútuas. Todos buscam a felicidade, mas a felicidade só pode ser total quando todos os seres ou elementos de um conjunto tornarem-se felizes. Aqueles, que vão conquistando a felicidade e a paz interna, passam a trabalhar para que os outros também possam alcançar aquele estado de conquista da felicidade e da paz interna, pois o Reino de Deus está dentro de cada um, aí estamos construindo o “reinado da PAZ PLENA”.
Quando meditamos e buscamos o silêncio estamos entrando na parte inferior da reta, que representa o Eterno Presente, pois só o presente é que existe. A meditação nos leva ao encontro conosco mesmo, pois vamos buscando e desvendando os nossos arquivos mentais, sendo que cada um vive experiências únicas, já que cada um tem o seu arquivo ou o seu inconsciente individual e secreto, protegido de tudo e de todos.
Muitos julgam, que no processo de encontrar-se com eles mesmos, eles estão encontrando com outros seres, que podem ser superiores ou não a eles, e que os religiosos os chamam de Deus ou o Espírito Santo e de demônios ou diabos. Daí vem a confusão sobre o ego, o eu e ou o “deus-interno”, pois existem aqueles que julgam que o “eu” é superior e o “ego” é inferior, então o “eu” tem que vencer o “ego” (ego = eu em latim). Cada um tem que vencer a si mesmo e então tanto a vitória como a derrota passam a ser do mesmo ser e isso nunca poderá trazer a plena felicidade. No fundo, tudo são palavras, que exprimem o nível intelectual de um ser, que pode ser bem diferente dos níveis dos outros.
O encontro real e verdadeiro com Deus é muito raro e muitos “pregadores” (hoje isso é muito comum entre os pastores das igrejas pentecostais) por não entenderem quase nada disso, também não compreendem a própria Bíblia. Estes são os primeiros enganadores e enganados pelo processo evolutivo do jogo da vida, julgam-se como “homens de Deus” e sempre estão usando o nome de Deus em vão. Eles utilizam o nome de Deus para angariar fabulosas somas financeiras e nesse processo fazem verdadeiras extorsões financeiras dos incautos fiéis. Tudo isso vira uma confusão ou balbúrdia sem fim em nome de uma religião, onde quase ninguém mais consegue separar o joio do trigo. E quem separa o joio do trigo não é muito evoluído, pois lhe falta o amor incondicional.
Quando acontece a aproximação de Deus, Ele vem de fora na primeira vez e isso tem que causar uma imensa comoção emocional pelo choque causado entre as energias, que estão entrando numa empatia infinita no finito de um ser. Depois, quando tudo voltar ao perfeito equilíbrio, os dois seres ficam parecendo apenas um. Nesta altura dos acontecimentos Deus poderá vir por dentro do ser menor e aí ninguém mais notará a diferença, e nem verá a existência ou a presença de um profeta escolhido e aprovado por Deus, por Jesus ou por um outro ser superior entre os seres humanos. Veja os casos de Noé, Abraão, Samuel, Isaías, Daniel, Gautama, São Francisco de Assis e outros.
Eis a síntese final desta carta: “Considerando que o único ponto de cruzamento das duas retas seja uma representação de Deus, então vamos fazer passar pelo mesmo um número indefinido ou infinito de retas, e todas serão iguais e terão um único ponto em comum. Este ponto tem participação em todas as retas, que estarão em todo o Cosmo e também alcançarão todo o espaço cósmico. Pode-se dizer também que nada estará fora do alcance ou da capacidade onipresente de Deus”. Finalmente podemos afirmar também que qualquer espírito criado poderá alcançar o grau máximo da evolução: “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48.).
Paz plena para todos na Terra e na imensidão do Cosmo.... O irmão, Rosário Américo de Resende.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 15:17, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Seg, 10/Dez/2007 11:12 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço. (Introdução 4ª Apostila)
Na evolução do conhecimento do gênero humano existem várias correntes de pensamento e cada uma possui os seus grandes e importantes defensores, como:
Ceticismo: Doutrina filosófica dos que duvidam de tudo. Um cético é alguém que nega a existência de quaisquer fundamentos numa crença racional em assuntos religiosos ou espirituais.
Criação: Ato ou efeito de criar sem a existência de nada antes: a eterna criação de espíritos e a criação do mundo.
Temos aqui a representação da idéia de algo, que não existia e passou a existir, então foi criado. Nem tudo se transforma, pois existe a criação.
Definido: Diz-se de algo determinando, limitado, exato e específico. Trata-se de uma idéia que apresenta um raciocínio exata e definido: é a definição exata de alguma coisa, idéia ou de qualquer tipo de quantidade.
Deísmo: É a crença em um só Deus e que Deus criou o mundo no princípio, mas não intervém no curso dos assuntos naturais e humanos. O deísmo engloba uma das idéias do agnosticismo, pois também rejeita qualquer tipo de revelação divina, como a Providência, que é a suprema sabedoria com que Deus conduz todas as coisas.
Dualismo: Doutrina que, em qualquer ordem de idéias, admite a coexistência de dois princípios irredutíveis ou de posições contrárias e opostas. O dualismo metafísico, que contrasta com o monismo, opõe a matéria ao espírito. Existem dualistas que acreditam em dois princípios eternamente conflitantes, para estes nunca poderá ser imaginada a existência da PAZ PLENA.
O dualismo modificado sustenta que Deus é ambivalente e ao mesmo tempo é benévolo e malévolo. Isto é o mesmo que dizer que Deus não é perfeito e que nem existe a Perfeição.
O dualismo mostra também a existência do 2º (II em algarismos romanos) ou do segundo, então aceita-se o terceiro, o quarto e assim sucessivamente de uma forma indefinida ou de uma idéia infinita. Veja o que já expliquei sobre o “ii” ou II e o famoso número 666 em 14/01/1990, 11/01/1996 e 09/11/1998.
Espiritualismo: Doutrina filosófica que tem por base a existência da alma ou do espírito e de Deus. O espiritualista acredita na supremacia ou no primado do espírito em relação à matéria.
Eternidade: É a duração de tempo sem princípio e nem fim. Muitas vezes a idéia de eternidade representa um tempo de duração muito longa e isto quase sempre complica a compreensão da própria idéia exposta, pois tudo o que teve início nunca pode ser eterno, mas semi-eterno. Eterno mesmo só Deus o é.
Evolução: É a constante e quase eterna busca da perfeição. Só se pode evoluir aquilo que foi criado e ainda não conquistou a plenitude da perfeição. O evolucionista não nega a criação, então para ele pode existir a Criação e a Evolução. A idéia da evolução torna-se perfeita e pura quando se defende a conquista da perfeição, permanecendo a existência de todas as individualidades.
Finito: Define-se como aquilo que tem limites, então tem início e fim.
Gnoticismo: Doutrina segundo a qual o conhecimento é o caminho da salvação, sobretudo para os espíritos humanos. O gnóstico acredita na auto-redenção e para haver redenção é necessário a existência da “queda”, e esta é uma falha dentro do gnosticismo. O gnóstico também defende o teísmo e a capacidade humana de compreender cada vez mais a perfeição de Deus e a Providência Divina.
O Evangelho Joanino é uma obra profundamente gnóstica: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).
Holismo: Sistema que defende a sintetização e harmonia de tudo no universo. Doutrina que considera o mundo como um único organismo vivo e interdependente.
Indefinido: Diz-se de algo que não tem limites determinados ou não tem quantidades definidas, mas não é infinito. Pode-se dizer que é um infinito em potencial, porque é desconhecido e não há uma definição específica daquilo que é, mas não é uma idéia infinita e sim incerta.
Infinito: O que não tem início e nem fim, não tem limites e o que é absoluto. É algo que existe e não foi criado. Deus é infinito. A reta é infinita.
Manvântara: É o conceito oriental ou a idéia das Sete Eternidades que são os sete períodos ou elos de um ciclo da criação, perfazendo um tempo total de 311.040.000.000.000 anos. Cada dia de Brahmã, que é um ciclo menor da criação contém 4.320.000.000 anos, o que representa indubitavelmente uma eternidade para o ser humano. O dia e a noite de Brahmã é a expansão (expiração) e concentração (aspiração) da criação por Brahmã, então a criação se expande e volta tudo ao início. Isto faz parte do conhecimento do Oriente e para mim é o mesmo que já se conhece, hoje na atualidade, como os “Buracos Negros” existentes na imensidão do Cosmo.
Materialismo: Sistema dos que julgam que, no universo, tudo é matéria, não havendo nada de imaterial ou espiritual. O materialista vê a vida voltada unicamente para os gozos e bens materiais. O materialismo também não aceita a criação divina para o mundo e tudo se explica em termos da evolução puramente material.
Monismo: É a crença na realidade de uma só espécie e é também o contraste com o dualismo e o pluralismo. É a doutrina da Unidade. O monista pode sustentar que tudo é espírito, uma expressão de idealismo, aqui a criação é Deus, o que é um grande sofisma ou que tudo é matéria e aqui temos o materialismo puro e enganador.
Monoteísmo: Crença em que há um, apenas um, ser divino. É a doutrina daqueles que admitem a existência de um único Deus. O termo monoteísmo é usado muitas vezes, mais especificamente, para indicar a crença no supremo e pessoal Deus Criador do judaísmo, cristianismo e islamismo.
Nihilismo: Doutrina segundo a qual nada existe de absoluto. O nihilista possui a descrença absoluta e aceita o aniquilamento total ou a redução ao nada; isto é: o fim de tudo. Com a morte física do corpo tudo se acaba.
Panteísmo: Sistema filosófico que identifica Deus com o mundo. Tudo é Deus. Crença em que o conjunto de toda realidade é divino. É uma outra forma de apresentar o monismo.
Pluralismo: Doutrina que atribui aos fenômenos cosmológicos e aos históricos uma pluralidade de causas. O pluralista acredita que a realidade não é um todo orgânico, mas é composta de uma pluralidade de entidades independentes, quer materiais, quer espirituais, então não existe uma direção única para a evolução cósmica.
Aceito que a evolução cósmica é feita sabiamente por Deus, o Espírito Incriado e o primeiro Criador.
Politeísmo: Crença ou sistema religioso que admite a existência de muitos Deuses e de seus respectivos cultos.
Ressurreição: É o efeito ou ato de surgir de novo. Dependendo do nível evolutivo do espírito a reencarnação é uma forma de ressurreição e já para outros a ressurreição é o “nascer do alto ou a conquista da Verdade”, pois a reencarnação para estes é uma missão a ser cumprida em função da própria sabedoria e amor já adquiridos. Então existem a reencarnação e a ressurreição.
A idéia da “ressurreição final” é algo que complica a muitos pensadores e teólogos que ainda não conseguiram ter uma idéia pura e clara da plenitude da vida em evolução, da própria criação e da conquista individual da perfeição, pois para os defensores da “ressurreição final” é o mesmo que negar a continuação da criação ou dizer que a criação existiu e não existe mais.
Teísmo: Crença num único ser divino, pessoal e ativamente relacionado com a realidade criada, que inclui a raça humana, mas distinto dela. É uma crença que adota a imanência de Deus, a presença dEle dentro do mundo e interação com a obra criada, e, também a transcendência de Deus, que é a independência e separação do mundo. É a crença que contrasta de um lado com o monismo e o panteísmo, e, do outro, com o deísmo.
Unitarismo: Doutrina que nega a Santíssima Trindade, admitindo apenas uma Pessoa Divina. O unitarismo também representa um Sistema Político, que defende a necessidade de um único governo de cúpula para diversas nações. Pode-se estender a mesma idéia para o plano espiritual, no qual Deus é o governante máximo para todo o Cosmo ou é sempre o 1º na hierarquia espiritual..... Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sáb, 13/Dez/2008 15:19, em um total de 4 vezes.

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MensagemEnviado: Qua, 12/Dez/2007 09:07 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Enquanto ouvia palestras num pré-congresso de psiquiatria, que estava sendo realizado na UFMG em Belo Horizonte, pois o Congresso mesmo seria realizado em Salvador, decidi fazer três apostilas com meus trabalhos e cartas para ir divulgando as minhas experiências e descobertas.
Veja a introdução de uma dessas apostilas:

SAÚDE MENTAL – INTRODUÇÃO
Esse meu trabalho tem como objetivo apresentar os frutos dos meus estudos, pesquisas e experiências vividas para que cada pessoa humana, principalmente os esquizofrênicos e outros doente mentais possam ter uma vida digna e feliz.
Eu defendo a tese de que não existe doença mental, existe sim muita ignorância sobre o assunto. Os seres humanos taxados de doentes mentais são “pérolas” colocadas por Deus no meio da humanidade, que os estudiosos céticos e defensores de suas crenças materialistas estão jogando no lixo da sarjeta da vida.
Eu procuro amigos e companheiros, que me auxiliam na lapidação e aproveitamentos destas pérolas humanas para que todos se beneficiem dos frutos oriundos do avanço do conhecimento e da tecnologia com ajuda das mesmas. Eu afirmo para aqueles que defendem a loucura: “Não existe loucura ou toda loucura tem cura”.
No dia 25/09/2004 quando o Dr. Maurício Viotti me apresentou ao Dr. Itiro Shirakawa e me perguntou se eu tinha ficado satisfeito com a resposta do mesmo no dia 24/09/2004 à noite, quando perguntei sobre o que estava sendo feito para a consecução da cura da esquizofrenia. Respondi que não, pois nada foi comentado sobre a procura da cura da loucura, mas apenas continuou expondo o que já tinha dito na palestra sobre o controle da esquizofrenia pelos medicamentos.
Ai tivemos um rápido diálogo e voltei a afirmar que fui taxado de esquizofrênico no início de 1980, mas nunca aceitei que era um doente mental. Cheguei a ficar 4 anos de licença médica, mas venci esta etapa com o meu esforço e vontade de entender o que acontecia comigo. Hoje sou um esquizofrênico ou um louco curado. Ele me perguntou como consegui e disse que para explicar tudo ali era muito pouco o tempo disponível. Ele insistiu e aí falei sobre os livros contidos na “Bibliografia da minha palestra na UFMG” e ele disse não conhecer nenhum deles. Quando fiz referências à Terapia de Vidas Passadas, ele comentou que isso era problema de crença e crença não se discute. Voltei a não concordar com o Dr. Itiro, pois já existem pesquisas e tratados científicos sobre a TVP, mas ele não aceitou nada do que defendia, pois isso é também contrário à crença dele, que parece ser bem materialista.
Faço aqui esse comentário: “Caso tudo seja falso sobre as Vidas Passadas, mas se está sendo conseguida a cura de algumas pessoas então a TVP torna-se válida e todo profissional da área social deveria estudá-la para ser realmente útil às pessoas com desequilíbrios mentais ou emocionais”.
Eu sei que somos seres em eterna evolução em busca da perfeição e já tivemos várias vidas em outros corpos de carne, até nos reinos inferiores ao reino humano. A evolução não tem volta e nem queda, quem já venceu uma etapa só pode ir adiante...
Em março de 1980 me candidatei perante o Dr. Roberto Ferreira do Amaral para que eu fosse estudado e analisado por uma equipe de psiquiatras para que fosse encontrado o caminho da cura de toda loucura. Ele não aceitou e ainda me considerou mais louco ainda por causa da minha proposta.
Hoje dia 27/09/2004 estou fazendo esta apostila para que os estudiosos da mente humana ou sobre o “inconsciente humano”, a grande incógnita do ser humano, recebam o meu auxílio para que possam encontrar os meios necessários para fazer com que todos os “taxados de esquizofrênicos” tenham uma vida digna e feliz, e, por extensão incluo todos os envolvidos com qualquer tipo de doenças mentais.
Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 27 de Setembro de 2004.
............. Paz plena... Rosário.


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MensagemEnviado: Ter, 18/Dez/2007 17:19 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Desde que aceitei a reencarnação e tomei conhecimento do trabalho ou da Codificação de Kardec, passei a ser um perscrutador da VERDADE e eis alguns artigos meus que foram publicados no jornal O TEMPO sobre a VERDADE:
A Bíblia e a Verdade - Publicado em 09/09/2003.
A meta de cada ser criado é a felicidade e para ser feliz é necessário ter vida em abundância (Jo 10,10). Os pilares da felicidade são a fidelidade, confiança, liberdade, sabedoria e a verdade: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).
Quem perscruta as Escrituras e tem a mente aberta entenderá que não nos ensinaram a verdade sobre a própria Bíblia. Pode-se ver grandes contrastes nos ensinamentos bíblicos e por causa destes qualquer espertalhão ou lobo vestido com peles de ovelha passa a utilizar dos escritos bíblicos para enganar, dominar e explorar aos próprios irmãos.
Ensinaram-nos que a Bíblia é a palavra de Deus e isso não pode ser verdadeiro, pois Deus é sábio e perfeito em tudo, então nunca poderia agir ou criar algo errado e ou contraditório: “Não matarás” (Ex 20,13) e “Vai, pois, agora, e investe contra Amalec, condena-o ao anátema com tudo o que lhe pertence não tenha piedade dele, mata homens e mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (1Sm 15,3). O perdão irrestrito: “Não te digo até sete, mas até setenta e sete vezes” (Mt 18,22) e “da ira do Cordeiro, pois chegou o Grande Dia da sua ira, e quem poderá ficar de pé?” (Ap 6,16 e 17), como também: “Ele é quem pisa o lagar do vinho do furor da ira de Deus, o Todo-poderoso” (Ap 19,15). “De graça recebestes, de graça daí” e “pois o operário é digno de seu sustento” (Mt 10,8 e 10).
Deus é Deus e ele não dança conforme a música, então a Bíblia não é a sua palavra, mas, em muitos casos, são as palavras daqueles que agiram de acordo com interesses próprios e egoístas.
Encontramos na Bíblia o caminho da busca e compreensão da verdade, mas é necessário o esforço e interesse pessoal: “Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei e vos será aberto” (Mt 7,7). Devemos orar em segredo: “E quando orardes, não sejais como os hipócritas, porque eles gostam de fazer oração pondo-se em pé nas sinagogas e nas esquinas. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechando tua porta, ora ao teu Pai que está lá, no segredo. Nas vossas orações não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos” (Mt 6,5 a 7).
Os pastores de hoje, que ficam orando pelos alto-falantes e televisões, deveriam rever suas atitudes e por em prática os ensinamentos do Mestre Jesus. Os “donos” dos Templos e Igrejas transformaram-se em exigentes e opressivos cobradores do dízimo e caçadores vorazes das ofertas. Esses deveriam ler e entender o óbolo da viúva (Mt 12,41 a 44), deixando de ser aves de rapinas e lobos esfomeados na exploração dos irmãos. Tais pregadores só estão atrás das coisas de César (Mt 22,15 a 22) e continuam explorando e enganando às humildes, obedientes e incautas ovelhas. RAR. Belo Horizonte, 08/09/2003.
Verdade e verdade - Publicado em 11/12/2004.
Quero agradecer imensamente ao presbítero Dario Alves da Silva pelo artigo: “Farsa ou Verdade?” de 08/12/2004. Digo que só podemos compreender e entender um pouco mais sobre a verdade quando buscamos o discernimento sobre os segredos de nossas vidas com liberdade.
O espírito de Elias, mesmo não tendo desencarnado, não estava no plano físico e para voltar a um corpo de carne tinha que reencarnar. Quem escreveu a Epístola aos Hebreus foi Paulo e não Jesus, então não foi Jesus que falou em Hebreus 9,27, como afirma o irmão Dario.
Até 1980, ano em que aceitei a reencarnação como verdade, eu tinha a mesma crença do irmão Dario e concordaria com os pontos de vista que ele expôs. Durante os meus 9 anos de seminário sempre vinha à minha mente algumas perguntas sobre a Bíblia, que não tinham respostas racionais e não as fazia para os meus professores porque tinha medo de ser expulso do seminário. Eis algumas: Se tínhamos liberdade por parte de Deus, por que Deus proíbe certas coisas? Se Deus é imensamente bom por que ele vinga, arrepende, tem ciúme e ira? Se existe o mandamento: “Não matarás” (Ex 20,13), por que em vários outros trechos bíblicos Deus manda matar (1Sm 15,1 a 3)? Se Deus tem um amor infinito por que ele exigiu o sangue de Jesus derramado na cruz para perdoar à humanidade? Como havia a necessidade de sacrifícios na Lei antiga e Jesus também foi sacrificado, então Deus tinha sede de sangue? Por que Jesus veio aperfeiçoar os ensinamentos antigos? Só se pode aperfeiçoar o que não é perfeito!
A primeira e principal razão para compreender melhor a Bíblia é entender que ela não é a palavra de Deus. Aí estamos em condições de ver que os erros não são da Bíblia, mas da cegueira e ignorância dos homens que ainda ensinam que a Bíblia é a palavra de Deus. Deus é infinitamente bom, compreensivo, amoroso, sábio e respeita plenamente a liberdade de todos.
Todos os homens que fundam igrejas e utilizam da Bíblia para extorquir dinheiro dos outros, seja como dízimos ou ofertas, são falsos profetas (Mt 24,24) ou lobos vestidos com peles de ovelhas, estes sim continuam ensinando heresias, já que escondem a verdade e continuam enganando. Temos que viver para a religião e não viver da religião. Rosário A. de Resende. Belo Horizonte, 09/12/2004.
A Verdade I - publicado em 11/11/2005.
Parabenizo ao leitor Eustáquio Duarte pelo artigo: “Religiões” de 13/10/2005, cujo assunto é fascinante, mas pouquíssimos têm coragem e capacidade de aprofundar sobre o mesmo. Nós só podemos falar daquilo que sabemos e testemunhar aquilo que vimos (João 3,11).
Toda religião teve ou tem o seu início embasado nos sentimentos do ser humano. O que muda em cada religião é que os fundadores das mesmas possuíam sentimentos diferentes, já que cada um está num certo nível evolutivo. Uns basearam suas convicções ou teses religiosas nos sentimentos sublimes, como o perdão, o amor e o servir; outros foram em busca da satisfação dos sentimentos egoístas e enganosos, como os desejos “do ter e do poder”, e, ainda, de só quererem ser servidos, até com relação aos desejos sexuais. Finalmente existe um terceiro grupo que vai à busca das explicações de tudo e do encontro com a verdade. Neste último grupo coloco o kardecismo, pois todo o ser humano que já leu, estudou e compreendeu a codificação escrita por Kardec nunca mais acreditará no sofista ditado: “Pau que nasce torto, morre torto” e também entenderá muito bem este outro ditado: “Deus escreve certo em linhas tortas”, que o complemento assim: “Mas não foi Deus que criou as linhas tortas”.
Quando, em 1980, aceitei a reencarnação como verdade, o meu irmão padre me falou assim: “Rosário, se você quiser mudar de religião, eu serei a primeira pessoa a defendê-lo perante a nossa família”. Respondi para ele: “Não é isso que quero. Eu quero é a verdade”. Rosário A. de Resende. Belo Horizonte, 13/10/ 2005.

A verdade II - publicado em 23/12/2005.
Quero agradecer ao leitor Luiz Roberto Turatti pelo artigo: “Diálogo” de 18/11/2005, onde expôs os seus conceitos pessoais sobre o espiritismo, como se ele fosse o dano da verdade e as idéias espíritas fossem todas um conjunto de erros. Penso que você, irmão leitor, não leu a codificação de Kardec, pois se a conhecesse e a tivesse estudado bem, você, por ser um ótimo estudioso, nunca iria escrever o que escreveu.
Muitas passagens bíblicas só ficaram claras e compreensíveis para mim quando aceitei a verdade da reencarnação. Aceitei a reencarnação um ano e três meses antes de iniciar os estudos do kardecismo. Estes só vieram confirmar a minha acertada decisão. Em 1982, durante uma missa dominical, foi-me revelado a minha vida passada no 1° século da Era Cristã, acontecimento semelhante ao acontecido com o profeta Samuel (1Sm 3). Em 1984 recebi da espiritualidade a chave de ouro para compreender e explicar a Bíblia, que fez e faz com que todo excelente teólogo fuja para a fortaleza do silêncio.
O leitor Turatti também tentou interpretar o que me disse o meu irmão padre. Aqui, você, irmão Turatti, foi muito infeliz, pois leia o que me escreveu o meu irmão padre em cartas: “Sei que você está elaborando uma síntese de pensamento grandiosa e universal (01/04/1992). Só Deus pode julgar, compreender, perdoar, amar. Diante deste mistério, que é uma pessoa e uma vida, a melhor atitude é o silêncio respeitoso. Qualquer resposta, ou discussão, pode profanar o grande segredo, a grande revelação. Você põe as coisas num nível e numa forma, que vão além de qualquer comentário, no nível das idéias e pesquisas (04/08/1993)”. RAR. Belo Horizonte, 19/11/2005.
Paz plena... Rosário.


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MensagemEnviado: Ter, 01/Jan/2008 07:40 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Logo após ter parado de freqüentar reuniões mediúnicas no Centro Espírito Irmão Gúbio, escrevi essa carta para o Valdete, que era o presidente do Centro, e contei para ele o resumo da minha história recente em busca da VERDADE:
Belo Horizonte, 21 de Agosto de 2002.
Valdete, paz plena para você e para a Rose, a dirigente da Reunião das 6ª Feiras.
Sou um médium da paz e de uma PAZ PLENA. Isto o “Velho Jó” deixou muito claro mesmo.
No dia em que você souber quem é o “Velho Jó” irá entender a razão de tudo o que aconteceu. Neste dia também você irá entender e até aceitar a observação de um preto-velho sobre o kardecismo. Peço à espiritualidade que pare de prejudicar o trabalho de PAZ do “Velho Jó”. Todos os espíritos que possuem culpa em cartório, mesmo que seja há milhares de anos atrás, têm medo da VITÓRIA do BEM e do reinado da PAZ PLENA.
Primeiro quero agradecer muito a vocês dois. A você, Valdete, pelo convite para que eu fosse ao seu Centro Espírita, o C. E. Irmão Gúbio. Aí pude falar para várias pessoas e para uma imensa multidão de espíritos desencarnados sobre o Evangelho. Para falar sobre qualquer assunto temos que saber sobre o assunto e só podemos testemunhar aquilo que vimos (Jo 3,11).
Eu tenho um bom conhecimento sobre o Evangelho e quando iniciei a freqüentar as reuniões públicas no Centro Espírita Oriente em 1981, vi e compreendi a necessidade de falar e explicar a Bíblia nos Centros Espíritas. Agradeço-lhe imensamente por ter me dado a oportunidade de falar sobre o Evangelho aí no Centro Espírita Irmão Gúbio.
Agradeço muito também a irmã Rose, que é a dirigente da Reunião, pela grande e ótima intuição dela, pois entendi que já era o momento de eu ir para a “Tenda do Silêncio” nas Sextas e parar então de freqüentar o C. E. I. Gúbio, onde o meu estágio de aprendizado já estava encerrado e eu não queria aceitar. Tenho que freqüentar um centro de Umbanda, apesar de já saber bastante e ter lido vários livros sobre a Umbanda, mas é necessário conquistar uma sintonia perfeita com a parte encarnada da Umbanda. Ouvi de um preto-velho na “Tenda do Silêncio” a seguinte observação: “O Kardecismo parou no tempo, o Kardec deu um grande passo e abriu muitas portas, mas os kardecistas pararam no tempo e até fecharam as portas abertas por Kardec”. Pelo o que já vi e ouvi em muitos Centros Espíritas Kardecistas, concordo com a observação do preto-velho, pois muitos dirigentes de reuniões mediúnicas e de Centros Espíritos não fazem o que Kardec fez: “estudar para encontrar a VERDADE ABSOLUTA”, mas ficam presos a normas e leis mesquinhas criadas por eles mesmos.
Foi necessário tudo aquilo que aconteceu no dia 02/08/2002 para que eu pudesse entender a “vontade da espiritualidade”. Veja que a Rose primeiro falou sobre a Umbanda, baseando-se no livro “Tambores de Angola” e, quando chegou a minha vez, pedi a irmã da primeira fila para abrir o Evangelho Segundo o Espiritismo. Foi aberto o capítulo XXIII: Estranha Moral e entendi imediatamente que iria pegar fogo, pois com a exposição da Rose já havia entidades da Umbanda no recinto e estas queriam aprender mais sobre o Evangelho. Outras pessoas já tinham me falado, que eu não estava sendo mais aceito para falar como antes, mas eu não queria deixar de ajudar e participar das reuniões das 6ª Feiras no C. E. I. Gúbio. Então agradeço imensamente à irmã dirigente, que me ajudou a entender a situação do momento.
Para a melhor compreensão desta carta, leia-a em conjunto com as cartas que já enviei para o Dr. Djalma, Dr. Soma e Sr. Antenor. Não existe acaso e para tudo existe uma explicação, já que a vitória do Bem está planejada por Deus antes de iniciar a Criação, mas Deus respeita plenamente a liberdade de todos, até daqueles que trabalham contra o Plano dEle, que é de plena perfeição, paz e felicidade para todos, buscando cada um a sua perfeição e a sabedoria.
Em 1981, estive no Centro Espírita Célia Xavier, no Prado, orientado por uma colega de serviço. Após conversar com a orientadora do Centro, ela falou para a minha amiga o seguinte: “Como você me indicou aquele moço para que eu o aconselhasse, ele é a pessoa mais obsedada que eu já encontrei em minha vida”. A minha amiga me contou isso sem entender nada, mas eu compreendi muito bem a situação. Sou um médium de paz, unificação e da busca da verdade. A Paz Plena, que só é conquistada com a VERDADE, assusta a quase todo mundo e até a própria espiritualidade.
Em 1981 fui apresentado por um amigo ao Sr. Martins Peralva. Este me apresentou ao Sr. Leão, que era um grande conhecedor teórico e prático do espiritismo kardecista, dizendo: “Este é um caso para você. Estou colocando este amigo em suas mãos para que você o oriente em tudo”.
Durante todo o ano de 1981 freqüentei reuniões de educação mediúnica no Centro Espírita André Luiz no Bairro Horto. O primeiro dirigente foi o próprio Sr. Leão, que depois passou a direção para o Paulo Pina, outro grande conhecedor do karcedismo e alguns meses depois entregou a direção a um outro. O 3º dirigente implodiu o grupo, pois após a 3ª reunião o grupo foi desfeito. Mesmo assim foi muito bom, pois o meu aprendizado estava indo de vento em popa. Aprendi muito com o Sr. Leão, pois além das reuniões no Centro Espírita André Luiz participei de outras reuniões com ele na União Espírita Mineira e tive por umas 3 vezes na própria casa dele para aprender o máximo possível com um grande mestre, que ele era.
No 1º semestre de 1982 estive por duas vezes num Centro de Umbanda no bairro Boa Vista. Passei por uma sessão de sacudimento, que é de descarrego e da pesada, pois até uma galinha branca foi sacrificada. Fiquei com muita pena da galinha, quando vi o médium pegá-la pelos pés e bater com ela no chão com toda a força. O preto-velho me aconselhou a continuar freqüentando o Centro Espírita Oriente, pois no Centro dele os fenômenos mediúnicos eram muito pesados para mim. O mesmo também me orientou para reduzir as dozes de remédio, que tomava, contrariando a orientação, que foi dada para mim pelo espírito Joseph Gleber e por intermédio de um médium psiquiatra, o próprio Dr. Soma.
Em 1984 participei de várias reuniões mediúnicas no Centro de Umbanda do Sr. Didi, na rua Pitanguí. Assisti várias reuniões de pretos-velhos, numa delas o “Velho Jó” manifestou e foi muito bem recebido. Depois, conversando com uma preta-velha, pedi a ela uma opinião sobre o “Velho Jó”. O meu objetivo era compreender o que ela tinha entendido. Ela explicou-me:
- “Ele é um discípulo de Jesus”.
- “Não, discípulo de Jesus sou eu. Quero saber a sua opinião sobre o “Velho Jó”? Comentei logo em seguida. Aí a preta-velha explicou-me:
- “Bom, se é assim então digo-lhe que ele alcançou o estado de “Ser Crístico”!”.
- “Agora sim. Compreendi a sua explicação, dada com sabedoria e humildade”. Agradeci a entidade humilde e sábia, escondida na roupagem de uma preta-velha. Ela tinha humildade, sabedoria e não apenas conhecimento. Também participei de reuniões de caboclos.
Participei apenas de uma reunião de exus, pois o próprio exu me falou para não freqüentar mais as reuniões deles, pois tais reuniões são muito pesadas e não eram para mim, já que eram consumidos nelas bebidas, cigarros, charutos e muito marafo. Apesar de toda boa vontade em auxiliar e ajudar estas reuniões não são de espíritos de luz, como foi dito no dia 02/08/2002 pela irmã Rose. (Continua).
.......... Paz plena... Rosário.


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