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MensagemEnviado: Qui, 23/Ago/2007 11:35 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço para todos.
Techos da carta que escrevi para o psiquiatra espírita:
Belo Horizonte, 27 de Fevereiro de 1998.
Dr. Pitagórico Soma Filho, amigo, companheiro e irmão em Jesus e na “busca eterna da perfeição”.
................Contei-lhe em 1996, dentro do Centro Oriente, este passado meu e um outro, que está revelado em dois livros espíritas, pois tratam-se de duas encarnações do mesmo espírito. Já os contei também para alguns padres em confissões e em carta para o Papa João Paulo II. Também já escrevi, contando como tudo aconteceu, para o meu irmão Padre, com o objetivo de registrar tudo para a vida presente e para o futuro.
Só após receber esta auto-revelação é que mudei os meus planos de vida, eliminando de vez toda a minha vontade de desencarnar. Tinha esta vontade para me libertar da terrível prisão química dos remédios psicotrópicos, que realmente nos colocam em órbita ou nos tiram do sério mesmo....
Em 27/07/1983 estive em seu consultório, na Rua Aimorés, 2576, pela última vez. No início de 1983 comecei a tomar “semap”, um comprimido por semana, sob a sua orientação médica. Mas, em junho de 1983, por auto-iniciativa parei novamente com os remédios psicotrópicos, pois já estava muito claro para mim que não poderia tomá-los mesmo. Em julho/1983 vivi outro fenômeno mediúnico, iniciado dentro da Igreja de Santa Luzia da Cidade Nova. Sintonizou comigo uma entidade, que estava procurando a Jesus e durante 3 dias consegui despistar os meus familiares. No início, dentro da Igreja e durante a Santa Missa, senti os pêlos do braço direito ficarem eretos e perguntei mentalmente: “Quem está aí? É algum padre inquisidor? O que você quer?”. Não recebi nenhuma resposta e continuei participando da Santa Missa.
Quando iniciei o contato com a entidade, ela me respondeu, utilizando-se de minha mediunidade e pondo a minha boca toda torta. Isso aconteceu logo que sai da Igreja e foi mais ou menos assim:
- “Irmão, viva livremente neste mundo de Deus, saia deste local e desta condição. Não fique preso ao passado e perdido no tempo”.
- “Estou procurando Jesus”. Respondeu-me o irmão livre do corpo de carne. Quando ouvi esta frase da minha própria boca, assustei e pensei tratar-se de um espírito desencarnado há mais de dois mil anos. Respondi para ele:
- “Não falo a sua língua, procura gravar o que lhe digo e depois você vai procurar um lugar para traduzir tudo para a sua compreensão, aí no seu plano”.
- “Estou procurando Jesus”. Ele, no início, só falava esta frase. Continuei tentando orientá-lo:
- “Você tem que me respeitar e não entortar a minha boca, pois assim não poderei ajudá-lo”.
- “Estou procurando Jesus”. Era só esta resposta e era como se fosse um disco repetitivo.
Chegando perto do meu apartamento, na Rua Cardeal Stepinac, 369/101, falei para ele não fazer nada comigo dentro do meu lar, pois se isso ocorresse, eu seria obrigado a tomar remédios e não poderia ajudá-lo em mais nada.
Numa certa hora entrei no meu banheiro e olhando-me no espelho vi a minha boca torta. Fechei imediatamente a porta e disse para o irmão invisível:
- “Pedi-lhe para não fazer isso aqui dentro do meu lar. Fora daqui estou pronto para ajudá-lo”.
- “Já estou lhe dando ajuda, pois estou ajudando-o a ter controle mental. Quando você tiver um bom controle mental ninguém mais fará isso com você”.
Agradeci a colaboração sem entender bem o assunto e a situação naquele momento. Conversamos mais um pouco e no final a minha boca ficou normal. Ficamos tendo esses contatos por 3 dias, bastava que saísse do meu apartamento sozinho e tudo acontecia. Após 3 dias senti a minha boca entortar e virei as costas para minha primeira esposa, mas ela viu e perguntou-me o que estava acontecendo. Virei para ela e disse-lhe, com a boca torta:
- “Veja como estou”. Logo ela pediu para a Bernadete, uma amiga que estava conosco, ir ao seu apartamento e perguntar se eu poderia tomar “akenaton”. A permissão foi dada, mas você pediu para irmos ao seu consultório depois. Era necessário pagar mais uma consulta!!!!!!
Marcamos a consulta e fomos ao seu consultório no dia 27/07/1983 pela última vez. Estava confiante em ser compreendido por você, Dr. Soma, e receber o seu auxílio para me ajudar a vencer bem, mais aquela batalha. Enquanto esperávamos para sermos atendidos, a Conceição perguntou a outro cliente seu, mas este não tinha decisão, mais ou menos assim:
- “Você aceita tomar remédios?”.
- “Aceito sim. É a única saída. O Doutor diz que tenho que tomar remédios, o que posso fazer!”. Respondeu vencido, humilhado e derrotado o seu cliente bem paciente mesmo.
- “Este aqui é cabeçudo e não aceita tomar remédios de jeito nenhum”. Disse a Conceição para o seu cliente, apontando para mim e com bastante alteração da voz.
Esperei ansiosamente a hora da consulta, crente que iria encontrar um grande auxílio de um amigo. Quando chegou a minha vez, falei para a Conceição que queria conversar sozinho com você antes. Logo que entrei disse para você, Dr. Soma:
- “Doutor, o Senhor também é médium e sabe o que acontece comigo, pois existem espíritos em todos os lugares. Sinto a presença deles em qualquer lugar onde estou e vou: em casa, na Igreja, na rua e no trabalho. Não posso tomar remédios de forma nenhuma se quiser conseguir o meu equilíbrio. Preciso do seu auxílio para que minha família aceite que eu fique sem tomar remédios”.
Você nada me respondeu e disse que a Conceição poderia entrar. Fui abrir a porta e chamá-la, confiante da sua compreensão e colaboração. Logo que ela entrou , você disse, dirigindo-se a ela:
- “O Rosário parou de tomar “semap”, agora ele tem que tomar um remédio mais forte: haldol”.
............. Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:01, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Qui, 23/Ago/2007 21:23 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Para que cada um vai tomando conhecimento do trabalho, que fui fazendo secretamente, peço para que leia o que postei em outro tópico:
http://www.espirito.org.br/forum/viewto ... 4595#84595
http://www.espirito.org.br/forum/viewto ... 4596#84596
(Esses dois endereços não existem mais).
Só consegui chegar a essas conclusões após ter aceito que a Bíblia não é a palavra de Deus e ter estudo muito a codificação de Kardec.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:05, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Sex, 24/Ago/2007 17:34 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Desde pequeno e ainda como seminarista franciscano, eu sempre ficava pensado como o "Espírito Santo" poderia ter fecundado a jovem e virgem Maria de Nazaré.
Ficava desconfiado daqueles ensinamentos, mas não tinha coragem de falar nada com ninguém, pois tinha um certo medo até de ser descoberto, mesmo sem falar nada.
Hoje tenho toda a certeza que aprendi tudo errado com relação ao inicío do processo da reencarnação de Jesus há dois mil anos atrá.
Então vejam o que postei em outro tópico com relação a esse assunto:
http://www.espirito.org.br/forum/viewto ... 4681#84681
(esse endereço foi eliminado)
Cada um tem o direito de pensar como quiser, mas temos que ter muito cuidado para não pensarmos coisas impossíveis e querer que sejam possíveis.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:13, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Seg, 27/Ago/2007 09:11 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Quando entendi que eu estava batalhando sozinho, pois não encontrava companheiros em lugar nenhum e já tinha começado a escrever as minhas cartas, então decidi escrever um carta para um dos meus irmãos, que foi companheiro de estudos do meu irmão padre, pois queria buscar o auxílio dele para depois conversar com o padre. Mas não recebi resposta deste meu irmão.
Vejam trehcos da 1ª carta, que escrevi para este meu irmão:
Belo Horizonte, 14 de Janeiro de 1990.
Geraldo, desejo para você e para todos os seus muita paz, muita saúde, muita liberdade e muita “busca da verdade, que liberta”.
Geraldo, tomei essa atitude de escrever-lhe esta carta porque em nossos encontros dificilmente podemos dialogar profundamente com liberdade sobre nós mesmos e nossas vidas. Desejo de você uma opinião sobre mim e sobre o que aconteceu comigo após o início do ano de 1980. Existem coisas, Geraldo, que dificilmente iremos compreender e todos nós temos um grande compromisso com o nosso amado e querido Mestre Jesus de Nazaré e com DEUS, que é trabalhar para a nossa salvação e para a salvação de todos, como também colaborar na construção do Reino dos Céus ou de Deus, que é de justiça, amor, caridade, paz, liberdade, humildade, união e de descobrir a VERDADE verdadeira e pura, já aqui e agora.
Primeiro precisamos aceitar que é Deus que dirige tudo, até por meio dos acontecimentos errados. Dizem que Deus escreve certo em linha tortas, mas não foi Deus que fez as linhas tortas.
Veja os fatos vividos por nossa família, a mamãe morreu em 1948 e senti muito a falta dela (dizem que isso foi a causa da minha “gagueira”...). Lembro-me muito da minha “amizade infantil pelo Velinho”, e hoje adulta pelo nosso irmão, o Frei Basílio.
...............
Você, Geraldo, tem hoje realmente consciência porque saiu do convento? Hoje sei que o dedo de Deus a tudo dirige. Sobre mim, realmente fui para o seminário porque queria ser Padre, como voltei a pensar seriamente em voltar para o convento, após ter ficado viúvo em 1984, depois que os meus filhos não precisassem mais de mim financeiramente. Tentei, mas não fui compreendido pelos representantes de Cristo na terra, um deles (o Frei Patrício ofm) debochou de mim em 1984 e brincou comigo dizendo-me que tudo não passava de ilusão e ou que tudo era efeito da minha mente, e em outra ocasião (dia 11/01/1980, às 14,00 horas) me falou por telefone assim: “Você precisa é de psiquiatra e não de padre”. E você, Geraldo, sabe que quase todos os psiquiatras são ateus e falar de DEUS e de religião para eles já é característica de problemas ou distúrbios mentais. Para quase todos os profissionais da mente a frase: “Religião é o ópio do povo” é uma grande verdade. Um deles me falou, quando soube que o Frei Basílio estudava ou estudou psicologia, que o Frei Basílio iria largar o sacerdócio, pois a “psicologia como a psiquiatria retira os traumas religiosos ou o complexo de religião e de ser servo de Deus”. O Bispo Dom Cristiano (ex-bispo de Divinópolis) me falou, quando o procurei no início de 1988 para uma conversa franca, sincera e honesta na residência dele, assim: “Não entendo disso, não quero entender e não tenho tempo mais para conversar com você...”, apesar de ter marcado, comigo às 20,00 horas e naquela hora era ainda 19,50 horas. Tinha chegado uns 20 minutos antes da hora marcada.
Procurei os meus ex-professores do seminário porque eles me conheciam e eles deviam, ao menos, me receberem como amigo e me compreenderem um pouco mais do que os outros.
O Padre Malomar, que é psicanalista, me disse assim: “Você precisa de auxílio hoje, o que você pensa sobre a vida não interessa, o que interessa é que você precisa de auxílio em sua vida hoje”. Esse mesmo Padre me disse assim (março de 1982): “O Frei Luiz Fernando está esquizofrênico porque foi estudar Religião e o Frei Basílio se salvou porque estudou Psicologia. A Religião não explica e nem resolve os dramas da vida”.
Em 1964 vivi um drama, que pode compreendê-lo muito bem e, para muitos, parece apenas brincadeira, que foi: “ O Frei André, o meu superior, impôs-me a seguinte condição: “que eu só iria para o noviciado se esse fosse em Minas, pois para o Sul (Daltro-Filho) ele não concordava com a minha ida, eu não seria aceito por causa da minha voz ou da minha meia gagueira””.
Então fiquei “louco” para saber como andavam as providências para a transferência do noviciado para Minas. Para mim era uma decisão de ter mais chance de ir para o céu ou diminuir muito essa oportunidade, pois diziam-nos, naquela época, que o “mundo era do demônio e ou de pecado”.
Em 17/01/1966 sai do convento porque para mim era um suplício e grande tortura mental ter que ler na comunidade em voz alta, devido à minha gagueira. Combinei com o Padre Mestre, o Frei Estanislau, que iria sair para fazer tratamento da voz e depois dependendo do resultado poderia voltar ou não. Primeiro tinha tentado de tudo para ficar no Convento sem ler em voz alta e cheguei até a pensar em ser um irmão leigo, assunto esse que comentei com o Padre Mestre.
Como essa era a minha decisão não procurei namorar até ao 2º semestre de 1967. Nessa altura dos acontecimentos, e, já calouro da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, numa conversa com o Padre Mestre ele me falou assim: “Rosário, quem somos nós para desvendarmos os segredos dos desígnios de Deus!!! Quem sabe Deus não o quer aqui no convento, onde todos procuram a viver no amor de Deus e buscando a própria salvação e a santidade, mas o quer vivendo no próprio mundo, onde há muita falta do sentimento da vontade da busca da presença e do amor de Deus, do servir a Deus pelo bem, como também a busca da vivência do amor para com o próximo. Por que você não procura uma namorada que o compreenda e o faça feliz, e, a quem também você faça feliz? Isso é realmente viver conforme os ensinamentos de Jesus”.
O Frei Patrício para mim foi uma grande decepção pelo que ele me disse e fez comigo em 1980 e em outra ocasião (1984 ou 1985), porque ele me conhecia muito bem mesmo. Ele foi o meu Padre Espiritual de 1961 até 1963. Ele me ajudou muito naquela época, pois eu me considerava como um candidato ao inferno e morria de medo de ser condenado para a eternidade, abandonado por Deus, expulso do seminário, que era o caminho mais curto para alcançar o CÉU. Na primeira vez em que o Frei Patrício me chamou, como Padre Espiritual, e depois de ter me mostrado um álbum de retratos da época dele para quebrar o gelo, ele me perguntou a queima roupa e sem eu esperar:
- “Você passa muito tempo sem cometer pecado mortal?”. Levei um grande susto e fiquei sem reação para responder qualquer coisa, então ele voltou a falar:
- “Bom, mortal não, mas pecado venial então. Você passa muito tempo sem cometê-los?”
Aí respondi, meio sem graça, dizendo que sentia raiva, tinha maus pensamentos e outras coisas parecidas, pois naquela época até se a gente visse uma perna de mulher ou se olhasse para uma moça diziam-nos que era pecado e que o Demônio fazia de tudo para acabar com a nossa vocação e assim poder nos levar para o inferno.
O Frei Patrício veio com mais uma pergunta que me assustou e alegrou muito ao mesmo tempo:
- “Você já fez sexo com animais? Pois lá na roça não existe mulheres com facilidade como nas cidades”. Levei outro grande susto, mas fiquei muito contente mesmo e passei a me considerar como um candidato para o Céu. Naquela época não sabia ainda que já estava no Céu, como já sei hoje.
Quando saí do quarto do Frei Patrício (aquela sala que era do Padre Prefeito), tinha vontade de pular, gritar para todos ouvirem e dizer que eu não era um candidato ao “Inferno Eterno”, mas sim ao “Céu”, pois se o Padre Espiritual me fez aquela pergunta e como foi feita, nunca tinha feito o que ele tinha me perguntado, era porque isto era até “normal”, e não era tão feio, raro e tão condenável, e “pensar ou mesmo sentir o que eu sentia como jovem não era feio e nem pecado, era simplesmente a transformação de um menino em homem”. As reações que eu sentia deveriam ser muito normais e muito humanas mesmo. E como eram mesmo!
.............
Irmãos foristas, o meu objetivo era para esclarecer e entender melhor a VERDADE.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:14, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Seg, 27/Ago/2007 18:53 
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Rosário escreveu:
Entrando em meu lar, pedi a ela licença para tomar um banho, antes de conversar com ela.
Rosário, um espírito entra na tua casa para conversar e voce na maior simplicidade ainda pede licença que iria tomar um banho :lol:
Bem abusado voce, Hemm :lol:

_________________
O justo viverá pela fé.


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MensagemEnviado: Seg, 27/Ago/2007 19:40 
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Paz plena... Erivelton, um abraço.
Sobre a sua postagem anterior eu já respondi em outro tópico:

http://www.espirito.org.br/forum/viewto ... 4863#84863
(Esse endereço foi eliminado).
Agora você pode começar a entender o grande problema que eu tive naqueles anos de 1980 a 1986. Eu não tinha com quem conversar nada, pois todos mundo me dizia que eu estava errado e tudo o que acontecia era puro utopia, loucura ou facinação da minha parte.
Agora hoje já estou calejado e preparado. Veja tudo e não só estas particularidades simplesmente humanas. Você não queria que eu fosse tomar banho e chamasse a nova visitante para ir junto comigo.
Lembro de uma passagem do filme "Ghost" ou "Do outro lado da vida", quando uma policial fez tais observações críticas para a esposa do "espírito", que agia por intermédio de uma médium.
Julgo que temos mais sérios e não continuarmos com estas simples observações.
Veja a relação das cartas que enviei para os 8 cardeais brasileiros, pois o assunto é muito mais sério ainda:

viewtopic.php?f=12&t=3650&p=66949#p66949

Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:19, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Ter, 28/Ago/2007 10:27 
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Paz plena... Irmãos e companheiros foristas, um grande abraço.
Esses fatos ainda não foram contados para ninguém por falta de pessoas adequadas para tomar conhecimentos dos mesmos.
Vou relatar aqui uns acontecimentos mediúnicos vividos por mim, mas não entendi nada, quando os mesmos aconteceram, só muitos anos depois foi que fui tomando consciência do que realmente aconteceu.
Mas foi na noite de do dia 10 para 11 de Janeiro de 1980. Eu comecei a viver os fenômenos mediúnicos com muita intensidade nos dias 5 a 10 de Janeiro, mas tudo explodiu no dia 10/01/980.
Muitos aqui já conhecem o meu Auto Relato, que está no meu “site”:
http://www.pazplena.fardesign.com.br
No grupo “SAÚDE MENTAL.
http://www.fardesign.com.br/pazplena/autoRelato.html

Na noite de 10 para 11/01/1980 era para que tivesse início de uma encarnação de um espírito, que seria o meu 2º filho homem, pois já tinha duas mulheres e um homem como filhos. Esse espírito tinha sido em sua última encarnação o grande líder egípcio, o Nasser. Mas como a encarnação dele iria ter muita importância para a Igreja Católica Apostólica Romana e que teria estaria sobre a responsabilidade direta do Espírito de Jesus. Então o Jesus convidou, para assistir e ter conhecimento daquela encarnação, os 7 últimos papas desencarnados: João Paulo I, Paulo VI, João XXIII, Pio XII, Pio XI, Bento XV e Pio X. Quando o Nasser viu todos aqueles espíritos de papas, ele não entendeu e pediu a presença do espírito, que foi o profeta Maomé. Só que este espírito só poderia chegar ao meu lar naquela noite em sua última encarnação e não como o profeta Maomé, que recebeu o Nasser, logo após a desencarnação do mesmo. E lá chegou o papa Pio IX.
O Nasser primeiro assustou e depois se sentiu traído pelo profeta Maomé, pois este não tinha contado nada para ele antes de que era ao mesmo tempo o Maomé e o papa Pio IX, pois são duas encarnações diferentes do mesmo espírito em evolução.
Por se sentir traído, o Nasser em espírito, renunciou a reencarnação. E naquela noite não foi possível que eu a Conceição tivéssemos um ato de amor carnal, que era necessário para que a tal encarnação tivesse início. Ela simplesmente me dizia “não” e que eu estava doente. Mas como não forcei em nada, então nada fizemos, mas fiquei um bom tempo preparado para o ato sexual. E naquela noite eu não dormi nada, mas cheguei a fazer respirações forçadas, como ronco, para que a Conceição pensasse que eu estava dormindo. Eu sentia a presença dos espíritos, mas não sabia o que realmente estava acontecendo.
Como o Nasser renunciou a reencarnação, então o próximo da lista era o próprio papa Pio IX ou o profeta Maomé. Mas este também não aceitou reencarnar, pois ele seria o orientador do espírito do Nasser, que iria reencarnar como meu filho. Tudo já estava preparado e combinado com o Espírito de Jesus: um plano secreto, que seria realmente o início da Era da Paz Plena, pois iria haver o grande acordo entre católicos e muçulmanos.
Com a renúncia do 2º da lista, então se iniciou uma grande confusão, pois o papa Pio IX, como o papa da infalibilidade, colocou um grande grupo de espíritos em ação para que a vontade dele fosse respeitada.
No dia 11, dois irmãos meus foram dormir em minha casa e a Conceição não aceitava ter relações sexuais comigo, quando havia visitas dormindo em nossa casa. E por isso também o desejo do papa Pio IX foi respeitado e na noite do dia 11 para 12/01/1980, tudo se complicou dentro do meu lar. Meu irmão Antonino, queria fazer uma reunião mediúnica com auxílio de médiuns amigos dele e eram de Divinópolis, até a chegada do meu irmão padre, a Conceição tinha concordado com o Antonino, que era mais velho do que eu e já conhecia os fenômenos causados pela mediunidade. Mas com a chegada do meu irmão padre, que não concordou com a tal reunião mediúnica e a Conceição ficou do lado dele e o Antonino perdeu por dois a um. Resultado: no dia 12/01/1980, fui parar na Clínica Pinel e aí sim confusão tornou-se plena, pois eu, entrando na Clínica Pinel, destruí muitas prisões infernais.
E os papas sendo influenciados pelo papa Pio IX, concordaram com a vontade dele e foi decidido por eles a minha viuvez para que eu pudesse voltar para o Convento e ensinasse lá dentro a reencarnação e a mediunidade. Só que eles não deram conta de dar toda a ajuda necessária. E tudo se complicou para mim, pois não recebi auxílio de ninguém, mesmo sendo quem sou.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:25, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Ter, 28/Ago/2007 20:09 
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Rosário
Não perca tempo ,amigo...
Olha o nível de seriedade do debatedor:

Citação:
Erivelton-Rosário, um espírito entra na tua casa para conversar e voce na maior simplicidade ainda pede licença que iria tomar um banho
Bem abusado voce, Hemm


Sem comentários.

Um abração

_________________
"Cada um vai responder pelo uso que faz da existência conforme as suas resistências."
DIVALDO FRANCO - Do livro Palavras de Luz.


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MensagemEnviado: Ter, 28/Ago/2007 22:46 
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Paz plena... ARIDI, um abraço.
Estou esperando que ele entre no assunto da Teologia da Libertação e da Teologia de Sangue.
Basicamente o espírito que me deu mais dicas para entender o Bíblia foi o "Tentador de Jesus", que para muitos é apenas uma ficção, pois ele foi também o "Deus do profeta Moisés". E por essa revelação pude entender também de que a Bíblia não é a palavra de Deus, mas as palavras de muitos espíritos, que se passaram por Deus por causa da ignorância dos seres humanos do AT.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:28, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Qua, 29/Ago/2007 23:17 
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Paz plena... Irmãos foristas, um grande abraço.
Quero comentar aqui um fato que aconteceu comigo e que não está escrito no meu Auto Relato.
Pois no final de Março de 1980 quando o pai ficou internado alguns dias no hospital Filício Rocho, em Belo Horizonte, e todos os meus irmãos vieram aqui e alguns deles com as esposas.
No sábado, enquanto o meu caso era comentado com um médico no quarto, onde meu pai estava internado, foi dito pelo médico para que eu fizesse uma consulta com um médico muito bom sobre o assunto que estava acontecendo comigo.
Então fui a tal consulta em companhia do meu irmão João Batista de Resende. Logo que entrei para o consultório do médico e comecei a explicar para ele o que tinha aconteciso comigo, então aconteceu algo muito estranho mesmo e na frente do médico.
A minha língua começou a inchar e cresceu muito, após alguns instantes saiu fora da minha boca e eu não conseguia mais contar nada para o médico. Peguei um lenço e tampei a parte da minha língua, que estava fora da boca. Pedi ao médico caneta e papel, e escrevi para ele:
"Eles não querem que eu converse com você".
Eu tinha certeza de que eram espíritos, que estavam fazendo aquilo comigo, mas não sabiam quais eram os tais espíritos.
Após entregar o escrito para o médico, eu sai do consultório deixando lá o meu irmão. Não sei o que eles falaram sobre mim, nem me lembro de nada do que o meu irmão me disse depois.
Eu fiquei mentalizando para que a minha língua voltasse ao tamanho normal, o que aconteceu alguns minutos depois.
Uma coisa é certa: "Aquele fato deu início à minha 2ª experiência mediúnica e complicou tudo para mim em 1980".
Mas foi ótimo, pois eu tinha que aprender de tudo e aprendi.
Paz plena... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:31, em um total de 1 vez.

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MensagemEnviado: Qui, 30/Ago/2007 08:31 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço para todos...
Mais revelações de minhas experiências mediúnicas:
Belo Horizonte, 29 de Setembro de 2004. INTRODUÇÃO DA QUINTA APOSTILA
“Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei e vos será aberto; pois todo o que pede recebe; o que busca acha e ao que bate se lhe abrirá” (Mt 7,7 e 8.).
.................
Tive terríveis ataques como está muito bem exposto e claro nas cartas de 17/05/1995, 25/12/1995 e 05/05/1997. O ataque fulminante que sofri em Divinópolis, quando caí desacordado e inconsciente no chão, foi em julho de 1992, veja as referências na 3ª página da carta de 17/05/1995.
Em fevereiro de 1986 tive um ataque de um espírito que dominou um motorista de uma velha caminhonete e fez com o motorista colocasse uma marcha ré na caminhonete e a jogasse contra o meu corcel, que estava parado a uns 4 metros atrás. Nós estávamos parados na Avenida do Contorno, logo a frente da rua Bahia e iríamos virar à direita para a Avenida dos Andradas e o semáforo estava fechado. A caminhonete estava em primeiro lugar e o meu corcel branco em segundo lugar. Quando vi a caminhonete dando ré, meti a mão na buzina, mas não teve outro jeito e houve a batida, ficando a frente do meu Ford corcel toda amassada.
Desci do carro rapidamente e fui falar com o motorista, mas quando cheguei ao lado dele, uma das 4 entidades que me acompanhava, disse-me:
- “Tem um preto velho encostado nele!”. Compreendi imediatamente a situação, mas tinha que agir até que o motorista reconhecesse o erro dele, pois deu uma marcha ré num sinal luminoso fechado e num ponto de grande trânsito. Então falei com alteração da voz:
- “Como você dá uma ré, num local este? Veja como está o meu carro!”.
Aí o motorista respondeu, querendo jogar a responsabilidade em cima de um outro:
- “O Fulano disse que não tinha ninguém atrás de mim!”.
- “Bom, você é que é o motorista! Você é que é o responsável!”. Respondi com muita firmeza e poder, pois tinha a situação sob meu controle.
O motorista saiu do carro e quando viu a batida com o meu carro atrás, ele disse-me:
- “Você é que bateu atrás e está dizendo que eu é que dei uma marcha ré!”.
Aí falei com ele, quase gritando, pois tinha que mostrar coragem, confiança e fé:
- “Ao menos assuma a besteira que você que você fez e não tente jogar a culpa em outros!”.
- “O que vamos fazer?”. Perguntou-me o motorista já demonstrando um certo receio!
- “Vamos chamar uma perícia? Você vai falar que deu uma marcha ré aqui? Vai ser a sua palavra contra a minha! Então o que vamos fazer?”. Continuei mostrando tranqüilidade e um ótimo controle da situação.
Aí ele retirou do bolso uma nota de Cr$ 500,00, que já valia 50 centavos de cruzados, pois o Governo Federal já tinha mudado a nossa moeda e disse-me:
- “Toma para ajudar no conserto do seu carro!”.
Respondi para que ele sumisse com tudo, pois aqueles 50 centavos de cruzados não iriam adiantar nada. Já tinha conseguido o meu objetivo que era apenas o reconhecimento da culpa ou do erro dele. Eu sabia que, quando o motorista reconhecesse o próprio erro, também o espírito que agiu errado estaria sem saída, como também iria descobrir quem o obrigou a agir de uma forma contrária ao BEM. Descobri tudo depois e fui aprendendo cada vez mais para cumprir a minha quase impossível missão, mas que para mim já era facílima, pois já sabia dos acontecimentos de agosto de 1982 até novembro dec1984 (veja a carta para o Papa João Paulo II).
Logo que cheguei em casa mentalizei o espírito que me perseguia, que tinha muito conhecimento e julgava-se o dono da situação: um “deus” aqui conosco. Logo que ele chegou, perguntei a ele:
- “Foi você que mandou aquele preto velho jogar aquela caminhonete em cima do meu carro; isto é: de mim?”.
- “Não!”. Respondeu-me o espírito, que imediatamente me perguntou onde foi o acidente e logo após a minha resposta, ele disse-me:
- “Vou lá para ver como está tudo por lá!”.
As 4 entidades, que estavam comigo, também tomaram a decisão de ir para o local do acidente para ajudar-me mais ainda, como também para dar auxílio ao preto velho. Logo que o espírito chegou no local do acidente, ele disse para o preto velho:
- “Você não soube agir direito. A sua vítima é médium e já o descobriu. O problema agora é seu, se vire! Nada posso ajudá-lo para sair da fria em que se meteu!”. Em seguida o espírito foi embora e as 4 entidades aproximaram do preto velho, falando-lhe com mais compreensão e amor:
- “Você quer que o levemos onde está o médium?”.
- “É a minha única saída!”. Respondeu o espírito para elas.
Logo o preto velho chegou ao meu apartamento, ele foi dizendo-me:
- “Você me perdoa?”.
- “O seu pedido de perdão não tem sentido e nem razão, pois não fiquei ofendido! Agora pergunto-lhe se o seu pedido de perdão vai consertar o meu carro amassado? Terei que gastar do meu dinheiro por causa da besteira que você fez e o meu dinheiro está escasso!”.
Então o espírito preto velho explicou-me a razão do nosso problema:
- “A minha única saída é lhe contar o resumo de tudo o que aconteceu. Em minha última encarnação eu fui um negro e sofri muito. Via também outros negros que não sofriam como eu. Não conseguia entender porque eu mal conseguia dar alimento para os meus filhos, enquanto os filhos dos brancos jogavam dinheiro fora em corridas clandestinas de carros, nas quais havia muitos prejuízos materiais. Pedi muito em minhas orações a explicação de tudo e nada podia compreender, só aceitava passivamente tudo sem entender e sem nenhuma revolta contra Deus. Quando desencarnei pude tomar conhecimento das causas do meu atual problema. No século XV eu fui o chefe supremo da Inquisição na Espanha, época em que abusei muito do poder, mas agi julgando que realmente protegia a fé, a Igreja e o Evangelho de Jesus. Eu fui o próprio Torquemada (1420 a 1498). Como o frei Tomás de Torquemada chefiei a Inquisição Espanhola de 1483 até a minha morte ou desencarne em 16/09/1498. Hoje, após ter vivido na carne e comido do pão que o diabo amassou, consegui também pagar muito dos meus imensos e terríveis erros e trabalhava pacificamente com uma equipe composta de espíritos semelhantes a mim, pois cometemos os mesmos erros. Enquanto estava bem tranqüilo executando o meu trabalho, ajudando e colaborando com outros espíritos mais necessitados, um espírito com muito mais conhecimento do que eu aproximou-se de mim e chamou-me pelo nome de Torquemada. Tremi de medo, pois viria mais cobrança e eu tinha sido descoberto. O medo é uma fulminante arma que derrota a qualquer um. Aí ele me falou que não iria divulgar quem eu tinha sido, então eu sou, que nem iria me cobrar nada e que só iria me pedir um serviço muito fácil, que era para fazer medo e só medo em uma pessoa. Essa pessoa é você. Não poderia haver desencarne, pois aí tanto eu como ele estaríamos fritos. Você foi a vítima, mas não consegui fazer medo em você, por isso falhei e não tive socorro nenhum por parte dele e da equipe dele. Agora estou lhe contando ou confessando tudo, pois esta é a minha única saída.
Agora isso vou lhe dar de graça. Peço-lhe para você sair do seu apartamento e ir à Igreja de Santa Luzia da Cidade Nova, pois vou levar toda a minha equipe lá, para que todos o conheçam. Como aquele espírito fez isso comigo, ele vai tentar fazer com outros do meu grupo, mas logo que eles o verem não temerão mais ao “falso deus”!”.
Como combinei, fui à Igreja e como foi ótimo mesmo encontrar e sentir a presença daquela equipe de espíritos, que foram até bons e fiéis padres, mas foram envolvidos com o drama ou o pesadelo da Inquisição. Hoje eles são meus defensores ou guarda-costas! Eles sabem quem eu já fui e então eu sou, pois aquilo que é, é e não tem como não ser! O espírito que mandou o preto velho me fazer medo é o mesmo que executou o ataque contra o meu corpo físico em 02/02/1991, quando parou o meu coração por 15,30 horas (vide a carta de 05/05/1997 para o Leonardo Boff).
........... Paz plena... Rosário.


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Mais ataques de espíritos e divulgação da minha verdade:
Belo Horizonte, 29 de Setembro de 2004. INTRODUÇÃO DA QUINTA APOSTILA
“Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei e vos será aberto; pois todo o que pede recebe; o que busca acha e ao que bate se lhe abrirá” (Mt 7,7 e 8.).
.................. Tive um outro ataque em Divinópolis na passagem de ano, de 1987 para 1988. Logo que acordei, mais ou menos às 5,00 horas, senti fortíssimas dores de cãibra nas duas pernas. Imediatamente mentalizei a Deus-Pai e a Jesus, e as dores acabaram na mesma hora. O espírito obsessor me perguntou:
- “Por que você foi tão alto assim?”.
- “Você acha que sou trouxa! Você me ataca assim com terríveis dores e quer que vou ficar calado e passivo! Apenas agi em minha defesa”. Respondi.
Depois conversamos muito e descobri qual foi a última encarnação dele no século XX. O responsável por este ataque foi príncipe Frederico III da Saxônia (1463 a 1525), que protegeu ao reformador Martinho Lutero. Na sua última encarnação este espírito encarnou e desencarnou no século XX e foi genro do Imperador Carlos V, que também desencarnou no século XX. A revolta e vingança deste espírito para comigo foi porque eu agi na defesa do meu irmão, que estava sendo perseguido por outros espíritos comandados por ele, incluindo 3 pastores desencarnados de São Paulo. Este mesmo espírito foi em outra vida anterior o Rei Herodes, que mandou matar à espada o Apóstolo Tiago, o irmão do Apóstolo João Evangelista (At 12,2).
Uma amiga minha soube de ataques que estavam sendo feitos a diretores da Empresa, onde trabalhávamos e imediatamente fazíamos as defesas. Numa certa vez ela soube por intermédio de uma 3ª pessoa de Porto Alegre, dos ataques com mortes que seriam desferidos contra um vice-presidente da Empresa. Fizemos a defesa e daí a pouco começou a morrer parentes de um outro, pois morreu a mãe, a esposa e finalmente um filho dele. Voltamos ao contato com a pessoa de Porto Alegre, esta disse que a 1ª informação é que era correta, mas pediu alguns dados do outro vice-presidente e nunca mais tivemos notícias da pessoa de Porto Alegre.
Também no “plano invisível” existe a famosa “rádio pião”, pois vê-se a fumaça, mas não se sabe onde está o fogo! Já soube por três linhas, a primeira foi direta e as outras duas vieram depois, mas uma forma indireta, da atual reencarnação dos 12 apóstolos no Brasil. Numa destas alguns apóstolos são os mesmos, outros não e existem alguns reencarnados no Estado do Paraná! Já na outra não há nenhuma coincidência de pessoas, mas de Estado sim, pois todos reencarnaram em Minas Gerais.
Aprendi muito com tudo isso e consegui compreender bem a própria Bíblia Sagrada, pois entrei em perfeita sintonia com espíritos de muita luz e muita evolução mesmo.
Com esta 5ª Apostila estou encerrando este meu trabalho e divulgação da minha verdade e das experiências vividas por mim nos últimos 20 anos do século XX de uma forma ainda meio secreta. Fiz este trabalho inicial porque muita coisa só pode ser dita para poucas pessoas e pessoas escolhidas a dedo. Já para quase todo mundo muito pouco pode-se dizer da VERDADE ABSOLUTA e muitas vezes temos que falar por parábolas ou de uma forma bem apocalíptica. Por isso ninguém ainda conseguiu entender bem o secreto código do “666”, que está escrito no Apocalipse capítulo 13, versículo 18. Houve e ainda há sim muita interpretação sofista e errada sobre o número “666”, que é um dos códigos mais importantes guardados nas páginas da Bíblia.
O que estou divulgando é a minha verdade, é a minha experiência, é a minha vida e é a minha missão. Desejo que cada um encontre a sua verdade e depois colabore no entendimento e na divulgação da VERDADE ABSOLUTA.
Cada ser humano tem dentro de si desejos e vontades antagônicas, São Paulo já explicou isso muito bem. Podemos classificar essas vontades em “qualidades essenciais e qualidades não essenciais”, como é ensinado no Instituto ESEM. O desenvolvimento das “qualidades essenciais” é a busca da perfeição, da salvação e do auto-conhecimento. Cada um é o principal e o único responsável pela sua salvação, como também pela conquista da sua verdade e perfeição.
A evolução cósmica é individual e constante, também funciona para que cada indivíduo vença dentro de si o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a sede de ter o poder e de ser servido, de ver só os seus interesses e o interesse dos seus. A evolução cósmica procura transformar cada espírito encarnado ou desencarnado em um defensor do outro, sendo um altruísta, um socialista, um defensor dos oprimidos e aplicando em sua vida este ensinamento de Jesus: “Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45).
Na 1ª Apostila, denominada por “Correspondências entre um Gnóstico e um Agnóstico”, incluí 9 cartas para o psicólogo Luís, 7 respostas dele, a 10ª carta para o Frei Basílio, 1 trabalho e 2 introduções. Pedi ao meu sobrinho Luís para publicar as respostas dele, pois sem elas ficaria muito mais difícil a compreensão das minhas cartas. Quem se identificou como “Agnóstico” foi ele e por isso me apresentei como “Gnóstico”, pois só como religioso eu não teria coragem de ir até onde fui. Aplica-se muito bem para tudo o que escrevo este ensinamento de Jesus: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” (Jo 8,32).
Na 2ª Apostila, denominada por “Correspondências entre Padre Oscar Gonzalez Quevedo, José dos Reis Chaves, Rosário Américo de Resende e outros”, incluí 17 das minhas cartas, 2 trabalhos, 2 respostas do Pe. Quevedo, 1 resposta do Chaves para o Quevedo e a introdução.
Na carta de 21/08/2000, que é a 2ª para o meu amigo Julimar, deixei muito claro a minha atual responsabilidade neste atual momento cósmico, mas mesmo assim ele não acreditou em nada e nem aceitou nada, continua dizendo que trabalho com e para o “Lúcifer” e que devo aceitar a Jesus, como o meu Mestre e Salvador. Ele não pode compreender que já aceitei a Jesus há dois mil anos e já trabalho com o espírito de Jesus há muitos milênios, antes mesmo dele ter encarnado com o nome de Jesus.
Na 3ª Apostila, incluí 29 cartas, 2 trabalhos, 2 autos-relatos de casos a pedido do psiquiatra Dr. Maurício Viotti Daker e a introdução. Na introdução comentei sobre as 44 cartas enviadas para os 8 cardeais brasileiros e citei algumas referências da carta enviada para o Papa João Paulo II. O meu objetivo era e é mostrar bem claro o que estou fazendo. A 3ª carta para o Bispo Dom Célio, escrita em 29/01/2000, só foi escrita porque senti que ele não queria mais comentar nada comigo, auxiliando-me, e como já queria muito escrever sobre o assunto, então o fiz logo que entendi que este Bispo, que foi meu contemporâneo do Seminário, tinha partido para a inexpugnável e inacessível fortaleza do silêncio. Leia e analise bem a resposta que recebi da minha carta de 01/10/1999, enviada juntamente com as cartas de 13/09/1992, 21/07/1993 e o trabalho de 08/06/1989. Resposta do Dom Célio:
“Leopoldina, 04 de Janeiro de 2.000. Meu amigo e irão Rosário. Paz e Bem!
Recebi sua última carta do mês de outubro. Agradeço suas palavras sobre minha pessoa. Que você e seus familiares possam ter um ano muito abençoado e feliz.
Com minha estima o meu abraço. Assinado”.

Estou ou não com razão em afirmar que o Dom Célio tomou a decisão de não dialogar mais comigo? Para mim ficou tudo muito claro mesmo!
Nas cartas de 24 e 25/01/2002, enviadas para 2 psiquiatras, fiz mais uma tentativa de buscar apoio e compreensão dos mesmos e ainda anexei 3 outras cartas: 27/02/1998, escrita para um psiquiatra, 21/02/2000, escrita para um médico e 07/12/2001 (incluída na 4ª apostila), escrita para um bispo católico. Até hoje não recebi nenhuma resposta dos cinco.
Na 4ª Apostila, incluí 32 cartas e a introdução, que mostra muito bem o meu principal objetivo. Tenho como meta entender bem a minha verdade e ir em busca do entendimento, da compreensão e da divulgação da VERDADE ABSOLUTA.
Incluí uma das cartas introdutórias para as outras 44, que foram enviadas para os 8 cardeais brasileiros. Nesta carta para o Cardeal Dom José Freire Falcão começo a revelar importantes fenômenos vividos por mim e mantidos em segredo.
Nesta 5ª Apostila estou divulgando mais 19 cartas, nas quais conto os fenômenos mediúnicos mais importantes que vivi.
............ Paz plena.... Rosário.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 24/Mai/2013 13:22, em um total de 2 vezes.

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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Para poder esclarecer mais os meus conhecimentos atuais, vou postar aqui uma carta que escrevi para um dos meus conselheiros espirituais do tempo de seminário. Essa carta também não teve reposta, mas eu a escrevi:
Belo Horizonte, 15 de Outubro de 1994.
Caro companheiro, Frei Patrício OFM, saudações franciscanas. Que a sabedoria e os ensinamentos do Evangelho, principalmente o “Joanino”, nos ajudem e auxiliem para encontrarmos o caminho, que nos conduz à perfeição e à PAZ PLENA...
Frei, por mais que nos dizem que o passado deve ser esquecido, já defendo o contrário. Quanto mais aprendemos, mais precisamos analisar e dissecar o passado para compreendermos melhor a nós mesmos e a tudo na vida, como também o presente e para construirmos o futuro. Nós temos o nosso passado, que poderá nos ajudar no futuro, se soubermos viver bem o presente.
Cada acontecimento tem que ter a sua razão e terá a sua reação boa ou má. Em 1961, o senhor Frei Patrício, tornou-se o Padre Espiritual dos seminaristas no seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont. Para mim, o senhor foi realmente o meu primeiro conselheiro espiritual. Após a nossa primeira conversa, sem que o senhor soubesse, recebi uma grande ajuda sua, pois me considerava um candidato ao “inferno eterno” (temia o inferno), e, quando sai do seu quarto, queria gritar e pular de alegria e contentamento, já que passei a considerar-me como um candidato ao “céu”, tudo por causa de uma simples, direta e importante pergunta sua com relação ao meu passado na roça. Devido às leis do silêncio, existentes no seminário, tive que guardar toda a minha alegria no “cofre secreto de minha mente”, nada pude divulgar, pois não podia, não conseguia entender e explicar tudo. Tinha perdido o medo do inferno.
Em 1980 perdi o medo do demônio e da morte, fato este que me causou uma imensa e profunda alegria e libertação, pois senti-me um vitorioso e descobri que a minha casa estava construída sobre uma rocha indestrutível. Como por um toque de mágica passei a compreender tudo, a encontrar respostas e explicações para minhas interrogações durante toda a minha vida, principalmente as do seminário.
Até 1980 tinha uma grande angústia, tristeza e interrogação interior, pois não concordava com muita coisa que tinha aprendido sobre a Bíblia e de muitos dos aspectos, que Deus era apresentado nas páginas das Escrituras Sagradas. Ensinaram-me que a Bíblia era a palavra do DEUS-VIVO e eu discordava de muitos trechos bíblicos, isso era um peso difícil de suportar.
Não concordava com a expulsão de Adão e Eva do paraíso, com a condenação de Eva para dar a luz em dores e a de Adão para que se alimentasse com o suor do rosto (Gn 3).
Discordava do arrependimento que Deus teve de ter criado o homem e por isso destruiu o gênero humano pelo dilúvio, exceto Noé e seus familiares (Gn 7).
Para mim havia erros na forma de nos ensinar e explicar o sacrifício que Deus pediu a Abraão, cuja vítima seria o seu filho Isaac (Gn 22).
Não concordava com a destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19).
Todos são atos não dignos de quem é perfeito, amoroso e compreensível, mas sim próprios de quem é carrasco e cheio de tirania. Se são atos indignos, também eram indignos!!!
Para mim era um absurdo a apresentação dos relatos sobre as 10 pragas contra o Egito (Ex 7 a 12) como atos aprovados por Deus, o plenamente perfeito.
Doía dentro de mim tomar conhecimento das guerras e mortes comandadas por Moisés, Josué, os juizes e outros; como: a morte dos primogênitos, na 10ª praga (Ex 12,29 a 34); a destruição dos egípcios no Mar Vermelho (Ex 14,14 a 31); a oração para vencer os amalecitas (Ex 17,8 a 16); a matança ocasionada após a destruição do bezerro de ouro (Ex 32,25 a 29); as atrocidades cometidas na conquista da Palestina (Js 6 a 12); as destruições e matanças de Sansão, principalmente as mortes causadas pelo suicídio e o próprio suicídio dele (Jz 13 a 16); as inexplicáveis batalhas de Gedeão (Jz 7 e 8.); o nefando e o cumprimento do voto do juiz Jefté (Jz 11,29 a 40); a vingança de Elias, que mandou degolar os 450 sacerdotes de Baal (IRs 18,20 a 40); a história de Judite, que degolou Holofernes, usando a beleza e o encanto feminino como isca para matar traiçoeiramente e foi vangloriada como enviada por Deus (Jt 8 a 13). Judite utilizou-se da magia feminina para enganar e matar como se pode ver nos filmes da atualidade e nas revistas e livros de pornografia.
No Novo Testamento eu discordava das explicações, ensinamentos e justificativas do drama do Getsêmani (Mt 26,36 a 46; Mc 14,32 a 42 e Lc 22,39 a 46). Para mim havia algo erroneamente explicado para aquela terrível agonia de Jesus, que chegou a pedir ao Pai: “Pai afasta de mim este cálice, (mas no final entregou-se a decisão implacável do Deus temível e terrível, que exigia sangue para reconciliar-se com todo o gênero humano), mas faça a sua vontade e não a minha”. Era e é bonito ver a defesa da feliz culpa, que nos deu tão grande Salvador. Mas quem fazia e faz estas pregações esquecia e esquece que “defendia e defende um Deus sem coração, tirano, carrasco, orgulhoso e não podia nem perdoar”.
Julgava um ato muito cruel e vil a morte do casal Ananias e Safira, que Pedro disse ser obra do Espírito Santo (At 5,1 a 11).
Frei, esse Deus apresentado nestas passagens bíblicas e noutras semelhantes, eu nunca queria encontrar. Esse Deus é anti-cristão e cheio de tramóias das mais vis.
O Deus que sempre procurei era o do “Não Matarás” (Ex 20,13); “Não Cometerás Adultério” (Ex 20,14), que quer dizer: “Seja plenamente fiel”; “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 15,12); “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10b); “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32); “Sou eu que falo contigo” (Jo 4,26); “Perdoai setenta e sete vezes” (Mt 18,22).
Queria encontrar o Deus-Pai-Mãe-Criador, pleno de amor, compreensão, bondade, vida, sabedoria, perfeição, simplicidade, humildade e liberdade....e O encontrei.
A partir de 07/01/1980, passei a entender tudo como se fosse efeito de um toque de mágica, como também passei a ter toda a certeza que fui enganado e muito mal orientado quase o tempo todo sobre quase tudo no Antigo Testamento, onde me foi mostrado um Deus guerreiro, tirano, vingador, vaidoso e até orgulhoso, sem capacidade de perdoar e compreender.
(Continua)
Paz plena... Rosário.


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Início desta carta:
viewtopic.php?f=12&t=3650&p=85154#p85154
(continuação)
A partir de 07/01/1980, passei a entender tudo como se fosse efeito de um toque de mágica, como também passei a ter toda a certeza que fui enganado e muito mal orientado quase o tempo todo sobre quase tudo no Antigo Testamento, onde me foi mostrado um Deus guerreiro, tirano, vingador, vaidoso e até orgulhoso, sem capacidade de perdoar e compreender.
Passei a compreender o grande orgulho e vaidade dos homens, que se fizeram de representantes de Deus e que só aquilo que eles ensinavam é que estava certo. Esse real encontro com Deus-Pai-Mãe, aquele que é plenamente perfeito, me causou uma grande alegria e fortíssima emoção, e me libertou de tudo que torturava o meu ser com relação ao Deus-Amor. Mas também tive decepções com relação à compreensão e ao amor humano. O senhor deve lembrar a frase que lhe disse na Âmbar CFI, ali pelas 16,00horas do dia 10/01/1980: “Frei, encontrei o Reino de Deus”. Também lhe falei, quando o Senhor me perguntou que horas eu poderia ir encontrá-lo em Carlos Prates: “Frei, para falar sobre o Reino de Deus, qualquer hora é hora. Estou pronto para estar lá na hora que o senhor marcar”. Também me decepcionou a sua frase, dita por telefone, no dia 11/01/1980, ali pelas 14,00 horas: “Li tudo o que você escreveu e não há nada de novo, é só problemas da atualidade. Você precisa é de psiquiatra e não de padre”.
No nosso encontro das 16,00 horas (11/01/1980) em Carlos Prates, o senhor apenas repetiu o que já tinha dito pelo telefone. Procurei o senhor novamente em 1984, mas também não surtiu efeito mais um esforço meu para buscar auxílio, colaboração e compreensão. Por isso tudo tive que caminhar sozinho para ter idéias claras , simples e compreensíveis sobre a Bíblia, a Igreja e sobre Deus-Amor, o Espírito Incriado, que é o nosso Pai-Mãe-Criador, como também para me compreender plenamente e a todos os mistérios da vida.
Hoje posso tranquilamente expressar assim: “Esqueça tudo o que aprendeste sobre a Bíblia, mas não jogue fora, guarde-a muito bem mesmo, pois ela, a Bíblia, é uma fonte inesgotável de ensinamentos, orientações e sabedoria”.
Já tenho muitos trabalhos feitos e também defendo teses bombas e revolucionárias, como:
1) “Deus não Perdoa Nunca”. 2) “O Tentador de Jesus é o mesmo Espírito, que Moisés considerou como Deus”. 3) “O Deus imperfeito da Bíblia ou o ensino incompleto e errado sobre a Bíblia”. E outras, que ninguém aceita facilmente.
Hoje por me conhecer profundamente posso falar assim:
- “Ajo sob as forças e os poderes de São Francisco de Assis e de São João Evangelista, como o precursor de Jesus, João Batista, “agiu com o espírito e o poder de Elias”” (Lc 1,17).
Frei, espero poder contar com o seu auxílio e compreensão hoje, pois quero, enquanto é possível e estou aqui, deixar tudo o mais simples, claro e compreensível para que ninguém depois venha interpretar falsamente o que eu quis dizer ou transmitir com esta ou aquela expressão. O intérprete sempre dará a compreensão e a visão dele mesmo e nunca a minha.
Se a resposta for o silêncio, que está se tornando rotina também, saberei compreender a sua decisão já que é difícil aceitar e entender as minhas teses e a mim também.
Saudações franciscanas e joaninas, do amigo, companheiro e ex-discípulo, Rosário A. de Resende.
.........
Paz plena... Rosário.


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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço. Vou postar aqui a 1ª carta para o teólogo João Batista Libâncio, pois assim irei poder esclarecer mais um pouco o meu trablaho em prol do entendimento da VERDADE.
Belo Horizonte, 13 de Setembro de 1992.
Caro amigo e companheiro em Cristo Jesus, nosso Mestre e guia. Padre João B. Libânio, que os ensinamentos de Jesus nos ajudem a encontrar a VERDADE, que liberta; que o amor, a luz e a paz transmitidos a nós por Jesus possam unir a todos nós para a construção do Reino de Deus, dos Céus ou de Jesus, que é de liberdade até de pensamento, de humildade até para os líderes, de paz, de compreensão, de sabedoria e de moralidade, onde todos seremos considerados realmente como irmãos, amigos e companheiros.
Uma das grandes dificuldades para encontrar a verdadeira Verdade é o medo e o temor de “pensar no já pensado”, como também o imenso receio de descobrir “erros e interpretações erradas em princípios considerados como verdadeiros”. Muitos princípios, tidos como certos, não passam pelo crivo de uma análise crítica e pela lógica de uma avaliação consciente, liberal e racional.
Padre J. B. Libânio, já há bastante tempo que tenho vontade de escrever-lhe, quem sabe poderei encontrar em você um amigo para poder “aprofundar e revelar as minhas descobertas”. Esse interesse vem desde que li um artigo seu: “Conjuntura Eclesial: A Reflexão do Teólogo J. B. Libânio”, de 22/11/1988. Mas o tempo passou e eu não escrevi.
Agora voltei a ver o seu nome no “Estado de Minas” de 19/08/92, no artigo intitulado: “Igreja Revê a Inquisição”. Gostei muito do artigo e é bom a gente encontrar teólogos, que aceitem e reconhecem que a Igreja, como instituição, cometeu erros, violências arbitrárias e injustiças, violando os “Direitos Humanos” e tendo agido como agiram e agem no século XX as terríveis e temíveis polícias secretas: KGB, Gestapo, Cia, FBI, SNI, DOPS e outras, que torturaram, supliciaram e fizeram de tudo, fazendo até desaparecer as provas do crime: os cadáveres. Muitos anticatólicos condenam a “Inquisição” sem tomarem conhecimento e terem ciência daquilo que a Igreja tem de belo e de bom: “a vivência do verdadeiro amor ensinado por Jesus na beleza do servir e na liberdade de encontrar e viver com a VERDADE”. Uma verdadeira comunidade comunista (hoje não deve ser mais crime e nem perigoso falar assim) é evangélica, amorosa, humilde e humana e é vivida segundo os princípios do Evangelho. O comunismo ateu, destruído por Gorbachev, era mais ditatorial do que os regimes absolutistas do passado e sem ter nada de “comunitário”, deixou de enganar ao povo e de fazer com que os defensores do Evangelho fossem presos e torturados, como agentes da esquerda. Os regimes comunistas só conseguiram se impor por tanto tempo porque tomaram o poder pela força das armas e mataram as lideranças contrárias, controlaram o povo a ferro e fogo na lei do fuzil, do terror e dos tanques.
Sou um leigo e estudo teologia por conta própria. Até hoje não consegui um companheiro e amigo, que me ajude a “desenvolver minhas teses”. Hoje encontro e vejo explicações para muitas perguntas, que não tinham respostas convincentes e lógicas, que eu fazia em minha vida de estudante, de seminarista e de “católico, ainda silencioso”. O meu estudo de teologia tem um profundo relacionamento com a matemática, como fez Pitágoras e também sou um fã da evolução e de Teilhard de Chardin, só que minha tese evolutiva é diferente, pois não tende para a UNIDADE, mas para a perfeição de cada individualidade. Dentro da matemática (geometria) para falar ou referir-se a Deus-Pai-Mãe Criador utilizo da figura da “RETA” (Deus = Reta), pois a reta não tem princípio e nem fim, por um mesmo ponto pode-se traçar um número indefinido de retas e todas são iguais, com a mesma perfeição e o mesmo tamanho infinitos. Só com uma idéia perfeita e infinita pode-se falar de Deus, que é também infinito e perfeito. Hoje posso falar assim: “Só existe mistério por causa da falta de conhecimento ou da ignorância sobre o assunto. Só existem milagres para quem ignora as leis superiores ou do céu”.
Vou expor agora uma de minhas teses, que é: “DEUS NÃO PERDOA NUNCA”.
Antes de explicar a tese, primeiro farei um comentário sobre outra tese teológica, que ouvi sem ter concordado com ela: “A ofensa cometida pelo homem contra Deus era maior do que o ofensor, por isso o homem não tinha autoridade e nem capacidade de pedir e alcançar o perdão da ofensa cometida contra o ofendido: Deus. O homem não podia alcançar a sua redenção. Então Deus enviou seu Filho, Jesus, como Salvador da humanidade, limpando e resgatando a culpa originada pela desobediência do homem, que foi a causa de sua expulsão do paraíso”. Nesta tese é muito bonito ver a dimensão do amor de Deus, mas é de uma grande falta de lógica e de razão para com a perfeição, a sabedoria e a humildade de Deus, como também com a capacidade de compreensão de Deus para com todos nós.
Para mim é difícil pensar que os homens (teólogos) chegaram a conclusão que para que Deus perdoasse a humanidade foi necessária, aceita e até exigida por Deus a morte de Jesus, seu Filho, na cruz e ainda por um julgamento injusto e um drama cheio de traições, realmente um acontecimento digno da perfídia de muitos falsos líderes da humanidade.
Agora vou apresentar a justificativa e defesa da tese que é: “DEUS NÃO PERDOA NUNCA”.
Deus não perdoa nunca porque Ele é sábio, perfeito, bom, justo e compreensivo. Tudo em Deus tem que ser o melhor possível, pois senão um outro seria melhor do que Ele em algum atributo e aí Deus teria que melhorar em alguma coisa. Deus não perdoa nunca porque para que houvesse necessidade do perdão por parte de Deus, é porque antes Ele teria se sentido ofendido, e se Deus se ofendesse Ele não seria Deus, pois Deus é amor, paciência, compreensão, sabedoria e humildade em plenitude. Quem é sábio, perfeito, bom, justo e compreensivo nunca se sente ofendido. Então, como Deus é perfeito em tudo Ele nunca se sentiu ofendido, nunca foi ofendido, por isso Ele não tem nada para perdoar. Só tem que perdoar aquele que se sente ofendido e quem se sente ofendido não é ainda perfeito.
Se entre os homens mais sábios e mais justos já existem aqueles que não se ofendem de maneira nenhuma e esta é a meta a ser atingida por todo ser humano: A PERFEIÇÃO. Como podemos negar esta capacidade para Deus? Como puderam ensinar que Deus sentiu-se ofendido pelo ser humano e ainda foi necessária a morte de Jesus na cruz para redimir o gênero humano? Para mim é o mesmo que defender que Deus não é perfeito.
Gostaria de ouvir a sua opinião sobre esta tese e como você a correlacionaria com a prece de Jesus no “Getsêmani”, relatada em Mateus 26,39 (Bíblia de Jerusalém): “Meu Pai, se é possível, que passe de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas como tu queres”. E também: “Meu Pai, se não é possível que isto passe sem que eu o beba, seja feita atua vontade” (Mt 26,42). “Abba! ó Pai! Tudo é possível para ti; afasta de mim este cálice; porém, não o que eu quero, mas o que tu queres” (Mc 14,36). “Pai, se queres, afasta de mim este cálice! Contudo, não a minha vontade, mas a tua seja feita” (Lc 22,42).
Mateus e Marcos citam que o apóstolo João foi um dos três que estavam mais próximos de Jesus e João não fez referências a esta prece antes da prisão de Jesus (João 18,1 a 10). Por que e qual a razão da diferença? Para mim estas citações (orações) não são racionais e nem divinas ou humanas, pois Deus-Pai-Mãe que é amor em plenitude, bom, perfeito e justo não deve ter agido como muitos pensam e ensinam que Ele agiu. Vemos aqui uma atitude não muito digna de qualquer “ser humano” e que nenhum homem bom e justo a faria. Como então os teólogos e três evangelistas ensinaram e ensinam que Deus agiu como agiu com Jesus? Atribuir uma atitude desta a Deus mostra claramente que quem assim fez e faz não compreende nada mesmo da “perfeição, justiça, amor, sabedoria, compreensão, liberdade e humildade de Deus”.
Quem queria se livrar do homem-Jesus deve ser o mesmo espírito que induziu que o patriarca Abraão fizesse o sacrifício do filho dele com Sara: Isaac; pois esse comportamento hoje é considerado como demoníaco (de magia negra), e muito digno de polícia e de justiça.
Realmente Jesus veio nos ajudar e ensinar por amor e altruísmo o caminho da perfeição: “Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial” ou “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48.) e “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).
Quem realmente ficou beneficiado com a morte de Jesus foi o líder civil e ou religioso, ou melhor as lideranças religiosas e civis foram beneficiadas com a morte de Jesus, pois assim o “povo” continuou sendo explorado financeira e mentalmente pelos líderes civis e ou religiosos.
Paz em Jesus, o Cristo, que veio nos mostrar o caminho da salvação, da perfeição e nos ensinar que Deus é Pai, é amor e até Mãe, e, não “um Deus guerreiro”, que concede prêmios aos que lhe obedecem e vinga daqueles que o abandonam.
Paz e liberdade, é o que desejo a você, que é um irmão e amigo em Jesus....
Rosário A. de R... Paz plena.


Editado pela última vez por Rosário em Sex, 12/Dez/2008 21:44, em um total de 1 vez.

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