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MensagemEnviado: Sáb, 17/Jun/2017 23:01 
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Paz plena... Irmão quintinomelo, um grande abraço.
No dia 24/08/2016 você fez essa postagem:
Citação:
Bom dia,
Sou espírita, amo o espiritismo e não o deixo em hipótese alguma.
Isso não me faz cego a eventuais falhas, contradições e erros doutrinários, seja nos escritos de Allan Kardec, seja em escritores posteriores.
Minha trajetória me fez entender que ninguém é dono da verdade, e que a realidade do mundo ainda é desconhecida, mesmo aos desencarnados.
Muito do que os espíritos nos ensinam é a opinião pessoal deles, as convicções deles. Não podemos dogmatizar nenhuma informação que venha deles.
Quanto ao livro do Marcelo da Luz, sem entrar no mérito, percebi que você não argumentou contra o conteúdo do livro, mas tão somente atacou o autor. O que prova que você não tem capacidade intelectual para refutar o que ele diz no livro. Então, não devia ter se aventurado em algo acima de sua capacidade.
Aos demais foristas, sugiro que leiam a obra, é enriquecedora. Mas fazendo a reserva de que o autor não é infalível, e que sua visão é, como a de todos nós, parcial.
As críticas que ele faz ao espiritismo procedem em parte.
Para finalizar, cito uma frase que achei muito interessante:
"O orgulho se preocupa com quem está certo. A humildade, com o que está certo."
Você comentou sobre textos, que estou postando sobre os meus comentários com relação ao livro "Onde a Religião Termina" e também ao autor.
Agora você não continuou o diálogo e por isso fica sim difícil para que a Verdade possa ser melhor explicado e divulgada.
Mesmo assim agradeço muito a sua postagem de quase um ano atrás.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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MensagemEnviado: Sáb, 17/Jun/2017 23:22 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?", do Marcelo da Luz.

22 – Páginas 298; 300 a 302; 307; 309; 311.
(“Religiosos e defensores da fé se ressentem do fato de ser a violência religiosa muito divulgada pela mídia mundial, enquanto os esforços religiosos pela paz permanecem, segundo eles, subestimados”. Pág. 298). Quem mais condena no presente a violência religiosa do passado foram os mesmos que fizeram as violências no passado. Estes condenam no presente o que eles mesmos fizeram no passado, pois tudo está arquivado no inconsciente profundo deles. (18/07/2012).
(“Mesmo pesquisadores de nível elevado a exemplo do estadunidense Mark Juergensmeyer, perito internacional no tema violência religiosa e autor do livro Terror na Mente de Deus, após admitir a letal ambivalência do discurso religioso, ainda acredita ser a religião o antídoto para a erradicação dos conflitos”. Pág. 300). Concordo com o Mark Juergensmeyer, pois os “Espíritos mais evoluídos que estão reencarnados na Terra estão ligados a alguma das religiões antigas”. Agora os fundadores de novos grupos religiosos são pessoas egoístas, pois seus Espíritos reencarnados ainda são de níveis evolutivos bem inferiores. (18/07/2012).
(“Entretanto, a análise crítica do presente e o olhar retrospectivo do passado podem mostrar o quanto a religião tem sido mais um obstáculo à paz do que propriamente um fator de união entre os povos. Pelas razões e fatos já estudados nos capítulos anteriores, o princípio da desunião entre os grupos humanos está inscrito indelevelmente na estrutura sectária das religiões. Este autor pensa ser possível a qualquer consciência isenta de interesses particulares e aberta ao debate da admissão da validade dessa conclusão”. Pág. 300). Discordo um pouco do autor, pois o que já fez e faz a desunião são os dogmas sofistas das Religiões e a fé, que cega aos líderes e membros de todas as religiões. Com relação a isenção de interesses particulares não vi essa atitude nos palestrantes do IIPC dos quais assisti palestras no Hospital Otaviano Neves! Vi lá sim o grande interesse de vender livros e cursos administrados pelo IIPC.
(“A inevitável dissolução da hipnose religiosa só acontecerá a partir de dentro”. Pág. 300). Quanta falta faz ao autor a TV; TL e DE.
(“A contradição entre a atual ênfase nos direitos humanos e a precedente história de obscurantismo e violência é admitida pela Conferência dos Bispos da Inglaterra e Gales em documento comemorativo por ocasião do jubileu da Declaração Universal dos Direitos do Homem em 1998”. Pág. 301). Evolução: Estamos finalmente concluindo a mudança de Era Cósmica no Planeta Terra e entrando de Vez na Era da Regeneração, mas alguns ainda falham, como é o caso do espertalhão, que é o autor considera como o mestre atual dele: o W. V. (18/07/2012).
Ver pág. 174. (“Também no passado, a Igreja Católica Romana pareceu às vezes estar ao lado daqueles que se opunham à ideia dos direitos humanos (...). No Syllabus de Erros de 1864, por exemplo, o papa Pio IX afirmou ser errôneo argumentar pela necessidade dos direitos de expressão a liberdade de religião. A seção 3 do Syllabus nega que todo homem é livre para abraçar e professar a religião que ele acredite ser verdadeira, guiado pela luz da razão”. Pág. 301). Pio IX, em sua caminhada evolutiva teve as reencarnações do Putifar, que adquiriu o jovem escravo José do Egito; do Faraó Ramsés II; do juiz Sansão; do Amnon, o filho primogênito do Rei Davi; do Rômulo, fundador de Roma com o Remo; do profeta Maomé e muitos outros.
Após ler este parágrafo só posso dizer isso: Como faz falta ao autor a TV; TL e DE. (18/07/2012).
(Início do texto escrito por Arthur Schlesinger: “Como historiador, confesso achar certa graça quando ouço a tradição judaico-cristã louvada como origem de nossa preocupação atual com os direitos humanos. (...) A religião cultuou e exigiu hierarquia, autoridade e desigualdade, e não teve qualquer contrição quanto ao assassinato de hereges e blasfemadores. Até o fim do séc. XVIII, a tortura era um procedimento normal de investigação da Igreja Católica”. Pág. 302). A explicação está na Evolução Individual e depois na Coletiva. Digo aqui que também faz falta ao Arthur Schlesinger Jr. A TV, TL e DE. (18/07/2012).
(“Todas as manifestações violentas se assemelham... Contudo, não existem limites para a violência”. Pág. 307). Este limite existe pela morte física do violentado, mas até chegar à morte os tipos de violências dependem do ódio e da brutalidade do violentador. (18/07/2012).
(“O advento da autêntica e duradoura paz não se estabelecerá a partir da guerra”. Pág. 307). OK. Concordo: a guerra só gera mais ódio e desejos de vingança.
(“Todas as manifestações violentas se assemelham... Contudo, não existem limites para a violência. Qualquer estrutura criada a partir do recurso à “justa violência” acabará tornando-se cruel e por isso incapaz de gerar liberdade. A violência empregada pelo indivíduo contra seu inimigo justifica o contra-ataque deste último”. Pág. 307). Esse limite existe sim por dois aspectos: 1º - A prática da não violência pelo violentado, que é sim a prática do AMOR. 2º - A morte física do violentado, mas até chegar à morte os tipos de violências dependem do ódio e da brutalidade do violentador. (18/07/2012).
(“O advento da autêntica e duradoura paz não se estabelecerá a partir da guerra”. Pág. 307). OK, pois a prática autêntica e duradoura da paz só se estabelecerá por meio da vivência do AMOR, pois quem ama não pratica guerras e nem de vingança.
(“Os princípios propostos por Ellul são medidas profiláticas a todas as expressões de violência desencadeadas pelas religiões”. Pág. 307). Não consegui ainda entender como a “Conscienciologia” não explicou que as “religiões” demonstram o “inconsciente coletivo das conscins” (espírito encarnados), então tudo está realmente sobre o controle dos “conscins”, que são controlados pelos consciexes” (espíritos desencarnados), que lideram a Evolução. (18/07/2012).
Resumindo tudo só digo isso: Faz falta ao autor e ao mestre dele a TV, TL e DE. (18/7/2012).
Como fiquei decepcionado quando soube que foi o Chico (Francisco Cândido Xavier), que mandou o W. V. caçar o rumo dele, pois ele (o W. V.) queria receber os direitos autorais dos livros, que iriam ser publicados nos E. U. A.
Isso, para mim, foi mais decepcionante ainda, pois pensava que a separação entre o Chico e o Waldo tivesse partido de uma decisão só do Waldo Vieira. Quem ama não expulsa ninguém! Quem sabe se o Chico tivesse conversado com o W. V. com mais compreensão, ele teria ajudado mais ao Waldo para encontrar o verdadeiro caminho do AMOR e da evolução perfeita? Quem será que foi o W. V. nos terríveis tempos da “Inquisição da ICAR”, pois já não tenho dúvida de que ele foi um terrível inquisidor que esteve sempre atrás dos bens das vítimas da inquisição. (18/07/2012).
(“Seção V – Descrenciologia”. Pág. 311). A “Crença” depende do “mistério da fé”, da ignorância religiosa dos indivíduos (= conscins) ou seres humanos. (18/07/2012).
Todo aquele que conhece a Verdade se liberta da bitolação da crença ou da fé, que cega a todo crente.
A Verdade de verdade só é conquistada por meio do autoconhecimento e de “revelações” advindas da Espiritualidade Superior, pois também existem falsas revelações da Espiritualidade (Mt 24,24).
Veja o que já escrevi sobre “fé” em diversos livros e principalmente na encíclica “Lumen fidei”.

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MensagemEnviado: Sáb, 19/Ago/2017 17:30 
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Mais comentários sobre o livro "Onde a Religião Termina?", do Marcelo da Luz.

23 – Páginas 314; 316 a 320.
(“A crença enquanto ato epistemológico - Dificilmente, em condições normais, o paciente se submeteria aos riscos da cirurgia proposta com base na crença injustificada do médico”. Pág. 314). Ouvi de um médico em 1986, que eu teria que fazer uma cirurgia, ele era um especialista no assunto e ainda me falou que só a cirurgia iria resolver o meu problema. Ele até me deu o valor dos honorários dele: CRZ 6.000,00, mas que iria me dar recibo só de CRZ 1.000,00, já os outros CRZ 5.000,00 teriam que serem pagos em moeda corrente, pois nem cheque ele os receberia. Como eu recebia por mês CRZ 750,00, então não podia fazer a cirurgia particular e teria que ser pelo INSS (INAMPS na época). Fui encaminhado para outro especialista, que também trabalhava no INSS, mas tive que pagar antes um consulta particular e ele me examinou e me receitou um remédio para tomar. Ele também me orientou a ir ao PAM da Sagrada Família imediatamente, pois eu iria ser atendido inicialmente por um clínico geral e este iria me encaminhar para ele. Este processo iria durar uns 15 dias e quando eu chegasse a ele, ele iria me reavaliar e decidir a sequência do tratamento. Tudo foi feito e quando fiz a 2ª consulta com o 2º especialista, eu já estava bem e não foi necessário fazer a cirurgia. A verdade que ficou comprovada para mim com relação ao primeiro médico foi apenas uma esperteza vil do mesmo. (18/07/2012).
(“O discurso religioso fundamentalista, lamentavelmente, elege o recurso à falácia e aos mecanismos da coerção psicológica, anulando o juízo critico dos fiéis ávidos de promessas consolatórias. Tomando-se o exemplo do cristianismo, essa é a estratégia discursiva da Cúria romana e das inúmeros seitas neopentecostais, entre tantas outras. Já o discurso religioso de cunho liberal apela ao assim chamado “salto de fé”, o surto de irracionalidade, quando os caminhos da lógica parecem ter desmascarado todos os mitos inerentes às doutrinas religiosas. Na história do cristianismo, intelectuais do porte de Soren Kierkegaard (1813-1855), Karl Barth (1886-1968) e Rudolf Bultmann (1884-1976), entre muitos outros, promoveram essa armadilha, dando ares sofisticados à crença injustificada e cega. Dessa maneira, os gestos empreendidos pelo velho professor em Oxford – reconhecimento das evidências em contrário, admissão do erro e pública correção da crença consolidada em muitos anos de docência –, são simplesmente impossíveis à consciência religiosa, ainda refém do clamor dogmático imposto pela tradição recebida”. Pág. 316). Como faz falta a todos o conhecimento da TV, TL e DE.
(“Fundamentalistas e liberais cristãos baseiam-se na mesma fonte a fim de fugirem às regras da lógica: o texto neotestamentário da Carta aos Hebreus, 11,1, segundo o qual “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Sam Harris, outro proeminente crítico da religião, saliente, no livro A Morte da Fé, o quando essa definição bíblica é apenas uma versão da falácia da esperança: a crença de que algo, por ser aparentemente bem e altamente desejável, ganha automática existência e garantida validade”. Pág. 316). O poder da fé realmente cega a muitos crentes e não permite que a Verdade seja encontrada, compreendida e divulgada. (19/07/2012).
(“Em carta endereçada á filha Juliet, quando esta completou dez anos, Richard Dawkins elenca três pseudojustificativas para a crença, a tríade falaciosa tradição-autoridade-revelação, abaixo explicitadas”. Pág. 316). Aqui discordo do autor e do Richard Dawkins, é necessário estudar e entender a tradição, respeitar a autoridade e discernir as revelações verdadeiras das falsas. (19/07/2012).
(“a - Tradição”. Pág. 317). Quem não aceita e compreende a tradição nunca irá entender o processo da Evolução individual e coletiva. Ninguém reencarna por acaso ou por causa do caos. (19/07/2012).
(“A mulher judia ainda virgem ou estéril era vista com desprezo”. Pág. 317). Discordo e concordo. A mulher judia tinha sim que guardar sua virgindade para o futuro esposo e isso não era desprezado por ninguém, já no caso da mulher estéril sim, pois ela não poderia ser mãe do Messias ou uma antepassada dele.
(“Segundo muitos especialistas, o Jesus histórico provavelmente jamais atribuiu a sim mesmo a condição divina”. Pág. 317). OK
(“Dessa forma, é no mínimo inverossímil a possibilidade de Maria ter se percebido enquanto “mãe divina”, conforme reza a crença católica. Tal suposição surgiu vários séculos depois, quando o cristianismo já era religião oficial do Império Romano”. Pág. 317). OK.
(“O apelo à tradição, falácia comum nos discursos religiosos, é sempre ilegítimo”. Pág. 317). Volto a discordar do autor, que dá apoio ao Richard Dawkins. Faz muita falta a ambos a TV; TL e DE. Ambos necessitam estudar, compreender e avaliar com clareza e verdade a “Linha do Nascimento” ou a “Linha reencarnatória” (ver pág. 490). (19/07/2012).
(“b - Autoridade”. Pág. 318). Como ainda não vivemos numa comunidade perfeita, então sem a autoridade viria a anarquia ou a confusão.
(“Megalômana ideia da infalibilidade papal era antiga questão disputada nos círculos eclesiásticos, mas coube ao papa Pio IX a tarefa de torná-la oficial. Este papa foi também o autor, em 1864, do Syllabus errorum, uma lista de oitenta “erros” da sociedade moderna a serem evitados pelos católicos, entre eles a esperança de alguns liberais numa possível conciliação entre a Igreja Católica e o progresso advindo da emancipação intelectual”. Pág.318). A perfeita harmonia entre Religião e Ciência vai acontecer sim, mas primeiro no plano individual e depois no coletivo. (19/07/2012).
(“No campo teológico não há verdadeira pesquisa, mas apenas compilação de interpretações feitas ao longo da história sobre os mesmos dogmas fossilizados. Quando muito, há formulação de novas metáforas, o que assemelha a Teologia à literatura ficcional. Teólogos são hábeis “malabaristas” de palavras e figuras de linguagem, perenes recicladores de arcaicas mitologias”. Pag. 319). Aqui discordo do autor e com quem concorda com o autor (ver minhas cartas: a do papa João Paulo II, a 7ª para o frei Basílio e a 3ª para o bispo Dom Célio e muitas outras).
(“Lamentavelmente, homens e mulheres dedicados à Teologia renunciaram à autonomia intelectual a fim de se tornarem submissos à autoridade dos livros sagrados, de antigos intérpretes ou das lideranças eclesiásticas. A estéril erudição desses gênios desperdiçados ajuda a reforçar a crença de bilhões de outras consciências no mito das esperanças abstratas”. Pág. 319). Como faz falta a todos a TV; TL; DE e o Autoconhecimento. (19/07/2012).
( “c - Revelação”. Pág. 319). Sem a Revelação é sim impossível descobrir todos os segredos da Criação e entender perfeitamente a Deus, mas só mesmo Deus sabe a hora certa para fazer as verdadeiras revelações sobre os segredos da Criação e sobre a própria Teologia, que é o verdadeiro estudo sobre Deus.
(“Se faltam evidências em favor da justificação da crença na revelação divina dos textos sagrados, sobejam motivos para desacreditá-los”. Pág. 320). Discordo do autor e de quem concorda com ele, pois todos devem sim estudar primeira a Espiritologia para depois começar a falar sobre a Teologia.
(“Ainda no século VI a.e.c., antes do término do cânon do Antigo Testamento cristão ou do Alcorão islâmico, o pensador grego Xenófanes de Cólofon havia criticado a inclinação humana de fabricar deuses à sua imagem e semelhança, atribuindo aos deuses o bem e o mal feito pelos próprios homens. Segundo o filósofo, se os animais tivessem mãos e pudessem fabricar imagens da divindade, o fariam copiando as características próprias dos subumanos. Notável e trágica demonstração do antropomorfismo é a violenta predisposição à vingança, característica do deus descrito pelos textos sagrados das religiões monoteístas (tema abordado no capítulo 13).” Pág. 320). Xenófanes de Cólofon: interessante pois eu passei a defender essa tese depois que comecei a receber revelações a partir de janeiro de 1980 e aqui o autor escreve contra as revelações. Em agosto de 1983 recebi uma revelação explicativa do dogma sobre a Santíssima Trindade e por isso passei a compreender todas as religiões, pois Deus mesmo não criou ou fundou nenhuma religião, mas falsos deuses sim fizeram isso e estes tentam destruir a quem tenta desmascará-los. (19/07/2012).

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MensagemEnviado: Sex, 22/Set/2017 12:36 
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24 - Páginas 321 a 326; 328; 329.
(“Após consolidar a conversão à fé cristã, Agostinho abandonou o caráter científico que lhe era característico dedes a juventude, para tornar-se arauto de dogmas pretensamente infalíveis. Demonstração disso é o trecho no qual compara os opositores intelectuais do catolicismo a cães enlouquecidos: ‘Quero, ó meu Deus, conversar um pouco na vossa presença, só com aqueles que reconhecem como verdadeiras todas essas iluminações que a Vossa Verdade não esconde ao meu espírito. Os outros que a negam, ladrem para aí quanto quiserem até enlouquecerem...’ ” Pág. 321). Evolução do conhecimento e das revelações. Agostinho por ter procurado a Verdade intensamente deve tê-la encontrada, mas não tinha como divulgá-la nos séculos IV e V, pois o conhecimento teológico na época era sim muito imperfeito ou ainda inadequado. Existem revelações que só são compreendidas por quem as recebe muitos anos ou décadas depois e outras só irão ser compreendidas em encarnações futuras, esse foi e é o caso do número 666, que está no Apocalipse 13,18 (Ver cartas e mensagem sobre esse assunto). A Verdade verdadeira só pode ser compreendida com uma união perfeita entre Religião e Ciência. (19/07/2012).
(“O problema do ateísmo – A primeira década do século XXI presenciou verdadeiro boom editorial sob a bandeira do ateísmo. Renomados jornalistas e pesquisadores de vários campos do conhecimento publicaram trabalhos em repúdio às irracionalidades propagadas pelas religiões”. Pág. 322). Isso foi por causa dos dogmas sofistas das religiões e muitos fanáticos religiosos mataram em nome de Deus e ainda diziam que era para salvar as almas de quem estava sendo condenado à morte.
(“Segundo o filósofo francês Michel Onfray, na obra Tratado de Ateologia, o primeiro ateu no sentido pleno da palavra, isso é, a primeira consciência a negar explicitamente a existência de “Deus” foi, ironicamente, o padre católico Jean Meslier (1664-1729). Autor do manuscrito Memória dos Pensamentos e Sentimentos de Jean Meslier, concluído em 1720, o quase anônimo pároco de aldeia nega a transcendência da matéria, denuncia os embustes da religião e apregoa uma espécie de comunismo utópico, a partir do qual os oprimidos se uniriam contra a tirania dos poderosos – tudo isso cerca de um século antes de Marx e Engels aparecerem em cena. Contudo, o francês manteve abafado o sentimento de revolta até o final da vida, registrando seus pensamentos em segredo e mantendo-se no sacerdócio por medo da rejeição e da miséria”. Pág. 322). A revolta deste padre é sim compreendida com facilidade por causa da época em que viveu, quando a ICAR explorava as vendas de indulgências, que eram pagas pela aristocracia da época e também por causa dos dogmas sofistas da Igreja. Se ele tivesse exposto publicamente as suas ideias ou teses seria um fortíssimo candidato a morrer condenado nas fogueiras da inquisição.
(“Quase três séculos depois, as sociedades democráticas oferecem muito mais espaço à liberdade de pensamento, apesar da onipresença do sentimento religioso. Dissidentes religiosos transformados em ateus são raros, mas existem e não precisam se esconder como ao tempo do padre francês. Exemplo contundente é o ex-pastor evangélico estadunidense Dan Barker. De inflamado pregador pentecostal e autor de hinos religiosos para crianças, Barker tornou-se, a partir de 1984, ativista ateu e publicou um livro autobiográfico cujo título é Perdendo a Fé na Fé. No entanto, cristãos liberais tendem a desconsiderar a validade da experiência de Barker, cuja formação religiosa foi marcadamente fundamentalista. De modo simplista, ele tende a ser descrito e refutado pelos oponentes ao modo de alguém cujo itinerário consistiu em passar de um fundamentalismo a outro”. Pág. 322). Em parte eu até concordo com os cristãos liberais. Eu posso falar assim hoje: “Não tenho mais fé, pois a fé cega o crente e não permite que ele entenda de vez a Verdade, eu conheço a Verdade e a divulgo. O estado de alguém ter fé é sim algo muito importante antes desse alguém conhecer de verdade a Verdade, que liberta e plena (Jo 8,32 e 16,13). (19/07/2012).
(“Obviamente, a “religião civil” proposta pelos iluministas, o utópico comunismo marxista, e o freudianismo ortodoxo, entre outros projetos culturais revolucionários, encontram-se hoje superados”. Pág. 323). Ótimo: concordo. A fábrica de “ateus” é a própria ignorância dos religiosos ou dos teólogos sobre a criação e sobre Deus, pois estes sempre se refugiam na impossibilidade de conhecer os desígnios de Deus. (21/07/2012).
(“Dogma da inexistência de Deus – Apesar do salutar exercício de provocação ao debate e da crítica aberta às superstições e crendices onipresentes na sociedade, os intelectuais ateus insistem em bater na tecla errada ao manter a obstinada estratégia de afirmar a inexistência de “Deus”.” Pág. 324). Deus, o onisciente perfeito e bom, é o Espírito Incriado e Primeiro Criador; antes de iniciar a Criação de outros Espíritos, da matéria e do tempo, ele planejou tudo para que todos alcançassem a felicidade plena, a sabedoria e a perfeição, mas não reservou só para Ele o poder e a capacidade criadora e por isso sempre permaneceu no leme da evolução cósmica, mas respeitando plenamente a liberdade de todos... Deus já sabia que viriam outros criadores, que iriam tentar usurpar o lugar dele e isso iria sim complicar a situação de quase todos, pois seria criado um labirinto do qual dificilmente seria encontrada a saída. Só no final do século XX foi que se tornou possível a revelação de todo o processo da evolução cósmica e assim a criação entrou numa Nova Era Cósmica. (21/07/212).
(“Excesso de arrogância – Outro item problemático presente na literatura ateísta é a excessiva arrogância e agressividade dos autores. Nesse ponto, Christopher Hitchens, autor do livro Deus não é Grande – Como a Religião Envenena Tudo, parece extrapolar todos os limites ao utilizar jargões ofensivos, tiradas sarcásticas e piadas humilhantes em seus discursos contra os religiosos”. Pág. 325). O ateísmo também é uma forma de crença. Uma das causas do ateísmo é sim a vaidade, o orgulho e a arrogância de Seres Humanos, que querem ser superiores a Deus e Deus respeita plenamente a liberdade de todos, incluindo os ateus. (21/07/2012).
(“Princípio da descrença e Conscienciologia – Segundo o professor Waldo Vieira, o princípio da descrença constitui a “proposição fundamental e insubstituível da abordagem da Conscienciologia” quanto a quaisquer aspectos da realidade do Cosmo em qualquer dimensão”. Pág. 326). Cuidado! É preciso desmascarar o mago negro! (21/07/2012).
(“Nisso consiste o principal problema da investigação conscienciológica: toda pesquisa é autopesquisa, pressuposição conflitante com os valores epistemológicos da ciência convencional”. Pág. 326). Cuidado, pois existem experiências vividas com relação à Espiritualidade que não são autopesquisas, mas só acontecem uma única vez e isso não é aceito pela ciência convencional.
(“O autor foi fraternalmente recebido pelo professo Waldo Vieira, propositor das neociências Conscienciologia e Projeciologia. Horas de conversas se seguiram, sempre sob o aviso bem visível nas paredes e na tônica da argumentação: “Não acredite em nada, nem mesmo naquilo que lhe dizem aqui no CEAEC. Experiente. Tenha suas próprias experiências” – fórmula inequívoca do princípio da descrença”. Pág. 328). O autor foi facilmente envolvido pelo processo dos estudos no IIPC porque desconhecia completamente os ensinos da Doutrina Espírita. A tônica da argumentação coincide com o primeiro princípio da Doutrina Rosareana, que é: “Nunca acredite cegamente em nada do que já foi escrito”.
(“Ao longo do intenso período de experimentação e estudo voluntariamente realizado, o autor chegou às evidências de estar vivendo a automimese existencial, isto é, a repetição inconsciente de si mesmo, no seu caso como religioso e sacerdote, em vidas sucessivas, configurando o insatisfatório cumprimento da programação existencial. Exatamente um ano depois da sua primeira visita a instituição conscienciocêntrica, o autor subscreveu uma carta aberta à Ordem religiosa à qual pertencera por vinte anos, declarando abjuração. No dia 08 de outubro de 2004, este autor desligou-se oficialmente do sacerdócio e da vida religiosa consagrada”. Pag. 329). Discordo plenamente do autor, pois o verdadeiro cumprimento da programação existencial só pode acontecer seguindo a “linha do nascimento”. Quando a “conscin”, usando de sua liberdade, abandona a “linha de nascimento” (ver pág. 490), ela rompe com todo o planejamento ou programação, que foi feita antes da reencarnação ou ressoma, pois os Espíritos Superiores respeitam o livre arbítrio da “conscin”. Esta por sua vez entre em sintonia com outras “consciexes” (outros Espíritos desencanados), que ele julga que são realmente superiores e, no caso da Conscienciologia, são chamados de “amparadores”, que são “falsos Cristos”. O autor aprendeu tudo nas dependências do IIPC e nunca desconfiou que o Waldo Vieira criou neologismos para todos os termos da Doutrina Espírita e ele julgou que tudo foi sim obra das pesquisas do Waldo Vieira, que aprendeu no tempo em que conviveu com o médium Francisco Cândido Xavier. (22/07/2012).

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